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sábado, 5 de julho de 2014

África tem maior epidemia de ebola já registrada; veja perguntas e respostas

Membros da organização Médicos Sem Fronteiras se preparam para visitar hospital na capital do Guiné onde doentes de ebola estão sendo tratados (Foto: Cellou Binani)
Foto: Cellou Binani
Vírus mata até 90% das pessoas contaminadas. Hábitos tradicionais estão entre fatores que contribuem para disseminação

Chegou a 467 o número de mortos na maior epidemia do vírus ebola já registrada, na África Ocidental, e a Organização Mundial da Saúde (OMS) convocou uma reunião de emergência sobre a situação na região.

O ebola é um dos vírus mais mortais que existem. Ele mata até 90% das pessoas infectadas e não há cura ou vacina disponível para uso na população.

Ele foi registrado nos primeiros seres humanos em 1976, em Yambuku, uma aldeia na República Democrática do Congo, às margens do Rio Ebola. Desde então, mais de 20 surtos da doenças ocorreram em países da África Central e Ocidental.

Veja abaixo perguntas e respostas sobre essa doença:

Como o ebola se manifesta na pessoa doente?
O ebola é uma doença grave causada por vírus. Ela é muitas vezes caracterizada pelo início súbito de febre, fraqueza intensa, dores musculares, dor de cabeça e dor de garganta. Depois vêm vômitos, diarreia,funções hepática e renal deficientes, erupções cutâneas, e, em alguns casos, sangramentos internos e externos, com interrupção do funcionamento dos órgãos. Exames de laboratório incluem baixa de glóbulos brancos e de plaquetas e aumento das enzimas hepáticas. O período de incubação do vírus pode durar de dois dias a três semanas, e o diagnóstico é difícil.

Como o ebola se espalha?
Seres humanos pegam o vírus por meio do contato próximo com animais infectados, incluindo chimpanzés, gorilas, antílopes e morcegos que se alimentam de frutas. Os morcegos da família Pteropodidae são considerados os hospedeiros naturais da doença. O ebola também passa de uma pessoa para outra, por contato direto com sangue contaminado, fluidos corporais ou órgãos, ou indiretamente, por meio do contato com ambientes contaminados. Os funerais daqueles que tinham a doença podem ser um risco, se as pessoas presentes têm contato direto com o corpo.

Onde está ocorrendo a epidemia atualmente?
Segundo os últimos números da Organização Mundial da Saúde (OMS) a epidemia na África Ocidental já deixou 467 mortos em Guiné, Libéria e Serra Leoa.  "Trata-se da maior epidemia em termos de pessoas afetadas, de mortos e de extensão geográfica", informou a organização em comunicado. Um fator perturbador é que desta vez o vírus está circulando em comunidades rurais e urbanas. "A tendência atual da epidemia e seu potencial de cruzar fronteiras e ter propagação internacional constituem um problema de saúde pública de grande preocupação", declarou Luis Gomes Sambo, diretor regional da OMS para a África. "O atual surto tem o potencial de se espalhar para fora dos países afetados e além da região se medidas urgentes e relevantes de conteção não forem postas em prática", disse ainda.

A doença pode ser levada de avião a outros países, espalhando a epidemia?
É possível que uma pessoa com ebola viaje de avião, mesmo a lugares distantes, já que a doença pode levar três semanas para se manifestar. No entanto, o professor William Shaffner, da Universidade Vanderbilt, nos EUA, em entrevista ao site americano LiveScience, apontou que não é muito provável que essa doença se espalhe da forma como tem ocorrido nos países africanos se os serviços de saúde agirem de forma a isolar as pessoas contaminadas. “Os serviços médicos ocidentais provavelmente lidariam relativamente bem em ‘capturar' o ebola quando ele chegasse, porque estaríamos cientes de que as pessoas vieram de áreas afetadas pelo ebola”. Ele destaca que para ser contaminado é preciso ter contato próximo com uma pessoa doente, com troca de fluidos corporais. “Estar com a mesma pessoa num só ambiente, por si só, não é perigoso”. A própria OMS, por enquanto, não fez nenhuma recomendação de que se deixe de viajar aos países envolvidos na epidemia.

Por que nos países afetados a doença está se espalhando dessa maneira?
Um problema grave que fomenta a epidemia atualmente é que naquela região há hábitos tradicionais como lavar os cadáveres antes do funeral, o que gera um contato capaz de transmitir o ebola. A OMS já disse publicamente que essas práticas culturais "contribuem fortemente" para a epidemia. Além disso, há muito movimento de pessoas através das fronteiras de Guiné, Libéria e Serra Leoa, o que posssibilitou à epidemia se tornar internacional.

G1 

Lesão de Neymar não compromete nervos, mas causa dor, diz ortopedista

Info Neymar vértebra L3 (Foto: Editoria de Arte/G1) Tratamento consiste em repouso e imobilização com cinta. Contusão de jogador atingiu parte periférica da terceira vértebra

De acordo com o ortopedista Alexandre Fogaça, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, a região lesionada por Neymar – chamada processo transverso da terceira vértebra lombar – é uma área mais periférica da vértebra, que normalmente não atinge a região por onde passam os nervos.

Apesar de não comprometer o sistema neurológico, esse tipo de contusão provoca muita dor, segundo Fogaça. 

“Geralmente, demora cerca de 6 a 8 semanas para consolidar”, diz o ortopedista. 

“Para o nível exigido de um jogador profissional, fica muito difícil conseguir desempenhar suas funções em alto nível nos próximos dias sentindo esse tipo de dor.”

O jogador sofreu a lesão durante a partida do Brasil contra a Colômbia nesta sexta-feira (4), quando o colombiano Zuñiga deu uma joelhada em suas costas. 

O Brasil venceu por 2 a 1, mas Neymar deve ficar de fora do resto da Copa por causa da lesão. 

Depois do jogo, na noite desta sexta, o médico da CBF, Rodrigo Lasmar, afirmou que Neymar não teria condições de jogar na próxima semana.

Segundo Fogaça, entre as fraturas de coluna, trata-se de um caso menos grave, por não afetar a região dos nervos e ter um tratamento conservador, ou seja, que não necessita de cirurgia.

“Recomenda-se que o paciente se afaste das atividades físicas e de qualquer esforço físico e use um colete para imobilizar a região”, diz Fogaça. 

O intuito da imobilização, segundo o médico, é reduzir a dor. O paciente também recebe analgésicos.

Lesão, vértebra, Neymar (Foto: AP)
Foto: AP - Neymar coloca mão nas costas logo após sofrer contusão durante o jogo desta sexta-feira (4)
“Vai depender muito do quanto de dor ele vai ter para analisar se tem alguma chance de disputar um jogo nos próximos dias, mas é bem complicado porque é uma lesão óssea que causa dor e o tempo é muito curto para se recuperar até os próximos jogos.”

G1

Países africanos definem plano para conter pior surto de ebola

O ebola é transmitido pelo contato direto com fluidos corporais da pessoa contaminada (Foto: BBC)
Foto: BBC
Epidemia já matou mais de 400; OMS diz que países fora da África não precisam restringir comércio ou o fluxo de pessoas com nações afetadas 

Ministros da Saúde de 11 países do Oeste da África concordaram em adotar uma estratégia comum para conter o pior surto de ebola da história, que já matou 467 pessoas desde fevereiro. Na reunião de emergência realizada em Acra, Gana, autoridades decidiram ampliar a supervisão de casos de ebola nas suas regiões fronteiriças e mobilizar líderes comunitários, religiosos e políticos para ampliar o conhecimento sobre a doença. O vírus já infectou 759 pessoas na Libéria, Guiné e Serra Leoa.

Sob a nova estratégia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) abrirá um centro sub-regional de controle em Guiné para coordenar o apoio técnico. Mais de 150 especialistas já foram enviados ao Oeste da África nos últimos meses para tentar conter o surto.

A OMS, órgão da ONU, disse que a epidemia de ebola não será controlada em breve. "Acredito que vamos ter de continuar lidando com esse surto pelos próximos meses ou por ainda muitos meses", disse o Keiji Fukuda, diretor-geral assistente de segurança sanitária da agência, à AFP. Questionado sobre como a epidemia poderia se espalhar, ele disse que "é impossível ter uma resposta clara".

Vírus mortal
Segundo o correspondente da BBC no Oeste da África, Thomas Fessy, educar as pessoas é visto como a melhor maneira de conter o surto, ao invés de fechar as fronteiras. Práticas culturais e crenças tradicionais em algumas áreas têm dificultado medidas de saúde, contribuindo para o contágio da doença, disse ele. Em alguns casos, grupos de pessoas atacaram funcionários de saúde, forçando o fechamento de centros de emergência.

Autoridades de saúde dizem que as fronteiras frágeis da região permitiram pessoas infectadas a levar a doença para outros países.

A maioria das mortes foi registrada na região de Guekedou, no sul da Guiné, onde o surto foi relatado pela primeira vez em fevereiro. A maioria das mortes ocorreu justamente na Guiné, mas há um número crescente de casos na Libéria e em Serra Leoa.
 
O ebola é um dos vírus mais mortais do planeta porque mata até 90% das pessoas infectadas. Não há vacina ou cura. Ele se espalha pelo contato direto com fluidos corporais de uma pessoa infectada, tais como sangue e secreções.

Risco baixo no Brasil
O Ministério da Saúde brasileiro disse estar acompanhando os desdobramentos da epidemia e que segue a orientação atual da OMS de não adotar estratégias específicas em relação à doença. "Segundo avaliação da OMS, o risco de disseminação da doença é considerado alto nos países fronteiriços, moderado no restante do continente africano e baixo no restante do mundo", diz a nota do ministério enviada à BBC Brasil.

"O ebola é transmitido pelo contato direto com sangue, secreções, órgãos e outros fluidos corporais de pessoas ou animais infectados, por isso, a transmissão para outros continentes não é provável e a OMS não recomenda quaisquer medidas que restrinjam o comércio ou o fluxo de pessoas com os países afetados."

O Ministério da Saúde informou ainda que, caso a OMS mude sua recomendação, já existe um plano de contingência que pode ser colocado em prática. A OMS confirmou à BBC Brasil que, relativo à epidemia de ebola, não recomenda nenhuma restrição a viagens. Segundo o órgão, o risco para turistas visitando regiões infectadas é baixo.

"Há uma possibilidade de que uma pessoa com ebola embarque em um avião ou outro meio de transporte sem informar a companhia de sua situação. Apesar de o risco para os que viajam ao seu lado ser muito baixo, é recomendável que se faça a identificação e uma análise dessas pessoas".

Os sintomas iniciais incluem fraqueza, dor muscular, dor de cabeça e de garganta, vermelhidão nos olhos - e são seguidos por vômitos, diarreia, coceiras e, em alguns casos, sangramentos.

O período de incubação do vírus do ebola varia entre dois e 21 dias, segundo a OMS. No entanto, a organização esclarece que não há risco de transmissão durante a incubação e há apenas um risco baixo durante a fase inicial da doença.

"Durante o surto atual, viajantes infectados com ebola atravessaram as fronteiras com países vizinhos e há a possibilidade de que outros casos surjam nesses países vizinhos", afirma a agência de saúde da ONU.

Segundo a OMS, o número de casos do surto atual subiu de 635 em 23 de junho para 759, um aumento de 20%.

G1

Brasil vai validar métodos alternativos ao uso de animais em pesquisa

Pesquisas com animais (Foto: G1)Resolução do Concea foi publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial. Métodos terão que ser aprovados e substituição deve ocorrer em até 5 anos

O Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) publicou nesta sexta-feira (4), no Diário Oficial da União, resolução normativa que reconhece no país métodos alternativos ao uso de animais em pesquisas científicas.

A intenção principal é reduzir a quantidade de diferentes espécies de animais usadas como cobaias em laboratórios.

A medida acontece nove meses depois que dezenas de ativistas invadiram o laboratório do Instituto Royal e levaram vários animais do complexo, alegando maus-tratos em experimentos.

Segundo o texto do D.O., é considerado alternativo “qualquer método que possa ser utilizado para substituir, reduzir ou refinar o uso de animais em atividades de pesquisa”.

A resolução categoriza os procedimentos alternativos em "validados", quando há reconhecimento internacional, e "reconhecidos", quando recebem a aprovação do Concea.

O órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia é o responsável por regulamentar experimentos com animais no país.

A normativa informa ainda que as instituições interessadas em validar métodos alternativos ao uso de animais terão que estar associadas à Rede Nacional de Métodos Alternativos e que os procedimentos terão de ser reconhecidos pelo Concea, com a ajuda de estudos colaborativos internacionais “publicados em compêndios oficiais”.

A aprovação deverá ocorrer em plenárias promovidas pelo Conselho e, após o reconhecimento, as instituições terão até cinco anos para substituir o método original pelo alternativo.

O Brasil não possui hoje um órgão para validar métodos alternativos ao uso de animais em pesquisas científicas, apesar de ser proibido por lei o uso de animais quando há outros meios de se chegar ao mesmo resultado.

Em março, o plenário do Concea decidiu que ocorrerá a substituição progressiva por métodos alternativos que começarão a ser validados no Brasil.

Lei de Acesso à Informação
Um relatório do governo obtido pelo G1 por meio da Lei de Acesso à Informação mostra ainda que, apesar de 230 instituições possuírem autorização para utilizar animais, apenas dez entidades buscam alternativas a esses métodos. São os dados mais recentes de que o governo dispõe no Concea em questionário realizado entre outubro e novembro de 2012.

Segundo o conselho, realizam pesquisas alternativas o Instituto Butantan (SP), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto (USP/RP), Instituto Adolfo Lutz, Fiocruz (BA), Instituto Sírio Libanês, Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo do Campus de Ribeirão Preto (FCF-USP-RP), Fort Dog Saúde Animal, Laboratório Nacional de Biociência (LNBio) e Centro de Pesquisa Ageu Magalhães --as quatro primeiras também realizam pesquisas com animais.

Métodos alternativos disponíveis

- Medicamentos e cosméticos na pele
Testes que buscam identificar a ação de medicamentos ou produtos cosméticos na pele ou nos olhos já possuem métodos validados que substituem o uso de animais.

Para avaliar a irritação cutânea e a corrosividade de determinada substância em contato com a pele, não são mais necessários testes que expõem coelhos ou outras cobaias ao produto. Esses estudos podem ser feitos em pele humana reconstituída, ou seja, tecidos produzidos em laboratório por meio de cultura de células.

A aplicação desse método ainda apresenta um obstáculo no Brasil: o material utilizado na produção da pele reconstituída é importado e tem validade de apenas uma semana.

- Temperatura
De acordo com a organização britânica “Fundo para a Substituição de Animais em Experimentos” (Frame, na sigla em inglês), outro teste alternativo disponível é o que avalia se determinado produto é capaz de provocar o aumento da temperatura corporal. 

Se antes a única possibilidade era o uso de coelhos, hoje existe uma tecnologia para realizar esse experimento no sangue de voluntários humanos.

Ainda segundo a Frame, testes de fototoxicidade, que verificam se o produto torna-se prejudicial quando a pele é exposta ao sol, também podem ser feitos sem o uso de cobaias vivas. Nesse caso, uma cultura de células de camundongos é exposta ao produto e à luz ultravioleta.

- Testes virtuais
Modelos computacionais também podem substituir animais em testes para verificar a toxicidade de uma substância ou de que maneira ela será metabolizada pelo organismo. Isso pode ser feito pela análise de moléculas por programas de computador que permitem compará-las com dados referentes a outras moléculas.

Alternativas ainda mais ambiciosas, como a simulação do funcionamento de um órgão completo, estão em desenvolvimento pelo "Instituto Wyss de Engenharia Inspirada pela Biologia", ligado à Universidade de Harvard. O instituto desenvolve microchips capazes de simular a reação dos órgãos humanos a determinados produtos ou microorganismos. Segundo Presgrave, porém, a alternativa ainda não está disponível no país.

G1

Como deixar as sopas mais nutritivas e saudáveis

Como deixar as sopas mais nutritivas e saudáveis Fernando Gomes/Agencia RBS
Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
Alimento é de fácil digestão e preparo rápido 

Apesar de serem uma alternativa saudável para qualquer época do ano, é no inverno que as sopas ganham um lugar de destaque na mesa dos brasileiros. Líquidas ou na versão em cremes, elas são uma excelente fonte de energia para o corpo humano. Além disso, é um alimento de fácil digestão e seu preparo é rápido.

Mas para que nosso organismo seja beneficiado, a regrinha básica é deixar de lado as sopas de pacote. O grande problema é que, devido aos processos de cozimento e industrialização pelos quais passam, os vegetais acabam perdendo nutrientes. Além disso, elas são ricas em gordura vegetal hidrogenada e possuem um alto teor de sódio.

Já as hortaliças utilizadas no preparo caseiro oferecem não apenas variedade de cor e textura às refeições, mas também nutrientes importantes, que auxiliam a saúde como um todo.

A nutricionista funcional Débora Vargas lista os ingredientes que não podem faltar em uma sopa gostosa e nutritiva.

Confira:

Alho
Os principais compostos presentes no alho são as vitaminas A e C, o potássio, o selênio e mais de 75 compostos que atuam inibindo e reduzindo o desenvolvimento de tumores. O alho também é capaz de reduzir o colesterol no sangue. Contém magnésio, enxofre, cobre e iodo.

Cebola
A cebola é a fonte mais rica de quercetina, um poderoso agente antioxidante. Contém magnésio, manganês, enxofre e cobre.

Repolho
Contém numerosos compostos anticancerígenos e antioxidantes. Rico em substâncias como o magnésio, o enxofre e o cobre.

Cogumelo
Contém proteína de origem vegetal, cálcio, fósforo e ferro.

Cenoura
Uma superfonte de betacaroteno, que é um poderoso agente anticâncer e protetor das artérias. Possui vitaminas B e C, cálcio, potássio, manganês, magnésio, enxofre, cobre, zinco e iodo.

Couve manteiga
A família Cruciferae possui exemplares importantes empregados na dieta humana, contribuindo como uma rica fonte de substâncias benéficas. Os vegetais do grupo das crucíferas têm capacidade antioxidante superior às da vitamina C. Fonte de cálcio, fósforo e ferro. Contém magnésio, enxofre e cobre.

Como preparar a sopa?

— Não cozinhar demais os vegetais deve ser a regra, para preservar seus nutrientes.

— Aproveite legumes da época, sempre orgânicos.

— Lave bem os vegetais orgânicos antes de descascar e use as aparas para fazer um delicioso caldo de legumes caseiro.

— Aproveite a sopa para consumir diversos vegetais ao mesmo tempo, aumentando assim os nutrientes na refeição. As ervas e especiarias também têm diversas propriedades nutricionais e auxiliam como antioxidantes.

— Comece a sopa com os grãos e legumes que cozinham devagar. Junte os vegetais que cozinham rápido e o macarrão, se desejar (deve ficar "al dente"). Cuide para preservar a textura dos legumes.

— Deixe guarnições na mesa para que cada convidado incremente sua porção conforme desejar: salsinha picada, coentro, cebolinha, ovo de codorna descascado, ovo poche, croutons, bolinhos de carne, pão integral, azeite de oliva extra virgem, óleo de coco extra virgem, cúrcuma (açafrão da terra em pó), gengibre em pó, massala, pimenta, alho, parmesão, manteiga, leite de coco, gersal, sementes de girassol e de abóbora tostadas.

— A cúrcuma deve ser polvilhada diretamente no prato, pois perde suas propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes no cozimento. O tempero pode retardar ou atenuar sintomas de envelhecimento e doenças associadas a ele, devendo ser usada com uma pitada de pimenta preta.

— Os caldos de legumes e de carne devem ser caseiros: são fáceis e rápidos de preparar e aproveitam aparas de alimentos que não seriam utilizados de outra forma, como talos e cascas de vegetais orgânicos previamente higienizados, aparas de carnes, carcaça de frango, ossos de carnes ou qualquer outra proteína animal.

Fonte: nutricionista Débora Vargas

Zero Hora