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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Anabolizantes: Tudo sobre o Winstrol (Estanozolol)

Tudo sobre o Winstrol/Stanozolol
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Hoje em dia todos estão em busca de um corpo perfeito. Seguir um padrão estético de belas e impecáveis formas têm levado homens e mulheres de todas as idades para as academias
 
Para a maioria, o problema é que os músculos não aparecem do dia para a noite e assim, muitos acabam tomando o caminho dos anabolizantes.
 
Os anabolizantes são utilizados não apenas para o ganho de massa magra como também para definição muscular e perda de gordura corporal. Essa substância é desenvolvida de forma sintética com base em hormônios naturais ou também sintéticos. Os anabolizantes auxiliam do crescimento de diversos tecidos, principalmente o muscular.
 
O que é o Winstrol?
Também chamado de Stanozolol ou Estanozolol, esse é um dos anabolizantes mais utilizados no meio do atletas e marombeiros. Um dos motivos disso é que ele possui duas formas de administração, uma oral e outra injetável. No caso do primeiro, é necessária uma dose extra para sentir os efeitos, o que pode sobrecarregar o fígado.
 
O Estanozolol não é um dos anabolizantes mais eficientes apesar de ter como base a testosterona como vários outros. Porém, ele trabalha muito bem para aqueles que treinam em ciclos além do mais, oferece pouquíssimos efeitos colaterais tornando-o uma substância com um “bom” custo-benefício.
 
Qual a função do Winstrol?
A função dele é basicamente o de aumentar o percentual de massa magra. Muitos acreditam que uma de suas funções é a de redução de gordura, só que isso é, na verdade, uma consequência da substância. O aumento da massa muscular acaba consumindo mais energia e aumentando a lipólise.
 
O Estanozolol reduz a quantidade da globulina transportadora de hormônio sexual, o SHBG. Essa substância é a responsável por se ligar com vários hormônios, inclusive com a testosterona. Quando o SHBG diminui, o nível de testosterona livre na circulação aumenta e assim ocorre maior crescimento muscular.
 
Efeitos colaterais
Mesmo não oferecendo uma grande gama de efeitos colaterais, o estanozolol pode gerar problemas no organismo da mesma forma que qualquer outro anabolizante. Entre as lesões mais comuns é a sobrecarga do fígado causando uma séria lesão hepática.
 
Veja outros efeitos que podem aparecer:
 
- ginecomastia;
 
- aparecimento de pelos no corpo da mulher;
 
- vômitos;
 
- dificuldade para dormir;
 
- queda de cabelo;
 
- redução da libido;
 
Além desses sinais e sintomas mais claros, também podem aparecer alguns tipos psiquiátricos como a ansiedade. Então se você sofre com essa doença e toma medicamentos para se controlar jamais deve administrar o estanozolol em qualquer circunstância.

Jamais utilize anabolizantes por conta própria ou indicação de amigos! Consulte o seu médico! Os medicamentos podem ter efeitos colaterais indesejáveis e irreversíveis para a sua saúde!
 
Malhar Bem

Nestlé retirará corantes e sabores artificiais de produtos nos EUA

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Nova York, 17 fev (EFE).- A multinacional suíça Nestlé se comprometeu a retirar os corantes e sabores artificiais de seus produtos nos Estados Unidos, segundo anunciou uma das executivas da empresa nesta terça-feira
 
"Sabemos que os consumidores estão cada vez mais interessados em produtos com menos ingredientes artificiais", disse a presidente da divisão de "snacks" da filial americano, Doreen Ida.
 
A empresa espera retirar até o final de ano os corantes e sabores artificiais "sem alterar o sabor e o preço", segundo detalhou em comunicado.
 
A filial americana da Nestlé se tornará a primeira grande fabricante de doces do país a retirar os ingredientes artificiais de seus produtos.
 
O objetivo é que mais de 250 de seus produtos, incluindo os populares "Butterfinger" e "Crunch", substituam os corantes por ingredientes naturais. Dessa forma, os corantes artificiais "Vermelho 40" ou "Amarelo 5" serão substituídos por extrato de urucum, um corante natural obtido da planta.
 
A companhia afirmou que começará a marcar seus produtos com o rótulo "Sem corantes nem sabores artificiais" a partir de meados deste ano.

"Temos realizado testes com os consumidores para garantir que as novas receitas cumpram com nossos elevados padrões de sabor e aparência", declarou a Nestlé.

EFE / R7

Uso de analgésico pode provocar sangramento no estômago

Reprodução
Remédios como paracetamol podem prejudicar o fígado que já está sensível pelo consumo de álcool
 
O Carnaval acabou e, para quem exagerou nos copos de cerveja e vodca, chegou a hora de curar a ressaca. Antes de seguir as receitas caseiras do amigo ou se entupir de analgésicos, veja as dicas dos especialistas ouvidos para acabar com o incômodo de uma vez por todas.
 
Beber muita água e descansar depois de vários dias de bebedeira é a dica número um do infectologista Paulo Olzon, chefe da disciplina de Clínica Médica da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo),
 
Embora os sintomas da ressaca possam variar de pessoa para pessoa, os incômodos mais comuns são dores de cabeça, enjoo, desidratação e cansaço.
 
Para quem costuma lançar mão dos analgésicos com o objetivo de amenizar a ressaca, o CRF-SP (Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo) alerta que a mistura com álcool "pode resultar em sangramentos no estômago e perda da coordenação motora". Olzon concorda e chama a atenção para o uso de paracetamol.

— O paracetamol é um remédio muito tóxico e sua associação com as toxinas já presentes no álcool pode trazer diversos problemas para o organismo, especialmente para o fígado, e causar um estrago muito grande.
 
A ressaca é uma intoxicação que ocorre pela grande quantidade de álcool no sangue, devido ao consumo abusivo da bebida. De acordo com a nutricionista Camilla Monteiro, coordenadora de nutrição da academia Riosport, o fígado é o órgão que mais se prejudica, pois é encarregado de desintoxicar o corpo. Dessa forma, o órgão absorve todas as enzimas do álcool, o que resulta em um desequilíbrio no metabolismo.
 
Arte/UOL
Clique na imagem e entenda por que o álcool
 provoca ressaca
Os homens costumam ser mais tolerantes ao consumo de álcool do as mulheres por causa da dificuldade do organismo feminino metabolizar a substância, esclarece Olzon. O médico explica que as mulheres têm "menor concentração gástrica de desidrogenase alcoólica — enzima crucial para o metabolismo do álcool".
 
Por essas razões, as mulheres ficam bêbadas com menos álcool e mais rapidamente, embora tenha que ser levado em consideração os hábitos de cada pessoa, assim como o costume de consumir bebidas alcoólicas.
 
Os destilados, como cachaça, vodca, tequila e uísque, possuem um teor alcoólico muito mais alto do que as bebidas fermentadas, como a cerveja. No entanto, todas podem causar fortes ressacas.
 
A cerveja, por que ser uma bebida fermentada, tem uma substância em sua composição chamada aldeído, que "ataca" o sistema nervoso e causa fortes dores de cabeças, alerta Camilla.

— É sempre bom beber o mesmo tipo de bebida a noite inteira e evitar misturar álcool com energético ou outras substâncias.
 
Outra dica de Camilla é sempre intercalar o consumo de bebida alcoólica com água, já que o álcool desencadeia desidratação do corpo.

— Além do álcool absorver a água do corpo, o suor e a constante vontade de urinar também contribuem para essa desidratação.
 
Para evitar a ressaca no próximo Carnaval, a nutricionista orienta comer alimentos integrais.

— Antes de beber, é indicado consumir carboidrados integrais para manter a glicemia do organismo controlada e evitar a bebedeira.
 
Além dos alimentos integrais, outra dica de Camilla é dar preferência para os alimentos leves, como frutas secas, castanhas, amêndoas, nozes, damascos e uvas-passas.

— As frutas são bem-vindas desde que não sejam ácidas, como melão, pera, morango e kiwi. Elas ajudam a proteger a parede do estômago.
 
A especialista recomenda também evitar comer na rua produtos industrializados que podem irritar ainda mais a mucosa intestinal. Além disso, fuja de alimentos gordurosos e fritos vendidos em carrinhos de rua ou barracas.

Farmacêuticos alertam para uso de remédios para ressaca sem orientação
Em vista do consumo excessivo de álcool no Carnaval, o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP) divulgou um alerta sobre a necessidade de buscar orientação farmacêutica antes de consumir qualquer medicamento, mesmo os que estão disponíveis nas gôndolas e não exigem receita.

Hemorragia gastrointestinal, irritação da mucosa do estômago e náuseas são apenas alguns dos sintomas a que a população está exposta caso utilize medicamentos sem orientação adequada.

A mistura de analgésicos com álcool, por exemplo, pode resultar em sangramentos no estômago e perda da coordenação motora, explica a entidade. Já uma superdosagem de paracetamol eleva o risco de danos no fígado, e a de dipirona em excesso pode causar alergias e alterações sanguíneas.

O CRF-SP também chama atenção para a prática ilegal de algumas farmácias que colocam à venda os chamados "kits ressaca", normalmente um saquinho contendo vários medicamentos. Essa prática é proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária e deve ser denunciada. O telefone para denúncias no Estado de São Paulo é 0800 7702273.

Pílula do dia seguinte
A entidade também alerta para a tendência de aumento no consumo de pílula do dia seguinte sem orientação. Criado para ser utilizado, em casos de emergência, para evitar a gravidez indesejada, esse medicamento tem sido utilizado indevidamente como um contraceptivo comum.

"A eficácia desta pílula diminui com o tempo e, ingerida após cinco dias da relação sexual, não faz mais efeito. Além disso, o uso repetitivo aumenta o risco de falha, não substitui outros métodos contraceptivos como a camisinha e o anticoncepcional e não protege de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs/Aids)", diz o comunicado do CRF-SP.

R7 / UOL

Por que está aumentando o número de plásticas para reduzir os seios nos EUA

Reprodução
Evolução de técnicas, facilidade no procedimento e motivos de saúde levam mulheres a diminuir mamas
 
Até pouco tempo atrás, as cirurgias plásticas mais comuns nos Estados Unidos eram a de implante mamário e a lipoaspiração.
 
Mas esse cenário parece estar mudando, à medida em que cada vez mais mulheres estão buscando os cirurgiões não para aumentar, mas para reduzir o tamanho de seus seios.
 
Dados da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética mostram que em 2013 foram realizadas no país 112.838 cirurgias de redução da mama.
 
Apesar de ser apenas um terço do número total de operações para aumentar os seios, isso representa um aumento de 9% em relação ao ano anterior e de 157% se comparado a 1997.
 
No Brasil, os dados mais recentes mostram que em 2013 ocorreram mais de 140 mil cirurgias de redução de mama, enquanto o número de operações para colocar implantes foi de 226 mil.
 
Algumas das celebridades que já ganharam as manchetes por reduzirem os seios incluem Victoria Beckham, Drew Barrymore e Queen Latifah.
 
Victoria confirmou que passou em 2011 por uma cirurgia parar remover seus implantes de silicone – disse que eles pareciam “bazucas”.
 
Mas por que cada vez mais mulheres querem ter seios menores?
A cirurgiã Jennifer Walden explica que a cirurgia de redução de mama tem evoluído ao longo das últimas décadas e que agora é possível realizar procedimentos que garantem uma forma melhor (para os seios). E com cicatrizes menores.
 
Segundo a médica, entre as principais razões citadas por suas pacientes estão vergonha do corpo, os sulcos no ombro deixados pela alça do sutiã e dificuldade na hora de fazer exercícios, bem como problemas na hora de comprar sutiãs e erupções sob os seios.
 
"Essas são todas boas razões para buscar esta operação", diz ela.
 
Mudança dramática
Número de cirurgias de redução mamária em 2013 é 9% maior que no ano anterior e 157% maior que em relação a 1997.
 
Assim como Walden, o também cirurgião Johnny Franco, da Universidade Internacional da Flórida, diz que muitas mulheres citam grandes benefícios após a cirurgia.
 
Segundo ele, entre todas as formas de procedimentos do gênero, as pacientes submetidas à redução mamária são as que tendem a ficar mais felizes após o procedimento.
 
"É uma mudança dramática. A maioria tem uma diminuição imediata da dor e de desconforto. E se tornam mais confiantes em si mesmas", explica ele.
 
Já sob o ponto de vista médico, há algumas razões diferentes pela crescente busca da cirurgia: as mulheres estão alcançando a puberdade mais cedo, há maiores índices de obesidade e mulheres mais jovens expostas a estrogênios ambientais (hormônios absorvidos através do ar e da água), resultando em seios maiores.
 
Médicos geralmente recomendam uma cirurgia de redução de mamas para as mulheres que têm mamas excessivamente grandes em relação ao tamanho do corpo. Segundo Franco, seios excessivamente grandes podem causar "dores de cabeça, pescoço e ombro que afetam a qualidade de vida ".
 
Victoria Beckham está entre as celebridades que se submeteram ao procedimento de redução dos seios.
 
O procedimento também é recomendado quando um seio é maior que o outro.
 
Jovens e adolescentes
Também tem havido um crescente interesse em redução mamária entre mulheres jovens.
 
Pesquisas mostram que elementos estéticos e psicossociais - tais como a insatisfação com a imagem corporal, sintomas de ansiedade e depressão, baixa autoestima e isolamento - podem influenciar na decisão de reduzir o tamanho dos seios entre as mulheres jovens.
 
Mas esse tipo de procedimento é recomendado para adolescentes na puberdade?
 
“Não há dúvida de que esses problemas começam quando as mulheres são adolescentes", diz Franco.

"No entanto, com exceção de casos graves, como problemas físicos ou mentais, é indicado esperar até que a mulher atinja plena maturidade para uma redução de mama."
 
Mulheres que se submetem a essa cirurgia muito jovens podem ter de repetir o procedimento depois de alguns anos, de acordo com o cirurgião.

BBC Brasil / R7

Ciência está perto de descobrir razão de algumas pessoas desenvolverem obesidade e outras não

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Instituições norte-americanas descobrem 89 genes que estão ligados ao desencadeamento do excesso de peso. Uma das pesquisas reforça a ação deles no sistema nervoso central
 
Dois estudos publicados na revista Nature aproximam os cientistas da compreensão de por que algumas pessoas desenvolvem a obesidade e outras não.

Os trabalhos detalham 153 regiões do genoma humano com papel fundamental no desenvolvimento da doença, praticamente triplicando a quantidade de marcadores genéticos conhecidos relacionados ao problema.

Hoje, 37% dos homens e 38% das mulheres de todas as regiões do mundo sofrem com o sobrepeso e as suas comorbidades.

Dos genomas detalhados nas duas pesquisas, 89 são inéditos, o que faz dos trabalhos um dos maiores levantamentos sobre as raízes genéticas da obesidade. Ambos fazem parte de um projeto internacional chamado Genetic Investigation of Anthropometric Traits (Giant). Em um deles, pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, encontraram 97 regiões do genoma suscetíveis a influenciar a obesidade, sendo 56 inéditas.

Para chegar a esses resultados, a equipe analisou o genoma de 340 mil pessoas de vários países, não necessariamente obesas. Identificaram regiões relacionadas à obesidade, à doença arterial coronariana, ao diabetes, entre outras enfermidades. Alterações nessas regiões e em outras moléculas, além de modificações em alguns genes, como o MC4R, explicam 5% da tendência à obesidade, sendo mais expressivo ainda na infância, quando respondem por até 25% do sobrepeso.
 
A maioria absoluta desses genes sinaliza para o sistema nervoso central, em especial o hipotálamo, onde fica o que antigamente era denominado centro da fome e da saciedade. “Os resultados consolidam a ideia de que a gente deve tratar a obesidade sempre com medicamentos que atuam no sistema nervoso central. Assim, é possível equilibrar e manter o balanço energético, que é a quantidade de energia que entra e sai do corpo pelos alimentos e pelos exercícios físicos”, explica Amélio Godoy, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

O médico, que não participou do estudo, explica que esses genes estão relacionados com o glutamato, neurotransmissor do sistema nervoso central que participa da resposta a estímulos rápidos, como sentir fome ou medo. Após verificarem isso, os autores da Universidade de Michigan sugeriram que o topiramato, medicamento que atua nessa região, poderia ser usado como tratamento contra o excesso de peso. Hoje, ele é prescrito, principalmente, como coadjuvante nas terapias para a epilepsia.

No ano passado, a Food and Drug Administration (FDA), a Anvisa dos EUA, permitiu a comercialização de um medicamento que combina o topiramato com um anfetamínico moderador de apetite. “A combinação das substâncias mostra-se um dos mais potentes remédios para emagrecer até hoje pesquisados. Em geral, os remédios aprovados pela FDA são logo trazidos para o Brasil”, aponta Godoy.

Um dos impasses, avalia o médico, é que o medicamento foi desenvolvido por um laboratório de pequeno porte, o que poderá atrasar a chegada do medicamento ao país. “Nossa expectativa é que, de alguma maneira, algum laboratório grande o compre e comercialize aqui também”, imagina.

Pior para elas
Em um segundo estudo, pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte (EUA) estudaram os marcadores genéticos relacionados ao metabolismo de lipídeos em mais de 220 mil pessoas. Depois, ligaram as informações obtidas à relação da medida da cintura com a do quadril, razão utilizada para observar a quantidade de gordura ao redor de órgãos vitais.

Foram encontradas 49 regiões do genoma, sendo 33 inéditas. Além de detectarem os mecanismos genéticos relacionados à gênese da gordura, os estudiosos observaram que o DNA determina com mais força a distribuição dela no corpo da mulher. Isso resulta, segundo eles, da influência dos hormônios femininos na expressão dos genes.

“Os resultados podem abrir caminhos para novas pesquisas dentro das vias de sinalização que aumentem a compreensão sobre como funciona essa distribuição corporal . Talvez, mais para a frente, intervenções que mirem essas vias de sinalização possam ser trabalhadas”, acredita Michele Migliavacca, médica geneticista do laboratório Exame.

Ela explica que as pessoas com essas heranças genéticas não devem se considerar condenadas à obesidade. “Trata-se de uma herança complexa, que toma forma levando em conta o equilíbrio dos fatores genético e ambiental. Uma pessoa que tem todas essas alterações, mas também uma alimentação saudável e que pratica atividades físicas diariamente provavelmente não será gorda.”

Correio Braziliense