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sábado, 4 de abril de 2015

Consumo excessivo de açúcar pode afetar visão, alerta especialista

Reprodução: Retinopatia Diabética
Com a chegada da Páscoa, os abusos com o chocolate podem gerar vários problemas de saúde, inclusive para os olhos
 
O conselheiro da Sociedade Brasileira de Oftalmologia e consultor do Instituto Varilux da Visão, Marcus Sáfady, explicou que as consequências do excesso de açúcar no organismo podem ser grave para a visão. Uma glicemia não estável pode levar a alterações dos vasos sanguíneos que provocam, em um estágio mais avançado, doenças oculares sérias, sobretudo para diabéticos.
 
“Quando o médico percebe pequenas dilatações nas extremidades dos pequenos vasos da retina, assim como presença de micro-hemorragias, confirma o diagnóstico de retinopatia diabética. Por isso, o exame oftalmológico é considerado muito importante no diagnóstico e controle do diabetes. Entre as complicações oculares mais graves da doença, em fases mais avançadas da retinopatia, estão a catarata e o glaucoma.” explicou Sáfady.
 
A retinopatia diabética é uma complicação do diabetes ocasionada pela deterioração dos vasos sanguíneos que alimentam a retina. Se atingirem a mácula - área responsável pela visão de cores e detalhes - a pessoa poderá notar o aparecimento de manchas, a redução ou embaçamento da visão. Inicialmente, a doença não apresenta sintomas, mas quando os problemas pioram, os vasos sanguíneos podem romper-se e vazar, causando as micro-hemorragias da retina. “Por isso é necessário que diabéticos realizem exames oftalmológicos regulares e mantenham a doença sob controle”, orientou o médico.
 
Ainda segundo o oftalmologista, a doença pode se caracterizar também pelo aparecimento de vasos anormais, mais frágeis e mais propensos ao rompimento, podendo dar origem a grandes hemorragias, formar cicatrizes e, consequentemente, levar ao descolamento de retina e provocar ainda o aparecimento do glaucoma”.
 
Chocolates sem açúcar e comer com moderação são as opções para quem não abre mão das guloseimas na época mais doce do ano. O médico lembra os cuidados regulares que devem ser tomados durante todo o ano para evitar a diabetes e outras doenças.
 
Agência Brasil

Saiba quando o ciclo menstrual volta ao normal após o parto

Depois do nascimento do bebê, mulher permanece sem ovular por cerca de três meses
 
Um dos primeiros sintomas da gravidez é a alteração da menstruação. Geralmente, quando a mulher nota esse atraso, imediatamente ela procura se consultar com o ginecologista ou submete ao teste de gravidez.
 
O ciclo menstrual consiste no desenvolvimento e do espessamento da parede interna do útero — o endométrio. Quando a gravidez não acontece, as células endometriais se desprendem da parede uterina provocando o sangramento. A menstruação tende durar entre dois a sete dias.
 
Segundo a ginecologista e obstetra Erica Mantelli, a menstruação é interrompida durante a gravidez.
 
— Isso ocorre porque a parede do útero não descama, caso contrário, aconteceria um abortamento. Vale ressaltar que qualquer sangramento na gravidez é importante comunicar o médico — afirma.
 
Após o nascimento do bebê, a mulher irá notar um sangramento que pode durar até 40 dias, mas não é menstruação.
 
— Esse sangramento ocorre porque o corpo está eliminando o material que revestia o útero durante a gestação — explica a ginecologista.
 
Depois desse processo, a mulher ainda permanece sem ovular durante meses, ou seja, ela ainda não irá menstruar.
 
— Isso acontece devido aos hormônios que são produzidos durante o aleitamento materno e bloqueiam a ovulação — diz Erica.
 
Segundo a ginecologista, o ciclo menstrual tende voltar quando a mãe diminuir a amamentação. A menstruação retorna quando o aleitamento deixar de ser exclusivo e o bebê se alimentar com fórmulas ou alimentos sólidos.
 
Se a mulher não quiser uma gravidez surpresa logo após a gestação, ela pode iniciar o uso do anticoncepcional.
 
— O período mais seguro para a mulher não engravidar é no máximo dois meses após o parto. Depois desse período é recomendado que ela inicie algum método contraceptivo — esclarece a ginecologista.
 
Um dos métodos utilizados para evitar uma gestação na sequência é a pílula anticoncepcional. A mulher deve se consultar com o seu médico para que ele indique uma pílula para pós-parto a base de progesterona. Apesar de essas pílulas conterem doses baixas de hormônios, elas protegem a mulher de uma gravidez indesejada, segundo Erica.
 
Quando devo me preocupar com sangramentos no pós parto?

É importante que a mulher procure o seu ginecologista se notar alterações como:
 
- Sangramento intenso

-Apresentar coágulos

- Cheiro ruim

- Febre e calafrios
 
Zero Hora

Conheça a imunoterapia, tratamento contra o câncer considerado revolucionário pelos especialistas

Arte ZH
 
Medicamentos conseguem reativar sistema de defesa natural do corpo e usá-lo para combater os tumores
 
Habituados a avanços lentos e promessas grandiosas que acabam por não se confirmar, médicos e pesquisadores da área do câncer costumam ser cautelosos diante de novas linhas de tratamento. Por isso mesmo, é significativo o entusiasmo que muitos deles demonstram quando o assunto é a imunoterapia. Apesar de tratar-se de uma estratégia que recém começa a ser incorporada na prática clínica, ela já merece adjetivos como "extraordinária", "fantástica" e "revolucionária". Em 2013, foi considerada o avanço do ano pela revista Science, da Associação Americana para o Progresso da Ciência. Nos dias atuais, existem já milhares de pacientes que só estão vivos por causa dela.
 
— Pelo que vejo acontecer nos principais centros do mundo, posso dizer que estamos entrando em uma nova era do tratamento do câncer. A imunoterapia está revolucionando os resultados em vários tipos de tumor — celebra o oncologista gaúcho André Fay, pesquisador visitante do Dana-Farber Cancer Institute/Harvard Medical School (EUA), instituição de ponta no estudo da técnica.
 
O curioso é que as medicações imunoterápicas, diferentemente de tratamentos tradicionais como a quimioterapia ou a radioterapia, não se preocupam em atacar os tumores. O que elas fazem é agir sobre o sistema imunológico, mobilizando as defesas naturais do organismo para combater as células cancerígenas. Em teoria, o conceito relacionando o sistema imunológico e o desenvolvimento de tumores existe há mais de um século. Na prática, utilizar o próprio sistema imunolólgico no combate ao câncer começou a funcionar nos últimos anos, graças a descobertas recentes sobre a biologia dos tumores.
 
A partir dos anos 80, pesquisadores identificaram a presença de certos receptores nos linfócitos T, a infantaria do sistema imunológico. Esses receptores — os mais conhecidos são o PD-1 e o CTLA-4 — funcionam como uma espécie de botão de liga e desliga das células de defesa. Por meio de proteínas presentes na sua membrana, as células cancerígenas conseguem acionar esse interruptor, desligando o sistema imunológico. O resultado é que o tumor cresce, sem ser reconhecido como uma ameaça.
 
André Fay — que voltou recentemente ao Estado para atuar no Instituto do Câncer do Hospital Mãe de Deus, mas continua trabalhando com pesquisadores do Dana-Farber Cancer Institute pioneiros no campo da imunoterapia — observa que o mecanismo usado pelos tumores é o mesmo que protege órgãos e tecidos saudáveis. Eles também expressam proteínas que inativam o sistema imunológico.
 
— No Dana-Farber, pesquisou-se por muitos anos a interação entre a célula de defesa e proteínas expressas na membrana dos tumores. Quando o mecanismo foi compreendido, concluiu-se que bloquear essa interação manteria o sistema imunológico ativado. Desenvolveram-se anticorpos específicos que impedem a ligação do receptor da célula de defesa com o seu ligante na célula tumoral. Quando isso ocorre, as células de defesa combatem o tumor como se ele fosse uma infecção — explica.
 
Mais medicamentos devem ser aprovados em breve
Os primeiros resultados dessa estratégia apareceram em pacientes com melanoma metastático, uma forma agressiva de câncer de pele para a qual a medicina não oferecia nenhuma alternativa eficaz.
 
Com a imunoterapia, ocorreram regressões surpreendentes e prolongadas nos tumores de uma parcela considerável dos pacientes. Em um dos estudos, 53% dos doentes que receberam a dose máxima da medicação tiveram reduções de pelo menos 80% no tumor.
 
Com o sucesso no tratamento do melanoma, o interesse pela imunoterapia explodiu. E as boas notícias não param de vir dos centros de pesquisa. Em diferentes tipos de câncer avançado, nos quais já se havia tentado de tudo, os novos remédios ofereceram resultados sem precedentes. Pelo potencial de salvar vidas, a FDA, agência americana de medicamentos, abreviou os trâmites para a aprovação de imunoterápicos. Algumas medicações já foram liberadas. E um número muito maior, para variados tipos de câncer, deve estar disponível em breve.
 
— Em um ou dois anos, vamos ver a aprovação de vários desses medicamentos. Durante décadas, a imunoterapia foi vista com ceticismo por médicos e pesquisadores, mas hoje não existe área mais estimulante na oncologia — observa Gilberto Schwartsmann, chefe do serviço de oncologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.
 
Zero Hora

Sete dores que você não deve ignorar

Dor de cabeça: alterações na visão ou nos hormônios podem
 ser causas do problema
Especialistas apontam quais dores mais pedem investigação médica e o que elas podem significar

Uma sensação dolorosa, de maior ou menor intensidade, em qualquer parte do corpo. Trata-se da definição do dicionário para a palavra dor. E quando o assunto é essa sensação de diferentes intensidades, origens e significados, os médicos são unânimes em alertar: muitas dores subestimadas ou encaradas como corriqueiras podem ser avisos do corpo de que algo não anda bem. Atentar para esses sinais o quanto antes é uma das principais medidas preventivas indicadas pelos médicos.
 
"A dor é um mecanismo de proteção que avisa quando algo nocivo está acontecendo no organismo – explica Ricardo Caponero, médico oncologista da Clinonco – Clínica de Oncologia Médica, de São Paulo.
 
"Não é preciso esperar a dor para realizar alguns exames preventivos de saúde, já que nem sempre ela está presente, mesmo em doenças graves (como as fases iniciais do câncer, por exemplo). Mas há algumas dores que nunca devem ser ignoradas."
 
Mesmo as dores em uma mesma região do corpo podem ter localizações exatas e significados bastante diferentes. Um desses casos diz respeito às dores abdominais. Elas podem ser subdivididas em diversas áreas da faixa gástrica e intestinal, por exemplo, e apresentar diferenças sutis que, por sua vez, levam a diagnósticos diferentes.
 
"Um paciente com dor no estômago que melhora logo após a alimentação pode ter suspeita de úlcera no duodeno. Já a dor no estômago que piora com a alimentação leva a uma investigação de úlcera ou mesmo de tumor no estômago", exemplifica o gastroenterologista Antonio Luiz de Vasconcellos Macedo, cirurgião geral do aparelho digestivo do Hospital Albert Einstein, de São Paulo.
 
Outras dores que costumam ser quase ignoradas são as sentidas após a prática da atividade física – a tendência é acreditarmos que exercício, para funcionar, "tem de doer". Efetivamente, a dor durante ou após uma atividade física pode até ser considerada normal, desde que se apresente de forma leve e sem prejuízo ao sistema musculoesquelético e cardiovascular, como aponta o ortopedista Moisés Cohen, presidente da Sociedade Mundial de Artroscopia, Cirurgia do Joelho e Trauma Desportivo e diretor do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte, em São Paulo.
 
"A dor muscular, por exemplo, é muito comum após longo período de inatividade e geralmente desaparece após um ou dois dias, até sumir por completo com a melhora do condicionamento físico.  No entanto, realizar qualquer atividade física com dor, em qualquer região do corpo, pode ser um alerta e precisa ser investigada", orienta o especialista.
 
Veja a seguir as sete principais dores que sempre devem ser investigadas e o que os médicos dizem a respeito delas.
 
1. Dor de cabeça
Dos 10 aos 50 anos, ela geralmente é causada por alterações na visão ou nos hormônios – esta última, mais comum entre as mulheres. Acima dos 50 anos, pode estar relacionada à hipertensão.
 
2. Dor de garganta
Pode ter origem em processos infecciosos por bactérias ou vírus. Caso se torne persistente e seja associada a sintomas como rouquidão, falta de ar, sangramento ou dificuldade para engolir, pode estar relacionada a certos tumores nas vias aéreas ou digestivas.
 
3. Dor no peito
Pode representar uma simples dor muscular na parede torácica ou, principalmente quando intensa e aguda, indicar algum problema cardiológico, como uma angina ou até mesmo o início de um infarto.
 
A falta de ar (dispneia) durante a prática esportiva pode ser normal por falta de condicionamento, mas também pode indicar um processo alérgico ao exercício ou alguma alteração cardiorrespiratória.
 
Dor nas costas: má postura e esforço físico exagerado são
 as causas mais comuns
4. Dor abdominal
Uma dor forte na parte baixa do abdome, acompanhada de dificuldade de evacuar e eliminar gases, pode ser sinal de diverticulite aguda. Já a dor na boca do estômago com sensibilidade do lado direito traz a possibilidade de cólica ou infecção na vesícula biliar (parte alta do abdome) ou ainda apendicite aguda (na parte baixa do abdome). Cólicas intestinais com presença de muco ou sangue nas fezes podem ser suspeita de colite ou de tumores intestinais.
 
5. Dor nas costas
A má postura e o esforço físico podem machucar a coluna lombar. Principalmente quando acompanhada de irradiação, formigamento e diminuição de força motora nos membros inferiores, a dor nesta região mais baixa das costas pode estar presente nos casos de hérnia de disco. Além de minar a qualidade de vida, a dor nas costas também pode encobrir o câncer no pâncreas.
 
6. Dor nas pernas
É uma das dores mais comuns e suas causas podem ser as mais variadas, desde problemas vasculares e artroses até doenças como hipotireoidismo e diabetes. Especificamente, as dores nos joelhos, por tratar-se de uma articulação extremamente vulnerável aos traumas, podem significar desde lesões simples, como as tendinites, até lesões mais graves, como de menisco e de cartilagem.
 
7. Dor no corpo todo
Se a sensação é de que o corpo todo vive “moído”, e essa dor geral está associada a um quadro de desânimo e falta de energia, pode ser um sintoma de depressão ou de fibromialgia.
 
Sentir dores, especialmente as que se prolongam por longos períodos de tempo nunca é normal. Em todos os casos, é imprescindível procurar um médico e investigar a origem da dor, para então buscar o tratamento mais adequado para o problema, finalizam os especialistas.
 
BBC Brasil / iG

Região de 220 mil pessoas em SP tem falta crônica de remédios em postos de saúde

UBS Parque São Rafael é uma das unidades onde falta de medicamentos é gritante
Anderson Passos/iG São Paulo: UBS Parque São Rafael é
uma das unidades onde falta de medicamentos é gritante
Problemas na região de São Mateus, zona leste da cidade, são persistentes desde o começo do ano
 
Embora o problema seja tratado como pontual pela Prefeitura de São Paulo, que afirma regularizar os estoques de medicamentos a cada 15 dias nas farmácias das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município, a região de São Mateus, na zona leste, convive com a falta crônica de medicamentos.
 
A reportagem do iG fez duas visitas ao local onde vivem aproximadamente 220 mil pessoas. A mais recente ocorreu nesta quarta-feira (2) e a anterior ocorreu no dia 4 de março.
 
Na primeira unidade visitada, a UBS Jardim Colonial, estavam em falta Albendazol (mastigável 400mg), Carbonato de Cálcio (500mg), Cefalexina (comprimido 500mg), Cloridato de Clindamicina; Dimenidrinato + Cloridato de Piridoxina (Vitamina B6) - solução oral gotas 25mg/ml, Metformina 500mg; Cloridato de Metrocopramida (comprimido 10mg)Cloridato de Piridoxina (comprimido 40mg), Risperidona (comprimido 2mg) e Sertralina (comprimido 50mg).
 
Na UBS Parque São Rafael também estavam em falta Albendazol (mastigável 400mg), Albendazol (suspensão oral 40mg), Carbonato de Cálcio (500mg), Cetoconazol (creme 20mg/g 2% bisnaga, Cefalexina (comprimido 500mg), Cloridato de Clindamicina; Dimenidrinato + Cloridato de Piridoxina (Vitamina B6) - solução oral gotas 25mg/ml, Cloridato de Metrocopramida (comprimido 10mg)Cloridato de Piridoxina (comprimido 40mg), Risperidona e Sertralina (comprimido 50mg).
 
"A Risperidona chegou há três dias", informou uma servidora sob anonimato. O estoque era de 600 comprimidos. Mas como esse medicamento é de uso contínuo por pacientes psiquiátricos, ele esgota rápido porque o paciente precisa do estoque para um mês de uso", explicou.

Também visitada nesta quarta-feira, a UBS Jardim 9 de Julho não tinha em estoque Carbonato de Cálcio (500mg), Cefalexina (comprimido 500mg), Cloridato de Clindamicina, Dimenidrinato + Cloridato de Piridoxina (Vitamina B6) - solução oral gotas 25mg/ml, Metformina 500mg; Cloridato de Metrocopramida (comprimido 10mg), Risperidona (comprimido 2mg) e Sertralina (comprimido 50mg)
 
Na UBS São Mateus I, os funcionários se recusaram a informar se havia ou não falta de remédios. Em março passado, não foi diferente. Na primeira visita, a usuária Diva Maria Ferreira, de 57 anos, relatou que não encontrou Metoclopramida (conhecido como Plasil, empregado no combate a náuseas e vômitos) e Escopolamina (conhecido como Buscopan e que trata cólicas e úlceras). Ouviu da atendente que não havia previsão para a reposição.

Já na UBS do Parque São Rafael, houve a informação de que os estoques foram atualizados na segunda-feira (9), mas que ainda persistia a falta de alguns medicamentos como Albendazol - comprimido mastigável 400mg, Cefalexina - comprimido 500mg, Clindamicina cloridato - cápsula 300mg, Dimenidrinato, Piridoxina, cloridato (vit B6) - solução oral gostas 25mg/ml + 5mg/ml frasco, Hidrocorotiazida - comprimido 25mg, Hipoclorito de Sódio - solução 2,5% de cloro ativo (25mg/ml) frasco, Metoclopramida, cloridato comprimido 10mg, Risperidona - comprimido 2mg e Sertralina - comprimido 50mg.
 
Lista
Segundo relatório produzido pelo Conselho Gestor de Supervisão de São Mateus e apresentado no último dia 4 de março, a falta dos medicamentos na região era classificada como "permanente". Na época, constavam da lista:
  • Albendazol - comprimido mastigável 400mg
  • Albendazol - suspensão oral 40mg
  • Carbonato de Cálcio - comprimido 500mg
  • Cefalexina - comprimido 500mg
  • Cetoconazol - creme 20mg/g (2%) bisnaga
  • Clindamicina cloridato - cápsula 300mg
  • Clonezapam - comprimido 2mg
  • Dimenidrinato - solução oral gotas 25mg/ml
  • Piridoxina, cloridato (vit B6) - 5mg/ml frasco
  • Hidroclorotiazida - comprimido 25mg
  • Hipoclorito de Sódio - solução 2,5% de cloro ativo (25mg/ml) frasco
  • Metformina 500mg - cloridato (Vit B6) comprimigo 40mg
  • Metoclopramida, cloridato comprimido 10mg
  • Piridoxina - cloridato (vit B6) comprimido 40mg
  • Risperidona - comprimido 2mg
  • Sertralina - comprimido 50mg
Os remédios
O Albendazol - comprimido mastigável 400mg - e Albendazol - suspensão oral 40mg - são medicamentos utilizados para o combate de infecções intestinais. Já o Carbonato de Cálcio é usado no combate e prevenção a osteoporose. Cefalexina é um antibiótico que combate infecções como amigdalite, sinusite, faringite e otite.
 
A pomada Cetoconazol é recomendada no combate a infecções do órgão reprodutor feminino, assim como o antibiótico Clindamicina. O Clonazepam, popularmente conhecido como Rivotril, é um medicamento ansiolítico da família dos benzodiazepíricos.
 
Dimenidrinato e o Cloridato de Piridoxina são usados para prevenir náuseas e vômitos em gestantes, enquanto a Enoxaparina Sódica combate tromboses que podem ocorrer após cirurgias.
 
A Hidroclorotiazida é um diurético recomendado a pacientes que sofrem de hipertensão, enquanto o Hipoclorito de Sódio é aplicado como anti-séptico. O Metformina é sugerido para controlar o açúcar no sangue de pacientes diabéticos do tipo 2. Metoclopramida, também conhecido pelo nome de Plasil, combate distúrbios estomacais e da flora intestinal.
 
A Piridoxina ou Vitamina B6 combate a anemia e Risperidona é recomendada a pacientes psiquiátricos na prevenção de surtos psicóticos. Por fim, a Sertralina é sugerida para pacientes depressivos.
 
Palavra da Prefeitura
A Prefeitura de São Paulo, via Secretaria Municipal de Saúde (SMS), foi consultada para se posicionar sobre o assunto tanto os problemas de estoque da rede verificados em março quando os que ocorrem agora. No entanto, até o fechamento desta, ainda não havia se manifestado.
 
iG