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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Simpósio sobre doenças da tireoide acontece no Rio de Janeiro

No dia 11 de outubro ocorre o I Simpósio de Atualização em Doenças da Tireoide para o Não Especialista, organizado pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Rio de Janeiro, das 8h30 às 16h, no Centro de Convenções do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC), em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro
 
 
Na ocasião, o laboratório Sérgio Franco Medicina Diagnóstica, representado pela endocrinologista Rosita Fontes, promoverá uma sessão interativa com a palestra Armadilhas na Interpretação dos Testes de Função Tireoidiana, que ocorre às 13h.
 
O simpósio é voltado para médicos e estudantes de medicina que desejam conhecer mais sobre os temas: Disfunções Tireoidianas em Idosos e Mulheres; Avaliação da Tireoide com Exames Clínicos e de Imagem e Tratamento de Patologias, entre outros tópicos que estão na programação.
 
Os interessados em participar do evento deverão se inscrever pelo site www.sbemrj.org.br, em que é possível acessar a programação completa do evento.
 
Priscila Pais
Assessoria de Imprensa

Diagnóstico necessita de dados mais precisos

Dados clínicos existentes não alertam sobre quem precisa de determinados cuidados e qual o momento adequado
 
A coleta de dados eletrônicos é o ponto central para o futuro dos diagnósticos médicos na América. Esse cenário ficou evidente após o investimento de US$ 20 bilhões realizado pelo Governo Federal norte-americano para ampla adoção da Tecnologia da Informação no setor de saúde. Entretanto, os registros médicos eletrônicos (EMR, na sigla em inglês), usados primeiramente para coleta e acessibilidade de informações clínicas sobre a saúde e o tratamento do paciente geralmente não fornecem dados necessários para otimizar operações de diagnósticos. Coletar esses dados será vital para a sustentabilidade do diagnóstico.

As assistências médicas precisam maximizar a qualidade, a segurança e a eficiência ao aplicar técnicas comprovadas para gerenciamento de operações e fluxo de pacientes para hospitais, assim como pacientes externos e práticas médicas. É neste sentido que os dados são necessários. O que é perdido é o tipo correto de dados para realmente entender as demandas dos pacientes. Informações do tratamento do paciente não fornecem essa avaliação. Os dados clínicos existentes não dizem, por exemplo, quem precisa de acesso para qual cuidado ou quando. Eles também não indicam o quão longo esses cuidados devem ir.

Os dados de um paciente em uma clínica de cirurgia, por exemplo, não necessariamente revelam quantos pacientes precisarão de cirurgias em menos de duas horas, oito horas ou em um período específico. Tais informações são conhecidas de forma individual apenas pelos planos de saúde, são altamente variáveis, e o mais importante: não estão disponíveis em tempo real para que sejam consultadas. Frequentemente, os dados existentes mostram se a cirurgia é eletiva ou não e podem distinguir entre eletiva, urgente ou cirurgia de emergência, mas não são precisos o suficiente para otimizar a entrega de cuidados cirúrgicos.

Além disso, uma prática de cuidado primário EMR usualmente revela quantos pacientes foram vistos no mesmo dia, mas não quantas pessoas precisam ser atendidas por um psiquiatra no mesmo dia. Em um hospital, eles não mostram quantas pessoas devem estar em um determinado serviço em um certo dia.

A distinção que precisa ser feita é entre a prática (o provisionamento dos cuidados) e a necessidade (a demanda por cuidados). Abordar essa distinção requer uma combinação de ajustes para a tecnologia e engajamentos dos médicos. Esses ajustes também podem envolver modificações nos métodos de agendamento e reserva, e os sistemas de TI podem precisar de novos campos incorporados. Os médicos precisam se engajar para fornecer dados cruciais. Essa combinação pode antecipar a classificação das necessidades do paciente.

Não se trata de saber há quanto tempo um paciente está em um leito, mas sim quando ele estará pronto para sair de lá. Muito frequentemente os leitos hospitalares estão lotados por questões erradas. Isso é recorrente pois as camas não estão disponíveis no próximo destino – seja ele o piso superior do hospital ou um centro de reabilitação. A solução não é adicionar novos leitos, e sim otimizar o uso dos existentes.

É ai que as potenciais economias são extraordinárias, porque todas as vezes que o hospital evitar adicionar uma cama, é economizado entre US$ 1 e US$ 3 milhões em custos com construções, que podem variar de acordo com o local do país, e outros US$ 250 mil economizados dos custos anuais de operação. Esses custos aumentam consideravelmente quando cuidados intensivos ou emergenciais estão envolvidos.

No passado, hospitais construíram mais leitos para acomodar clientes durante os picos de hospitalização. Entretanto, com a mudança de foco, preparar-se para os momentos de pico será inviável. Coletar e analisar os dados necessários para a otimização dos efeitos dos diagnósticos será uma ferramenta vital. 

Saúde Web

Exercícios físicos podem piorar saúde dos dentes, diz pesquisa

Pesquisa feita na Alemanha mostrou que atletas mostraram significativamente maior erosão do esmalte dentário comparados a pessoas que não fazem exercícios
 
Você se considera um atleta? Corre, malha ou nada pensando em melhorar seu bem-estar e manter a saúde do corpo? Pois saiba que, fazendo isso, você pode estar colocando em risco a saúde dos seus dentes.
 
Pelo menos é o que indica um novo estudo publicado no The Scandinavian Journal of Medicine & Science in Sports, que constatou que um treinamento físico pesado pode contribuir para problemas dentários.
 
Pesquisadores da Faculdade de Odontologia do Hospital Universitário de Heidelberg, na Alemanha, recrutaram 35 triatletas e 35 adultos saudáveis. Após um exame oral completo em todos os participantes, 15 dos atletas fizeram corridas extenuantes de cerca de 35 minutos e tiveram sua saliva coletada várias vezes. Essa saliva foi posteriormente comparada entre os grupos.
 
Comparado com o grupo de controle, os atletas mostraram significativamente maior erosão do esmalte do dente. Eles também tendem a ter mais cavidades de cárie, e esse risco vai aumentando à medida que o tempo de treinamento do atleta cresce. Acima de tudo, quanto mais horas um atleta passa treinando, mais provável é que ele tenha cáries.
 
Além de tudo isso, a quantidade de saliva que os atletas produziam foi progressivamente diminuindo de acordo com o treino – eles ficavam com a boca mais seca independentemente de terem consumido água ou outras bebidas durante o treino. A composição química da saliva também mudou, ficando mais alcalina, o que pode contribuir para o desenvolvimento de tártaro nos dentes e outros problemas bucais.
 
– Nós sabemos que os pacientes atletas, principalmente os de alta performance, possuem uma alimentação diferenciada. É frequente a utilização de pastas ou géis com alta concentração de carboidratos e açúcares e bebidas do tipo repositores energéticos com baixo pH, o que pode aumentar o risco de desenvolvimento de cárie – explica a dentista Bárbara Capitanio de Souza, uma das fundadoras da Academia Brasileira de Odontologia do Esporte.
 
Segundo ela, os atletas devem se preocupar em analisar quais os riscos que a prática esportiva para o cuidado dos dentes. Os dados apontados pela pesquisa não são os únicos a serem observados na hora de prevenir danos à saúde bucal ao realizar exercícios físicos.
 
– Existem diferentes enfoques, como quais modalidades esportivas causam maior risco de fratura dentária ou trauma na região bucomaxilofacial, quais dentes são mais traumatizados de acordo com cada modalidade esportiva, quais atletas estão mais suscetíveis a doenças dentárias como cárie e doença periodontal ou quais atletas estão mais suscetíveis a erosão dentária – diz.
 
Ela reforça a orientação para que atletas amadores ou profissionais busquem acompanhamento de um cirurgião-dentista do esporte, para que ele possa desenvolver um planejamento preventivo ou terapêutico, quando for o caso, com o objetivo de manter ou melhorar a sua saúde bucal, sem prejudicar o seu desempenho físico.
 
– Cada modalidade esportiva, rotinas, comportamentos e hábitos de vida possuem particularidades que direcionam os cuidados. Normalmente, os produtos prescritivos utilizados são fórmulas manipuladas que desenvolvi, baseada em diferentes pesquisas, e que possuem indicação direcionada para cada caso. É diferente a orientação para um nadador e jogador de futebol – afirma.
 
Como você, atleta (profissional ou de fim de semana) pode manter a saúde bucal

Veja algumas dicas simples que podem ajudar a aliar a atividade física e a saúde bucal
 
– Manutenção de uma boa higiene bucal, com o uso de escova e fio dental;

– Em caso de utilização frequente de repositores energéticos, não usar creme dental muito abrasivo, para evitar uma perda adicional de estrutura dentária;

– Evite ficar longos períodos sem a realização de higiene bucal após a ingestão desses alimentos mais açucarados;

– Colutórios fluoretados podem ajudar a reduzir os riscos, mas eles devem sempre ser prescritos e sua utilização, acompanhada por um cirurgião-dentista.
 
Zero Hora

Sanduíches são responsáveis por um quinto da ingestão diária de sódio

Rodrigo Philipps/Agencia RBS
"Componentes comuns sanduíche, como pães de fermento, queijo e carnes, estão entre os principais contribuintes ao nível de sódio", disse uma das pesquisadoras
 
Uma pesquisa publicada pelo Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics mostrou que os sanduíches são um dos grandes responsáveis pela ingestão diária de sódio. Cientistas da Agricultural Research Service analisaram dados de um estudo feito entre 2009 e 2010, nos Estados Unidos.
 
Os resultados levam em consideração a dieta dos americanos — sendo que 49% deles comem pelo menos um sanduíche por dia — e apontam que o consumo do alimento corresponde a um quinto da quantidade de sódio que deveríamos ingerir diariamente.
 
O estudo foi feito com base em códigos atribuídos a cada alimento. Os sanduíches foram divididos entre os pães e os recheios. Por exemplo, um sanduíche de presunto e queijo teve valores sódicos diferente dos de fast-food, com hamburger, queijo e molhos.
 
— Componentes comuns sanduíche, como pães de fermento, queijo e carnes, estão entre os principais contribuintes ao nível de sódio — disse uma das autoras do estudo, Cecilia Wilkinson Enns. A ingestão máxima diária de sódio recomendada é de 2.300 miligramas — o que equivale a cinco gramas de sal.

Zero Hora

Homem infiel: mais risco de quebrar o pênis

Urologista explica que fratura costuma ocorrer devido a posições ‘extravagantes’
 
Rio - O homem infiel coloca em risco seu relacionamento amoroso e também o corpo. Estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, constatou que relações sexuais com amantes apresentam maior incidência de fraturas penianas do que o sexo entre marido e mulher.                       

Um dos autores da análise, o urologista americano Andrew Kramer explicou ao DIA que a fratura do pênis se dá pelo rompimento dos corpos cavernosos, tecidos que envolvem o sangue e promovem o enrijecimento do órgão durante a ereção. “Não há osso para ser quebrado, mas esses tecidos se partem ao meio como uma madeira, causando trauma similar ao de uma fratura”, conta.                       

Na maioria dos casos, a fratura ocorre quando o pênis escapa da vagina e acerta um dos ossos da região pélvica da parceira. Segundo o médico, tal acontecimento tem mais chances de ocorrer em relações apressadas e locais inusitados — situações comuns em traições. “Quando o homem está traindo, arrisca mais no sexo, experimenta novas posições, faz extravagâncias. Isso o deixa mais propenso a sofrer trauma”, diz Kramer. “Evidente que há sexo selvagem entre marido e mulher, mas percebemos ser mais raro”, completa.
 
O urologista aponta que o risco de ser descoberto também atua na possibilidade de trauma, já que o homem fica mais tenso. “Sexo não é só físico, é mental. A situação influencia o desempenho e em possíveis problemas durante o ato”, comenta.
 
Tão logo a fratura ocorra, é necessário procurar um hospital para a realização de cirurgia. Caso contrário, há risco de o paciente desenvolver impotência sexual. “O procedimento recupera os corpos cavernosos e as funções sexuais”, garante.
 
Eles confessam tudo aos médicos
A fratura peniana, além de causar dor e exigir a realização de uma cirurgia de urgência, também torna os homens mais sinceros. A constatação é do urologista Andrew Kramer, que atende a casos do trauma na Universidade de Maryland, Estados Unidos.                       

“Normalmente eles chegam muito assustados ao hospital e querem resolver o problema logo. Por isso, evitam mentir. Podem tentar esconder de suas esposas, mas não do médico. Contam tudo o que possa ajudar no tratamento”, diz o urologista americano.                       

O especialista também aponta que o rompimento dos corpos cavernosos tem maior ocorrência entre homens jovens, entre 25 e 35 anos. “Esse grupo etário costuma buscar aventuras sexuais, quer novidades. Assim, corre maiores riscos do que homens mais velhos”, comenta.
 
O Dia