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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Pensar positivo pode manter seu coração saudável, diz estudo

Pesquisa apontou que pessoas com perspectivas otimistas tendem a ter melhor saúde cardíaca

Rio - A ciência acaba de chamar a atenção dos rabugentos. Um estudo recente descobriu que as pessoas que têm uma atitude otimista em todas as esferas da vida são mais propensas a ter corações saudáveis. Conduzido por pesquisadores da Universidade de Illinois, o levantamento envolveu mais de 5.100 adultos com o objetivo de examinar a relação entre otimismo e saúde cardíaca.
 
A equipe descobriu que as pessoas que têm perspectivas otimistas e abordagem positiva ao longo dos anos têm saúde cardiovascular notavelmente melhor. Rosalba Hernandez, professora de trabalho social na Universidade de Illinois, que liderou o estudo, disse que as pessoas que têm o otimismo em seus níveis mais elevados têm duas vezes mais chances de estar em dia com a saúde cardiovascular do que aquelas mais pessimistas.

Hernandez também salienta que essa associação continua a ser importante, mesmo após o ajuste para várias características sociodemográficas.

Durante o estudo, os pesquisadores entrevistaram os participantes e avaliaram os seus níveis de otimismo, saúde mental e saúde física, com base em seus autorrelatados de diagnósticos anteriores de fígado, artrite e doença renal. As pontuações totais de saúde dos participantes variaram entre 0 e 14 - quanto maior era o número, melhor era a saúde.

O trabalho, publicado na edição de janeiro/fevereiro de 2015 da “Health Behavior and Policy Review”, mostrou que as pessoas otimistas tinham melhores níveis de colesterol e de açúcar no sangue. Além disso, o estudo revelou que as pessoas positivas eram mais fisicamente ativas, tinham saudáveis índices de massa corporal e também eram menos propensas a fumar.
 
O Globo

Trabalhar por muitas horas pode incentivar o consumo exagerado de álcool, diz pesquisa

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Foto: Reprodução/Pixabay - Mais horas de trabalho aumentou em 11% a
probabilidade de maior uso de álcool
Uso de risco pode causar doenças do fígado, câncer, transtornos mentais, entre outros problemas de saúde
 
Rio - Os funcionários que trabalham mais de 48 horas por semana têm mais chances beber um volume de bebidas alcoólicas considerado arriscado do que aqueles que não ficam tantas horas na labuta, como encontrou um novo estudo publicado nesta terça-feira no “The British Medical Journal”.
 
Mais de 14 doses por semana para as mulheres e mais de 21 doses por semana para os homens é considerado um consumo alcoólico de risco. Acredita-se que isso aumenta o risco de problemas de saúde adversos, incluindo doenças do fígado, câncer, acidente vascular cerebral, doença arterial coronariana e transtornos mentais.
 
Para a psicóloga Angela Teixeira, indivíduos tendem a buscar mais a bebida alcoólica em meio a uma rotina pesada de trabalho por um sistema de compensação.
 
— Para ficar mais leve, ou não sentir falta de outros tipos de satisfação, substitui-se — explica. — O álcool tende a causar euforia e assim não permite que o indivíduo entre em contato com algumas perdas, substituições de desejos do que se quer realizar e não consegue.
 
A fim de proteger a saúde e segurança dos trabalhadores, a Diretiva de Tempo de Trabalho da União Europeia (EUWT, na sigla em inglês) garante que os trabalhadores dos países da UE têm o direito de trabalhar não mais do que 48 horas por semana, incluindo horas extras. Ainda assim, muitas pessoas, como gestores, trabalham muito mais horas para conseguir promoções mais rápidas, aumentos de salários, e mais controle sobre o trabalho e o emprego.
 
Pesquisas anteriores já haviam encontrado uma ligação entre trabalhar mais horas e consumo alcoólico de risco, mas este processo envolveu apenas pequenos e preliminares estudos. Enquanto o álcool pode ajudar a aliviar o estresse de trabalhar longos períodos, o consumo arriscado também está associado a dificuldades no local de trabalho, incluindo o aumento da licença por doença, o mau desempenho, a tomada de decisões prejudicada e acidentes de trabalho.
 
Em uma análise transversal de 333.693 pessoas em 14 países, a equipe de pesquisadores descobriu que mais horas de trabalho aumentou em 11% a probabilidade de maior uso de álcool. A análise prospectiva encontrou um aumento semelhante no risco de 12% para o início do uso arriscado de álcool em 100.602 pessoas de 9 países.
 
Dados individuais por participantes de 18 estudos prospectivos mostraram que aqueles que trabalharam 49-54 horas e 55 horas por semana ou mais demonstraram que tinham um risco aumentado de 13% e 12%, respectivamente, do consumo arriscado de álcool em comparação com aqueles que trabalharam 35-40 horas por semana.
 
Os autores apontam que não foram observadas diferenças entre homens e mulheres ou por idade, condição socioeconômica ou região.
 
Embora, em termos absolutos, a diferença entre os grupos tenha sido relativamente pequena, os autores argumentam que qualquer exposição com aumentos evitáveis na doença ou comportamento prejudicial a saúde, ou ambos, valem exame cuidadoso.
 
Os resultados também fornecem apoio para as recomendadas 48 horas por semana como imposto pela EUWT.
 
“O local de trabalho é um cenário importante para a prevenção do abuso do álcool, porque mais da metade da população adulta são empregados”, escreveu a equipe de pesquisadores. “Mais pesquisas são necessárias para avaliar se as intervenções de prevenção ao uso de risco de álcool poderiam se beneficiar de informações sobre as horas de trabalho.”
 
No entanto, Teixeira sugere que a quantidade de horas adequadas muda de um indivíduo para o outro.
 
— É relativo. É como dormir. Cada individuo tem um suporte de trabalho. Tem pessoas que trabalham pouco e se cansam muito, como outras que trabalham muito e descansam pouco — afirma.
 
— Acredito, sim, que terá a ver com o aspecto de lidar e trabalhar com o que se gosta e se tem afinidade. Como tudo nesta vida.
 
O Globo

Projeto do Senado deve oferecer protetor solar na farmácia popular

Proposta tenta incentivar uso do produto para reduzir câncer de pele
 
Projeto de lei do Senado deverá baratear o custo do protetor solar e até oferecê-lo de forma gratuita aos grupos de baixo poder aquisitivo. A proposta é tornar o produto parte da lista de medicamentos do programa Farmácia Popular. O principal objetivo é incentivar a população a usar o produto e evitar a incidência de câncer de pele.
 
De autoria do ex-senador Kaká Andrade, o projeto altera a Lei 10.858/2004 para incluir os protetores solares entre os produtos oferecidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo o autor da proposta, apesar da importância dos protetores na prevenção do câncer e de outras doenças de pele, “sua utilização no país ainda é muito baixa”, em decorrência dos altos preços cobrados pelo produto.
 
“O objetivo primordial desta proposta é proporcionar a aquisição do filtro solar a pessoas de baixa renda, que não têm condições de arcar com mais essa despesa. Nada mais justo que o Poder Público dê condições para que essas pessoas carentes adquiram o protetor solar sem custo”, argumentou.
 
O PLS 341/2014 está sob análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). De lá seguirá para apreciação em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). A proposta aguarda designação de relator assim que tiver início a nova legislatura.
 
Correio do Povo

11 objetos perigosos para os bebês em casa

O berço é apontado como um dos locais que mais merece a atenção dos pais. Especialistas orientam quais itens são verdadeiras armadilhas para crianças pequenas

O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) divulgou um alerta que pegou alguns pais de surpresa: ao customizar a chupeta dos filhos, o item representa um perigo para a segurança da criança. Isso porque quando se modifica o objeto com pérolas, cristais e outros adornos, as avaliações técnicas feitas anteriormente perdem a validade e a chupeta é considerada um novo produto. E um produto perigoso.
 
Veja objetos perigosos para os bebês dentro de casa:
 
Naninha – na mesma categoria de protetor de berço, o paninho causa sufocamento em bebês pequenos enquanto dormem ou brincam
 
Corrente para segurar a chupeta – item muito usado, mas bem perigoso. A corrente pode enroscar no pescoço do bebê e causar estrangulamento
 
Colchão mole – a superfície onde o bebê dorme deve ser rígida para evitar sufocamentos
 
Móbiles de berço – eles chamam a atenção do bebê que, certamente, tentará pegar os brinquedos. O bebê cresce e, se a altura estiver incorreta, ele pode conseguir arrancá-los . A queda pode machucar a criança
 
Cordas em geral, inclusive em brinquedos e o famoso colar de âmbar – tudo que possa envolver o pescoço é perigoso para o bebê, que não consegue se desenroscar caso isso aconteça
 
Andador – item expressamente proibido para crianças. O andador é um grande facilitador de acidentes domésticos, como quedas que podem causar lesões graves
 
Baterias de eletrônicos – além de asfixia, o conteúdo é corrosivo e, se ingerido, pode causar danos sérios no tubo digestivo
 
Excesso de cobertores – outro item que representa risco de sufocamento dentro do berço. Outra preocupação é a morte súbita já que o superaquecimento de bebês é das suas causas
 
Chupeta – o produto normal não é um problema, mas o customizado, sim. Os adornos podem se soltar e sufocar o bebê. Além disso, o material pode ser tóxico
 
Objetos pequenos – qualquer objeto pequeno que fique pela casa, como moedas, partes de brinquedos ou mesmo grãos crus, pode causar asfixia
 
Protetor de berço – nada macio deve ser usado dentro do berço. A criança pode colocar a cabeça embaixo do protetor e não conseguir sair
 
O maior risco na primeira infância é justamente a asfixia. “Ela pode ocorrer com alimentos ou com o próprio leite, além de objetos pequenos”, explica Marislaine Lumena de Mendonça, presidente do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
 
Ainda segundo Marislaine, o berço é um dos locais que mais merecem a atenção dos pais quando o assunto é sufocamento. “Cobertores, travesseiros e protetores de berço são itens muito perigosos. O bebê pode não conseguir se livrar deles e a respiração ficar impedida”, completa.
 
Banho e outros riscos
As especialistas também alertam para o perigo dos afogamentos e queimaduras durante o banho e as intoxicações medicamentosas. “O afogamento na banheira é um acidente silencioso e muito rápido. Basta se ausentar por um instante e o bebê se afoga em poucos minutos. Outro perigo é a intoxicação causada por medicamentos que são ministrados ou sem receita médica ou após os pais prepará-los no escuro com dosagem errada, por exemplo”.
 
Além disso, as quedas devem ser evitadas. Ainda durante a gravidez, a indicação é que os pais instalem redes de proteção em locais mais altos e escadas no topo e na parte inferior das escadas. Tapetes emborrachados e protetor de quinas para móveis também devem ser providenciados para garantir a seguranças das crianças que estão engatinhando ou aprendendo a andar.
 
Delas

10 sinais de que você pode estar sofrendo um AVC

Hipertensão é o maior fator de risco para sofrer um AVC, seguido de fatores ligados ao estilo de vida; saiba os sintomas
 
Foram-se os tempos em que a ideia de que acidente vascular cerebral (AVC), conhecido popularmente por derrame, só acontecia em pessoas idosas. Cada vez mais, jovens e adultos sofrem com esse problema que, em alguns casos, poderia ser evitado na adoção de um bom estilo de vida.
 
Hipertensão descontrolada, por exemplo, fragiliza as artérias do cérebro e podem levar a um AVC. Sedentarismo, ingestão de comidas gordurosas que levam à obesidade e o cigarro são vilões de quem quer se manter saudável por anos a fio.
 
Conheça os sintomas de um AVC e procure se proteger adotando um bom estilo de vida:
 
- Fraqueza facial: dificuldade para sorrir ou um canto da boca ou olhos está com aparência caída
 
- Dificuldade para falar e entender: problemas para articular as palavras; às vezes as pessoas ao redor não conseguem entender claramente o que a outra está falando
 
- Fraqueza nas pernas: de um lado do corpo
 
- Perda de visão: visão turva ou dupla, especialmente se for em um olho só
 
- Dificuldade para caminhar
 
- Dificuldade para mover os braços
 
- Tontura e desequilíbrio
 
- Tombos sem explicação
 
- Dor de cabeça forte e que não passa
 
- Dificuldade para engolir
 
 
iG