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sábado, 14 de fevereiro de 2015

10 dicas para ter um carnaval seguro

Reprodução
Carnaval é tempo de festa, mas é preciso tomar cuidado com os excessos
 
Confira dicas que o Blog da Saúde elencou para você e sua família aproveitarem a folia sem ter que encarar consequências ruins:
 
1. Divirta-se, mas não perca a gentileza. Agite a bandeira branca da paz e diga não à violência!
 
2. A alegria do carnaval não pode terminar em acidente. Se beber, não dirija.
 
3. Diga não ao preconceito e trate a todos com respeito!
 
4. Evite refrigerantes, tome suco natural de frutas, água de coco e água pura.
 
5. Sol demais queima e pode dar câncer de pele. Use chapéu, roupas leves e protetor solar.
 
6. Não jogue latas, garrafas e copos na rua. Proteja-se contra a dengue e Chikungunya!
 
7. Evite a poluição sonora. Ouça música em tom baixo ou moderado e aconselhe os(as) amigos(as) a fazerem o mesmo.
 
8. Lave frequentemente as mãos. Evite as conjuntivites e a gripe.
 
9. Cuidado com o que come. Prefira frutas, verduras, legumes e carnes leves, sem gordura e grelhadas.
 
10. Previna-se contra a AIDS e DST´s: use sempre camisinha. E se deu dúvida, depois do Carnaval, faça do teste. #partiuteste
 
Blog da Saúde

OMS: surtos de sarampo no Brasil e nos EUA mostram problemas na vacinação

Valter Campanato/Agência Brasil
Taxas de imunização estão abaixo do necessário em algumas
 regiões, diz a OMS  
Os recentes surtos de sarampo ocorridos nos Estados Unidos e no Brasil sugerem que as taxas de imunização contra a doença em algumas áreas estão abaixo do necessário para prevenir a propagação de casos importados nas Américas
 
A conclusão é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que reforçou a importância de os países manterem altas taxas de cobertura vacinal no Continente.
 
O sarampo é considerado erradicado nas Américas desde 2002, uma vez que não há relatos de transmissão endêmica da doença na região desde então. Um comitê internacional de verificação fazia o trabalho de compilar dados e informações com o objetivo de declarar formalmente o Continente livre da doença.
 
De acordo com a OMS, a eliminação do sarampo nas Américas enfrenta grandes desafios. Até o momento, foram identificados 147 casos confirmados da doença em quatro países do Continente Americano este ano – 121 nos Estados Unidos –, todos ligados a um surto registrado no parque de diversões da Disneylandia, na Califórnia, em dezembro. Também houve um caso no México, ligado ao surto americano, 21 no Brasil e quatro no Canadá.
 
Os casos no Brasil, segundo a OMS, são parte de um surto maior que começou em 2013 e já infectou mais de 700 pessoas, em 31 municípios. Os dados mostram que, entre 2003 e 2014, as Américas registraram um total de 5.077 casos importados de sarampo, a maioria em 2011.
 
A vacina contra a doença, destaca a OMS, é usada há mais de 50 anos e tem sua segurança e eficácia comprovadas. Globalmente, a estimativa é que a imunização tenha prevenido cerca de 15,6 milhões de mortes entre 2000 e 2013.
 
A recomendação do órgão é que as crianças recebam duas doses da vacina contra o sarampo antes de completar 5 anos e que os níveis de cobertura, com ambas as doses, sejam mantidos em 95% ou mais para prevenir a propagação de casos importados. Atualmente, cerca de 92% das crianças com 1 ano, nas Américas, recebeu a primeira dose da vacina.
 
Diante dos surtos recentes, a OMS recomenda que os governos orientem os viajantes que vão a regiões onde a doença circula a checar o cartão de vacinação. Isso é válido não apenas para menores de 6 meses, que não devem ser vacinados. Os turistas devem ser informados sobre os principais sintomas do sarampo e o que fazer em caso de suspeita.
 
Outra medida é a sensibilização de profissionais de saúde para comunicar de forma imediata a suspeita de casos da doença, além de investigar contatos próximos do paciente e locais onde ele esteve na tentativa de interromper a cadeia de transmissão.
 
Agência Brasil

Terapia de reposição hormonal pode aumentar chances de câncer de ovário, segundo pesquisa

Uso por apenas alguns anos estava relacionado a um crescimento de 40% do risco de desenvolvimento da doença
Londres - Mulheres que fazem terapia de reposição hormonal (TRH) durante a menopausa correm risco de desenvolver câncer de ovário, segundo pesquisadores da Universidade de Oxford.
 
A descoberta, com base em uma grande revisão de evidências já existentes, sugere que os perigos são ligeiramente maiores do que se pensava, embora especialistas tenham dito não haver razão para as mulheres deixarem de fazer a terapia.
 
O uso de TRH por apenas alguns anos estava relacionado a um crescimento de 40% do risco de câncer de ovário, diz o estudo. Já a orientação vigente no Reino Unido, que está sendo revisada, reconhece o risco com uso a longo prazo.
 
O risco real ainda é pequeno. Segundo os dados, para as mulheres que tomam TRH por cinco anos a partir de cerca de 50 anos de idade, quando a menopausa geralmente começa, há cerca de um caso adicional de câncer de ovário para cada 1.000 mulheres, e uma morte por câncer de ovário extra para cada 1.700 mulheres.
 
Centenas de milhares de mulheres usam TRH no Reino Unido. O estudo constatou os efeitos sobre o risco de câncer foram os mesmos para os dois tipos principais de TRH - aqueles que contêm o hormônio estrogênio e aqueles que contêm estrógeno e progestágeno.
 
A co-autora do estudo, Dame Valerie Beral, disse que as descobertas têm implicações para as diretrizes nacionais e internacionais em torno do TRH.
 
- O risco definitivo de câncer de ovário, mesmo com menos de cinco anos de uso, é totalmente relevante para os padrões de uso vigentes - disse ela.
 
O estudo foi realizado pelo Grupo de Colaboração Internacional em Estudos Epidemiológicos de câncer de ovário, organizado pela Universidade de Oxford, e foi publicado na revista "The Lancet".
 
O órgãos reguladores de drogas no Reino Unido disseram que iriam avaliar os resultados.

 
A vice-diretora da Agência de Medicamentos e Produtos de Saúde, Sarah Branch, comentou as recomendações já existentes:
 
- Nosso conselho sempre foi de que a menor dose eficaz de TRH fosse usada durante o menor tempo possível. A decisão de iniciar, continuar ou parar o tratamento deve ser tomada em conjunto entre a mulher e seu médico, com base nos melhores pareceres disponíveis e suas próprias circunstâncias pessoais, incluindo sua idade, sua necessidade de tratamento e seus fatores de risco médico.
 
Cerca de 7.100 mulheres são diagnosticadas com câncer de ovário no Reino Unido a cada ano.

O Globo

Adolescente é submetido à primeira cirurgia de redução de pênis do mundo

Adolescente americano passa por cirurgia de redução de pênis
Reprodução /  Daily Mail
Adolescente americano passa por cirurgia de redução de pênis
Segundo jornal britânico, jovem americano alegava que não conseguia mais ter relações sexuais e praticar esportes. Além disso, também revelou que sofria constrangimento em público
 
Um adolescente americano de 17 anos foi submetido à primeira cirurgia de redução de pênis do mundo, segundo o jornal britânico Daily Mail. 
 
Com o órgão medindo quase 18 centímetros quando flácido e com mais de 25 centímetros de circunferência, o menino, que teve a identidade preservada, disse que não conseguia mais ter relações sexuais ou praticar esportes.
 
Segundo o jornal britânico, o jovem tinha dificuldade em vestir calças devido ao tamanho e peso do pênis e ficava envergonhado de como ele ficava aparente mesmo sob roupas normais.
 
O adolescente sofria de crises de priapismo, ereções indesejadas em que hemácias falciformes do sangue – células do sangue malformadas, devido a uma condição genética – bloqueiam as veias do pênis, fazendo-o inchar. Esses episódios deixaram o pênis do garoto deformado.
 
Diante desta situação, ele procurou o urologista Rafael Carrion para que o médico diminuísse o pênis. Carrion declarou que o órgão tinha o formato de uma bola de futebol americano.
 
Ele ainda disse que, apesar de ser bastante grande, o pênis não crescia quando o menino tinha ereções, e mal ficava firme.
 
O adolescente teve uma cirurgia de redução bem sucedida. Seu pênis ainda é “um pouco maior e mais grosso do que o de um homem médio, mas agora ele parece simétrico e o paciente ficou bastante satisfeito”, afirma o urologista.

iG

10 alimentos que causam mau hálito

Segundo especialista, a língua é, quase sempre, a maior responsável pelo mau hálito
Segundo especialista, a língua é, quase sempre,
 a maior responsável pelo mau hálito
Partículas de comida na boca ou problemas nos dentes e gengiva podem ser fontes de bactérias que provocam halitose
 
Mau hálito, cientificamente chamado de halitose, é um mal que atinge muitas pessoas que, não raro, nem o conhecem muito bem. Mas especialistas são categóricos: é preciso investigar a origem do problema para saber como evitá-lo ou tratá-lo.
 
“O mau hálito é causado pela presença de bactérias que se alimentam de moléculas de proteína, o que libera enxofre”, afirma Marcos Moura, presidente da Associação Brasileira de Halitose. O enxofre é um elemento volátil responsável pelo mau cheiro da boca.
 
Dentre as partes da boca, o dentista Willian Frossard afirma que a língua, quase sempre, é a maior responsável pelo mau hálito: “ela possui muitas vilosidades, onde restos de alimentos e células que se desprendem da mucosa ficam depositadas e se deterioram”, diz. Por isso, é necessário realizar a higienização completa da boca diariamente.
 
“É recomendável que se escove os dentes, passe o fio dental e faça a raspagem da língua”, ressalta Marcos.
 
Cáries e inflamações
Além de partículas de comida, Willian informa que problemas periodontais, como cáries e inflamações na gengiva, também favorecem a atuação de bactérias e o consequente mau hálito.
 
Fazer dieta balanceada e beber muita agua, além das visitas regulares ao dentista são as principais recomendações de Marcos para evitar o mau hálito. Ele ainda revela que existem alguns truques contra a halitose, como a ingestão de frutas cítricas. Elas promovem maior salivação, o que ajuda a limpar a boca.
 
Sobre a goma de mascar, quase sempre utilizada contra o mau hálito, Willian esclarece: “Goma de mascar também estimula a salivação e o aroma disfarça o cheiro ruim, mas o produto não deve conter açúcar, porque ele é alimento para as bactérias”. O profissional ainda acrescenta: “A goma de mascar mascara o cheiro, mas não resolve o problema”.
 
Veja abaixo, alimentos que provocam mau hálito:
 
1. Azeitona, por conter enxofre, pode favorecer o mau cheiro na boca
 
2. Couve-flor é rica em enxofre e pode causar a halitose
 
3. Alcachofra é outro alimento rico em enxofre
 
4. Dietas ricas em proteínas favorecem o mau hálito
 
5. O alho tem alguns produtos que, enquanto estão sendo digeridos, geram a chamada halitose passageira
 
6. A cebola também gera mau hálito por um tempo
 
7. Molhos, como a mostarda, aumentam a acidez da saliva, o que também pode provocar mau hálito
 
8. Catchup também é um molho que aumenta a acidez da saliva
 
9. Alimentos em conserva, como picles, também podem aumentar acidez na boca
 
10. Bebida alcoólica em excesso também causa mau hálito. Marcos explica que o álcool causa a irritação e consequente aumento na descamação da mucosa bucal
 
iG