Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Dica de especialista: como ter postura e elegância no dia a dia

Para não ter problemas futuros, o importante é prestar atenção para atividades simples, como lavar a louça e sentar 

Logo que pensamos em elegância já imaginamos vestidos glamourosos, homens em terno e gravata, lindos, passando aquele ar de fineza e classe, certo?

No entanto, ser elegante vai muito além da aparência e está associado a outros fatores, como educação, charme, gentileza, graça, distinção e, claro, postura.

Mesmo sem querer, transmitimos alguns sentimentos com a nossa expressão corporal, como: desânimo, leveza, insegurança e confiança.

A manutenção de uma postura adequada – costas retas, ombros relaxados e cabeça levemente erguida – reflete o estado de espírito e ajuda a evitar problemas de saúde relacionados a coluna, músculos, articulações e respiração.

No dia a dia, é comum cometermos alguns erros de postura ao abaixarmos para pegar algo no chão, dirigir, cozinhar, estender a roupa no varal, dormir, ao usar o computador e no trabalho.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhicSgNrySFxhnvb3FtLvNy2hI-qoLlVtbNpcWRhVK57ega1IsVLCjleglf50pgghehdgHNUJdKTUXosw9gV19x500j_TMrpRtZWamMfLELxF1INkXH4YrHLVLm4VyNir0s0HjteI-_5Hs/s1600/dr_coluna.jpgÉ preciso ficar atento à postura ao realizar atividades rotineiras, como varrer o chão ou assistir televisão. O fisioterapeuta Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC) e do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC), criou duas cartilhas, chamadas "Dr. Coluna", como uma forma de ação preventiva de orientação postural em todas as idades. Confira clicando aqui: http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/cartilha-do-itc-vertebral/cartilha-itc-vertebral-versao-ebook/
 
– Cerca de 13% das consultas médicas são provenientes de queixas de dor na coluna vertebral. Nós observamos os nossos pacientes e constatamos que as dores são provenientes de vícios posturais que se perpetuam devido à falta de pequenas mudanças ou orientações – afirma Helder.

Segundo ele, as atividades domésticas e cotidianas exigem muito esforço físico e submetem o corpo a posturas arriscadas para a coluna, quadril, joelhos e ombros.

Ficar atento e se policiar são primordiais para manter a postura e a elegância sempre.

Dicas para manter a postura sempre elegante:

 - Ao sentar, deixe os calcanhares apoiados no chão e mantenha a coluna apoiada e relaxada no encosto da cadeira.

 - Ao andar, mantenha os ombros alinhados, relaxados, coluna ereta e cabeça erguida;

- O cabo da vassoura precisa corresponder com a sua altura e tente não inclinar o corpo para frente;

 - Agache com os joelhos dobrados, os pés afastados e abdômen contraído;

- Ao estender a roupa no varal, coloque-o em uma altura compatível com a sua, acessível aos braços;

- Ao calçar o sapato, sente-se, cruze a perna de modo que alcance o pé sem curvar a coluna;

 - Pratique exercícios físicos que auxiliam na correção da má postura, como Yoga, Pilates e musculação.

Zero Hora

Ministério Público Federal vai à Justiça para liberação de canabidiol no Brasil

Reprodução
Canabidiol: composto químico derivado da maconha é proibido pela Anvisa
Ação civil pública pede liberação da importação de canabidiol para 16 pacientes da Paraíba; todos eles têm crises convulsivas 

O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com ação civil pública pedindo a liberação da importação de canabidiol para 16 pacientes do Estado do Paraíba – 12 crianças, dois adolescentes e dois adultos. O composto químico derivado da maconha é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Todos os pacientes apresentam crises convulsivas características de epilepsia e não apresentam resultados satisfatórios com os medicamentos convencionais, quadro em que o canabidiol é indicado. 

Para todos os casos, há a prescrição médica específica para uso do canabidiol. No entanto, falta o termo de responsabilidade assinado por um médico, documento exigido pela Anvisa.

Em outros casos, a Justiça autorizou a importação e uso da substância para portadores de síndromes epiléticas, sempre condicionando a importação à requisição médica. Há registros em Mato Grosso, Pernambuco e no Distrito Federal.

iG

Brasil desconhece total de contaminados por meningite do caramujo

Thinkstock: Caramujo gigante africano, espécie invasora que se alastrou pelo País,
é um dos hospedeiros de verme de novo tipo de meningite
Embora parasita esteja em todo o País, falha em diagnóstico faz com que doença emergente tenha poucos casos registrados 

Especialistas alertam sobre a propagação de um novo tipo de meningite, transmitida principalmente por moluscos, incluindo o caramujo gigante africano. A meningite eosinofílica já foi diagnosticada em seis Estados – Pernambuco, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. São 34 casos confirmados e uma morte desde 2007, mas especialistas afirmam que o número de casos deve ser muito maior, visto que o verme e seus hospedeiros (ratazanas, moluscos e, inclusive o caramujo gigante africano) já foram encontrados, inclusive, em zonas urbanas do País.

“Não constitui uma epidemia, mas a expansão deste verme está em quase todo o País”, diz o Carlos Graeff-Teixeira, um dos autores da pesquisa publicada na revista científica Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, que tem o objetivo de chamar a atenção de profissionais de saúde para a doença.

Os médicos consideram que a doença é emergente no Brasil e tem uma relação direta com a propagação de caramujos africanos (Achatina fulica) no território nacional. A espécie invasora chegou ao país provavelmente em embarcações e, sem predadores, rapidamente se alastrou. “O caracol está presente de Manaus até o sul de Santa Catarina. Só em alguns pontos do País não há e não se sabe por que ele não está presente no Rio Grande do Sul”, diz Teixeira.

Está por toda a parte
A ocorrência de meningite eosinofílica pode ser em número muito maior que o registrada visto que apenas 8% dos casos conseguem comprovação do parasita. “Temos só a ponta do iceberg. Não temos a real dimensão dos contaminados por este tipo de meningite no Brasil. Mas é importante destacar que temos agentes e hospedeiros circulando, inclusive, nas zonas urbanas”, diz o epidemiologista Pedro Luiz Silva Pinto do Instituto Adolfo Lutz em São Paulo.

Os especialistas aconselham que, embora a doença também seja conhecida como meningite benigna, por ter taxa de letalidade de apenas 2%, é necessária a conscientização da população, além de medidas de prevenção, como desratização e a eliminação dos caramujos.

Apesar da baixa letalidade, a doença traz problemas consideráveis. Na maioria dos casos, os contaminados são crianças e estudos realizados na Ásia, onde a incidência é maior, comprovaram a tendência das vítimas desenvolverem déficit cognitivo.

A meningite eosinofílica é uma doença causada pelos vermes Angiostrongylus cantonensis e Angiostrongylus costaricensis. A ratazana abriga o verme adulto, que se reproduzem dentro dela, e os moluscos são os hospedeiros intermediários. Eliminadas nas fezes dos roedores, as larvas do parasita são ingeridas pelos caramujos. Dentro dos moluscos as larvas vão crescer, atingindo a fase em que se tornam capazes de infectar animais vertebrados.

Clinicamente, a meningite eosinofílica apresenta os mesmos sintomas da meningite viral, que é mais comum e tem cura espontânea, e a meningite bacteriana, muito mais grave e letal e com tratamento à base de antibióticos. Os sinais mais comuns são dor de cabeça, rigidez na nuca e febre.

Silva Pinto explica que normalmente quando o paciente chega ao hospital apresentando os sintomas de meningite a primeira coisa que se faz é verificar se se trata de meningite bacteriana, a mais grave. “O diagnóstico é dirigido para isto. Se não for bacteriana, pode ser viral ou catalogada como meningite atípica e deixa-se de investigar”, diz. Normalmente, nos casos de meningite eosinofílica, quando a evolução da doença não é grave, em 20 dias os sintomas desaparecem e a investigação é cessada.

Diferente de países da Ásia e do Pacífico – onde também são registrados casos da doença –, no Brasil não existe a cultura de comer moluscos crus, mas o parasita existe. A infecção costuma, então, ocorrer por meio da ingestão acidental destes animais ou do muco liberado por eles em verduras, legumes e frutas cruas ou sem a higienização adequada.

Aposta letal
O primeiro caso registrado no Brasil foi em 2006, quando um tio e um sobrinho de Cariacica (ES) foram hospitalizados após disputarem quem comia mais caramujos crus na noite de ano novo. O vencedor da disputa morreu dias depois. “A taxa de letalidade deste tipo de meningite é de 2%, mas tudo vai depender da quantidade de larva ingerida pelo paciente”, explica Silva Pinto.

Ele relembra que, em 2010, quatro pessoas de uma mesma família apresentaram sintomas de meningite em Monguaguá (SP), mas não se conseguiu provar a existência do verme. “Outras duas crianças tiveram a doença em 2012 e em 2013, na zona norte da cidade de São Paulo. Foi comprovado a existência do anticorpo, mas a vigilância sanitária não fechou o caso”, diz.

Em humanos infectados, as larvas penetram nas paredes do intestino, têm acesso à corrente sanguínea e imigram para o sistema nervoso central. A presença das larvas nas meninges resulta em inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal, fazendo com que a vítima tenha rigidez na nuca, dor de cabeça e febre.

iG

Ainda em testes, nova droga contra Alzheimer promete reverter demência

BBC/Arquivo: Uma população mais saudável pode ser a chave para reduzir o risco de Alzheimer
Diminuição de determinada proteína no cérebro resultou na regulação da memória e do aprendizado; novo composto se mostrou promissor, mas ainda está sendo testado em animais 

Pesquisadores da Universidade de Yale descobriram uma nova droga que pode ajudar a reverter os déficits cognitivos dos pacientes com Alzheimer.

O composto TC-2153 inibe os efeitos negativos de uma proteína conhecida como STEP, que é o ponto chave para a regulação da memória e do aprendizado, as funções cognitivas deficientes no mal de Alzheimer.

"A diminuição dos níveis de STEP reverteu os efeitos do Alzheimer em ratos”, disse Paul Lombroso, professor da Faculdade de Medicina de Yale e autor do estudo publicado no periódico científico PLOS Biology.

O Alzheimer é uma doença degenerativa cujo primeiro sintoma é a perda da memória. Com o avançar da doença, os pacientes tendem a apresentar irritabilidade, confusão mental e até mesmo  comportamento agressivo. Estimativas afirmam que mais de 106 milhões de pessoas em todo o mundo terão Alzheimer em 2050, mais de três vezes o número de pessoas afetadas em 2010.

Os pesquisadores analisaram milhares de moléculas até encontrar uma que inibisse a proteína STEP. Uma vez identificados os compostos inibidores, eles foram testados em células cerebrais e em ratos cobaia com mal de Alzheimer. O resultado mostrou que houve uma reversão dos déficits em vários exercícios cognitivos.

Os pesquisadores notaram que os altos níveis de proteínas mantiveram a plasticidade neuronal, processo necessário para as pessoas transformarem as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo. Quando o nível de proteína STEP é aumentado no cérebro, ele empobrece os locais de recepção sináptica e inativa outras proteínas que são necessárias para o bom funcionamento do cérebro. Esta perturbação pode resultar no mal de Alzheimer.

"Uma única dose da droga resultou em melhoria da função cognitiva em ratos. Animais tratados com composto TC-2153 não se diferenciaram de um grupo de controle em várias tarefas cognitivas", disse Lombroso.

A equipe agora está testando o composto em outros animais com defeitos cognitivos, incluindo ratos e primatas não humanos. "Estes estudos irão determinar se o composto pode melhorar déficits cognitivos em outros modelos animais," disse Lombroso. " Se tivermos sucesso nos testes, estaremos a um passo de uma droga que melhora a cognição em humanos", disse

iG

CBA lança a 7ª Revista Acreditação em Saúde

Divulgação
Presidente da ISQua aponta problemas e soluções mundiais para qualidade em saúde

“A maior parte dos países da América Latina está em uma fase de transição no seu desenvolvimento. Os cuidados e recursos dos grandes hospitais em metrópoles se igualam a qualquer outro lugar do mundo, mas em áreas rurais e em hospitais de pequeno porte são frequentemente limitados”. A declaração do presidente da International Society for Quality in Healthcare (ISQua), o médico e professor David Bates, está na nova edição da revista Acreditação em Saúde, publicação do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA).

Em entrevista exclusiva, Dr. Bates, que estará no Brasil de 5 a 8 de outubro, para a 31ª Conferência mundial da ISQua, defendeu ainda o cadastro único do paciente, independente dele ser atendido na rede pública ou privada: “É claramente melhor ter um sistema de intercâmbio de informações que acompanhe o paciente. A ISQua apoia o desenvolvimento de soluções que permitam que as informações de um paciente se movam com ele. Isso está acontecendo em algumas regiões do Brasil, como em São Paulo, mas não é uma regra”.

Ele assegura ainda que uma das maneiras da ISQua contribuir para os esforços colaborativos internacionais para melhorar a qualidade e a segurança é  através do seu International Accreditation Programme (IAP), que se subdivide em três partes: a acreditação de padrões de atendimento de saúde, a acreditação de organizações de avaliação externa e a acreditação de programas de treinamento de supervisores. “A ISQua desenvolveu diretrizes e princípios para o desenvolvimento de padrões para a saúde e assistência social e diretrizes e princípios para organizações de avaliação externa que determinam as melhores práticas requeridas para a criação de padrões e para as avaliações externas”, garante o presidente da entidade.

Ele, que também é chefe da divisão de Medicina Geral do Brigham and Women’s Hospital (EUA), assegura que é preciso estimular a cultura de registro de erros ou quase falhas, nos casos em que esses padrões não forem seguidos ou adotados. “Precisamos sair de uma cultura que busca culpar para um ambiente que encoraje a avaliação e, eventualmente, desenvolva soluções para potenciais eventos adversos, antes mesmo que eles ocorram”, enfatiza. De acordo com Dr. Bates, “não existe resposta fácil, mas cada organização deve providenciar um mecanismo simples que permita um relato sem culpa para melhorar a qualidade e segurança do tratamento prestado aos pacientes”.

Em sua entrevista à revista do CBA, o presidente da ISQua fala ainda sobre outro importante aspecto: as infecções associadas ao sistema de saúde que, ele classifica como o principal fator nocivo para a saúde mundial, tanto em países desenvolvidos como em países em desenvolvimento. Dr. Bates diz que as mãos são o principal agente de transmissão dos germes durante qualquer tratamento. Na publicação, ele fala ainda sobre um estudo da Organização Mundial da Saúde que comprova como a adesão às boas práticas de higienização das mãos pode reduzir as infecções causadas pelas superbactérias.

Além dessa entrevista exclusiva, a sétima edição da revista Acreditação em Saúde traz ainda relatos de hospitais brasileiros acreditados pela JCI/CBA, que mostram o quanto essas instituições avançaram em qualidade e segurança. “São exemplos de excelência, os programas de promoção à saúde, as metodologias adotadas para identificar os riscos à segurança do paciente, as ações de cuidados paliativos, as matérias que mostram que gestão, qualidade e segurança caminham em uma mesma direção”, ressalta a superintendente do CBA, Maria Manuela Alves dos Santos, em seu editorial. 

A revista Acreditação em Saúde pode ser lida em formato pdf no link http://www.cbacred.org.br/noticias/2014/07/08.asp

ASSESSORIA DE IMPRENSA
SB Comunicação, (21)3798-4357