Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



terça-feira, 10 de junho de 2014

Entenda por que dormir demais deixa as pessoas com sono

Getty Images
Quantidade não é qualidade de sono", alerta especialista
Horas extras na cama interrompe rotina do sono e quebra ciclo de repouso, o que causa ainda mais exaustão
 
Dormiu mais do que o normal na noite passada, mas continua cansado? Pois é, ao contrário do que se imagina, ter horas extras de sono pode não ser a cura para o cansaço. Isso porque o corpo funciona dentro de uma rotina de sono e está adaptado e acostumado com esta consistência.
 
Ficar mais tempo na cama interrompe justamente este ritmo já estabelecido. As informações são do site The Huffington Post.
 
Segundo Michael J. Breus, especialista da Academia Americana da Medicina do Sono, a média de um ciclo de sono é de 90 minutos, o que significa que as pessoas têm aproximadamente cinco etapas dessas durante uma noite de 7,5 horas de repouso. Portanto, quem fica uma hora a mais na cama além do que está acostumado desperta no estágio 3 ou 4 deste ciclo, que representa o sono profundo.
 
Além de ser mais difícil acordar nesta fase, é a interrupção desta etapa completa que deixará a pessoa exausta e desanimada durante todo o dia. "Vale lembrar que quantidade não é qualidade. Você pode dormir muito e ainda ser estar privado de um bom sono", afirma o especialista.
 
Para ter uma qualidade melhor de sono, o ideal é marcar o horário que precisa levantar da cama de manhã e diminuir 7,5 horas para assim encontrar o tempo certo de ir dormir e poder completar os cinco ciclos completos durante a noite.
 
Terra

Dieta 'paleo' é duas vezes mais efetiva, diz site

Getty Images
Carnes magras, vegetais, legumes e frutas são liberados à
vontade na dieta Paleolítica
O regime 'dos homens das cavernas' permite comer muitas frutas, vegetais e carnes magras, mas nada de pães, arroz, massas e laticínios
 
Se você quisesse perder alguns quilinhos, aceitaria comer igual aos nossos ancestrais faziam há 40 mil anos? Segundo o Mirror, talvez seja uma boa ideia considerar a opção.
 
A 'dieta dos homens das cavernas', pode ser até duas vezes mais efetiva para perda de peso do que os regimes mais modernos.
 
A Paleo, como também é chamada, é popular entre celebridades — da atriz Uma Thurman ao cantor britânico Tom Jones — e recebeu o selo de aprovação de especialistas suecos, em um estudo publicado no European Journal of Clinical Nutrition.
 
Eles compararam os resultados de emagrecimento entre mulheres que seguiram a dieta da idade da pedra com aquelas que adotaram um regime mais moderno de alimentação, ao longo de seis meses. 
 
O primeiro grupo perdeu o dobro de peso, além de também reduzir mais centímetros na região da cintura.
 
Criada para imitar os hábitos alimentares dos seres humanos antes da invenção da agricultura, os adeptos podem comer frutas, vegetais e carnes magras, como frango, em abundância. Mas pães, arroz, massas e laticínios são banidos, assim como tudo que contém grãos, açúcar refinado e sal.
 
Outro experimento anterior também concluiu que os homens que seguiram a dieta paleolítica por apenas três semanas já reduziam as chances de derrame e ataques cardíacos.
 
Mirror / Terra

Ecstasy é mais letal em ambientes quentes, diz estudo

Getty Images
Droga era considerada segura em doses baixas, mas pode ser
 letal em ambientes com temperatura elevada, como danceterias
Lugares quentes, como baladas e festas, deixam a droga mais perigosa, mesmo em doses baixas
 
Pesquisadores norte-americanos descobriram que doses de ecstasy que não seriam letais em temperaturas mais baixas podem matar se forem consumidas em ambientes quentes e lotados, como baladas e festas.
 
Segundo o Daily Mail, os especialistas do National Institute of Health afirmam que algumas pessoas acreditam que o ecstasy não é perigoso se consumido em doses baixas. Mas, segundo as conclusões do novo estudo, isso não é verdade em ambientes com temperatura elevada.
 
"Nós já sabíamos que uma dose alta de MDMA pode aumentar repentinamente a temperatura corporal, potencialmente levando à falência dos órgãos e até a morte", disse Nora Volkow, uma das responsáveis pela pesquisa.
 
"Mas esse estudo atual apresenta a possibilidade de mesmo as doses controladas serem letais em certas condições."
 
Os pesquisadores disseram ainda que ainda não é possível prever quem terá uma reação adversa com uma dose pequena de ecstasy.
 
Daily Mail / Terra

Correr causa flacidez prematura nos seios; veja curiosidades

Getty Images
Entre os dados, estão: os seios se movimentam muito mais do que se imagina e uma pessoa de 18 anos corre quase na mesma velocidade que uma de 60
 
Correr queima calorias, define os músculos, reduz as taxas de estresse e melhora a saúde do coração, além de ser muito prático e barato: é só calçar um par de tênis e começar.

Em comemoração ao National Running Day, o site da revista americana Health listou sete dados surpreendentes sobre esta prática.

Confira:
 
Os seios pulam muito mais do que se pensa
Pesquisadores ingleses da Universidade de Portsmouth descobriram que os seios não ficam só subindo e descendo durante a corrida, eles também se mexem de um lado para o outro e de fora para dentro.

Estes movimentos bruscos podem danificar alguns ligamentos Coopers, causando flacidez prematura, por isso é essencial usar tops que deem o suporte adequado aos seios e que minimizem o máximo possível estes movimentos.
 
Corredores estão mais aventureiros e sujos
Em 2013, mais pessoas completaram provas com obstáculos e corridas na lama do que maratonas e meia-maratonas convencionais.

Estima-se que 4 milhões de corredores participaram destas provas não-tradicionais. No entanto, as corridas mais frequentadas e populares ainda são as provas de 5 km, que foram feitas por 6,2 milhões de pessoas em 2012.

As pessoas são mais rápidas aos 20 do que aos 18 anos
Um estudo espanhol comparou as idades e tempos de prova de corredores da Maratona de Nova York em 2010 e 2011 e concluiu que os homens são mais rápidos aos 27 anos e as mulheres aos 29. Em outras idades, notaram que as pessoas eram 4% mais lentas a cada ano antes desta média e 2% nos anos depois. Assim, um maratonista de 18 anos corre quase na mesma velocidade que um atleta de 60.

Percorrer longas distâncias é mais fácil aos 90 anos
A pessoa mais velha a completar uma prova foi o inglês Fauja Singh. Ele tinha 101 anos quando correu a Maratona de Londres em 7h49min21s, em 2012. Atualmente ele está vivo e completou 103 anos. Já a havaiana Gladys Burrill é a mulher mais velha a ter o mesmo feito: em 2011 e aos 92 anos, ela cruzou a linha de chegada da Maratona de Honolulu em 9h53min16s.
 
Correr queima muitas calorias
Para simplificar, dizem que 100 calorias são gastas a cada 1,6km percorridos, mas a queima varia de acordo com o peso, ritmo e preparação física. Uma boa fórmula é multiplicar o peso em libras (0,45kg) por 0,63 e então pelo número de quilômetros da prova. Assim, se uma mulher de 68kg corre 9,6km, ela queimará 567 calorias. Se uma pessoa mais magra corre a mesma distância, ela gastará menos calorias, por isso o ideal é sempre ir cada vez mais rápido e longe para manter a queima calórica em alta.
 
Correr pode ser uma exigência profissional
O teste básico de aptidão física do exército americano tem três partes: flexões, abdominais e uma corrida de 3km que tem limites de tempo para ser feita. Estas exigências são fundamentais se os soldados quiserem subir de patente.
 
Mulheres dominam as pistas
As mulheres representam 56% do total de 15,5 milhões de pessoas que completaram alguma corrida em 2012, de acordo com a organização Running USA. As meia-maratonas (21,1 km) são as provas preferidas do público feminino e têm uma proporção de 61 mulheres para cada 39 homens. Na verdade, as maratonas (42,1km) são as únicas provas com maioria masculina.
 
Terra

Beber durante a gravidez pode ser pior do que usar cigarro ou maconha

Getty Images
Pediatras dizem que pelo menos 1% dos bebês nascidos na
Inglaterra sofrem problemas comportamentais ou de
desenvolvimento devido à exposição ao álcool
Estudo indica fetos expostos ao álcool apresentam mais problemas comportamentais ou de desenvolvimento
 
Beber durante a gravidez pode causar mais danos ao feto do que um fumar cigarro ou maconha, dizem especialistas.
 
Com o alerta, foi preciso alterar as diretrizes governamentais, que indicam às mulheres que têm o hábito de beber que o façam no máximo duas vezes por semana. A recomendação dos especialistas para as gestantes é que eliminem de vez o álcool da rotina. Com informações do site do jornal britânico Daily Mail.
 
Pediatras dizem que pelo menos 1% dos bebês nascidos na Inglaterra sofrem de problemas comportamentais ou de desenvolvimento devido à exposição ao álcool. Isto significa que, entre 730 mil nascidos no país por ano, pelo menos 7 mil são afetados.
 
Os danos que as bebidas alcoólicas podem causar são tão sérios que um especialista disse que, se é para ter um hábito ruim durante a gravidez, que seja o uso de maconha ou cigarro.
 
Neil Aiton, pediatra dos hospitais universitários de Brighton e Sussex, disse que sua recomendação para as futuras mamães seria “não beba”. “Temos fortes evidências de que beber álcool com regularidade é prejudicial”, afirma.
 
Ele complementa dizendo que bebês de mães que fumam podem nascer menores do que o normal. “Existem outras evidências, mas são menores quando comparadas com os prejuízos psicológicos e neurológicos de longo prazo que o álcool causa ao sistema nervoso.”
 
Uma taça de 250 ml contém cerca de três unidades de álcool e os médicos dizem que, com isso, as mulheres estão colocando os seus fetos em risco. Sheila Hollins, da British Medical Association, diz que esta é uma recomendação difícil de se seguir, já que as pessoas não sabem o que é uma unidade.
 
“A recomendação do BMA seria a de que eliminar a bebida durante a gravidez é mais seguro devido à incerteza sobre beber de níveis baixos a moderados”. 
 
Daily Mail / Terra