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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Exposição interativa sobre dengue chega a São Paulo

Exposição ‘Dengue’ chega a São Paulo; visitantes podem participar de diversas atividades interativas. Foto: Divulgação
Foto Divulgação: Exposição ‘Dengue’ chega a São Paulo;
visitantes podem participar de diversas atividades interativas
Visitantes podem procurar ovos do mosquito com a ajuda de lupas e são estimulados a achar criadouros do Aedes aegypti
 
Quem visitar o Sesc Itaquera, na zona leste de São Paulo, terá contato com um amplo universo de informações sobre uma das doenças que mais preocupam habitantes não só do Sudeste, como de diversos estados do Brasil: a dengue.
 
De acordo com dados do Ministério da Saúde, o número de casos da doença no primeiro trimestre de 2015 cresceu 240,1% no Brasil em relação ao mesmo período do ano passado. Ainda segundo o ministério, o número de mortos em consequência da dengue aumentou 29% no período analisado.
 
Com a doença rondando, habitantes das cidades afetadas se esforçam para se informar e tentar afastar o Aedes aegypti. Organizada pelo Museu da Vida, vinculado à Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), com apoio da Sanofi desde 2013, a exposição “Dengue” chega a São Paulo. O evento traz informações sobre a doença em universo multimídia e interativo. “Dengue” aborda a virose em tempo real, com acompanhamento de notícias de várias partes do mundo e outras novidades sobre o tema.
 
Em uma das atividades interativas da mostra, os visitantes podem observar ovos e pupa do Aedes aegypti com o auxílio de lupas. Durante a brincadeira, o observador é estimulado a descobrir possíveis criadouros do mosquito, como pneus e caixas. Em outro módulo da exposição, há uma série de informações sobre a doença, entre elas os principais sintomas e as complicações causadas pela dengue.
 
O evento, que já passou pelo Rio de Janeiro e por Santos, fica no Sesc Itaquera de 8 de maio até 28 de junho.
 
Serviço
Exposição “Dengue”

Local: Sesc Itaquera (Av. Fernando do E. S. Alves de Mattos, 1.000, Itaquera, São Paulo)
Data: 8 de maio a 28 de junho
Visitação: Quarta a domingo, das 9h30 às 16h30
Ingresso: gratuito
Classificação: 07 anos
Informações: (11) 2523-9200

iG

Portadores de HIV pedem transporte público gratuito sem restrições

Bilhete único de Sandro tem indicação que permite que ele use o transporte público gratuitamente
Arquivo pessoal: Bilhete único de Sandro tem indicação que
permite que ele use o transporte público gratuitamente
Sandro, de 41 anos, descobriu que era portador do vírus da Aids em janeiro de 2013. Desde então, recebe cotas para usar o transporte público gratuitamente, mas nos últimos meses ele aponta obstáculos para renovar o benefício
 
"O benefício é necessário, não é um luxo ou um privilégio. O portador de HIV carrega outras doenças que vai adquirindo ao longo do tempo e precisa ir constantemente ao médico", diz Sandro, que preferiu omitir o seu sobrenome. Natural de São José dos Campos (SP), mora em São Paulo desde 2006 e faz tratamento contra o HIV na capital desde 2013. Ele explica que muitas pessoas optam por fazer o tratamento longe de casa para evitar o preconceito ou manter a doença em segredo. "A conta final para quem faz tratamento pesa bastante no bolso", diz.
 
Seu bilhete único tem uma indicação especial que permite que ele use o transporte público gratuitamente. Sandro diz que não foi informado - apesar de ter buscado esse dado - sobre quantas passagens estão incluídas na cota, mas que nunca tinha tido problema algum por ultrapassar o limite. Assim, seguiu sem saber essa informação.
 
Segundo Sandro, os problemas começaram agora, porque a Secretaria dos Transportes Metropolitanos tem dificultado a obtenção do benefício e informou que este somente seria renovado – para uso de trens e do metrô – para os usuários que comprovassem a existência de infecções oportunistas (doenças decorrentes da diminuição da imunidade, provocada pela Aids, como tuberculose e pneumonia).
 
Sandro considera o procedimento "tecnicamente inaceitável". Na opinião dele, os serviços públicos deveriam auxiliar pessoas portadoras do HIV a prevenir infecções oportunistas e não apenas tratá-las quando já instaladas. E a prevenção demanda idas frequentes aos serviços de saúde.
 
Mobilização
Para pedir que todos os portadores de HIV tenham direito ao transporte público gratuito, foi organizado um abaixo-assinado. Em duas semanas, foram obtidas mais de 33 mil assinaturas.
 
Nas redes sociais, a mobilização está sendo feita por grupos de soropositivos e apoiadores, como o PO SI TI VO Reagente, que endossou a campanha e pediu a adesão ao abaixo-assinado a todos os que forem apoiadores da causa, portadores de HIV ou não.
 
A Promotoria de Inclusão Social do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) abriu um inquérito para apurar o caso e vai entrar com uma ação contra a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU), Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) e Governo do Estado de São Paulo para pedir que os critérios para o transporte público gratuito a portadores de HIV seja revisto.
 
Verso do bilhete único de Sandro: SPTrans, Metrô e CPTM
Reprodução: Verso do bilhete único de Sandro: SPTrans,
Metrô e CPTM
Ônibus, metrô e trens
A SPTrans informa que emite o bilhete único especial com base na Portaria Intersecretarial SMT/SMS 001/11, que garante a gratuidade a todos os portadores do HIV nos ônibus do sistema municipal. Se a pessoa apresentar, além do vírus, uma doença oportunista, o benefício é liberado também para trens e metrô.
 
Em nota, o Metrô afirma que o critério para obtenção do benefício continua o mesmo desde 2004 e "obedece a Lei Complementar Estadual nº 666, que prevê que a gratuidade no transporte metropolitano só pode ser fornecida às pessoas portadores do vírus HIV com doença oportunista, constatada por laudo médico".
 
Sandro nega a afirmação de que os critérios são os mesmos desde 2004: "Eles começaram a alegar isso depois do corte, mas até então era normal a concessão de todos os tipos de transportes". Ele diz que recebia cotas para ônibus, trens e metrô até 2014.
 
A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos diz que já apresentou ao Ministério Público as informações referentes ao caso.
 
Como obter o bilhete único especial
O bilhete pode ser solicitado nos postos de Atendimento a Passageiros Especiais da SPTrans. É necessário apresentar:
 
– Relatório médico com dados do solicitante e informações médicas;
 
– Original e cópia simples dos seguintes documentos: RG, comprovante de endereço (de até seis meses) e laudo de exames médicos.
 
Para obter o benefício também para trens e metrô, é necessário comprovar a existência de doenças oportunistas, como tuberculose, pneumonia, neurossífilis, toxoplasmose, pneumocistose, pneumoconiose associada com tuberculose e Sarcoma de Kaposi (tipo de câncer que acomete as camadas mais internas dos vasos sanguíneos).

iG

Curso ensina novas técnicas cirúrgicas em coluna com prática em cadáveres

Parceria entre Technicare e UFRJ estimula a educação continuada e o aprimoramento de médicos e residentes
 
Apresentar na prática novas técnicas cirúrgicas minimamente invasivas e promover o intercâmbio de conhecimento é o principal objetivo do Curso de Cirurgia da Coluna Vertebral com Prática em Cadáveres, uma iniciativa da empresa Technicare Instrumental Cirúrgico em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
 
O evento, que está na sua oitava edição, é voltado para cirurgiões, médicos de diversas especialidades e residentes e acontece anualmente no Laboratório Anatômico do Instituto de Ciências Biomédicas (IBC) da universidade. Segundo Cezar Augusto Bittencourt, responsável pela área de Compliance da Technicare e um dos organizadores do evento, a troca de experiências entre profissionais é fundamental para o avanço da medicina. “O objetivo maior do curso é promover o intercâmbio de conhecimento entre os professores internacionais, que passam as novidades em relação às técnicas cirúrgicas, com a utilização dos produtos que a Technicare disponibiliza, para os especialistas brasileiros”, afirma o executivo.
 
O evento faz parte do programa de educação continuada da Technicare, que investe no desenvolvimento de especialistas. Na ocasião, foram apresentadas novas técnicas avançadas em cirurgia de coluna, em que os participantes tiveram a oportunidade de aprendê-las na prática, em um ambiente que reproduz um centro cirúrgico, que conta com aparato tecnológico, roupas, máscaras e instrumentos para a realização de uma cirurgia.
 
A última edição, realizada em março, contou com a presença de 20 cirurgiões e cinco residentes da UFRJ. O curso tem duração de um dia e realiza uma pequena apresentação teórica sobre os procedimentos que serão executados. Depois disso, os participantes iniciam a prática cirúrgica com professores renomados de diferentes países, entre eles os alemães prof. dr. Jens Alexander Richolt; prof. dr. Christian Schinkel e prof. dr. Jan-Uwe Müller; o brasileiro dr. Felipe Gomes, sob coordenação e apoio do dr. Carlos Lima, da UFRJ.
 
Saiba mais sobre a Technicare Instrumental Cirúrgico
Fundada em 1985, a Technicare Instrumental Cirúrgico comercializa produtos para tratamento bucomaxilofacial e craniomaxilofacial e implantes para coluna, com forte presença no mercado nacional por trazer da Europa e das Américas produtos com tecnologia inédita no país.
 
A Technicare foi precursora ao apresentar ao mercado brasileiro placas e parafusos de titânio, indicados para cirurgias bucomaxilofaciais e craniomaxilofaciais e implantes dinâmicos na coluna. Ao longo dos anos, a empresa garantiu expertise nos produtos para neurocirurgia e coluna, diversificando e aprimorando seu conhecimento do mercado de diagnóstico e terapia. Além de também ser referência como instituição que investe em educação continuada, levando formação e atualização à classe médica, por meio de treinamentos, cursos e palestras no Brasil, com médicos estrangeiros.
 
Rachel Lopes
Assessra de Imprensa

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Alto índice de feridos em acidentes com motocicletas preocupa a Sociedade de Trauma Ortopédico

Em 2014, milhares de pessoas ficaram feridas em acidentes com motos nas Rodovias Federais do Brasil. Segundo estimativas, mais da metade dos leitos públicos da traumatologia no país são ocupados por estas vítimas. Assunto será discutido em Congresso da especialidade, em Belém
 
O grande número de pessoas feridas em decorrência de acidentes com motocicletas no Brasil preocupa a Sociedade Brasileira de Trauma Ortopédico (SBTO). A atenção dos especialistas se voltou para este tema porque as sequelas em pacientes politraumatizados nestes incidentes se tornaram frequentes e mais da metade dos acidentados necessitam de tratamento cirúrgico. De acordo com a SBTO, 70% dos leitos hospitalares no Brasil são ocupados com pacientes em tratamento decorrentes deste tipo de acidente. O assunto é tão iminente que se tornou tema do 21º Congresso Brasileiro de Trauma Ortopédico (CBTO), que acontece em maio, na cidade de Belém, no Pará.
 
Conforme dados da Polícia Rodoviária Federal, em 2014 foram registrados 30.876 acidentes envolvendo motocicletas nas Rodovias Federais em todo o país. O número de pessoas feridas chegou a 31.730 e, do total, 2.147 vítimas morreram. Entre as principais causas, a falta de atenção aparece em primeiro lugar, contabilizando 11.741 acidentes. Desobediência à sinalização, proximidade ao outro veículo e consumo de álcool somam mais de sete mil registros.
 
De acordo com Dr. Paulo Roberto Barbosa, presidente da SBTO, a gravidade das lesões entre os feridos não para de aumentar e a incidência de fraturas expostas da tíbia dobrou nos últimos cinco anos. O especialista fala, também, sobre o alto custo que este crescimento gera para o Sistema Único de Saúde (SUS) e para a medicina suplementar. “Com a melhoria no socorro, as pessoas pararam de morrer no local do acidente e, consequentemente, o número de pacientes com lesões muito graves nos hospitais aumentou. Isso é bastante positivo para a área dos socorristas e demanda uma dedicação cada vez maior por parte dos médicos”, afirma Paulo Barbosa.
 
Conforme pesquisa realizada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o Trauma é a maior causa de morte dos 20 aos 40 anos e o principal motivo de incapacidade entre os acidentados. O presidente da SBTO alerta que este é um assunto que envolve não só a saúde pública, como também a economia nacional. “De uma maneira geral estes acidentados, que normalmente são jovens e adultos jovens, fazem parte da população economicamente ativa. Eles perdem dias de trabalho e cria-se, então, um problema econômico muito grande”, observa.
 
Como as soluções para estes casos complexos estão cada vez mais difíceis, é evidente a necessidade de novos treinamentos e especializações constantes por parte dos médicos. O tema será discutido no 21º Congresso Brasileiro de Trauma Ortopédico (CBTO), que acontece em maio, na capital do Pará. Especialistas brasileiros e estrangeiros se encontrarão em Belém para debater técnicas modernas de tratamento desse padrão de lesão, que envolve ortopedia e reconstrução de membros. Mais informações no site www.traumaortopedico.med.br.

Assessoria de Comunicação
Giovanna Fraga
giovanna.fraga@jinxcomunicacao.com.br

Por que os médicos chamam tudo de virose? Entenda

Infectologistas esclarecem as principais dúvidas sobre as viroses; confira
 
Quem nunca recebeu um diagnóstico de virose quando vai ao pronto-socorro? Apesar de ser uma constatação simplista do médico, na maioria dos casos realmente não há necessidade de realizar exames específicos para descobrir o nome do vírus que atacou o seu organismo. Então, antes de você achar que o médico foi desatento, entenda o que é virose, sintomas e o tratamento.
 
O que é virose?
Em termos científicos, virose se refere a qualquer doença causada por vírus, seja ela simples e passageira, como um resfriado, ou grave e crônica, como a Aids ou a hepatite C, explica o infectologista Alexandre Naime Barbosa, professor da Faculdade de Medicina da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Botucatu.

— Em termos práticos, quando o médico dá um diagnóstico de virose, está se referindo a uma provável infecção viral aguda, como as que causam diarreia ou mesmo resfriado, e cujo diagnóstico específico, ou seja, o isolamento e identificação do vírus não se faz necessário em todos os casos devido à dificuldade e preço dos métodos laboratoriais frente à provável evolução benigna e sem complicações do quadro.
 
Gripe, dengue e catapora, por exemplo, são viroses?
Segundo o infectologista, todas essas doenças são causadas por vírus e podem ser mais ou menos graves, dependendo principalmente da resposta imune do paciente.
 
Quais tipos de viroses são mais comuns?
As síndromes que mais comumente são denominadas no diagnóstico como viroses são as diarreias agudas (gastroenterocolite aguda) e as infecções de vias aéreas superiores (resfriado), cita Barbosa.

Os agentes virais mais comuns de diarreia são adenovírus, astrovírus, rotavírus e norovírus; e os associados às infecções de vias aéreas superiores são rinovírus, coronavírus, vírus sincicial respiratório e parainfluenza.
 
Como é feito o diagnóstico de virose?
O diagnóstico é feito por meio dos sintomas e sinais detectados no exame físico durante a consulta médica. Porém, a infectologista Daniela Lamas, do Hospital Leforte, acrescenta que “existem exames para detectar influenza, vírus sincicial respiratório, citomegalovírus, dengue, febre amarela, chikungunya e ebola”.
 
Quais são os sintomas mais comuns das viroses?
Depende do tipo de virose. No caso das gastrointestinais, os sintomas são diarreia líquida, dor abdominal, febre baixa, náuseas, vômitos e indisposição. Quando a pessoa está com infecção de vias aéreas superiores, nota-se tosse, espirros, obstrução nasal, febre baixa, coriza, mal-estar.
 
A virose é facilmente transmitida?
No caso das viroses gastrointestinais e das vias aéreas superiores, o contágio se dá por meio de contato com secreções de pessoas doentes, mãos não higienizadas adequadamente, água imprópria para beber e alimentos contaminados.
 
Como é o tratamento de viroses?
Tanto na gastroenterocolite aguda quanto nas infecções de vias aéreas superiores, o tratamento é sintomático, com antitérmicos, hidratação e dieta leve, diz Daniela. Em quadros mais intensos, que envolvem, por exemplo, desidratação moderada à grave ou dificuldade respiratória, pode ser necessária internação, alerta Barbosa.
 
Virose não tratada pode levar a problemas mais sérios?
Barbosa avisa que no caso de gastroenterocolite aguda e infecções de vias aéreas superiores, o tratamento é sempre sintomático, mas a avaliação clínica é necessária devido à possibilidade de quadros mais graves. Outras viroses, como infecção pelo HIV e vírus da hepatite C, podem levar a quadros gravíssimos e potencialmente fatais.
 
Soro caseiro é uma boa aposta para viroses?
É indicado somente em casos de desidratação leve a moderada, que, após avaliação clínica, se verifique não ser necessária internação para hidratação endovenosa, afirma Daniela.

— É uma boa opção, mas não substitui hidratação com água e sucos.

Barbosa desaconselha fazer o soro em casa, pois existe o risco de errar a dose de sal e açúcar e superdosar o preparo.

— A recomendação é que, caso seja indicado, o soro seja requisitado nos postos de saúde e farmácias, que já têm o composto corretamente pronto para uso.
 
É possível prevenir as viroses?
Com cuidados simples, como evitar alimentos estragados e vencidos; lavar sempre frutas, verduras e legumes; evitar contato próximo com pessoas com sintomas de infecções de vias aéreas superiores; e lavar sempre as mãos. Nos casos de dengue e chikungunya, por exemplo, é necessário eliminar os criadouros dos mosquitos.
 
Qual é o perigo de contrair viroses na gravidez?
A gastroenterocolite aguda e as infecções de vias aéreas superiores não são problemas graves na gestação, devendo ser tratadas da mesma forma sintomática. No entanto, Daniela alerta que o principal problema nesta fase é a desidratação.

— Portanto, sempre deve procurar um médico para realizar os diagnósticos diferenciais e iniciar a terapêutica mais adequada para aquele caso.

Barbosa acrescenta que existem outras doenças causadas por vírus, como o citomegalovírus ou a rubéola, que podem ser perigosas em termos de malformações e doenças para o recém-nascido.

— Nesses casos, começando precocemente o pré-natal, o obstetra dará todas as orientações de prevenção.
 
R7