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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Cúrcuma pode reduzir sintomas da depressão

Cúrcuma pode reduzir sintomas da depressão Divulgação/DivulgaçãoA cúrcuma é uma planta asiática cuja principal característica é a forte cor amarela do pó obtido a partir da raiz
 
Pesquisadores da USP e da Unicamp associaram o consumo do pó de cúrcuma à redução da depressão. Também conhecida como açafrão-da-índia, a cúrcuma é uma planta asiática cuja principal característica é a forte cor amarela do pó obtido a partir da raiz.
 
— A cúrcuma, mostrou-se como um alimento promissor, capaz de reduzir alguns comportamentos análogos à depressão humana, em animais submetidos a um modelo experimental para avaliação de substâncias antidepressivas — conta Gizele Barankevicz, responsável pelo estudo.
 
A pesquisa foi realizada com ratos. Os cientistas aplicaram um teste de natação forçada nos animais — os roedores são colocados em um tanque de acrílico com água para avaliar a imobilidade.

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De acordo com os resultados, os ratos que não consumiram cúrcuma apresentaram um comportamento típico deprimido, não tentando fugir da situação.
 
Já os que consumiram a especiaria tiveram uma redução do comportamento semelhante à depressão.
 
Ao receberem o tratamento, eles tentavam a todo momento nadar e fugir da situação de risco, indicando que o composto preveniu o comportamento depressivo.

Zero Hora

Seis dicas de como se preparar para o carnaval e como se alimentar durante os dias de festa

Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS
A nutricionista Andrea Dario Frias, doutora em nutrição, dá dicas para você passar o período
 
Faltando uma semana para o carnaval, ainda dá para ficar com o corpo em dia para curtir a folia. A nutricionista Andrea Dario Frias, doutora em nutrição, dá seis dicas para você passar o período:
 
1) Fracione a alimentação
A nutricionista recomenda que o consumo de alimentos seja de três em três horas ou, no máximo, a cada quatro horas.

— Isso vai garantir uma saciedade para a refeição seguinte e você vai comer menos quantidade de alimento.
 
A medida também faz com que o metabolismo trabalhe de forma adequada.
 
2) Evite alimentos gordurosos
A dieta deve ser baseada em carnes magras, preferencialmente frango sem pele e peixe, e alimentos cozidos a vapor e grelhados, evitando o consumo de frituras ou o uso de muita gordura no preparo. Frutas e legumes podem ser ingeridos em abundância, na forma de saladas e sucos, além de cereais integrais. Se a pessoa não é intolerante à lactose, pode utilizar laticínios com moderação, em especial os desnatados.
 
3) Shakes são ideais quando não há tempo de preparar uma boa refeição
Para aqueles que não têm tempo de fazer uma alimentação adequada, Andrea lembra que existem, no mercado, alimentos que podem atuar como apoio à refeição, principalmente à noite, como os shakes. Mas é preciso ter cuidado e não usar esse tipo de alimento por tempo prolongado.
 
— Recomendo sempre um shake bem balanceado, nutritivo e que seja aprovado por empresas de confiança, que a gente sabe que fazem dentro das regras que o Ministério da Saúde estabelece.
 
4) Beba bastante líquido
A pessoa deve tomar muito líquido para hidratar o corpo. Sucos desintoxicantes, feitos com frutas, vegetais e gengibre, chá verde, água-de-coco são opções para limpar o organismo de impurezas e têm efeito termogênico, ou seja, aceleram a queima de calorias.
 
5) Cuidado com as bebidas alcoólicas
É preciso cuidado também em relação às bebidas alcoólicas, que não devem ser ingeridas de estômago vazio.
 
— O álcool desidrata o corpo. Você pode tomar, mas sempre alternando com muita água — alertou a nutricionista.
 
6) Alimentação deve sustentar gasto de energia
Para ter mais energia, os foliões devem preferir os carboidratos, como massas, lanches leves com pães integrais, batata e tapioca.
 
— É importante não ficar em jejum e fazer uma boa refeição principalmente na hora em que acorda no dia seguinte.
 
Zero Hora

Receitas para o carnaval das crianças

Para as mamães que não vão viajar no feriado de carnaval, gostaríamos de sugerir algumas receitas deliciosas e práticas que a chef de cozinha e consultora da Sweet Grape, Bete Carneiro, elaborou para fazer com as crianças
 
1. Brigadeiro com tomate sweet grape
Rendimento: 18 unidades
Quantidade de calorias: 43/unidade
 
Ingredientes:
·         1 lata de leite condensado
·         1 colher de sopa de azeite extra virgem
·         3 colheres de sopa de chocolate amargo em pó
·         20 tomates sweet grape
·         Chocolate granulado ou raspas de chocolate meio amargo para decorar
 
Modo de preparo:
Lave e higienize os tomates sweet grape e reserve. Em uma panela, coloque o leite condensado e acrescente o chocolate e o azeite. Deixe cozinhar em fogo médio até a mistura desprender do fundo da panela. Retire e deixe esfriar. Passe um pouco de azeite nas mãos para não deixar a mistura grudar e enrole os brigadeiros. Abra bolinhas nos brigadeiros e coloque os tomates. Feche-os e passe granulado ou raspas de chocolate meio amargo.

2. Merengue sweet grape

Rendimento: 10 porções

Quantidade de calorias: 147/porção (80g)

Ingredientes:
·         250g de mini suspiro
·         180g de tomate sweet grape
·         1 lata de chantilly em spray
·         1 caixinha de creme de leite light
·         5 colheres de sopa de leite condensado
 
Modo de preparo:
Em um recipiente, misture o creme de leite e o leite condensado. Coloque parte da mistura em potinhos de sobremesa, cubra com uma camada de mini suspiro, uma camada de tomates sweet grape cortados ao meio e cubra com a mistura de creme de leite e leite condensado e mais chantilly por cima. Se o potinho for fundo, repita as camadas na mesma ordem até completar o potinho. Decore com chantilly e tomates.
 
3. Sanduíche de sweet grape no palito
Rendimento: 1 unidade
Quantidade de calorias: 78 cal/unidade
 
Ingredientes:
·         1 bolinhas de mussarela de búfala (dividida ao meio)
·         1 cubos de 3 cm de chester 
·         2 tomates sweet grape
·         2 azeitona sem caroço
·         2 quadradinhos de 4 cm de pão de forma integral
·         2 quadradinhos de 4 cm de pão de centeio  
·         1 palitos de churrasco
 
Modo de preparo:
Colocar no palito de churrasco um quadrinho de pão integral e um de centeio, um tomate, metade da bolinha de mussarela de búfala, uma azeitona, um cubo de chester, outro azeitona, outra bolinha de mussarela, e o tomate, e finalizando os quadradinho de pão integral e de centeio. Atenção cuidado com o palito para crianças menores de 4 anos.

4. Mini pizza de queijos e tomate sweet grape
Rendimento: 1 unidade
Quantidade de calorias: 176/unidade
 
Ingredientes:
·         1 fatia de pão de forma integral light  
·         1 colher de sopa de molho de tomate   
·         5 tomates sweet grape
·         1 azeitona sem caroço
·         20g de queijo fresco ralado
·         10g de queijo parmesão fresco ralado
·         Orégano a gosto
 
Modo de preparo:
Passe o molho de tomate no pão, jogue um pouco de orégano, cubra com os dois queijos o parmesão e o queijos fresco, depois os tomates sweet grape cortados ao meio. Decore com a azeitona sem caroço e finalize com um pouco mais de orégano. Leve ao forno até começar a derreter o queijo.
 
Serviço: www.sakata.com.br 
 
Nathalia Fernandes
Rojas Comunicação | Assessoria de Imprensa

Doença do beijo pode atrapalhar foliões

Reprodução
Transmitida principalmente pela saliva, a mononucleose é uma virose comum entre adolescentes e jovens adultos
 
Para a maioria das pessoas, o carnaval é o feriado para cair na folia e namorar. Mas é preciso cuidado: o beijo pode transmitir uma doença chamada mononucleose infecciosa, popularmente conhecida como doença do beijo, que pode levar a meningite, anemia hemolítica e outras enfermidades.
 
Causada pelo vírus Epstein-Barr, a mononucleose é altamente contagiosa e pode ser transmitida pela saliva, além de por transfusão de sangue e contato sexual. Atinge qualquer faixa etária, mas é mais comum entre adolescentes e jovens adultos. De acordo com Thiago Ribeiro, clínico geral e chefe do Serviço de Emergência do Hospital São Lucas, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, alguns cuidados pessoais podem evitar a contaminação. “Os principais fatores para a proliferação da mononucleose são as más condições de higiene pessoal e a grande concentração de pessoas em um pequeno espaço, que propicia aglomeração e facilita a dispersão do vírus”, explica.
 
A doença causa febre, dor de garganta, mal-estar, fadiga, aumento de gânglios (com dores), do fígado e do baço. Os sintomas duram, em média, três semanas e cerca de 10% dos casos apresentam erupção cutânea, deixando a pele avermelhada e com aspecto de lixa. Os pacientes devem procurar o serviço médico, que fará o correto diagnóstico da doença, que não deve ser tratada com antibióticos. “A mononucleose é uma virose, e esses remédios não têm indicação no tratamento. Só são recomendados quando a doença se complica em algum processo bacteriano”, alerta o médico.
 
Outros fatores que facilitam a proliferação da doença é que o período de incubação do vírus poder chegar a 30 dias, não existe tratamento específico e a prevenção é complicada. “Até o momento, não existe nenhuma vacina. Geralmente, a virose não é fatal, mas podem ocorrer complicações, como meningite, encefalite, anemia hemolítica e, em casos mais graves, ruptura do baço”, afirma Thiago.
 
O diagnóstico nem sempre é fácil porque outras viroses também apresentam quadro clínico semelhante. No momento da análise, o médico tem que se basear na história epidemiológica, no quadro clínico e em exames complementares sugestivos. “Exames laboratoriais podem apresentar a presença de linfócitos atípicos e orientar o médico”, explica.
 
Quanto a testes específicos para mononucleose, existem as pesquisas de anticorpos heterófilos (monoteste), que podem apresentar resultados falso-positivos e falso-negativos (na presença de outras patologias), e a sorologia para pesquisa de anticorpos IgG e IgM para Epstein-Barr. Esse último apresenta maiores sensibilidade e especificidade, podendo indicar a presença de doença ativa ou passada. “Atualmente, já está disponível a pesquisa do próprio vírus pela técnica de PCR em alguns materiais, como sangue e secreções respiratórias, o que possibilita um diagnóstico mais específico”, finaliza o clínico geral.
 
Rachel Lopes

Dengue faz crescer procura por repelentes e inflaciona preço

Marília registrou quase 1,2 mil casos da doença somente em janeiro. Valor triplicou e produto está em falta no comércio do município
 
Os moradores de Marília (SP) tentam se proteger de todas as formas da maior epidemia de dengue de todos os tempos na cidade. Com aproximadamente 1,2 mil casos da doença e uma morte registrada somente em janeiro, a busca por repelentes fez com que os produtos sumissem das prateleiras e tivessem o valor quase que triplicado.
 
A dengue está fazendo dos repelentes itens disputados no mercado. O farmacêutico Antônio Abdala foi ao mercado atrás do seu repelente. “Já estava esgotado o estoque e ainda tinha gente esperando.
 
Nessa epidemia na cidade tem que se prevenir bastante”, afirma. A cozinheira Denise da Silva Souza conseguiu levar os dois últimos fracos de um supermercado. Pegou direto do repositor e não esperou nem o produto chegar à prateleira. “Está em falta, eu peguei os últimos”, comenta.
 
Com o aumento da procura , o preço do produto subiu de R$ 8 para R$ 21 e até para repor o estoque o dono de uma farmácia, Waldemar Travalin Moral, está tendo dificuldades. Segundo ele, as distribuidoras estão vendendo quantidades menores. “É o ano que mais vendeu repelente e que está faltando. Quando tem na distribuidora, vem em quantidade limitada para dividir entre os clientes”, explica o comerciante.
 
Uso correto
De acordo com a dermatogista Mariam Arruda, é preciso ler a embalagem do produto e seguir corretamente as instruções como o tempo ideal pra ele ser reaplicado. A duração varia entre as marcas, assim como a potência do produto. A especialista explica ainda que crianças menores de 2 anos não devem usar o produto e pessoas com alguma doença de pele também não devem   aplicá-lo diretamente nas lesões, pois pode haver irritação.
 
A médica ressalta que quem não pode usar repelente, a saída é borrifá-lo nas roupas e para quem não tem alergia, o ideal é aplicar o repelente em todo o corpo, porque o mosquito da dengue pica mesmo sobre os tecidos.
 
G1