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sábado, 3 de janeiro de 2015

Mulher passa por tratamento experimental e acaba com nariz na coluna

Desde pequenos, sabemos que o nariz fica bem no meio do nosso rosto
 
Porém, aqui está um caso curioso: uma jovem de 18 anos de idade sofreu uma lesão da medula espinhal que deixou suas pernas paralisadas. Três anos mais tarde, células-tronco de seu nariz foram transplantadas para o local da lesão.
 
Oito anos depois, ela desenvolveu uma dor nas costas e exames revelaram uma massa no local da implantação. A massa de 3 centímetros de comprimento da medula espinhal era predominantemente de tecido nasal e continha grandes quantidades de material semelhante a muco grosso.
 
Embora a massa não fosse cancerosa, estes resultados demonstram o quão importante é o monitoramento de segurança após tratamentos com células-tronco e como ele deve ser mantido durante anos. A equipe que removeu o crescimento, liderada por Brian Dlouhy, da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, publicou os resultados da cirurgia na revista “Journal of Neurosurgery: Spine” no início deste mês.
 
As células tronco olfativas foram implantadas em sua coluna com o objetivo de fazê-las se desenvolver em células neurais para ajudar a reparar a lesão do nervo. Não deu certo, e mesmo que o volume incomum contivesse pedaços de osso e minúsculas ramificações nervosas, eles não se conectaram com os nervos espinhais.
 
“[Isto] é preocupante”, opina Harvard George Daley, que não esteve envolvido no estudo. “Isso fala diretamente de quão primitivo é o nosso estado de conhecimento sobre como as células se integram, dividem e expandem”.
 
Este é o primeiro relato de uma massa da medula espinhal humana complicando o transplante de células da medula espinhal e a terapia com células-tronco neurais.
 
A mulher não identificada foi tratada no Hospital de Egas Moniz, em Lisboa, onde a equipe recebeu a aprovação de testes em estágio inicial para explorar o potencial das células nasais no tratamento de paralisia. Em 2010, a equipe de Lisboa apresentou os resultados de um estudo piloto, onde 20 pacientes com lesões na medula espinhal receberam implantes de “autoenxertos de mucosa olfativa”, pequenos pedaços do forro nasal. Todos os pacientes sobreviveram e parecia que a mobilidade de vários deles havia melhorado.
 
I Fucking Love Science / Hypescience

Janeiro tem o Dia Nacional de Combate à Hanseníase

hanseníase25
 
O último domingo do mês de janeiro é considerado pelo Ministério da Saúde (MS) o Dia Nacional de Combate à Hanseníase
 
Nós, do AHANSEN (Associados Hansenpontocom), convidamos você, amigo jogador de futebol, artista, político, a participar de um evento único realizado no Brasil: uma partida de futebol para nos ajudar a divulgar o tratamento gratuito da Hanseníase e lutar contra o preconceito a esta doença, que dificulta a visibilidade para este grave problema de saúde pública que o Brasil ainda não conseguiu eliminar, ajudando também aos familiares dos pacientes e ex pacientes de Hanseníase na luta pela indenização dos filhos que foram separados de seus pais na época do Isolamento Compulsório.
 
Precisamos da tua visibilidade para que nos vejam também!!
 
Informações: hansenpontocom@gmail.com
 
Whatsapp: 11 974559021

Crianças autistas que vivem com pets são mais sociáveis, diz pesquisa

Divulgação / Universidade de Missouri
Pesquisa conclui que conviver com animais fortalece as
 habilidades sociais das crianças autistas
Estudo americano concluiu que as crianças aprendem diversas habilidades como se apresentar, pedir informações e responder perguntas, atividades difíceis para os autistas
 
Considerados catalisadores de interação social, animais de estimação desempenham um papel importante na vida das crianças. Isso não é novidade, mas a Universidade de Missouri-Columbia, nos Estados Unidos, decidiu estudar a interação dos pets com crianças autistas e descobriu que essa parceria só traz benefícios. Após viver com eles em casa, segundo os pesquisadores, crianças com autismo fortalecem suas habilidades sociais.
 
Gretchen Carlisle, pesquisadora do núcleo de interação animal do Departamento de Medicina Veterinária, explica que crianças autistas criadas com qualquer animal de estimação demonstraram maior capacidade comportamental. Elas aprendem a se apresentar, pedir informações e responder perguntas. “Essas ações normalmente são muito difíceis para autistas, mas o estudo mostrou que elas se tornam assertivas quando vivem com os animais”. Ela cita ainda cães e gatos como “lubrificantes sociais”.  
 
Outro ponto interessante do estudo são as suas variáveis. Enquanto o resultado pode ser mais efetivo quando o cão está com a família por muitos anos, crianças autistas mais velhas classificaram como “fraca” a relação delas com o animal. Além disso, os participantes do estudo demonstraram preferência por cães pequenos. “Temos muitas crianças que são apegadas em outros pets, como coelhos e gatos, o que serve como evidência de que outros animais [além dos cães] também podem beneficiá-las”.   
 
A universidade entrevistou 70 famílias com crianças autistas entre 8 e 18 anos. Entre os participantes, quase 70% têm cães em casa e metade prefere gatos. “Cães são bons para algumas crianças, mas pode não ser a melhor opção para todas”. Ao buscar um pet para o filho diagnosticado com autismo, alguns entrevistados escolheram peixes, animais de fazenda, roedores, coelhos, répteis, pássaros e até aranhas como animal de estimação.

Assista ao vídeo em inglês sobre o estudo com crianças autistas: 
 




Children with Autism Who Live With Pets Are More Assertive from MU News Bureau on Vimeo.

Delas

Riscos no uso abusivo dos descongestionantes nasais

A congestão nasal é um problema de saúde que acomete adultos e crianças e caracteriza-se por processos obstrutivos nas vias nasais, induzindo a dificuldades respiratórias, complicações no ouvido, comprometimento no desenvolvimento da fala, além de interferir na qualidade do sono, trazendo enorme desconforto e refletindo negativamente na qualidade de vida do paciente
 
Existem diversas causas para este quadro clínico, como resfriados, rinite alérgica e não alérgica, sinusite e desvio do septo nasal.
 
A classe de medicamento mais utilizado no alívio desses sintomas são os descongestionantes nasais, porém o uso abusivo desses medicamentos envolvem implicações perigosas em todo o organismo, incluindo aumento da pressão arterial, dependência psicológica e rinite medicamentosa, sendo o risco maior em hipertensos, cardíacos e crianças.
 
A rinite medicamentosa é a uma condição provocada pelo uso incorreto de alguns medicamentos, incluindo os descongestionantes nasais de uso local, também conhecidos como gotas nasais, que quando usado de modo excessivo ou por tempo prolongado induzem a este tipo de rinite.
 
Esta forma de renite não alérgica acarreta agravamento das lesões previamente existentes na mucosa nasal, aumentando os sintomas de congestão nasal, além de induzir espirros excessivos e coriza. O tratamento para rinite medicamentosa é a suspensão do uso do medicamento que a causou. Pacientes que inicialmente não apresentavam nenhuma forma de rinite podem vir a desenvolver rinite medicamentosa induzida por uso abusivo dos descongestionantes nasais.
 
Os descongestionantes nasais contendo nafazolina, oximetazolina, clonidina, xilometazolina, tetraidrozolina são mais frequentemente responsáveis por causar dependência do uso e rinite medicamentosa.
 
Quanto mais se usa estes medicamentos, menor é o tempo de ação destes, induzindo o paciente a utilizar o medicamento em um intervalo de tempo a cada vez menor, e assim, se estabelece um ciclo de dependência e exposição progressivamente maior as ações prejudiciais dos mesmos.

Essas substâncias contraem os vasos sanguíneos nasais e assim desobstruem as narinas, porém o uso excessivo e a longo prazo levam a contração de diversos outros vasos sanguíneos do organismo, induzindo à arritmias cardíacas e favorecendo o desenvolvimento do quadro de hipertensão arterial, mesmo em pacientes sem doenças pré-existentes, além de também propiciar o aparecimento de outros efeitos negativos como dor de cabeça, dificuldades para dormir, irritação nasal, agitação, espirros excessivos, tremores e retenção urinária. Por este motivo, estes medicamentos são contraindicados à pacientes hipertensos, cardíacos, diabéticos ou portadores de hiperplasia prostática.
 
A demais, os descongestionantes nasais aliviam apenas os sintomas da congestão nasal e o seu uso incorreto, pode inclusive, agravá-los, por isso, recomenda-se que pessoas que frequentemente apresentam congestão nasal procurem ajuda médica para iniciar um tratamento efetivo a esta condição.
 
No Brasil, os descongestionantes nasais pertencem à classe de medicamento mais procurado pelos pacientes que buscam a automedicação, representando 7% deste grupo5, sendo, em sua maioria, vendidos sem receita, porém, devido aos inúmeros malefícios trazidos pelo uso excessivo, é importante se conscientizar da relevância do seu uso correto e buscar sempre a orientação do médico e/ou farmacêutico.
 

5 medicamentos que não devem ser misturados com suplementos alimentares

Confira abaixo associações perigosas de medicamentos com suplementos alimentares
 
1 – Estimulantes
Os estimulantes são medicamentos usados para aumentar a consciência, concentração e movimento físico e mental. Estes tipos de drogas são frequentemente prescritos para pacientes que sofrem de condições como a ADD, ADHD e narcolepsia.
 
Ocasionalmente, são prescritos para tratar a depressão e obesidade. Por causa dos efeitos dessas drogas, eles também são utilizados abusadamente.
 
Se este tipo de prescrição é misturado com suplementos, mesmo aqueles que são considerados seguros, pode causar pressão arterial elevada, dor no peito, convulsões ou alucinações. Deste modo o usuário deve estar ciente da composição e ingredientes dos suplementos, mesmo de origem natural, que induzem efeitos estimulantes.
 
2 – Medicamentos para o coração
Prescrição de medicamentos que são usados para qualquer tipo de condição de coração, muitas vezes contêm cálcio e outras substâncias importantes que visam ajudar o corpo a funcionar corretamente.
 
Pesquise seu medicamento para o coração em particular e evite quaisquer suplementos que contêm ingredientes similares.
 
Por exemplo, os suplementos de cálcio irá impactar diretamente outros medicamentos que contenham cálcio e pode criar um excesso no corpo.
 
Uma superabundância de cálcio causa sintomas leves como crônica náuseas, vômitos e diarréia, e sintomas mais graves como cálculos renais, pressão arterial perigosamente baixa, batimento cardíaco irregular e hipocalcemia.
 
3 – Medicamentos contra o câncer
Muitos medicamentos prescritos estão disponíveis para o tratamento de câncer, possuem Magnésio em sua composição, além de ser extremamente benéfico para muitos processos diferentes do corpo, muitas drogas para tratamento de cancro tiram vantagem deste conhecimento.
 
É importante saber o quanto você está consumindo de magnésio, pois em excesso pode levar a náuseas, vômitos, pressão arterial baixa, deficiências minerais, coma ou até a morte.
 
Mesmo o uso crônico de antiácidos que contêm magnésio, juntamente com medicamentos para determinados tipos câncer podem levar a problemas.
 
4 – Diluentes de sangue
Anticoagulantes são medicamentos que trabalham para diluir o sangue, ajudando a reduzir o risco de coágulos sanguíneos. Acoplamento desses medicamentos com certos vegetais ou suplementos dietéticos que ajudam com o mesmo problema pode diluir o sangue em demasia, causando mais problemas.
 
A vitamina K é uma substância que participa da formação dos "fatores de coagulação. Embora a vitamina K seja extremamente saudável e necessário para a existência saudável, deve-se limitar a ingestão exagerada via alimentação tendo em vista a utilização conjunta com anticoagulantes via medicação.
 
5 – Anti-depressivos
Anti-depressivos ou medicamentos SSRI trabalham para elevar os níveis de serotonina no cérebro. Estes tipos de medicamentos são geralmente prescritos para tratar a depressão e mudanças de humor.
 
Há muitos suplementos de dieta, remédios de ervas e vitaminas que ajudam com esse problema também. Você nunca deve mesclar suplementos como erva de S. João quando tomar prescrição de anti-depressivos, pois isso pode causar ou contribuir para a pressão arterial elevada.

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