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domingo, 15 de fevereiro de 2015

5 coisas que ninguém te diz sobre redução de estômago

Raphael antes e depois da cirurgia
A obesidade é um grave problema de saúde atualmente. Em todo o mundo, há 2,1 bilhões de pessoas obesas ou com sobrepeso, o que representa quase 30% da população, segundo dados de 2013 do estudo Global Burden Disease
 
No Brasil, de acordo com pesquisa da Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), quase metade da população está acima do peso. O estudo indicou que 42,7% dos brasileiros possuía sobrepeso no ano de 2006, número que passou para 48,5% em 2011.
 
Uma das soluções para corrigir essa condição, bem como problemas de saúde adjacentes, é a cirurgia de redução de estômago. Se você está considerando fazer uma, saiba que ela não é uma cirurgia estética (ainda que estética seja uma das metas dos pacientes que ela pode ajudar a alcançar).
 
Existem várias dificuldades envolvidas nessa escolha, mas quem a fez também relata muitos benefícios que mostram que a operação pode valer a pena.
 
Veja 5 coisas que ninguém te disse sobre a redução de estômago:
 
1. É preciso provar que isso é realmente o que você quer e precisa
Geralmente, quem decide que quer realizar essa cirurgia precisa solicitar seu agendamento e passar por uma série de etapas de aprovação para consegui-la.
 
Alguns conseguem realizá-la mais rápido do que outros, mas os procedimentos são normalmente os mesmos: é preciso consultar muitos médicos, incluindo psicólogos e psiquiatras, e realizar diversos exames para que o candidato se mostre ideal para a cirurgia e entenda quais são suas implicações e riscos.
 
Enquanto a psicopedagoga Monaliza Haddad, 41 anos, realizou sua cirurgia um mês depois de ter decidido fazê-la, o engenheiro da computação Raphael Moraes, 23 anos, demorou quase um ano.
 
“Fiz entrevistas e acompanhamentos perfeitos, esclarecendo tudo mesmo, para que eu tivesse consciência dos efeitos colaterais”, conta Monaliza.
 
“Participei de diversas palestras sobre como minha vida seria, passei por terapia e avaliação psiquiátrica, fiz exames tradicionais para qualquer tipo de cirurgia abdominal como os de sangue, HIV, ultrassom do estômago e endoscopia”, completa Raphael.
 
Se essa maratona de consultas médicas te assustou, é importante ressaltar que essa é uma escolha que pode mudar drasticamente sua vida, e é por isso que é tão importante que você esteja ciente de tudo que virá pela frente.
 
2. Comer nunca mais será a mesma coisa
A primeira coisa que vai se transformar é a sua alimentação. A cirurgia tem como objetivo tornar a vida da pessoa mais saudável, e isso inclui mudar seus hábitos alimentares. Antes, pode ser que você não conseguisse fazer isso sozinho, mas agora vai ter seu próprio organismo como aliado: como seu estômago será literalmente reduzido, o normal é que você não seja mais capaz de comer em grandes quantidades.
 
Além disso, comidas saudáveis serão muito mais bem-vindas ao seu organismo do que as famosas “porcarias”.
 
“No pós-cirúrgico, tive etapas para voltar a comer. Na primeira semana apenas líquidos como Gatorade e água em copinhos de 50ml, na segunda semana sucos um pouco mais grossos, no final do primeiro mês, sopas e comidas batidas no liquidificador e a partir do terceiro mês comidas sólidas como macarrão. O restante apenas a partir do sexto mês”, explica Raphael.
 
Ele conta que enjoa com alimentos que contém muita gordura, como leite Integral, alimentos de fast food etc. “Algumas pessoas engasgam ou tem problemas com a alimentação pois mantiveram a ‘cabeça de gordo’. O auxílio de uma psicóloga na preparação é fundamental, além de uma nutricionista para acompanhar a sua evolução”, sugere.
 
Monaliza afirma que, logo após a cirurgia, tentava comer como fazia antes, mas com o tempo foi aprendendo a lidar com uma nova dieta. “Dependendo do dia, passo bem, em outros, vomito feito doida”.
 
A realidade é que um dos prazeres da vida é comer – principalmente aquelas coisas que já costumam nos fazer mal mesmo com estômagos de um tamanho normal. Então, quem passa por um procedimento como esse, logo entende que precisa mudar de ritmo. Mas definitivamente vale a pena.
 
“Realmente, com a cirurgia acho que sou outra pessoa, gosto de outros alimentos e mudei muito o meu jeito de ser, para melhor é claro”, diz Monaliza.
 
“Perdi aproximadamente 60 kg, sou uma pessoa ativa, vou à academia todos os dias e meus hábitos alimentares são muito, mas muito melhores do que eram”, complementa Raphael.
 
3. A cirurgia pode não ter o resultado que você espera
Monaliza e Raphael são exemplos de sucesso, mas a cirurgia de redução de estômago, como a maioria das coisas da vida, não é algo garantido.
 
Pode ser que o resultado não seja o que você esperava. Há pessoas que continuam comendo normalmente, e por consequência o estômago volta a esticar, de forma que o efeito da cirurgia é bem menor.
 
“Você chega a um peso mínimo após o segundo ano de operação, e depois ele se estabiliza a partir de sua dieta”, explica Raphael.
 
Ou seja, grande parte do sucesso da operação depende da própria pessoa: ela precisa mudar de mentalidade e se ajustar a sua nova realidade. “Hoje em dia consumo alimentos naturais e tento fugir dos industrializados. Alguns condimentos e a própria gordura acabam me enjoando, então tento focar em alimentos saudáveis para não ter dificuldade nenhuma no dia a dia”, conta Raphael.
 
4. Você pode ter problemas de saúde como resultado da cirurgia
Monaliza já tinha anemia e, com a redução de estômago, sua condição piorou muito. “Faço uso de medicamentos há cinco anos”, conta.
 
Esse é apenas um exemplo de inúmeras condições de saúde que podem acompanhar a operação. No caso de Monaliza, é gerenciável.
 
Mas os riscos envolvidos são muitos. Entre os problemas que podem surgir após a cirurgia, incluem-se vazamentos, coágulos sanguíneos, dor abdominal, obstruções intestinais, osteoporose, cálculos biliares, vômitos, hérnias, anemia e desnutrição, para citar alguns.
 
Raphael teve sorte de não ter tido nenhum problema de saúde relacionado a operação, mas todo aquele acompanhamento antes de chegar à mesa cirúrgica não é exagero – como o parágrafo acima comprova.
 
Outro grande problema que vem sendo associado com a redução de estômago é o risco de alcoolismo. Esse tipo de cirurgia e outros procedimentos usados como tratamento para a obesidade podem deixar os pacientes mais propensos a se tornarem alcoólatras, especialmente os homens.
 
Cientistas noruegueses, da St. Olav’s University, estão prestes a começar um estudo com 30 pacientes para avaliar se a operação pela qual passaram é capaz de mudar a reação do seu corpo com relação ao álcool.
 
Há quem pense que as pessoas que passam pela redução de estômago substituem o prazer de comer pelo de beber. Os pesquisadores suspeitam que este tipo de cirurgia pode alterar a química do organismo, fazendo com que o álcool pareça mais satisfatório e gratificante. Diversos pacientes já admitiram que passaram a beber consideravelmente mais após o procedimento. E um estudo feito na América em 2012 sugeriu que este hábito pode dobrar o risco de alcoolismo.
 
Não podemos deixar de destacar ainda os problemas psicológicos que podem surgir a partir da cirurgia. Ninguém está livre deles. Você se tornará uma pessoa totalmente diferente – por dentro e por fora -, e terá que lidar com isso, bem como as pessoas que convivem com você. Ou seja…
 
5. A operação vai mudar sua vida
Quem escolhe fazer a cirurgia geralmente faz isso porque não vê outra opção para solucionar seus problemas.
 
“No primeiro ano de faculdade, acabei engordando demais, e nenhum outro método resolveria meu problema”, afirma Raphael. “Sinceramente, não tive nenhum medo, bom, talvez o de nunca mais comer yakisoba”, brinca.
 
Monaliza também não titubeou. “O que me levou a isso foi a qualidade de vida, estava pesando 90 quilos e sofria muito bullying e preconceito. Também tinha pressão alta na época”, revela Monaliza, que perdeu 30 kg com a operação. “Minha decisão foi muito forte devido a uma brincadeira sobre obesidade, a minha vontade foi de realizar [a cirurgia] o mais breve possível”.
 
A redução de estômago se torna um divisor de águas para muitas pessoas. Ela não representa apenas uma possibilidade de perder de peso, mas sim de mudar de vida, de se tornar outra pessoa – uma mais saudável e mais feliz.
 
“Com a cirurgia, minha autoestima melhorou muito. Mesmo o dia que não fico bem, eu penso que se fosse preciso faria novamente”, diz Monaliza.
 
“Sempre tive uma personalidade forte e divertida, isso só ampliou depois da cirurgia, fiquei mais feliz e bem comigo mesmo. Alguns anos após a operação, tive minha primeira namorada de verdade. Me tornei uma pessoa saudável e sempre de bem com a vida”, compartilha Raphael.
 
Esse bem-estar não só físico, mas psicológico deu mais qualidade às vidas de Monaliza e Raphael, bem como de tantos outros que passaram pelo mesmo processo.
 
Na verdade, a cirurgia tem a capacidade até mesmo de mudar a vida das pessoas que estão ao redor do paciente. Elas podem passar a ficar mais saudáveis também, ou mais alegres por estarem ao lado de pessoas que também estão.
 
Isso não significa que não haverá dificuldades – novos sentimentos também podem começar a fazer parte do dia a dia dos pacientes, como inveja, ciúmes ou novas maneiras de pensar que interfiram nos seus relacionamentos e interações.
 
Não foi o caso com esses dois exemplos que citamos nesse artigo, mas é algo sobre o qual todos os candidatos à redução de estômago precisam pensar – no quanto sua aparência e suas rotinas vão mudar, e como isso vai afetar todas as suas esferas de convivência.
 

Viva Melhor Sabendo: Saiba mais sobre o teste oral de HIV

Ariane Sena do projeto Viva Melhor Sabendo. Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação
Ariane Sena do projeto Viva Melhor Sabendo
Carnaval é época de diversão, mas também pode ser uma oportunidade de ficar mais tranquilo com a saúde realizando o teste oral de HIV
 
O procedimento para saber se a pessoa tem aids foi desenvolvido pela Fiocruz e tem entre suas vantagens a mobilidade, pois não é necessário ter um espaço laboratorial para a coleta e diagnóstico. O procedimento utiliza fluido extraído da gengiva e da mucosa da bochecha com o auxílio de uma haste coletora e, em aproximadamente 30 minutos, já é possível obter o resultado.
 
Os testes já estavam sendo utilizados dentro do projeto Viva Melhor Sabendo, parceria do Ministério da Saúde com 60 organizações da sociedade civil de todo o país, que tiveram a possibilidade de ir até grupos de risco, que são homens que fazem sexo com homens, gays, transexuais, travestis, profissionais do sexo e pessoas que usam drogas. Agora, para o Carnaval, as ONGs se organizam para realizar saídas em bares, boates e festas durante toda a semana de folia.
 
Ariane Sena, 23 anos, estudante de psicologia, participa do projeto em Salvador, na Bahia, com a Instituição Beneficente Conceição Macêdo (IBCM), uma organização sem fins lucrativos que, desde 1989, atua na prevenção do HIV/AIDS e apoia as pessoas que convivem com o vírus. “O legal do projeto é que a gente vai até o encontro das pessoas, onde quer que elas estejam, então nós vamos em orlas, saunas gays, casas de prostituição e está sendo muito bom. Além de ser um orgulho muito grande trabalhar na instituição, porque, inicialmente, o público alvo do nosso projeto são travestis e transsexuais, que foi ampliado, hoje tem homossexuais, bissexuais e heterossexuais. O orgulho pra mim é ser participante de um projeto que trabalha com pessoas como eu. A gente entende a dificuldade de travestis e transsexuais chegarem a laboratórios, a gente nem sempre é respeitada e nem somos chamadas pelos nossos nomes sociais, como queremos ser chamadas. Às vezes a gente é frustrada e acaba não indo até o posto para fazer o teste”, conta Ariane Sena. Durante o carnaval de Salvador, o projeto fará três saídas na semana das festas passando pela Barra e Circuito Dodô.
 
De acordo com Padre Alfredo Souza Dorea, representante da IBCM, a praticidade do teste atrai um maior número de pessoas que querem se testar. “O teste oral é muito bem recebido. As pessoas perguntam logo se é rápido e se não tem sangue. Então, por ser assim, evita muita recusa. Muitas vezes um profissional do sexo até adia o programa para fazer o teste”, explica o padre.
 
Em casos de teste positivo, as equipes são orientadas a encaminhar os casos aos postos de saúde mais próximos do local, conforme esclarece Padre Alfredo. “O teste rápido permite irmos ao encontro da pessoa onde quer que ela esteja, de forma simples, fácil, porque a pessoa saber a sua condição de sorologia é sempre bom. Eu penso que é uma forma real da gente cessar essa epidemia, fazendo com que as pessoas saibam da sua condição. Quando há casos de soropositividade, a gente indica os postos de saúde mais próximos da comunidade e região. A pessoa pode escolher, conforme a sua necessidade ou conveniência. Temos o cuidado de fazer o contato com o responsável da unidade de saúde, para que a pessoa que vá seja bem recebida”, completa.
 
No Rio de Janeiro, Márcio Villard, gerente da área de Educação e Mobilização Social da Coordenação de Vigilância em Saúde Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro, conta que os barracões das escolas de samba, tanto do primeiro grupo como do grupo de acesso, recebem preservativos e materiais educativos durante todo o ano. Mulheres voluntárias das comunidades trabalham com as escolas Salgueiro, Mangueira, Tijuca e Vila Isabel. Durante o carnaval, as ações são realizadas no Terreirão do Samba e no Sambódobro. “Elas trabalham com material educativo e é muito interessante, porque depois a gente recebe muitas pessoas para darmos encaminhamento ao teste. Então a hashtag da campanha, #partiuteste, funciona muito bem no diálogo com essas pessoas”, explica Márcio Villard.
 
A infecção pelo HIV só pode ser detectada com, pelo menos, 30 dias a contar da situação de risco, período chamado de janela imunológica. Além do teste oral, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece a testagem laboratorial e o teste rápido de forma gratuita e anônima nas unidades da rede pública e nos Centros de Testagem e Aconselhamento. Nesses centros, além da coleta e da execução dos testes, há um processo de aconselhamento, antes e depois do teste, para facilitar a correta interpretação do resultado pelo paciente. Também é possível saber onde fazer o teste pelo Disque Saúde (136).
 
Fonte: Ana Beatriz Magalhães / Blog da Saúde

Os sete pecados do coração no Carnaval

Crédito: Vinicius Tupinamba / Shutterstock.com
Crédito: Vinicius Tupinamba / Shutterstock.com
Haja coração para suportar quatro dias de folia, cerveja, petiscos gordurosos e paixões arrebatadoras! Carnaval é época de festa, mas também é um período crítico para o coração, devido aos excessos cometidos
 
Uma prova disso é o aumento de 20% nos casos de ataques cardíacos e derrames, geralmente causados pelo consumo excessivo de álcool, cigarro, drogas e alimentação incorreta. Por isso, tanto quem tem saúde de ferro quanto quem já sofreu com problemas cardíacos deve ter atenção a qualquer sintoma estranho, como cansaço exagerado, falta de ar, dor no peito, tonteira e palpitações.
 
Para orientar corretamente os foliões, os médicos do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) fazem uma releitura dos sete pecados capitais e elegem os principais erros cometidos durante o Carnaval, que devem ser evitados na folia.

1. A gula por sal – O excesso nunca é um bom negócio. Especialmente para o hipertenso, que deve reduzir o sal e consumir frutas que tenham potássio, como banana, laranja, melão, caju e frutas secas. É importante verificar sempre a pressão e mantê-la sob controle na folia.
 
2. A avareza de água – Em época de racionamento, é normal que a gente queira economizar nosso bem precioso. Mas não vale deixar de se hidratar, não é? Muito suor e bebida alcoólica exigem uma reposição de líquidos adequada. Além da água, isotônicos, água de coco e sucos são boas opções para manter a hidratação do corpo.
 
3. A luxúria gastronômica – Verdade seja dita: as pessoas não costumam se alimentar com qualidade no Carnaval. Muitos se esquecem de consumir alimentos saudáveis, como saladas e pratos leves, que as altas temperaturas do verão pedem. A gordura aumenta o colesterol, que é um dos fatores de risco para o infarto.
 
4. A ira alcoólica – Antes, durante ou depois do Carnaval é preciso evitar o estresse. Especialmente se você bebeu um pouco mais do que deveria. Respire fundo antes de perder a paciência. Caminhadas diárias 30 minutos, em média, ajudam a acalmar.
 
5. A cobiça pela festa – Não tenha pressa! Quem pretende cair na folia e já teve problemas no coração deve consultar um cardiologista. Hipertensos, diabéticos e pessoas com doença valvar ou nas coronárias podem brincar o Carnaval, mas antes devem realizar exames clínicos, eletrocardiograma e teste ergométrico para verificar se a saúde está em dia.
 
6. A preguiça cotidiana – Para sair atrás do bloco, a animação aparece e os foliões deixam a preguiça de lado, mas é importante estar em dia com os exercícios. É recomendado fazer atividades físicas durante 40 minutos, cinco vezes por semana. Caminhadas intercaladas com pequenas corridas, hidroginástica e esteira ou bicicleta são boas opções para auxiliar na melhora do condicionamento.
 
7. A vaidade nos blocos – Esqueça aquelas fantasias muito elaboradas que não te deixam respirar direito. A incidência do sol forte por horas e a aglomeração de foliões podem provocar queda na pressão arterial, com dores de cabeça e até desmaios. Por isso, além de usar roupas leves, tenha sempre uma garrafinha de água à mão e procure lugares com sombra para se abrigar durante o percurso dos blocos.
 
Fonte: Instituto Nacional de Cardiologia (INC)

Paciente de Alto Paraíso, em Goiás, morre em Brasília com febre amarela

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (DF) informou que morreu ontem (14) um paciente, morador de Alto Paraíso (GO), que estava internado em Brasília com febre amarela
 
O paciente, de 23 anos, estava sob cuidados da equipe médica do Hospital Regional de Santa Maria.

Antes, ele havia dado entrada no Hospital Regional de Planaltina, também no DF, com suspeita de dengue. Como o quadro clínico piorou, foi remanejado para um leito da Unidade de Terapia Intensiva até ser encaminhado a Santa Maria, onde foi submetido a diversos exames que confirmaram a doença.
 
O paciente não apresentou melhoras, teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. O fato foi notificado ao Ministério da Saúde, que o comunicou à Secretaria de Saúde de Goiás, pedindo que o combate ao mosquito transmissor da doença - o Aedes aegypti – seja reforçado no estado.
 
Agência Brasil

Disney vacina seus funcionários para prevenir surto de sarampo na Flórida

iStock Photo
Em atenção ao surto de sarampo que ocorreu no final de 2014 na Califórnia, onde está localizada a Disneyland, a direção da Walt Disney World, em Orlando, promove a partir da próxima segunda-feira, 16, a vacinação gratuita dos seus funcionários. A informação é da publicação local Orlando Sentinel
 
Sobre o programa de incentivo, a porta-voz da Disney, Andrea Finger, disse ao jornal que empresa está unindo esforços ao Departamento de Saúde da Flórida para prevenir o sarampo no Estado.
 
O sarampo é uma doença altamente contagiosa e transmitida por via aérea. A vacina contra a doença é usada há mais de 50 anos e tem sua segurança e eficácia comprovadas pela Organização Mundial de Saúde. A origem do surto nos Estados Unidos estaria associada ao crescente espaço alcançado pelos grupos adeptos do movimento antivacina, avessos à imunização.
 
Vivaorlando.com