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quinta-feira, 12 de junho de 2014

Alunos do ensino médio desenvolvem larvicida contra dengue

Foto: Reprodução
Larvas do mosquito Aedes aegypti
Alunos do 3º ano do ensino médio do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) descobriram um extrato vegetal com alta eficiência como larvicida contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue
 
O projeto começou a ser desenvolvido em 2013 na Coordenação de Ciências da instituição pela professora e bióloga Rosiane Leite, que orienta estudantes da educação profissional dentro de um programa de iniciação científica júnior.
 
No Brasil, existem muitas linhas de pesquisas para o combate à dengue, desde vacinas, odores, mosquitos transgênicos e seleção de extratos de plantas. Entretanto, o extrato da espécie Miconia sp. nunca havia sido testado para esse fim.
 
Há muitas espécies do gênero Miconia por todo o país, com nomes populares pouco conhecidos. A professora explica que, durante seu mestrado, estudou a interação das formigas com essa planta e que ela é mais conhecida entre os ecólogos, pois fornece frutos para os pássaros durante o ano todo.
 
Os alunos Bárbara Freitas e Gabriel Batista, que fazem curso técnico em construção civil, desenvolveram o extrato após vários testes, com o incentivo da professora e dos amigos. Rosiane Leite conta que comprou algumas vidrarias do próprio bolso e pediu a ajuda de familiares para comprar o álcool necessário aos testes, por causa do limite por pessoa para adquirir o produto.
 
Outro desafio foi conseguir as larvas do Aedes aegypti. Eles acabaram indo a campo e recolheram larvas pela vizinhança, conta a professora, explicando que houve dificuldade em fazer a seleção devido às diferentes espécies e estágios das larvas encontradas.
 
Com a apresentação do projeto na Mostra Específica de Trabalhos e Aplicações do Cefet-MG, em 2013, o professor Fabiano Duarte Carvalho, da Fundação Oswaldo Cruz, propôs uma parceria e forneceu larvas específicas para os testes. Além disso, em agosto, Carvalho dará um treinamento para que os alunos possam criar suas próprias larvas.
 
Segundo a professora, será possível refazer os testes para a comprovação da eficácia do larvicida e então publicar o trabalho. “A dengue é uma preocupação bem antiga. Como educadora, sempre procuro mostrar a importância de não deixar água parada. Mesmo sendo escola básica, ainda é possível buscar soluções para minimizar os problemas, mesmo que seja em âmbito local”, disse Rosiane Leite.
 
No início deste ano, o projeto foi selecionado para participar da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, que ocorreu em março, e foi premiado com a quarta colocação entre 40 projetos da área de biologia.
 
Agência Brasil

12 propostas de melhoria para trabalhadores da Saúde


Na luta pela atenção integral à saúde do trabalhador, conferência (CESTT) dá sugestões para a Política Nacional de Saúde do Trabalhador
 
A 4ª Conferência Estadual de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (CESTT), realizada entre os dias 8 e 10 de maio, em São Paulo, defendeu uma “mudança no processo de desenvolvimento econômico e produtivo para que os profissionais tenham seus direitos efetivados e que a riqueza socialmente produzida seja distribuída considerando o princípio da equidade, a democracia e a participação social”.
 
Doze propostas para a melhoria das condições de quem trabalha no setor de saúde foram definidas pelos cerca de 400 delegados eleitos nas Etapas Macrorregionais do Estado de São Paulo, presentes ao evento. O objetivo é que as propostas componham a Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT).
 
A Associação Paulista de Saúde Pública (APSP), que apoia o conteúdo, sugere a leitura do dossiê publicado na Revista Brasileira de Saúde Ocupacional “Atenção integral em Saúde do Trabalhador: desafios e perspectivas de uma política pública”.
 
Propostas
 
1. Apoiar o projeto de lei que contempla a aplicação dos 10% da receita bruta da União para o financiamento do SUS.
 
2. Regulamentar carga horária de 30 horas semanais para todos os trabalhadores da área da saúde, sem redução de salário.
 
3. Instituir a Semana de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, com a parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde e secretarias municipais de saúde com a participação da sociedade, incluindo CIPA e CIST, COMSAT e outras afins, com foco na prevenção de acidente e doenças decorrentes do trabalho.
 
4. Estabelecer fluxos para tornar transparentes os dados da Previdência Social e Agência Nacional de Saúde Suplementar e outros bancos de dados de interesse da saúde do Trabalhador e Trabalhadora, e gerar uma lista ordenada de empresas com maiores índices desses eventos, a ser divulgada nas paginas eletrônicas do Ministério Público do Trabalho e Ministério da Saúde.
 
5. Promover processos de educação permanente dos trabalhadores e das trabalhadoras do SUS, conselheiros e conselheiras de saúde, atores dos movimentos sociais e sindicais em saúde do trabalhador e da trabalhadora, que considerem as realidades locais e regionais, as novas formas de agravos e adoecimento, na perspectiva da promoção, proteção e recuperação da saúde, embasados nas normas vigentes e na garantia de direitos.
 
6. Ampliar a notificação de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho e melhorar a informação sobre as empresas, equipamentos públicos e locais geradores de riscos e gravos, aperfeiçoando as fichas de investigação epidemiológica (FIE) do SINAN e incluindo FIE com CID em aberto.
 
7. Implantar os planos de cargos, carreiras e salários para todos os trabalhadores de saúde.
 
8. Garantir a participação de representantes da saúde do trabalhador nas instancias de elaboração e implementação das políticas para o desenvolvimento econômico em todas as esferas de governo, a fim de reduzir impactos negativos das tecnologias e modelos de gestão na saúde do trabalhador e da trabalhadora.
 
9. Estabelecer Programa de Vigilância e Assistência em Saúde Mental dos trabalhadores e trabalhadoras, que contemple os 12 agravos de Saúde Mental da Lista de Transtornos Mentais do Ministério da Saúde.
 
10. Reestruturar e garantir a autonomia da Vigilância Sanitária para o exercício das funções com desvinculação do cargo de confiança do poder público municipal e com uma equipe concursada e qualificada.
 
11. Criar, implantar e implementar a CIST nos Conselhos de Saúde prioritariamente nos municípios sede de CEREST.
 
12. Garantir a participação das Centrais Sindicais e Sindicatos de trabalhadores, na formulação e acompanhamento da política de saúde do trabalhador e da trabalhadora, institucionalizando, com essa finalidade, espaços participativos.
 
Fonte: Com informações da APSP | Relato de Lucia Y. Izumi Nichiata
 
Saúde Web

Veja receitas e dicas de petiscos saudáveis para os jogos da Copa

Thinkstock/Getty Images
A batata-doce tem baixo índice glicêmico, logo é um carboidrato
 do bem
Manter-se saudável quando se fala de futebol é difícil. Veja alguns petiscos que ajudam a manter a linha nos dias de jogo
 
Quem não gosta de comer pipoca com manteiga assistindo a um filme? Na Copa do Mundo, a maioria das pessoas também gosta de ficar com um olho na TV e outro no prato. Nessa brincadeira, o estômago recebe linguiças-fritas, amendoim, salgadinhos, batatas-fritas, cerveja... e por aí vai. O corpo, depois de um abuso, vai armazenar todo o excesso de calorias em gordura. Logo, quem está querendo manter a linha, é melhor optar por petiscos mais saudáveis.
 
A nutricionista Carolina Arbache, da Natue, dá dica de algumas receitas menos calórias - e que dão saciedade:
 
Chips de Batata-doce
 
- Lave bem e cortar a batata em fatias bem finas, com ajuda de um ralador.
 
- Coloque em um papel toalha, para absorver a água e deixá-las bem sequinhas. Polvilhe sal.
 
- Coloque em um tabuleiro untado com óleo de coco, sem deixar uma fatia se sobrepor à outra.
 
- Asse em forno pré-aquecido por cerca de 10 minutos, ou até ficarem crocantes.
 
- Dica: dá pra fazer com abóbora, mandioquinha, cará, inhame.
 
Thinkstock/Getty Images
Pão de queijo falso não leva queijo, mas continua saboroso
Pão de Queijo Falso
Ingredientes:
 
- 4 mandioquinhas
 
- 2 xícaras de polvilho doce
 
- 1/2 xícara de polvilho azedo
 
- 1/3 de xícara de azeite
 
- 1/4 de xícara de água morna
 
- Sal a gosto
 
Modo de preparo:
 
- Cozinhe a mandioquinha, esprema e espere esfriar um pouco para poder manusear.

- Misture o restante dos ingredientes e amasse até ficar homogêneo.

- Faça bolinhas e asse em forno pré-aquecido em temperatura baixa por 40 minutos.
 

Thinkstock/Getty Images
Fazer o próprio hambúrguer impede de consumir gorduras
escondidas
Hambúrguer saudável
Ingredientes

- Meio kilo de patinho moído

- Alho amassado

- 1 ovo

- Sal e pimenta do reino moída
 
Modo de preparo:
 
- Junte todos os ingredientes, amasse bem e modele em formato de hambúrguer.

- Grelhe em frigideira anti-aderente, untada.

Molho:
- ½ abacate

- 1 colher de sopa de azeite

- 1 limão espremido

- 1 colher de sopa de mostarda
 
Bater tudo no processador ou liquidificador.
 
Montagem: Utilize cogumelos portobelos (grelhe com um pouco de shoyu previamente) ou folhas de acelga, no lugar do pão, acrescente o hambúrguer e o molho.
 
iG

Estudo nos EUA liga carne vermelha a risco de câncer de mama

Getty Images
Pesquisas anteriores não mostraram relação entre carne vermelha
 e câncer de mama
Mesmo o risco sendo considerado pequeno, pesquisadores sugerem substituir a ingestão de carne vermelha por combinação de feijões, ervilhas e lentilhas, aves, nozes e peixe
 
Comer muita carne vermelha no início da vida adulta pode aumentar ligeiramente o risco de câncer de mama, de acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos.
 
Pesquisadores de Harvard dizem que substituir a carne vermelha por uma combinação de feijões, ervilhas e lentilhas, aves, nozes e peixe pode reduzir o risco da doença em mulheres mais jovens.
 
Mas especialistas britânicos pedem cautela, dizendo que outros estudos não mostraram ligação clara entre carne vermelha e câncer de mama.
 
Pesquisas anteriores demonstraram que a ingestão de grande quantidade de carne vermelha e processada provavelmente aumenta o risco de câncer de intestino.
 
Os novos dados vêm de um estudo realizado nos Estados Unidos acompanhando a saúde de 89 mil mulheres com idades entre 24 a 43.
 
A equipe, liderada pela Escola de Saúde Pública de Harvard, analisou a dieta de quase 3 mil mulheres que desenvolveram câncer de mama.
 
"Ingestão elevada de carne vermelha no início da idade adulta pode ser um fator de risco para o câncer de mama", eles relatam na revista British Medical Journal.
 
Os próprios cientistas de Harvard, porém, descreveram o risco como "pequeno".
 
O epidemiologista da Universidade de Oxford Tim Key disse que o estudo americano descobriu "apenas um elo fraco" entre comer carne vermelha e câncer de mama, o que não era forte o suficiente para mudar a evidência apontada em estudos anteriores de que não há ligação definitiva entre a dois.
 
"As mulheres podem reduzir o risco de câncer de mama mantendo um peso saudável, ingerindo menos álcool e praticando exercícios, e não é uma má ideia trocar um pouco de carne vermelha - que está ligada ao câncer de intestino - por carne branca, feijão ou peixe", acrescentou.
 
Segundo a diretora da Unidade de Epidemiologia do Câncer da mesma universidade, Valerie Beral, dezenas de estudos já investigaram o risco de câncer de mama associado com a dieta.
 
"A totalidade da evidência disponível indica que o consumo de carne vermelha tem pouco ou nenhum efeito sobre o risco de câncer de mama, por isso os resultados de um único estudo não podem ser considerados isoladamente", disse ela.
 
Evidências demonstram que provavelmente há uma relação entre comer muita carne vermelha e processada e o risco de câncer de intestino.
 
O Ministério da Saúde britânico recomenda que pessoas que comem mais do que 90 gramas (peso cozido) de carne vermelha e processada por dia devem reduzir a porção para 70 gramas.
 
BBC Brasil / iG

As sete piores coisas já encontradas nos lanches do McDonald’s

Este vídeo mostra os sete itens mais estranhos ja encontrados em lanches do McDonald's,  entre elas uma camisinha, baratas, etc...
 
Assista: