Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



terça-feira, 26 de maio de 2015

Drogas sintéticas são até 100 vezes mais fortes que as originais e podem matar no primeiro uso

Produzidas em laboratório, principalmente da Índia e China, estão sendo vendidas ilegalmente pela internet. Tratamento e desconhecimento de efeitos no organismo são desafios
 
Elas têm efeito até 100 vezes mais potente que as drogas originais, são perigosas, pouco conhecidas e estão cruzando as fronteiras do Brasil. As drogas sintéticas, produzidas em laboratório, principalmente da Índia e China, estão sendo vendidas ilegalmente pela internet. No Brasil, têm sido cada vez mais frequentes nas baladas. Alguns desses alucinógenos foram reconhecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além do efeito extremamente nocivo sobre o organismo, que pode levar a sérios problemas de saúde e até mesmo à morte já no primeiro uso, chama a atenção o desconhecimento dos efeitos por quem usa.
 
Segundo a psiquiatra Fernanda de Paula Ramos, os produtos sintéticos potencializam o efeito de drogas já conhecidas e estão divididos em três grandes grupos. São os canabinoides sintéticos (semelhante à molécula do tetrahidrocanabinol –THC, da maconha); as catinonas sintéticas, que derivam do grupo dos anfetamínicos ecstzy e cocaína e as fenetilaminas, conhecidas como NBOMe, que compartilham características com o ácido lisérgico (LSD). Ela explica que as reações podem variar de transtornos cerebrais à depressão. Os efeitos podem desencadear reações físicas graves. Passam por arritmia cardíaca, infarto, insuficiência renal e morte (veja ao lado). “Há relatos de pessoas fugindo de furacões, lutando contra monstros imaginários”, afirma a diretora do Centro de Tratamento de Dependência Química de Álcool e Drogas Villa Janus, no Rio Grande do Sul.
 
Na Europa e nos Estados Unidos, onde o consumo já se tornou alarmante, as drogas produzidas em laboratório são vistas como problema de saúde pública. Nas primeiras semanas de abril, foi decretado estado de alerta de saúde em Nova York por causa dos canabinoides sintéticos. Na ocasião, foram registradas mais de 160 internações pelo uso dessas substâncias. Segundo o psiquiatria e membro do Departamento de Dependência da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul, Leonardo Ludwing Paim, estudos mostram que é crescente a entrada dos sintéticos no Brasil e em outros países da América Latina. “Mas ainda são poucos os estudos sobre tais substâncias e a grande preocupação é que não há na rede pública de saúde nenhum programa específico para tratamento dos transtornos gerados pelo consumo”, destaca o especialista, que enxerga o problema como novo desafio para os profissionais da área.
 
Vítimas
Em janeiro deste ano, o catarinense Dealberto Jorge da Silva Júnior, de 35 anos, morreu após surto de perseguição depois de consumir droga sintéticas. Ele, o irmão e amigos passavam férias no balneário de Cancún, no litoral mexicano. Hospedados em um hotel na Playa del Carmen, Dealberto despencou do alto do prédio, durante a madrugada, depois de ter feito uso de álcool e ecstazy.
 
Após controvérsias sobre a morte de Victor Hugo Santos, de 20, laudo do Instituto Médico-Legal (IML) de São Paulo apontou que o estudante morreu também vítima de droga sintética. A 25B-NBOMe, semelhante ao LSD, foi a substância encontrada no sangue do estudante. Victor foi encontrado morto em setembro na raia olímpica da USP, depois de uma festa.
 
Leonardo Paim alerta sobre as medidas necessárias para lidar com o avanço das drogas sintéticas no Brasil. “A conscientização dos profissionais de saúde e das autoridades brasileiras é o primeiro passo para que o país possa se preparar, caso ocorra uma piora desse problema aqui”, diz. Ele chama atenção ainda para os desafios que o Sistema Único de Saúde (SUS) já enfrenta. “Existe uma dificuldade enorme de controlar o uso de álcool e drogas. As substâncias sintéticas ampliam esse problema, principalmente por exigirem tratamento a longo prazo”, afirma Paim.
 
Mais consumidas
Somente em 2014, foram apreendidas na Europa 101 novas drogas sintéticas. Levantamento do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) indica que entre 2008 e 2013, foram identificadas pelo menos 348 novas drogas. No último ano da pesquisa, foram 97, enquanto em 2012 foram apenas 8. Entre as novas substâncias psicoativas em consumo no mundo, 28% são canabinoides sintéticos, 25% catinonas sintéticas e 17%, fenetilaminas. Os três grupos somam a maioria entre as drogas sintéticas usadas. Na América Latina, foi apontado que 26% usam fenetilaminas, 17% canabinoides sintéticos e 7%, catinonas sintéticas.
 
Despistes para vender
A facilidade de burlar o caráter ilícito da droga também chama atenção. Além da venda desmedida e sem fiscalização pela internet, os produtos sintéticos vêm sendo comercializados em lojas de conveniência de postos de gasolina ou no mercado ilegal. No caso dos canabinoides sintéticos, por exemplo, a molécula da maconha é colocada numa erva e vendida como odorizador de ambientes ou fertilizantes. “Em muitos, há a informação de que não é para consumo humano, mas as pessoas usam como droga de abuso”, alerta a psiquiatra Fernanda de Paula Ramos. Somente dessta droga já foram identificados 134 tipos.
 
As catinonas sintéticas, na forma de sais de banho, usam o rótulo de agrotóxico e repelente para burlar a lei. Já as fenetilaminas, conhecidas por NBOMe, geram alucinações sérias que podem levar à morte. Tais substâncias compartilham características com o LSD (ácido lisérgico). O consumo pode levar a alterações de percepção e intoxicações graves, comportamentos agressivos e visões paranoicas.
 
O termo “novas drogas” para referir-se às substâncias sintéticas não está necessariamente relacionado a novas invenções, mas a substâncias que têm sido produzidas em laboratório – semelhantes às já existentes – e que recentemente se tornaram disponíveis. “É algo relativamente novo, que vem sendo identificado nos últimos cinco anos”, explica Fernanda.
 
Alarmante
A preocupação com o consumo de drogas sintéticas vai além do aumento considerado alarmante por especialistas. “Além de mais danosas que as drogas não sintéticas, há dificuldades legais para conter o avanço e pouca informação sobre os efeitos a longo prazo do consumo”, afirma o psiquiatra Leonardo Ludwing Paim. O assunto foi debatido durante o Congresso de Cérebro, Comportamento e Emoções, realizado no início deste mês, em Porto Alegre.
 
Saúde Plena

Pesquisadores suecos criam dispositivo implantável que combate dor crônica

Após implantado no corpo, o equipamento libera substância analgésica diretamente nos nervos onde o problema surge
 
A dor neuropática é um forte desconforto sentido em uma ou mais partes do corpo e que afeta pessoas com problemas (doenças ou lesões) no sistema nervoso central, na medula espinhal ou no cérebro. Em breve, o combate a esse incômodo que causa grande prejuízo à qualidade de vida dos pacientes pode ganhar um aliado tecnológico.
 
Pesquisadores suecos apresentam na edição desta semana da revista Science Advances um dispositivo bioeletrônico que, após ser implantado no corpo, libera substância analgésica diretamente nos nervos onde o problema surge. Por enquanto, o equipamento foi testado com sucesso em ratos, mas os responsáveis pelo trabalho acreditam que podem adaptá-lo para seres humanos.
 
O estudo surgiu quando o principal autor, Daniel Simon, tomou conhecimento dos esforços de colegas que buscavam uma maneira de tratar dores crônicas como a neuropática. “Eles trabalhavam com terapias de dor na coluna vertebral e pensei que nosso dispositivo poderia entregar GABA de maneira ‘local’, ajudando os pacientes sem efeitos colaterais”, diz ao Correio Simon, pesquisador do Laboratório de Eletrônica Orgânica da Universidade Linköping.
 
GABA é o nome de um neurotransmissor produzido naturalmente no organismo e regulador da dor. O dispositivo testado libera doses terapêuticas da substância no corpo para aliviar o desconforto. Feito de plástico, ele tem duas estruturas. A primeira é um reservatório para o medicamento, e a outra, uma porta de saída. Um fio fica para fora do corpo para receber uma corrente elétrica, que leva energia para polímeros dentro do dispositivo acionando a liberação do neurotransmissor.
 
Nos testes, o implante foi feito em ratos que tinham lesões no nervo ciático, o que provocava dores nas patas. “O GABA foi eletricamente bombeado diretamente nos locais em que o nervo estava lesionado. Desse modo, nós entregamos a substância de forma terapêutica, em doses muito pequenas, apenas quando ocorria o sinal de dor do sistema nervoso central”, explica o autor. Os animais que usaram o aparelho apresentaram comportamento que indicavam redução de dor nas patas e mais disposição física.
 
Vantagens
O criador do aparelho destaca diversas vantagens do dispositivo em comparação a outras técnicas usadas hoje para tratar a dor crônica. “Existem muitas ferramentas que interferem nos sinais de dor e da coluna vertebral. Drogas ou injeções podem trabalhar, mas ambas fazem efeito em todo o corpo ou na totalidade da medula espinal. Isso gera efeitos colaterais, como cansaço e perda geral de controle muscular”, afirma Simon. “A estimulação elétrica também pode ser usada, tanto para a dor quanto para restaurar a função da coluna vertebral, mas, dessa forma, todos os neurônios próximos aos eletrodos são ativados, independentemente de seus papéis e funções neurais específicas”, completa Simon.
 
Para Tiago Freitas, neurologista do Hospital Santa Lúcia, o dispositivo sueco realmente se destaca de outras técnicas por atingir diretamente o ponto da dor. “É uma linha diferente da que usamos atualmente. Esse aparelho consegue liberar o GABA exatamente no ponto da dor, o que o torna bastante eficaz”, avalia o médico, que não participou do estudo.
 
O próximo passo dos pesquisadores é mudar o protótipo, projetado especialmente para a anatomia dos ratos, e adaptá-lo a animais maiores e, posteriormente, em pessoas. “O dispositivo pode muito facilmente ser modificado para a anatomia humana e, provavelmente, funcionar tão bem quanto nos roedores. No entanto, precisamos de anos de testes em animais antes de tal experimento ser eticamente aprovado. Mas, felizmente, isso está em nosso futuro”, destaca Simon.
 
Como o dispositivo ainda é um protótipo, o custo ainda não foi estimado. No entanto, o autor acredita que ele não deve ser caro. “Agora, temos uma ferramenta de pesquisa. Mas os componentes individuais do dispositivo são muito baratos e podemos até mudar a fabricação para materiais de menor valor”, diz.
 
Na opinião de Valtencir Zucolotto, coordenador do Grupo de Nanomedicina e Nanotoxicologia do Instituto de Física de São Carlos (IFSC), o trabalho dos suecos tem potencial para estimular projetos interessantes, voltados para o tratamento de humanos. “Esse é o caminho normal das inovações científicas. Depois do laboratório e das cobaias, o passo seguinte são testes em animais maiores e humanos”, observa.
 
Ao tomar conhecimento do estudo publicado na Science Advances, Zucolotto também estimou que o dispositivo não deve ser muito caro. “Acredito que os produtos utilizados em sua composição são baratos e podem ser ainda mais econômicos futuramente. A fonte de energia, por exemplo, pode ser adaptada da mesma forma usada no marca-passo”, acredita. “O grande potencial desse aparelho é liberar o medicamento diretamente no nervo em que a dor surge, e isso poderá ser mantido (em novos modelos), conclui.
 
Correio Braziliense

Hábitos simples podem evitar a gripe

O inverno está chegando e é justamente nesse período que aumenta a circulação dos vírus da gripe. Para evitar a doença, o diretor de vigilância de doenças transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch orienta que é fundamental manter medidas simples de prevenção, como lavar as mãos várias vezes ao dia e evitar contato com pessoas contaminadas
 
Cláudio Maierovitch ensina o que a pessoa com gripe ou resfriado deve fazer ao espirrar para não transmitir a doença. “A gente recomenda que se cubra a boca e o nariz com o braço na dobra do cotovelo justamente pra que se evite um jato de gotículas e que não se contamine as mãos. Se a pessoa estiver preparada com uma caixa de lenço de papel, ela pode usar o lenço de papel de forma que após o uso ele é jogado fora, mas é muito importante que em seguida leve bem as mãos.
 
Outra medida para evitar o contágio do vírus da gripe é não compartilhar objetos de uso pessoal, conforme explica o diretor de vigilância de doenças transmissíveis, Cláudio Maierovitch: “Esses objetos podem ser facilmente descontaminados, sendo lavados com água e sabão, mas de qualquer forma deve-se evitar o compartilhamento de copos, de talhares, de toalhas de rosto, de qualquer tipo de objeto que possa se contaminar com a secreção das pessoas.”
 
Além de orientar sobre as medidas de prevenção para evitar a gripe , o Ministério da Saúde, todos os anos, realiza a Campanha Nacional de Vacinação . As pessoas que têm mais risco de desenvolver a doença têm prioridade para receber a dose, como gestantes, indígenas, crianças até cinco anos incompletos, idosos e trabalhadores da saúde e do sistema carcerário. Este ano, a campanha segue até o dia 05 de junho.
 

Gripe: Saiba por que a vacina contra a doença é contraindicada para quem tem alergia a ovo

A vacina contra a gripe oferecida pelo Sistema Único de Saúde evita que a pessoa tenha complicações graves da doença , além de reduzir as internações e as mortes. As reações após tomar a dose são leves, como dores e sensibilidade no local da aplicação
 
De acordo com o diretor de vigilância de doenças transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, a vacina é segura, mas é contraindicada para pessoas com alergia severa a ovo. “Porque no processamento dos vírus pra se elaborar a vacina existe uma etapa em que os vírus crescem em ovos e isso pode levar a proteína dos ovos pra vacina. Então, as únicas pessoas que devem tomar o cuidado adicional em relação à vacina são aquelas que já sabem que têm alergia a ovo.”
 
O diretor de vigilância de doenças transmissíveis, Cláudio Maierovitch, faz um alerta para as pessoas que têm alergia a ovo mas vivem com alguma doença crônica. “Se houver alguma situação de uma pessoa que tem alergia a ovo e que tem uma doença crônica, por exemplo, que a torna muito vulnerável ao vírus da gripe, ela vai precisar falar com o médico pra ver se tem alguma alternativa, se ela pode tomar a vacina mesmo tendo alergia, isso vai ter que ser avaliado pra cada caso individual.”

Este ano, a meta do Ministério da Saúde é imunizar contra a gripe 39 milhões e setecentas mil pessoas em todo o Brasil, até o dia 05 de junho.
 
Fonte: Ana Cláudia Amorim/ WebRadio Saúde

Em ascensão na Flórida, nova droga sintética ‘flakka’ faz usuários enlouquecerem em poucos dias

Divulgação/ U.S. Drug Enforcement Administration
Cristais de flakka são apreendidos pelo departamento para
 repressão de narcóticos dos Estados Unidos
Casos de pessoas que correm peladas na rua após consumir a substância têm sido registrados nos EUA
 
Fort Lauderdale, EUA - Uma droga sintética cada vez mais popular na Flórida está por trás de uma série de crimes bizarros no estado americano, segundo a polícia local. Um homem correu pelado por um bairro, tentou fazer sexo com uma árvore e disse a um policial que ele era o deus Thor, da mitologia nórdica. Já outro correu pelado pelas ruas movimentadas de uma cidade em plena luz do dia, certo de que uma matilha de pastores alemães o estava perseguindo. Outros dois tentaram invadir o Departamento de Polícia de Fort Lauderdale. Eles achavam que havia pessoas os perseguindo, e um deles acabou empalado em uma cerca.
 
O elemento comum em todos esses incidentes bizarros que ocorreram nos últimos meses é a flakka, uma droga sintética que está ficando popular na Flórida. Também conhecida como “cascalho” e vendida por cerca de US$ 5 (R$ 15) o frasco, a substância está se tornando um problema crescente para a polícia, depois que chegou ao mercado em 2013.
 
Ela é a mais recente em uma série de drogas sintéticas — que inclui ecstasy e “sais de banho” — mas, de acordo com as autoridades, a flakka é ainda mais fácil de se obter, em pequenas quantidades, através do correio. O ingrediente ativo da flakka é um composto químico chamado alfa-PVP, que está na lista do U.S. Drug Enforcement Administration (DEA, o departamento para repressão de narcóticos dos Estados Unidos) de substâncias controladas com maior probabilidade de provocar o vício. O produto é geralmente fabricado em países como a China e o Paquistão.
 
A flakka — termo derivado da palavra em espanhol usada para designar uma mulher magra — é normalmente vendida em forma de cristais e fumada com auxílio de cigarros eletrônicos, populares entre os jovens e que não emitem cheiro. A droga também pode ser cheirada, injetada ou ingerida.
 
— Um viciado uma vez descreveu a droga como “insanidade por US$ 5” — disse Don Maines, conselheiro no tratamento de dependência química que trabalha no Departamento de Polícia do Condado de Broward, em Fort Lauderdale. — Eles querem experimentar porque é muito barato. A droga amplia a sensação de consciência. Eles se sentem mais fortes e ficam mais sensíveis ao toque. Mas depois vem a paranoia.
 
Divulgação/ Broward Sheriff's Office: Cápsulas de flakka
confiscadas pela polícia da Flórida em fevereiro deste ano
A julgar pelos flagrantes da polícia da Flórida, o uso da flakka está se escalando rapidamente. O número de amostras que chegam para teste nos laboratórios criminais passou de 38 em 2013 para 228 em 2014. No laboratório do Departamento de Polícia de Broward, os registros de flakka cresceram de menos de 200 em 2014 para 275 apenas nos três primeiros meses deste ano, segundo a porta-voz Keyla Concepción.
 
— É definitivamente algo em que estamos de olho. É uma droga em ascensão — comentou Chad Brown, agente especial do Departamento de Polícia da Flórida.
 
Segundo Brown, sua divisão está treinando policiais para que eles possam reconhecer a flakka e seus efeitos em usuários. Mas há um desafio: os fabricantes da droga fazem pequenas alterações na composição química da substância, para dificultar seu reconhecimento nos laboratórios. Além disso, ela é frequentemente misturada a outros entorpecentes, como crack, cocaína e heroína, com efeitos ainda pouco conhecidos. Com o uso contínuo por pouco mais de três dias, já pode ser possível notar mudanças de comportamento graves nos usuários.
 
— A droga começa a reprogramar a química do cérebro. Os usuário não têm controle sobre seus pensamentos. Eles não podem controlar suas ações — alertou Maines. — Parece ser universal a sensação de que alguém os está perseguindo. É uma droga extremamente perigosa.
 
O Globo