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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Reabertas as inscrições para o concurso da Prefeitura de Feijó - AC

Foram reabertas as inscrições concurso público nº 04/2014 da Prefeitura de Feijó, no estado do Acre. Os interessados em participar do certame têm até o dia 04 de setembro de 2014 para preencher o formulário eletrônico disponível no site da FUNDAPE: fundape.ufac.br.

Ao todo, são ofertas 114 vagas, sendo 78 imediatas (73 de ampla concorrência e 05 para portadores de necessidades especiais) mais 36 para formação de cadastro reserva. As oportunidades são para os cargos de professor, odontólogo, auxiliar de saúde bucal, médico e enfermeiro.

Candidatos com escolaridade nos ensinos médio e superior podem participar do certame. Os salários oferecidos variam de acordo com a função a ser desempenhada. O mínimo é de R$ 724,00 e o máximo é de R$ 13.125,00. Todos os profissionais cumprirão carga horária de 40 horas por semana.

O valor da taxa de inscrição é de R$ 50,00, para o cargo de auxiliar bucal; R$ 80,00, para professor e enfermeiro; e de R$ 100,00 para candidatos às vagas de odontólogo e médico.

A prova de conhecimentos será aplicada provavelmente no dia 21 de setembro de 2014. O cartão de informação do candidato, confirmando a data, o local e horário da prova será disponibilizado provavelmente a partir do dia 16 de setembro 2014, através do site: fundape.ufac.br. O gabarito preliminar está previsto para ser divulgado no dia 24 de setembro de 2014.

O certame será válido pelo período de dois anos, contados da data da publicação de sua homologação, podendo ser prorrogado, uma vez, por igual período, a critério da Administração.

Processo seletivo UEPG - PR

A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) lançou por meio do Diário Oficial do Estado do Paraná, editais nºs 095, 096 e 097/2014  para realização de processo seletivo simplificado, no intuito de preencher, em caráter temporário, 44 vagas em cargos de níveis médio e técnico.

As vagas são para Auxiliar Administrativo, Técnico em Radiologia, Técnico em Enfermagem e Técnico em Laboratório. Os salários variam entre R$ 916,17 e R$ 1.209,35, mais benefícios.

As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no site www.cps.uepg.br/externos, entre o período de 18 de agosto e 1º de setembro de 2014. A taxa de inscrição é de R$ 50,00.

A aplicação da prova objetiva ocorre provavelmente no dia 28 de setembro de 2014, com abertura dos portões às 13h e início da prova às 14h, na cidade de Ponta Grossa, em local a ser divulgado pelo site www.cps.uepg.br/externos em até cinco dias úteis anteriores a data da realização da prova objetiva.

O edital divulgando o caderno de prova e o respectivo gabarito estará disponível no site www.cps.uepg.br/externos no dia posterior à realização da prova objetiva.

O resultado final deste certame será homologado por ato da Pró-Reitoria de Recursos Humanos da Universidade Estadual de Ponta Grossa e divulgado no site www.cps.uepg.br/externos .

O certame terá validade de dois anos, contados a partir da data da publicação do edital de homologação deste certame.

Mulher medicada com remédio contra Parkinson sofre com orgasmos inesperados

Paciente estava tomando rasagilina há cerca de dez dias quando começou a sentir o efeito colateral

Konya, Turquia - Uma semana e meia após ter iniciado um tratamento contra o início precoce de Parkinson com rasagilina, uma mulher de 42 anos foi internada em um hospital na Turquia com um efeito colateral que ela certamente não estava esperando: orgasmos múltiplos, espontâneos e indesejados. 

Durante os 10 dias em que estava tomando o remédio, a paciente tinha de três a cinco orgasmos por dia com duração de cinco a 20 segundos.

- Nós relatamos um paciente com início precoce de Parkinson que experimentou orgasmos espontâneos quando tomou a rasagilina; estes foram inoportunos e ocorreram na ausência de um comportamento hipersexual - escreveram no estudo os pesquisadores do Departamento de Neurologia da Universidade de Necmettin Erbakan, em Konya, Turquia, que trataram a mulher. 

- Até onde sabemos, este é o primeiro relatório deste efeito colateral da rasagilina - observaram.

O Globo

Mais exercício nem sempre é melhor

Estudo sugere que um em cada dez indivíduos pode estar exagerando na dose de atividade física 

Rochester, EUA - Fazer pelo menos 150 minutos de exercício físico moderado por semana. A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é repetida à exaustão por profissionais de saúde, que tentam convencer o público da importância de ter uma vida ativa, especialmente na prevenção de doenças. Mas existem evidências do aumento de mortes por problemas cardiovasculares entre aqueles que levam à orientação ao extremo e acabam se exercitando além do que o corpo pode aguentar. Um levantamento com esses dados foi publicado, nesta terça-feira, na revista “Mayo Clinic Proceedings”.

Os pesquisadores Paul Williams (do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, na Califórnia) e Paul Thompson (do Hospital Hartford, em Connecticut) estudaram a relação entre exercício e mortes por doença cardiovascular em cerca de 2.400 sobreviventes de ataques cardíacos que são fisicamente ativos.

Eles mostraram uma redução de 65% de risco de mortes cardiovasculares entre pessoas que corriam menos de 48 km (30 milhas) ou caminhavam menos de 76 km por semana. Além deste ponto, entretanto, boa parte dos benefícios relacionados à atividade física foram perdidos, no que é descrito pelos pesquisadores como “curva de J invertido”.

— Estes são os primeiros dados com humanos que mostram o aumento significativo do risco cardiovascular no caso de exercícios de nível muito elevado — disseram. — Os resultados sugerem os benefícios de correr ou caminhar não são acumulados indefinidamente. Eventos competitivos de corrida também parecem aumentar o aumento esse risco.

Eles ressaltam que o estudo consistiu em avaliar sobreviventes de ataques cardíacos, e por isso as descobertas não podem ser generalizadas para todos que praticam exercícios pesados.

Uma em cada 20 pessoas exagera no exercício
Sobre o mesmo tema, pesquisadores da Espanha divulgaram os resultados de uma metanálise de dez estudos sobre mortalidade em atletas de elite. Eles incluíram mais de 42 mil atletas (707 mulheres) — de esportes como futebol, beisebol, atletismo, ciclismo — de nível olímpico e participantes do Tour de France, tradicional competição de ciclismo do país.

— Descobrimos a partir dos dados disponíveis que atletas de elite (principalmente homens) vivem mais do que a população em geral, o que sugere que os efeitos do exercício, principalmente em relação à redução de doenças cardiovasculares e risco de câncer, não estão necessariamente limitados a doses moderadas — ponderou o pesquisador Alejandro Lucia, da Universidade Europeia de Madri, na Espanha.

— Uma extrapolação dos dados do estudo de Williams e Thompson para a população em geral sugeriria que aproximadamente um em cada 20 indivíduos estão exagerando no exercício — comentou James O'Keefe, do Mid America Heart Institute, no Kansas, e autor de outro artigo na mesma edição do periódico.

— Sugerimos o termo “lesão de sobre-esforço cardíaco” para essa estratégia cada vez mais comum de “quanto mais exercício, melhor” — disse.

Mesmo assim, estes autores afirmam que cerca de dez em cada 20 pessoas não está fazendo a quantidade mínima recomendada de atividade física

O estudo salienta que uma quantidade de exercícios vigorosos que não ultrapasse as cinco horas semanais é o limite seguro que garante benefícios para a saúde do coração e o aumento da expectativa de vida. Também pode ser produtivo tirar uma folga de um ou dois dias por semana do exercício muito intenso. Eles recomendam que indivíduos sedentários ou que exageram na dose teriam mais benefícios se se mantivessem numa faixa moderada.

— A maioria dos pacientes com doenças cardíacas deveria se exercitar, e, em média, fazer de 30 a 40 minutos de atividade na maioria dos dias. Do ponto de vista da saúde, não há razão para se exercitar muito mais do que isso — disse Carl Lavie, cardiologista do Instituto John Ochsner do Coração, em New Orleans.

— Como Hipócrates disse há mais de dois mil anos: “se pudéssemos dar a cada indivíduo a quantidade certa de nutrição e exercício físico, nem pouco, nem muito, encontraríamos o caminho mais seguro para a saúde”. Eu e meus colegas acreditamos essa continua a ser uma sábia orientação — conclui.

O Globo

Partículas de ouro podem ajudar no tratamento de câncer no cérebro

Nanoscale: Minúsculas particulas de ouro podem aumentar eficácia de quimioterapia
contra câncer no cérebro
Estudo mostrou que o metal consegue elevar a eficácia de quimioterapias convencionais 

Rio - Uma pesquisa publicada na revista "Nanoscale" mostrou que minúsculas partículas do metal, quando inseridas no cérebro, podem eliminar células cancerígenas que atacam o órgão.

A descoberta pode dar uma contribuição substancial para o tratamento de câncer no cérebro, chamado de glioblastoma multiforme. Embora existam tratamentos para a doença, todos têm uma eficácia limitada, onde grande parte dos pacientes morre dentro de cinco anos após o diagnóstico.

Na busca de uma solução mais efetiva, cientistas da Universidade de Northwestern criaram nanoesferas de ouro, revestidas por camadas de cisplatina, uma das drogas indicadas para a quimioterapia. As partículas são quatro milhões de vezes menor do que uma secção transversal de um fio de cabelo humano.

Em experimentos com amostras de tumores humanos, extraídos durante cirurgia, as esferas demonstraram aumentar a eficácia da radioterapia convencional e quimioterapia, elevando as chances de que todas as células tumorais fossem mortas. A terapia conseguiu provocar a ruptura do material genético (DNA) dentro do câncer. Vinte dias depois, não houve registros de células cancerígenas nas amostras tratadas.

Os pesquisadores comemoraram o resultado, mas ressaltaram que o experimento exige ainda mais testes antes que pudesse ser considerado como parte do tratamento padrão contra o glioblastoma multiforme. Eles esperam começar os testes em humanos em 2016 e estamos trabalhando em experimentos iniciais que envolvem outros tipos de tumor.

O Globo