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segunda-feira, 2 de março de 2015

Mebendazol do laboratório Brainfarma tem um lote suspenso

A Anvisa determinou o recolhimento do lote B13L0640 do medicamento Mebendazol, 100 mg/5ml suspensão oral, da empresa Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
 
O motivo foi a reprovação na análise de aspecto.
 
Durante o teste, foi identificada a formação de grumos e sedimentos de difícil separação depois de agitar os fracos para o lote.
 
A empresa fabricante deve providenciar ainda o recolhimento do lote em questão.

Saiba o que observar na hora de comprar um travesseiro e como conservar o acessório

Reprodução: Especialistas indicam que é preciso observar o
ângulo entre o pescoço e o ombro (veja no quadro abaixo)
quando deitamos de lado na cama.
"Com uma postura correta, os músculos relaxam, e a pessoa tende a dormir melhor", diz especialista
 
Se você pensa em trocar o travesseiro, é melhor reservar algum tempo de seu dia: não basta escolher um novo pelo preço após dar algumas afofadas no acessório. Segundo Fernando Gustavo Stelzer, neurologista e membro da Associação Brasileira do Sono, é importante que a coluna esteja alinhada durante o sono. 
 
– Com uma postura correta, os músculos relaxam, e a pessoa tende a dormir melhor – explica.
 
Para que a posição ideal seja encontrada, uma série de fatores tem de ser levada em consideração, como a altura e a densidade.
 
Especialistas indicam que é preciso observar o ângulo entre o pescoço e o ombro (veja no quadro abaixo) quando deitamos de lado na cama.
 
– Deste modo, todos os nervos ficam livres para que os estímulos liberados pelo cérebro durante o sono percorram o corpo de uma forma completa – esclarece a responsável por desenvolvimento de produto dos travesseiros Duoflex, Renata Federighi.
 
Portanto, se você puder testar o acessório antes de comprar, melhor. De acordo com Denis Martinez, especialista em medicina do sono, “ao longo da história, as pessoas usaram diferentes métodos de descansar a cabeça”. Para descobrir qual o mais indicado para você, o caderno Vida elaborou o guia do travesseiro.
 
Altura
A principal função do travesseiro é deixar a coluna alinhada enquanto dormimos. Por isso, devemos levar em consideração a posição em que passamos a maior parte da noite e o nosso biotipo. A posição mais indicada é a lateral: para essa, a pessoa deve escolher um travesseiro de modo que, ao repousar a cabeça, haja um ângulo de 90º com relação ao ombro que é apoiado na cama.
 
O ideal é que a cabeça fique alinhada com o resto da coluna para evitar que o sono seja prejudicado por causa de dores – explica Stelzer. O neurologista ainda diz que quem gosta de dormir com travesseiros mais altos deve se preocupar em manter o tronco inclinado também – não apenas a cabeça. As pessoas que preferem deitar de barriga para cima ou de bruços devem optar por travesseiros mais baixos, indica Renata.
 
Densidade
Quando compramos um colchão, os vendedores medem a densidade ideal com base no peso da pessoa que o usará, lembra Stelver. O indicado, esclarece o neurologista, é que algo semelhante seja feito na hora de adquirir um travesseiro.
 
O travesseiro tem de ser macio, mas não tanto a ponto de afundar muito a cabeça. Deve apresentar uma sustentação básica, mas também não pode ser muito duro. O importante é continuar pensando na dica anterior: ao deitar, a coluna tem de ficar alinhada.
 
Temperatura
Os travesseiros fabricados a partir de espuma de poliuretano (espuma comum, viscoelástico, látex), assim como os de fibras, acompanham a temperatura do corpo.
 
Os de látex natural e os travesseiros com aplicações de gel são mais frescos. 
 
De preferência pessoal
Espuma comum: Tende a se ajustar à cabeça, podendo "afundar" com o tempo, perdendo altura e densidade.
 
Viscoelástico: Conhecido como travesseiros da "Nasa", se molda facilmente à cabeça. Além disso é antipressão, o que significa que não há resistência contra o peso descansado sobre ele.
 
Látex Natural: Produzido a partir da seiva da seringueira, apresenta maior elasticidade e suporte. Tem temperatura sempre inferior à do corpo. É indeformável e lavável.
 
Látex de Poliuretano: Produzido com espuma de poliuretano, apresenta o mesmo toque e elasticidade do látex natural. Porém, suas células tendem a se conformar com o uso. Não é lavável.
 
Fibras sintéticas: São os de preço mais acessível, mas, geralmente, têm vida útil curta. Noite após noite, a tendência é de que fiquem cada vez mais baixos. É lavável.
 
Penas e plumas: São macios, mas podem gerar alergias em algumas pessoas.
 
Quando trocar
A indicação é de que, independentemente da vida útil do material do recheio, o travesseiro seja trocado por um novo a cada dois anos.
 
Com o tempo, ele acumula ácaros, pois é feito com materiais porosos que armazenam secreções expelidas durante o sono, como saliva, cera de ouvido e pele morta.
 
Já a fronha deve ser trocada de uma a duas vezes por semana, com toda a roupa de cama. As pessoas que transpiram muito têm de mudar a fronha com mais frequência.
 
Entre as pernas
Segundo o especialista em medicina do sono Fernando Stelzer, o uso de um travesseiro entre as pernas enquanto a pessoa dorme de lado é necessário em dois casos: quando o paciente ronca ao virar de barriga para cima ou quando o indivíduo fica acamado por muito tempo.
 
– A gente dá a orientação nessas duas situações para que haja uma reeducação da postura – afirma.
 
Para deixar de roncar
Ainda não há evidências científicas de que certos tipos de travesseiros ajudam a evitar o ronco.
 
– Travesseiro não é tratamento, serve para apoio. Isso não tem eficácia comprovada – alerta Stelzer.
 
 
Zero Hora

Novo fármaco que trata o ebola consegue bons resultados, diz estudo

Infográfico sobre ebola, V6 (Foto: Infográfico/G1)
Favipiravir reduz mortalidade de 15% a 30% no estágio inicial da doença. Resultado não é efetivo em pacientes com alto grau de contaminação
 
Um tratamento contra o ebola cofinanciado pela União Europeia e desenvolvido por um instituto francês alcançou “resultados promissores” que levam a acreditar que o fármaco poderia ser eficaz para combater a doença em uma fase inicial, informou a Comissão Europeia (CE).
 
“A luta contra o ebola avança mais um passo rumo a um tratamento efetivo” graças aos fundos europeus destinados a programas de pesquisa e inovação, de acordo com um comunicado divulgado na terça-feira (24).
 
O Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França (Inserm) anunciou esta semana uma evidência encorajadora que o fármaco antiviral favipiravir poderia ser um tratamento eficaz contra o ebola em um primeiro estágio.
 
Segundo os resultados do experimento, o favipiravir reduz as possibilidades de mortalidade de 15% a 30% nos estágios iniciais da doença.

No entanto, em crianças e pacientes com alto grau de contaminação pelo vírus, o resultado não é efetivo.
 
Dinheiro aplicado
O projeto da Inserm, conhecido como Reaction (Reação), receberá 2,5 bilhões de euros da União Europeia.

As atividades de pesquisa já receberam 1,93 milhão de euros e começaram em 1 de novembro de 2014.
 
“Estou entusiasmado com esses resultados de um de nossos projetos financiados pela UE para combater o ebola”, destacou o comissário europeu da Pesquisa, Ciência e Inovação, Carlos Moedas.
 
Segundo ele, assim que os resultados se confirmem através dos testes clínicos que estão sendo realizados, este se tornará o primeiro tratamento contra a doença durante o atual surto.
 
Em setembro de 2014, a CE mobilizou 24,4 milhões de euros do programa Horizonte 2020 para apoiar a pesquisa urgente do ebola através de um procedimento rápido.
 
Médicos Sem Fronteiras
De acordo com a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF), os testes clínicos iniciados em dezembro mostraram eficácia e podem reduzir o índice de mortes.
 
A ONG afirma que experimentou o medicamento em tratamentos em Guekedu, na Guiné.
 
No total, desde que começou a epidemia do ebola em dezembro do 2013, a Organização Mundial da Saúde (OMS) contabilizou 23.539 casos confirmados, suspeitos e prováveis da doença, dos quais 9.541 pessoas morreram.

G1

Legislação Trabalhista: Comunicado importante sobre carga horário de trabalho do farmacêutico

COMUNICADO IMPORTANTE SOBRE CARGA HORÁRIA DE TRABALHO DO FARMACÊUTICO
São Paulo, 26 de fevereiro de 2015
 
Comunicamos que para tramitação dos documentos protocolados neste CRF-SP, exigimos o cumprimento do previsto na legislação trabalhista, acerca da carga horária máxima de trabalho permitida ao farmacêutico com vínculo empregatício.
 
Ou seja, todas as vezes que é protocolada uma assunção de responsabilidade técnica, farmacêutico substituto ou folguista, é realizada avaliação do horário de trabalho declarado nos respectivos formulários e as solicitações em desacordo com a lei são indeferidas.
 
Vale destacar que as normas trabalhistas permitem a realização de no máximo 2 horas extras diárias e quando caracterizada essa situação, o CRF-SP, para tramitar a documentação protocolada, exige que seja formalizada uma declaração de que tais horas serão devidamente remuneradas.
 
Porém, recomendamos que os farmacêuticos evitem acordar com o seu empregador carga horária superior a 44 horas semanais, ainda que sejam devidamente remuneradas por meio do pagamento de horas extras.
 
Por fim, lembramos que alguns estabelecimentos farmacêuticos devem contar com assistência em período integral, como por exemplo, farmácias, drogarias, distribuidoras de medicamentos, indústrias farmacêuticas, porém isso não significa que um único profissional seja obrigado a trabalhar durante todo o horário de funcionamento. O farmacêutico deve trabalhar no horário acordado com o seu empregador e previsto em seu contrato de trabalho. A responsabilidade de manter profissionais em número suficiente para cumprimento da lei é da empresa.
 
Qualquer dúvida, orientamos entrar em contato com nosso Departamento de Orientação Farmacêutica pelo telefone (11) 3067-1470 ou e-mail: orientacao@crfsp.org.br.
 
Fique atento aos seus direitos!
 
Assessoria de Comunicação CRF-SP

Açúcar de coco: conheça os seus benefícios

Apesar de saudável, o açúcar de coco possui calorias e deve ser usado com moderação
Apesar de saudável, o açúcar de coco possui calorias e
deve ser usado com moderação
Com baixo índice glicêmico e cheio de vitaminas, açúcar de coco é um bom substituto para o refinado comum
 
Cheio de vitaminas, o açúcar extraído do coco é um ótimo substituto do açúcar comum. Embora com a mesma quantidade de calorias do que o açúcar refinado, o índice glicêmico do açúcar de coco é mais baixo, logo as chances de estocar aquelas gordurinhas indesejáveis diminui.
 
A razão é simples: quando há picos de açúcar no sangue, o organismo é obrigado a liberar insulina para retirar esse açúcar. Como não tem para onde ir, ele é estocado em forma de gorduras nada bem-vindas.
 
“O índice glicêmico é a velocidade em que o carboidrato é digerido e transformado em açúcar no sangue. Os alimentos com alto índice glicêmico aumentam a quantidade de açúcar no sangue, fazendo com que o pâncreas trabalhe mais na liberação de uma quantidade maior de insulina para normalizar a glicose no sangue”, explica Cíntia Azeredo, nutricionista do Vita Check-up Center.
 
“Esse processo poderá levar a uma sobrecarga no pâncreas”, alerta ela.
 
Um alimento com baixo índice glicêmico é aquele com glicose menor que 70 mg. Os intermediários, entre 70 e 90 mg. E os de alto índice, que devem ser evitados, maiores de 90 mg. O índice glicêmico do açúcar de coco é 35. O do açúcar comum, 68.
 
“Todos podem consumir o açúcar de coco, desde que não tenham nenhuma alergia específica ao alimento”, recomenda Cíntia. “Diabéticos também podem, sendo até uma boa opção para o diabético tipo II, pelo baixo índice glicêmico. Porém, não se deve esquecer de que ele irá de qualquer forma agregar carboidratos à dieta e seu excesso acarretará danos à saúde. Um nutricionista poderá calcular a quantidade ideal deste açúcar na dieta”, explica ela.
 
Cíntia explica que, para quem quer emagrecer, o açúcar de coco pode ser útil em relação à qualidade, pois não passa pelo processo de refinamento e preserva boa parte de seus nutrientes.  “Entretanto, não se esqueça de que possui calorias”.
 
Veja alimentos com baixo índice glicêmico para inserir na dieta:
 
- Amendoim: índice glicêmico de 21
 
- Damasco seco: índice glicêmico de 44
 
- Feijão de soja: índice glicêmico de 23
 
- Iogurte sem açúcar: índice glicêmico de 27
 
- Leite integral: índice glicêmico de 39
 
- Lentilha: índice glicêmico de 38
 
- Maçã: índice glicêmico de 52
 
iG