Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



quinta-feira, 26 de junho de 2014

Apple, Google e Samsung querem transformar aplicativos de saúde em vestíveis

Glicose
Gertty Images
Há décadas, empresas de tecnologia médica vêm buscando, com pouco sucesso, modos de permitir que pacientes diabéticos verifiquem o nível de glicose no sangue de maneira fácil

Agora, as maiores empresas de tecnologia móvel do mundo estão entrando no jogo. 

Buscando aplicativos que podem transformar em itens necessários a nascente tecnologia de dispositivos vestíveis como relógios inteligentes e braceletes, as empresas Apple, Samsung Electronics e Google estão dando atenção ao monitoramento de açúcar no sangue, segundo várias pessoas familiarizadas com os planos.

As companhias estão, de modo variado, contratando cientistas médicos e engenheiros, questionando reguladores dos Estados Unidos sobre supervisão e o desenvolvimento de recursos de medição de glicose em futuros dispositivos vestíveis, disseram as fontes.

A primeira rodada de tecnologia pode ser limitada, mas eventualmente as companhias podem competir em um mercado global de medição de açúcar no sangue que valerá mais de 12 bilhões de dólares até 2017, segundo a empresa de pesquisa GlobalData.

“Todas as grandes querem glicose em seus telefones”, disse John Smith, ex-vice-presidente científico da Johnson & Johnson LifeScan, que fabrica suprimentos para monitoramento de glicose. “Se conseguir acertar, haverá um enorme retorno”.

A Apple, o Google e a Samsung não quiseram comentar, mas Courtney Lias, diretora da divisão de dispositivos de química e toxicológicos da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, em inglês), disse à Reuters que o casamento entre dispositivos móveis e medição de glicose é “perfeita”.

Info Abril

Remédios antigos: Cobavital comprimidos

http://www.suplementosbrasil.org/wp-content/uploads/2013/05/Cobavital-heroi-ou-vil%C3%A3o.jpg 

Cobavital quando ainda era fabricado pela Sintofarma

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1xq14PEad9fIsAQ0VAz0jA9XcOCNASHWfztrJmaJEmebl3OU-8TRnNRgQA24sC6iur8T2YWaPWDDORca8xkmCNc8HpnRYRqor2Lp2kfhPEu6OcyWsV2QCBuqBWWj1zZuge6lM9ZnOCxY4/s1600/coba.jpg 

Cobavital em embalagem atual fabricado pela Abbott

Crises de enxaqueca aumentam na menopausa, diz estudo

http://veja1.abrilm.com.br/assets/images/2011/7/44459/dor-cabeca-estresse-escritorio-20110728-size-598.jpgEm mulheres que sofriam da dor com frequência na pré-menopausa (a partir dos 35 anos), as crises se elevaram depois que elas pararam de menstruar

Uma nova pesquisa confirma o que as mulheres relatam na prática: crises de enxaqueca tendem a piorar depois da menopausa e nos anos anteriores a ela, período chamado perimenopausa. O estudo será apresentado nesta quarta-feira no encontro anual da Sociedade Americana da Dor de Cabeça, que acontece em Los Angeles, nos Estados Unidos.
​
Participaram da pesquisa 3.600 mulheres com idades entre 35 e 65 anos. Em um questionário, elas responderam se estavam na menopausa e se sofriam de crises de enxaqueca — no caso afirmativo, relataram a frequência dos episódios. A dor era considerada de alta frequência quando se manifestava dez ou mais vezes por mês.

As voluntárias foram, então, divididas em três grupos: as que estavam na pré-menopausa (quando começa a queda acentuada da fertilidade, a partir dos 35 anos), na perimenopausa (período compreendido entre dois a três anos antes da última menstruação e até um ano depois dela) e na pós-menopausa.

Segundo os pesquisadores, 8% das mulheres na pré-menopausa revatavam crises frequentes de enxaqueca, ante 12,2% das que estavam na perimenopausa e 12% na pós-menopausa.

“Mulheres com enxaqueca têm mais probabilidade de apresentar suas crises alguns dias antes e durante a menstruação, quando há uma queda nos níveis de estrogênio e progesterona. Por isso, parece paradoxal que a enxaqueca aumente quando os ciclos menstruais começam a falhar (na perimenopausa)”, diz Richard Lipton, coautor do estudo e professor da Faculdade de Medicina Albert Einstein, nos Estados Unidos. Mesmo assim, os estudiosos acreditam que a queda de estrogênio explica o aumento dos episódios de dor na perimenopausa e na menopausa.

Veja 

Abstinência de opiáceos

http://www.saudemelhor.com/wp-content/uploads/2013/06/dependencia-e1371451261233.jpg
Foto: Reprodução
O que é Abstinência de opiáceos?
Sinônimos: Interrupção de opiáceos, síndrome de abstinência

A abstinência de opiáceos refere-se à ampla gama de sintomas que ocorrem após a descontinuação ou redução dramática de drogas opiáceas após o consumo intenso ou prolongado (muitas semanas ou mais).

As drogas opiáceas incluem a heroína, morfina, codeína, oxicodona, hidromorfona, metadona e outras.

Causas
Acredita-se que cerca de 9% da população faz uso incorreto de opiáceos no decorrer da sua vida, incluindo drogas ilícitas como a heroína e medicamentos analgésicos prescritos como a oxicodona.

Estas drogas podem causar dependência física. Isto significa que a pessoa conta com a droga para prevenir os sintomas da descontinuação. Com o tempo, quantidades maiores da droga tornam-se necessárias para produzir o mesmo efeito.

O tempo que leva para tornar-se fisicamente dependente varia para cada indivíduo.

Quando a pessoa descontinua o consumo da droga, o corpo precisa de tempo para recuperar-se e surgem os sintomas da abstinência. A abstinência de opiáceos ocorre quando um uso crônico é descontinuado ou reduzido.

Algumas pessoas têm abstinência de opiáceos após a administração destas drogas para dor enquanto estavam hospitalizadas, sem perceber que isto está acontecendo com elas. Elas acreditam que estão com gripe e, por não saberem que opiáceos poderiam consertar o problema, elas não desejam as drogas.

Exames
Frequentemente, o seu médico diagnosticará a abstinência de opiáceos após realizar um exame físico e algumas perguntas sobre o histórico médico e o uso de drogas.

Exames de sangue e urina para vestígios de drogas podem confirmar o uso de opiáceos.

Mais sobre Abstinência de opiáceos
Consulte o seu médico se você estiver utilizando ou descontinuando opiáceos. 

Sintomas de Abstinência de opiáceos

Os sintomas iniciais da abstinência incluem: 

- Agitação
- Ansiedade
- Dores musculares
- Fúria elevada
- Insônia
- Nariz escorrendo
- Sudorese
- Bocejos

Os sintomas tardios da abstinência incluem: 

- Cólicas abdominais
- Diarreia
- Pupilas dilatadas
- Calafrios
- Náusea
- Vômitos

As reações da abstinência de opiáceos são muito desconfortáveis, mas não reapresenta ameaça de vida. Os sintomas normalmente começam 12 horas após o último uso de heroína e após 30 horas da última exposição à metadona.

Tratamento de Abstinência de opiáceos
O tratamento envolve cuidados de apoio e medicamentos. O medicamento mais utilizado, a clonidina, inicialmente reduz a ansiedade, agitação, dores musculares, sudorese, nariz escorrendo e cólicas. 

Outros medicamentos podem tratar vômitos e diarreia. 

A buprenorfina (Subutex) tem mostrado ser melhor que outros medicamentos para tratamento de abstinência de opiáceos e pode encurtar do tempo de desintoxicação. Também pode ser utilizada para manutenção em longo prazo como a metadona. 

Pessoas em abstinência de metadona podem ser inseridas na manutenção em longo prazo. Isto envolve a diminuição lenta da dosagem de metadona com o passar do tempo. Isto ajuda a reduzir a intensidade dos sintomas de abstinência. 

Alguns programas de tratamento de drogas fizeram amplas campanhas de um tratamento para abstinência de opiáceos chamado desintoxicação com anestesia ou desintoxicação de opiáceos rápida. Estes programas envolvem anestesiá-lo e injetar grandes doses de medicamentos bloqueadores de opiáceos, com expectativas de que isto acelere o retorno do corpo à função normal do sistema opioide. 

Não há evidências de que este programa realmente reduz o tempo da abstinência. Em alguns casos, eles podem reduzir a intensidade dos sintomas. Entretanto, ocorreram diversas mortes associadas com os procedimentos, especialmente quando não é feito em um hospital. 

Já que a abstinência de opiáceos causa vômitos, e vômitos durante a anestesia aumenta significativamente o risco de morte, muitos especialista acreditam que os riscos deste procedimento sobrepõem-se significativamente aos benefícios potenciais (e não provados). 

Expectativas
A abstinência de opiáceos é dolorosa, mas normalmente não representa ameaça de vida.

Complicações possíveis
As complicações incluem vômitos e a respiração do conteúdo estomacal para os pulmões. Isto é chamado de aspiração e pode causar infecção pulmonar. Vômitos e diarreia podem causar desidratação e alterações químicas e minerais (eletrólitos) no corpo. 

A maior complicação é o retorno ao uso de drogas. A maior parte das mortes por overdoses de opiáceos ocorre em pessoas que tiveram uma recente descontinuação ou desintoxicação. Já que a descontinuação reduz a tolerância à droga, quem acabou de passar por uma descontinuação pode ter overdoses com uma quantidade muito menor do que a quantidade que costumavam usar. 

Tratamentos em longo prazo são recomendados para a maioria das pessoas após a descontinuação. Isto pode incluir grupos de auto-ajuda, como os Narcóticos Anônimos, aconselhamento ao paciente de ambulatório, tratamento intensivo ao paciente de ambulatório (hospitalização diária) ou tratamento hospitalizado. 

Aqueles que descontinuam opiáceos devem ser examinados para verificar a ocorrência de depressão e outras doenças mentais. Um tratamento adequado destes transtornos podem reduzir o risco de recaídas. Medicamentos antidepressivos NÃO devem ser administrados se presumir-se que a depressão está apenas relacionada à abstinência e não é uma condição pré-existente. 

Os objetivos do tratamento devem ser discutidos com o paciente, bem como as recomendações de cuidado. Se uma pessoa continua repetidamente em abstinência, a manutenção de metadona é fortemente recomendada.

Fontes e referências: 
Doyon S. Opiods. In: Tintinalli JE, Kelen GD, Stapczynski JS, Ma OJ, Cline DM, eds. Emergency Medicine: A Comprehensive Study Guide. 6th ed. New York, NY: McGraw-Hill; 2004:chap 167. 

Minha Vida

Quer engordar quanto durante a Copa?

http://3.bp.blogspot.com/-a-qrxlv2bbs/U3PDHTM5SWI/AAAAAAAAFQc/77EDRGKL2e0/s1600/1947977_823458967684052_7166760910151003074_n.jpg
Foto: Reprodução
Num só jogo é possível fácil-fácil ingerir metade do padrão de consumo calórico diário. Veja como minimizar o estrago causado pelo exagero sem deixar de se divertir neste mundial 

Os jogadores entram em campo, a bola rola e, na frente da televisão, milhões assistem aos jogos aflitos. Copa é emoção. E se tem uma coisa que aparenta desestressar é comer compulsivamente uma batatinha, alguns amendoins, coxinha, bolinha de queijo e o que vier.

Mas é bom saber que se empanturrar de petiscos não desestressa e de pouquinho em pouquinho a Copa engorda. Na verdade, nem tão pouquinho assim. Em duas horas de jogo mais intervalo o consumo de 100 gramas de amendoim e três latinhas de cerveja equivalem a 1011 calorias. O padrão de consumo diário é de duas mil calorias.

“Claro que duas mil calorias representam uma média. Algumas pessoas devem consumir mais e outras menos que isto, mas mesmo assim em duas horas ingerir mais de mil é sinal de que vai engordar. Além do mais são vários jogos, não é?”, diz a nutricionista Patrícia Pinesi.

Pensando positivamente, caso a seleção brasileira seja a campeã da Copa, serão mais dez partidas entre jogos do Brasil e disputas realizadas nos próximos três finais de semana. Levando em conta que em cada jogo é possível consumir facilmente mil calorias, seriam dez mil calorias a mais para o torcedor médio brasileiro, o equivalente a cinco dias a mais, dentro padrão de consumo diário. Copa engorda. 

A nutricionista Rosana Perim concorda com Patrícia e reforça que opções lights, como sanduíches integrais e lanches assados podem ajudar a minimizar o consumo elevado de calorias nos dias de jogos. "Cada pessoa tem um metabolismo, por isso não dá para fazer uma média de quanto cada um vai engordar após a Copa, mas é sempre bom lembrar que optando por lanches lights é possível se divertir sem engordar", diz.

Veja abaixo as calorias de cardápios comuns para assistir aos jogos:

Opção1
Três latinhas de cerveja = 465 Kcal
Amendoim torrado salgado 100g = 600Kcal
Pipoca caramelizada (1 xícara de chá) = 140Kcal
Total: 1205 kcal

Opção2
Duas latinhas de Refrigerante = 280Kcal
Pipoca com manteiga e sal (2 xícaras de chá) = 252 Kcal
Mini cachorro quente (duas unidades) = 240Kcal
Total: 772 kcal

Opção3
Três latinhas de cerveja = 465 Kcal
Batata chips 100 g = 560 Kcal
Total:1025 kcal 

iG