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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Sexo regular faz você parecer até 7 anos mais jovem

Foto: Reprodução
Nada como unir o útil ao agradável
É sempre uma delícia quando a ciência traz este tipo de boa notícia para nós
 
Esqueça os cremes antirrugas: de acordo com um estudo publicado pelo por David Weeks, um psicólogo britânico e ex-chefe do departamento de psicologia do Royal Edinburgh Hospital, com uma carreira em pesquisas sobre sexo, a atividade sexual faz você parecer mais novo – até sete anos mais novo.
 
Como tudo isso ocorre?
 
No momento da ebulição que ocorre durante uma relação sexual, são liberados hormônios, neurotransmissores e substâncias anti-inflamatórias e antioxidantes.
 
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O principal deles é a ocitocina, um hormônio que combate o envelhecimento e que, além do sexo, só é liberado em uma outra situação: trabalho de parto. O que, no caso dos homens, convenhamos, não ocorre.
 
O relaxamento ocasionado pelas ocitocina, endorfinas (que controlam a dor e também promovem bom humor) e serotonina (principal neurotransmissor do humor, cuja falta é relacionada à depressão) também melhoram o seu humor e promovem uma boa noite de sono – duas coisas essenciais para parecer e se manter mais jovem.
 
Como qualquer exercício (mas o mais prazeroso deles), o sexo acelera os batimentos cardíacos e promove dilatação dos vasos, o que é extremamente benéfico para a pele, deixando-a mais elástica, mais hidratada, e de aparência mais jovem.
 
Isto, associado às substâncias anti-inflamatórias, também promove melhora do controle da acne.
 
Outras pesquisas também comprovaram que homens que tinham a partir de 3 orgasmos por semana apresentavam menores chances de sofrer de infarto.
 
Quantas vezes fazer por semana?
 
Dr. Weeks recomenda entre 2 e 3 – um número plausível, já que é muito difícil fazer todo dia.
 
Para aqueles que estão sozinhos, ou que não têm esta oportunidade com tanta frequência, fiquem tranquilos: a masturbação também conta. Não é tão efetivo, logicamente, mas libera as mesmas substâncias benéficas.
 
El Hombre

Como ser uma pessoa confiante

Thinkstock/Getty Images
Confiança: conquistá-la é um trabalho diário, dizem especialistas
Abandonar a posição de vítima e reconhecer as próprias qualidades são os primeiros passos para conquistar autoconfiança. Veja outras dicas
 
Acreditar nas próprias habilidades e aceitar que é tão capaz quanto os outros em volta é uma tarefa quase impossível para alguns. No entanto, assumir o controle da vida com o título de pessoa confiante é essencial e traz conquistas que até então seriam inexplicáveis. Não treinar o cérebro para a vitória representa, por exemplo, perder um desafio antes mesmo de enfrentá-lo.
 
Conquistar a autoconfiança é uma tarefa diária na construção do ser humano, que só terminará no final da vida. O primeiro contato com a insegurança ocorre já nos primeiros anos da infância, ao ouvir um equivocado aconselhamento paterno ou sofrer bullying na escola, por exemplo.
 
“Sofremos inúmeras interferências nas salas de aula, não somos incentivados com elogios ou motivações. Hoje, a educação ainda é focada no não-acerto, desencorajando o aluno”, explica a coach comportamental e palestrante Fabiana Koch.
 
Alcançar a vida adulta, portanto, exige uma autonomia e representa um processo de desmistificação do que se acreditava ser importante na infância.
 
Para Marcos Sousa, palestrante motivacional e diretor de uma consultoria, manter o nível de confiança alto exige uma constante “comunicação interna”, ou seja, exercitar a voz interior.
 
“É necessário para entender que você é o seu maior apoiador. O sucesso tem mais a ver com a comunicação interna do que com aquilo que você fala aos outros”, explica. Aparentemente inofensiva e silenciosa, ela pode ser ensurdecedora na cabeça, acredita Sousa.
 
Vitimização da vida
A linguagem do corpo e certas atitudes ajudam a diagnosticar o inseguro. Postura corporal, quando a pessoa caminha com o corpo muito baixo, e a falta de pro atividade no trabalho e na vida pessoal revelam que a pessoa está construindo uma espécie de esconderijo contra a interação social. Ocorre também um processo de vitimização da vida, quando se aposta que algo acontecerá dependendo da “vontade de Deus” e dos que o cercam.
 
Para Nell Salgado, psicóloga e master coach esportiva, a ausência de confiança em si provoca medo e funciona como uma barreira entre o inseguro e a sociedade.
 
“Ele tem medo de não ser aceito, de não ser querido e às vezes esconde isso na agressividade.
 
Sentimos intimidados por uma pessoa soberba, mas observando profundamente, enxergamos um ser inseguro”.
 
Técnica do espelho
Muitos se perguntam como podem abandonar práticas intrínsecas de pessimismo e desencorajamento. Para as profissionais de comportamento, com a decisão de mudar o próprio ponto de vista e cobranças pessoais, abre-se uma janela de oportunidade para a autoconfiança.
 
“Uma vez que enxergamos as nossas misérias, automaticamente nos tornamos mais tolerantes”, garante Nell.
 
O equilíbrio ainda é o cenário perfeito até quando a confiança é colocada em debate. Excesso de autoconfiança no indivíduo é perigoso e pode prejudicar as relações interpessoais, dentro ou fora do trabalho.
 
Souza diz que autossuficiência provoca cegueira diante das próprias limitações e surdez, pois a pessoa não considera outros pontos de vista.
 
Veja abaixo algumas dicas dos profissionais para alcançar a confiança:
 
1º - Conheça as suas habilidades e pontos fracos
 
O primeiro passo é reconhecer os pontos fortes e negativos da própria personalidade. Acredite: todos têm qualidades que os diferenciam em uma multidão. Caso tenha dificuldade para fazer uma lista, pergunte a três pessoas de confiança o que elas percebem de bom e fraco em você. Esteja preparado para ouvir as críticas.
 
“Use a lista para dominar suas habilidades e traga ao consciente que está apto a enfrentar os desafios diários”, orienta Nell.
 
2º - Lembre de momentos em que você foi corajoso no passado
Use esse recurso quando a insegurança bater e você sentir medo de não completar uma lista de tarefas, por exemplo. Traga à memória eventos que o desafiaram, mas terminaram com uma superação. Com isso, você resgata a emoção de conseguir completar algo que considerava impossível. Funciona como uma estimulação, garante a coach Fabiana.
 
3º - Arrisque-se
Ao conquistar pingos de confiança, proponha um desafio a si mesmo. No trabalho, isso pode representar um novo projeto ou novas metas. Se você tem um bom tempo em casa comece uma receita. Se faltar um ingrediente, em vez de sair correndo para comprá-lo, peça ao vizinho. Começar novas amizades também gera confiança.
 
4º - Cuide da sua imagem
Ao contrário do muitos pensam, dedicar-se à aparência exterior traz bons resultados e aceitação. Saia com o cabelo solo, perfumada e fique atenta à postura ao sentar. Pesquisas revelaram, segundo a coach Fabiana, que pessoas que usam perfume se sentem mais confiantes no dia a dia. Escolher uma “roupa da sorte” para eventos importantes, como uma entrevista de emprego, pode ser um bom exercício.
 
6ª - Exercite o “olhar generoso”
Muitos têm a tendência de encarar os fatos com o olhar negativo. Praticar um olhar generoso significa se propor a abandonar tal prática. O primeiro passo, segundo Nell, é assumir as próprias misérias e desenvolver a tolerância.
 
“Tudo na vida tem um ponto positivo e negativo. Antes de priorizar um lado, busque conhecer os dois e ter equilíbrio”.
 
7º - Pratique atividades esportivas
Não é novidade que o esporte proporciona ganhos físicos e mentais. Além disso, ser bom em alguma modalidade reflete em confiança em todas as áreas da vida, defendem os profissionais. Comece por solos, como caminhada, corrida e meditação. Depois, invista em esportes de equipe e conquiste desenvoltura na interação social, com times de vôlei, por exemplo.
 
“A primeira pessoa que você enfrenta é a si mesmo”, defende Nell que atua como coaching pessoal da campeã de judô Rafaela Silva.
 
Delas

Pulseira Gear Fit monitora atividades físicas e mostra mensagens SMS

Stella Dauer
Gear Fit pesa 26 gramas
Acessório da Samsung é compatível apenas com alguns aparelhos da linha Galaxy
 
O  mercado de pulseiras inteligentes, acessórios que monitoram atividades físicas e se comunicam com smartphones, não é novo.
 
Nomes como Nike Fuel Band, Fitbit e Jawbone Up já são conhecidos de quem pratica esportes e é fã de tecnologia.
 
Mais recentemente, entretanto, outras empresas de tecnologia resolveram lançar produtos nesta categoria. A aposta da Samsung é a Gear Fit (R$ 900).
 
De cara, ela se diferencia da concorrência por ter uma tela OLED, usada para mostrar informações como mensagens SMS, horário, dados de clima e, claro, informações relativas à atividade física do usuário. Também devido à tela, a pulseira é maior do que suas concorrentes, mas o tamanho extra traz alguns benefícios exclusivos.
 
Veja o teste:
 
A favor:
• Traz diversos sensores que monitoram o corpo;

• Bateria tem boa duração;

• Design caprichado.
 
Contra:
• Funciona apenas com aparelhos Samsung;

• Depende do smartphone para funcionar completamente;

• Caro para o que oferece.
 
Design e tela
O visual e o tamanho desse tipo de gadget já melhoraram bastante nos últimos anos, mas ainda podem ser aperfeiçoados. Se considerado um relógio inteligente, o Gear Fit é até discreto, mesmo sendo um trambolhinho.
 
O formato do Gear Fit é o padrão de outras pulseiras inteligentes. O produto tem uma tela em formato  de retângulo bem comprido de 5.7 centímetros, com a face preta e emoldurada por um chamativo friso prateado. As laterais são pretas emborrachadas, e trazem apenas um botão e os sulcos para o encaixe do carregador.
 
Abaixo do Fit, em plástico fosco preto, ficam informações do aparelho, a conexão para carga e a janela dos sensores, sendo um deles o cardíaco. Há um detalhe prateado com o logotipo da Samsung no prendedor da pulseira, que traz 13 furos para se adaptar a diversos tamanhos de pulso.
 
Stella Dauer
Gear Fit roda sistema proprietário
A pulseira é feita em borracha hipoalergênica, com uma suave textura do lado externo e com pequenas ondulações na parte interna, para que não fique totalmente em contato com o pulso. É um material confortável de se usar e, fora o pequeno incômodo com suor ou quando eu molhava as mãos e ficava um pouco de água na pulseira, não vi qualquer problema ou irritação.
 
Em um pulso de mulher com tamanho mediano como o meu, o Gear Fit fica ligeiramente grande, mas para homens o tamanho cai bem. Muito levinho, com apenas 26 gramas no total, quase não parece que você o carrega consigo. Ele engancha demais em mesas e outras coisas, bate em móveis e outros objetos, mas é confortável.
 
A tela é muito boa e, mesmo com formato bem distinto, mostrou boa definição e ótimas cores. Seu brilho médio já possibilita boa visibilidade sob o sol, mas em ambientes externos essa mesma configuração pode ficar brilhante demais. Trata-se de um belo display curvo de 1.84 polegadas com tecnologia super AMOLED e definição de 423 x 128 pixels.
 
A sensibilidade ao toque é suave e precisa, não houve qualquer problema de navegação e interação. A moldura ao redor do display poderia ser bem menor, já que não há necessidade de segurá-lo. A moldura e o friso é que o deixam grandão, e se não fossem eles, o Fit seria muito discreto e ousado.
 
À prova d’água
Não menos importante, o Gear Fit possui resistência contra poeira e água, então você não precisa tirá-lo do pulso para tomar banho, lavar louça e outras tarefas do dia-a-dia. 
 
O produto possui certificação IP67, o que garante que ele é à prova de líquidos como chuva, suor e outros líquidos em geral, além de poeira e areia. O número 6 atesta uma boa resistência a partículas, e isso significa que ele pode ser utilizado na areia da praia. Já o 7 mostra resistência abaixo d'água, em até um metro por 30 minutos.
 
Isso não vale para água do mar (que pode corroer alguma coisa ), água muito gelada ou muito quente, mesmo que doce. Você não poderá acionar qualquer função da tela abaixo d'água, pois nessa condição é como se toda a tela estivesse sendo tocada, inviabilizando o seu toque.
 
Hardware, processamento e armazenamento
Nesses três quesitos há pouco o que se falar, uma vez que não são o foco do aparelho. O sistema do Fit, que não é nem Android e nem Tizen, é leve e precisa de muito pouco para funcionar, e por isso não exige qualquer esforço por parte do hardware.
 
Posso falar das conexões e de seus sensores, esses sim importantes. O Fit conta com Bluetooth 4.0, conexão que o liga aos dispositivos maiores que o controlam, tais como smartphones e tablets. De sensores temos giroscópio, acelerômetro e monitor cardíaco. Os sensores servem para monitorar atividades físicas, sono, batimentos cardíacos e outros dados do usuário.
 
O armazenamento não importa, pois não é possível conectar o Fit a um computador, nem inserir arquivos nele. Todo update, configuração e ajustes desse produto são feitos pelo gadget a que estiver conectado.
 
Sistema e usabilidade
Os sensores fazem o trabalho dele a partir do momento em que você pede para que eles façam isso. As principais interfaces são, então, o Fit, seu app de gerenciamento no smartphone ou tablet e o aplicativo S Health, que reúne e oferece de forma simplificada as informações coletadas pelo gadget.
 
A tela inicial é simples, e pode ter seu modelo trocado por seis diferentes opções. A que mais me agradou foi a que mostrava as horas juntamente com a previsão do tempo, mas há também as que mostra apenas as horas, horas com agenda, passos percorridos, etc. Há também dez estilos de relógios mais descolados.
 
Outro método de personalização fica na tela de fundo, com sete opções pré carregadas, 12 cores e possibilidade de carregar imagens da galeria. Depois, para cada lado, há duas janelas que têm espaço para três apps cada. Nos ajustes você pode definir a ordem dos apps, também.
 
É possível ajeitar os principais ajustes diretamente no relógio, mas o app Gear Fit Manager faz tudo isso e mais, de forma mais completa. Nele você conecta os gadgets, configura as notificações (limite, transmissão inteligente, tela desligada, alertas instantâneos e quais apps podem enviar notificações para o Gear Fit) e escolhe o bloqueio do aparelho pelo Fit.
 
Você pode editar mensagens de texto (normais, para SMS, ou de recusa, para chamadas) que poderão ser utilizadas como respostas automáticas a chamadas diretamente pelo Fit, uma vez que ele não atende chamadas. Outro ajuste é o de envio de mensagens de socorro: ao apertar três vezes o botão físico do Fit, o aparelho envia sua localização e pede ajuda.
 
Uma função legal é o Movimento de ativação, pois gastaria muita bateria - além de chamar muita atenção - deixar a tela do Fit sempre ligada. Com essa função ativada, sempre que você levantar o braço no movimento de ver as horas, o relógio (ou a última tela usada) acende a tela. Para isso ficar certinho, você também deve deixar marcado em qual pulso ele será usado.
 
Quando liguei o Fit pela primeira vez, achei muito mal resolvido o design da interface pois, na horizontal, eu parecia um gato lambendo a pata cada vez que queria conferir as horas. Por sorte, a configuração no relógio permite que você acerte a visualização para a vertical, que fica muito melhor apresentada, por incrível que pareça.
 
Mais ajustes incluem configurar uma função para o aperto duplo da tecla física (abre algum app, etc. Cuidado para não apertar três vezes e preocupar toda a família), brilho da tela (são seis níveis), senha para acesso, tempo limite da tela, tamanho da fonte das notificações e ajuste de perfil (sexo, data de nascimento, peso, altura e métricas).
 
O app S Health, também da Samsung, complementa esse conjunto. Apesar de funcionar sem problemas sem o Fit, ele é essencial para que o relógio funcione, uma vez que é ele quem processa e apresenta os dados aferidos em exercícios, sono e frequência cardíaca. Ele permite a conexão com outros apps como o RunKeeper, mas o Fit em si só trabalha com o S Health.
 
Resumidamente, é super fácil de usar o Fit e seus apps auxiliares. O relógio em si não faz nada sem o aparelho mor, nem ao menos mostra a previsão do tempo.
 
Plataforma presa à marca
Infelizmente, mesmo sendo muito legal, O Gear Fit está totalmente atrelado à plataforma Samsung. A empresa coreana não abriu sua conexão para smarts e tablets de outras marcas. Assim, se você gostou de um Fit, precisará de um aparelho Samsung, e apenas um seleto grupo da marca é compatível.
 
Entre eles temos os Galaxys S5, S4, S4 Active, S4 Zoom e S3; Notes 2 e 3, Mega 6.3, S4 Mini, Note 10.1 2014, Note PRO e Tab Pro. A empresa afirma que irá expandir essa lista mas, como vemos, nenhum dispositivo mais barato está nesse rol atual.
 
Com algumas artimanhas legais, consegui instalar o aplicativo Gear Fit Manager e o S Health em um Motorola Moto X. É possível gerenciar o Fit, realizar ajustes, mas o S Health trava e não se abre, impedindo a captação e avaliação de dados dos sensores, uma das funções mais legais do Fit. Sem isso, ele é praticamente um relógio grandão.
 
Stela Dauer
Gear Fit tem 10 aplicativos
Aplicativos
Há bem pouca coisa dentro do Fit, e em nenhum lugar obtive informações sobre a instalação de novos recursos ou aplicativos nele, o que me leva a crer que, ao menos por enquanto, isso não é possível e nem incentivado.
 
São dez “apps” no total, com duas janelas para cada lado da “home”, sendo quatro de ajustes para um lado e seis de exercícios e monitoramento para o outro.
 
Temos Notificações, onde você confere SMS, Gmail, Clima e outros apps que surgirem com avisos (você escolhe o que vai aparecer no Fit); Controle de mídia, como o próprio nome diz, serve para interagir com apps de música e vídeo, por exemplo.
 
Em Buscar dispositivo você pode, ao toque de um botão, fazer soar um barulho em seu aparelho, juntamente com o flash ligado, para que você encontre seu smart ou tablet perdidos pela casa. Não serve para distâncias maiores do que o Bluetooth pode alcançar. Finalmente, em Configurações, você confere o nível da bateria, reinicia o aparelho, gerencia a conexão Bluetooth e tudo o que pode ser feito no aparelho que o controla.
 
Do outro lado encontramos o medidor de frequência cardíaca, com última medição e histórico; Temporizador, com contagem regressiva; Cronômetro, que mede o tempo que passa; Pedômetro, que mostra o número dos seus passos em um dia, calorias perdidas, histórico, redefinição e ajuste de metas.
 
Também temos os monitores de sono, que mostra quanto você se mexeu, quantas horas dormiu e seu histórico. O ruim dele é que você precisa entrar no app e ligar o sensor de sono e, quando acordar, ir novamente até o app e desligá-lo. Isso leva a erros, e acaba funcionando bem mal em seu histórico.
 
O mais importante é o app de Exercícios, onde você escolhe entre Andando, Corrida, Ciclismo e Marchando, além de conferir o histórico. Em cada exercício você pode definir metas de horas, distância e calorias, além de ter sua frequência cardíaca frequentemente medida e, de acordo com o resultado, disponibilizar mensagens de incentivo para que você cumpra suas metas.
 
Não fica claro, mas é bem provável que a Samsung adicione apps em futuras atualizações, e talvez até permita apps de terceiros em seus smartwatches, como a Sony já permite.
 
Bateria
Com potência de 210 mAh, a bateria do Fit agradou e mostrou boa duração. Em uso normal diário, sempre conectado ao aparelho, conferindo horas, recebendo notificações e mais alguns usos esparsos, o Fit ficou mais de seis dias longe da tomada, dá para se despreocupar.
 
Com uso mais pesado, monitorando sono e exercícios, são dois dias sem precisar recarregar. O bom é que ele avisa que a bateria está baixa bem antes que seja realmente urgente recarregá-lo, e assim dá tempo de terminar a corrida, chegar em casa e checar a hora diversas vezes antes de tirá-lo do seu braço.
 
O que vem na caixa
Na nem tão pequena caixa do Gear Fit encontramos o aparelho com sua pulseira, carregador com fio, conector para carga e manual rápido. Esse conector só existe por falta de espaço. Além de garantir que a conexão de carga do Fit seja à prova d’água sem precisar de tampinhas protetoras, faz com que o aparelho não aumente em tamanho para acomodar uma conexão micro USB. É um conector prático, mas que pode facilmente se perder por aí, uma vez que é bem pequeno. 
 
Para quem é
Pulseiras e relógios inteligentes, para a maior parte das pessoas, ainda são mais um luxo do que uma necessidade. Levando em conta o alto preço no Brasil, muitos vão considerá-lo um acessório caro e dispensável. Realmente, par ao usuário comum, não terá muito uso, pois estamos praticamente sempre grudados em nossos aparelhos, tornando as notificações supérfluas.
 
Entretanto, para quem pratica esportes ou tem alguma preocupação com o que seu corpo pode estar querendo te dizer, pode ser uma boa ideia. Já temos diversos dispositivos de tracking lançados no exterior, e muitos apps conseguem usar os sensores dos aparelhos para medir quase as mesmas coisas. Mas o Fit faz isso com mais precisão, e está realmente colado ao usuário, servindo apenas para o uso do monitoramento de dados.
 
É útil para encontrar seu smartphone ou tablet perdidos pela casa ou trabalho, monitora a qualidade do sono e mantém você alerta quanto a seus batimentos cardíacos. De quebra, ainda informa sobre a previsão do tempo (mais útil do que eu pensava), horas, novos emails e SMS e permite respostas rápidas. Seu maior defeito, fora o preço, é ser compatível apenas com aparelhos Samsung, e nem todos eles.
 
Ficha técnica
Samsung Galaxy Gear Fit SM-R350
Preço: R$ 900
Configuração: tela de 1.84 polegada com resolução de 423 x 128 pixels, Bluetooth 4.0
Dimensões: 5.7 x 2.3 x 1.1 cm
Peso: 26 g
Autonomia de bateria: Até 144 horas
Itens inclusos: Gear Fit, adaptador para carga, carregador com fio, manual de instruções
 
iG

Veja 20 alimentos que diminuem o colesterol

Getty Images
Aveia:
Consumir 3g dessa fibra pode reduzir em até 20% o colesterol total
Alterações no cardápio ajudam a reduzir, sem o uso de remédios, a taxa de gordura no sangue e o risco de infarto
 
A escolha de determinados alimentos pode ajudar a reduzir o nível de colesterol, dependendo dos casos, abolindo até a necessidade de remédios para o problema.
 
O problema, muito comum entre a população mundial, é um dos grandes responsáveis por doenças cardiovasculares como o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC).
 
De acordo com a Associação Americana do Coração, assim como o poupador não deve aplicar todo dinheiro em apenas um investimento, não adianta nada consumir apenas um alimento.
 
É preciso reduzir drasticamente os produtos que aumentam o colesterol e passar a consumir, de forma equilibrada, o maior número possível de alimentos que ajudam a reduzir as taxas de gordura no sangue.
 
Conheça 20 alimentos que ajudam a reduzir o colesterol no sangue:
 
Abacate: rico em ácido oleico, substância que protege contra o acúmulo de LDL (o colesterol ruim) e ajuda a manter as taxas de HDL no sangue
 
Alho: rico em uma substância chamada saponina, que reduz o colesterol ruim (LDL)
 
Aveia: Aveia: ela contém uma fibra que auxilia na redução do colesterol LDL. Consumir 3g dessa fibra pode reduzir em até 20% o colesterol total. Consumir 3g dessa fibra pode reduzir em até 20% o colesterol total
 
Berinjela: ela contém (principalmente na casca) antocianinas, substâncias que reduzem colesterol total, frações e ainda os triglicérides
 
Cevada e outros grãos integrais: eles contêm bons níveis de fibras, selênio e beta-glucano, uma substância que ajuda a baixar o colesterol LDL, o mau colesterol
 
Chia: rica em fibras e ômega 3, uma dobradinha poderosa contra o colesterol
 
Feijão: rico em fibras solúveis, adicioná-lo à dieta proporciona reduções significativas do colesterol total e do LDL
 
Laranja, limão e outras frutas cítricas: são ricas em fibras solúveis e ainda contêm altas doses de vitamina C, uma dupla poderosa contra o colesterol alto
 
Linhaça: fonte de ômega 3 e ácido linoleico, reduz o colesterol e a glicose no sangue
 
Maçã: ela é rica em fibras solúveis e contém altas doses de flavonoides e antioxidantes que reduzem o colesterol no sangue
 
Morango e frutas vermelhas: lotados de antioxidantes, que inibem a oxidação das partículas LDL (o colesterol ruim)
 
Nozes em geral: ajudam na redução do colesterol porque são ricas em gorduras poli-insaturadas. Na circulação sanguínea, elas reduzem o LDL
 
Óleos vegetais de canola e girassol: são ricos em fitoesteróis, substâncias que barram a absorção de gordura da dieta, o que favorece a redução do colesterol
 
Peixes ricos em ômega 3 (salmão, atum, bacalhau, etc): essa substância auxilia no controle e na redução do colesterol e dos triglicérides
 
Quiabo: aqui, é a grande quantidade de fibras solúveis que ajuda a reduzir o colesterol no sangue
 
Quinua: além de alto teor de fibras, contém saponina, uma substância que reduz o colesterol produzido no fígado
 
Soja e derivados: rica em vitamina E, ela aumenta os níveis de HDL, o bom colesterol
 
Tomate: o licopeno presente nesta fruta não se limita a ajudar a prevenir o câncer de próstata, mas também reduz o colesterol na corrente sanguínea
 
Uva e suco de uva: aqui o dono do “milagre” se chama resveratrol, presente tanto na fruta quanto no suco integral dela.
 
iG

Bill Gates investe US$ 100 mil em camisinha que imita pele humana

YouTube/University of Wollongong
Preservativo tem textura para se parecer com pele de verdade
Ideia é ajudar a erradicar AIDS no mundo, diz bilionário

Pesquisadores da universidade de Wollongong, na Austrália, estão desenvolvendo um novo tipo de camisinha cuja textura se parece com a pele humana.
 
O projeto, uma das apostas patrocinadas pela fundação Bill & Melinda Gates, destinou US$ 100 mil para criar um preservativo que as pessoas não se incomodariam em usar.
 
Em fevereiro, de acordo com o site Business Insider, o bilionário fundador da Microsoft afirmou em uma sessão de perguntas e respostas do Reddit que o trabalho pretende ajudar a erradicar a AIDS no mundo.
 
Esta semana, um vídeo mostrou como deve funcionar o preservativo, feito a partir de um material que os pesquisadores chamam de hidro-geral resistente que, segundo eles, é capaz de "agir e parecer mais como uma pele de verdade".
 
iG