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terça-feira, 2 de junho de 2015

Anvisa determina proibição todos os produtos do laboratório Teoxane

A Anvisa determinou a suspensão, comercialização e uso de todos os produtos fabricados pelo laboratório Teoxane
 
A empresa, com sede na Suíça,produz o Teosyal, que é importado por Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos Ltda.
 
A decisão baseia-se em irregularidades detectadas durante a verificação de Boas Práticas de Fabricação do laboratório.
 
A Agência determinou que a empresa importadora, Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos Ltda, promova o recolhimento do estoque existente no mercado do produto citado na Resolução.
 
A medida está na Resolução nº 1.586 /2015, publicada segunda-feira (01/6) no Diário Oficial da União (DOU).
 
ANVISA

77% das cidades do país registram ao menos um caso de dengue em 2015

São 4.265 municípios com notificação da doença; veja o mapa. 28% enfrentam epidemia; número de casos tem diminuído no Brasil

menos um caso notificado de dengue neste ano. É o que mostra um levantamento feito pelo G1 com base em dados do Ministério da Saúde, obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação.


Dos 5.570 municípios brasileiros, 4.265 registram ao menos um caso da doença – o que representa 77% do total. Apesar de o número de casos estar diminuindo segundo o último balanço do governo, 1.563 cidades ainda enfrentam uma epidemia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que há epidemia quando um local registra ao menos 300 casos a cada 100 mil habitantes.

Os dados obtidos  fazem parte do Sistema de Informação de Agravos de Notificação e se referem ao período que compreende desde a primeira semana do ano até a semana epidemiológica 17, a primeira de maio.

O país já registra 886,8 mil casos notificados da doença, de acordo com o levantamento. Ao longo de todo o ano de 2014, foram 591 mil. Como o padrão é determinado principalmente pelas condições climáticas, já que o mosquito se prolifera preferencialmente em temperaturas médias de 28ºC a 30ºC e com umidade relativa alta, a tendência agora é que o número de casos caía com a proximidade do inverno.

Das dez cidades com a maior incidência de casos por habitante, oito são do interior de São Paulo e duas do Paraná. Onda Verde (SP), município de 4,1 mil habitantes, tem 743 casos – isto é, 17.822 casos a cada 100 mil habitantes, a maior taxa do país.

Os dados mostram ainda que só 3 das 645 cidades do estado de São Paulo não possuem nenhum caso de dengue: Iporanga, Jeriquara e Nova Castilho. O estado concentra 52,5% de todos os casos do país. O estado com menos cidades afetadas é o Rio Grande do Sul – ainda assim, um em cada três municípios gaúchos convive com a doença.

Para intensificar as medidas de vigilância, prevenção e controle da dengue, o Ministério da Saúde diz ter repassado em janeiro um recurso adicional de R$ 150 milhões a todos os estados e municípios brasileiros, exclusivamente para qualificação das ações de combate aos mosquitos transmissores da dengue e do chikungunya, o que inclui a contratação de agentes de vigilância.

Os sintomas
Diagnosticar a dengue com rapidez é uma das chaves para combater a doença com maior eficácia. O primeiro passo para isso é conhecer como a infecção se manifesta. Se os sintomas forem reconhecidos, é fundamental procurar um médico o mais rápido possível. Em geral, a doença tem evolução rápida. Por isso, saber antes pode fazer a diferença entre a ocorrência de um mal menor e consequências mais graves, principalmente no caso de crianças.

Existem quatro tipos do vírus da dengue: O DEN-1, o DEN-2, o DEN-3 e o DEN-4. Eles causam os mesmos sintomas. A diferença é que, cada vez que você pega um tipo do vírus, não pode mais ser infectado por ele. Ou seja, na vida, uma pessoa só pode ter dengue quatro vezes.

Cerca de 70% a 90% das pessoas que pegam a dengue pela primeira vez não têm nenhum sintoma. Nos casos mais graves, a doença pode ser hemorrágica ou fulminante, levando à morte. Os principais "sinais de alerta" da doença são dor intensa na barriga, sinais de desmaio, náusea que impede a pessoa de se hidratar pela boca, falta de ar, tosse seca, fezes pretas e sangramento.

Diagnóstico precoce
É essencial fazer tanto um diagnóstico clínico – que avalia os sintomas – como o exame laboratorial de sorologia, que verifica a contagem de hematócritos e plaquetas no sangue. A contagem de hematócritos acima do normal e de plaquetas abaixo de 50 mil por milímetro cúbico de sangue pode ser um indício de dengue.

O exame de sangue, por si só, não determina se o paciente está com dengue ou não. É preciso diagnosticar também os sintomas. Esses dois fatores vão determinar as condições do paciente. O período crítico da doença é quando a febre do paciente diminui. Se a febre passar e o paciente tiver muita dor na barriga, ele está num estado grave mesmo sem sangramento. Esse poder ser um problema no atendimento primário nos hospitais porque geralmente as pessoas com febre são atendidas prioritariamente.

AS 10 CIDADES COM A MAIOR INCIDÊNCIA DE CASOS
TAXA A CADA 100 MIL HAB.
Onda Verde (SP)       17.822
São João do Caiuá (PR)       17.654
Estrela D'Oeste (SP)       15.473
Paraguaçu Paulista (SP)       15.314
Trabiju (SP)       14.303
Cândido Mota (SP)       13.141
Nova Canaã Paulista (SP)       12.045
Jataizinho (PR)       10.581
Catanduva (SP)        9.856
Florínia (SP)        9.819

G1

segunda-feira, 1 de junho de 2015

A descoberta da penicilina e o conselho ignorado de seu criador

O uso exagerado de antibióticos causou o surgimento das chamadas superbactérias, apontam especialistas
 
Rio - O gesto era quase automático entre bacteriologistas. Ao perceber que as placas com culturas se apresentavam com mofo, simplesmente as descartavam. Mas um bendito acaso levou o biólogo escocês Alexander Fleming a esquecer lâminas com micro-organismos em seu laboratório londrino.
 
Quando retornou, o cientista viu que uma cultura de estafilococos tinha sido contaminada por bolor, e que, ao redor destas colônias, não havia mais bactérias. Começava ali a descoberta do primeiro antibiótico, a penicilina, responsável por salvar incontáveis vidas ao redor do mundo desde então.
 
Ora, se Fleming tivesse procedido como sempre, uma “grande e humanitária descoberta” teria sido postergada “indefinitivamente”, conforme publicou O GLOBO no dia 14 de julho de 1944, numa reportagem com os detalhes da façanha, que rendeu ao cientista o Nobel de Medicina de 1945.
 
“É deveras admirável que, em minutos apenas, um germe, caído não se sabe donde, em um lugar onde era o menos desejado, viesse a apresentar tão extraordinários resultados”, disse o escocês, segundo o depoimento publicado na edição do jornal de 71 anos atrás. A distração que levou à grande revelação aconteceu em 1928, só que mais de dez anos foram necessários até o medicamento chegar ao mercado em larga escala, no início dos anos 40, e revolucionar a indústria de remédios. A partir de então, durante algumas das muitas entrevistas que concedeu sobre o assunto, Fleming destacou que as pessoas não deveriam abusar da penicilina, sob o risco de torná-la ineficaz. Hoje, décadas mais tarde, cientistas dão conta de que a humanidade não seguiu esse conselho.

O uso exagerado de antibióticos, derivados ou não da penicilina, causou o surgimento das chamadas superbactérias, micro-organismos resistentes a todas as drogas disponíveis no mercado que são uma das maiores ameaças ao futuro da espécie humana, segundo especialistas. No início do mês passado, um relatório britânico estimou que será preciso investir cerca de US$ 37 bilhões para criar uma nova geração de antibióticos capazes de parar o avanço das superbactérias. Elas podem, de acordo com o documento, matar no futuro cerca de 10 milhões de pessoas por ano. Na semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou a criação de um plano de ação para enfrentar o perigo.
 
Descoberta em momento oportuno
Mas, décadas atrás, o problema era outro. Não havia armas químicas eficazes contra bactérias e outros micro-organismos. O fungo que apareceu nas placas de Fleming foi identificado como do gênero Penicilium, e daí o nome da substância. Fleming passou, então, a empregá-la em seu laboratório para selecionar bactérias e eliminar das culturas as espécies sensíveis a sua ação. Mas, dada a peculiaridade das características ambientais que levaram ao surgimento do bolor, só no início dos anos 40 os cientistas conseguiram produzir com fins terapêuticos e em escala industrial. Foi um momento oportuno.
 
— O mundo estava em plena Segunda Guerra. O antibiótico era, então, muito devotado para o tratamento dos feridos, pacientes que chegavam com algum fragmento de bala, de bomba, de explosivo, com amputação de membros — explica o infectologista Carlos Kiffer, pesquisador do Laboratório Especial de Microbiologia Clínica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). — Havia uma dificuldade de produção naquela época. O processo era lento e demorado, e as quantidades produzidas eram pequenas.
 
Por sua conhecida e revolucionária eficácia, a penicilina, e a linha de antibióticos desenvolvidos a partir dela, foram cada vez mais utilizados, até chegar ao que, hoje, cientistas ao redor do mundo chamam de exagero. A infectologista Marisa Gomes, do Laboratório de Pesquisa em Infecção Hospitalar do Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), conta que, atualmente, médicos receitam antibióticos como a amoxicilina, por exemplo, para curar infecções simples ou mesmo se na dúvida sobre a causa da enfermidade. Além disso, antibióticos também estão presentes na agricultura e na pecuária.
 
— Com o uso indiscriminado dos antibióticos, as bactérias passam a apresentar resistência, e há necessidade de usar ainda mais antibióticos nos tratamentos — diz Marisa. — O resultado é que precisamos voltar a utilizar drogas que já tinham saído do mercado.
 
O alerta sobre esse perigo, exaltado por Fleming até mesmo em seu discurso no Nobel, também foi antecipado no Globo com um aviso do diretor do Serviço Nacional de Fiscalização do Exército de Medicina, Roberval Cordeiro de Férias. A matéria, do dia 7 de julho de 1944, tinha como título “Nem tudo pode ser curado pela penicilina”. Nela, ele frisou que é muito importante que “o público, e muito especialmente a classe médica, tenham conhecimento das indicações e contraindicações da penicilina, com o que se poupará tempo preciso, evitar-se-ão dispêndios inúteis e, sobretudo, decepções tão desagradáveis”.
 
O Globo

Estudo comprova relação entre poluição do ar e alergia em crianças

A pesquisa faz parte de um grande trabalho feito
 com mães e filhos em busca das causas de
alergia e asma em crianças
Estudo canadense envolvendo 2.477 crianças com 1 ano mostrou que a sujeira atmosférica pode deixar as células humanas mais sensíveis aos agentes que causam alergias
 
A poluição pode ser mais prejudicial à saúde na primeira infância. É o que indicam pesquisadores de uma instituição canadense em um estudo publicado na revista científica Environmental Health Perspectives. Segundo eles, bebês mais expostos à poluição durante o primeiro ano de vida têm riscos maiores de desenvolver alergias. A descoberta pode ajudar na criação de estratégias de defesa do organismo a complicações como a asma, que acomete em torno de 20% das crianças e dos adolescentes brasileiros.
 
A pesquisa faz parte de um grande trabalho feito com mães e filhos em busca das causas de alergia e asma em crianças. “É importante porque, no Canadá e em muitos outros países — especialmente os de alta e média rendas —, o nível de alergia infantil aumentou dramaticamente. O documento que acaba de ser publicado é focado na poluição atmosférica relacionada com o tráfego e o aparecimento precoce da alergia”, destacou ao Correio Michael Brauer, autor sênior do estudo e professor na Escola de População e Saúde Pública da Universidade de British Columbia.
 
No estudo, 2.477 crianças com 1 ano foram avaliadas por meio de um teste de alergia feito na pele. A exposição à poluição do ar ligada ao tráfego de veículos foi avaliada estimando os níveis de dióxido de nitrogênio presente no local em que cada participante vivia, bem como a utilização e o tipo de sistema de ventilação da casa. Os pesquisadores também estudaram a permanência dos meninos e das meninas fora do lar, incluindo a frequência em creches. Como resultado, observaram que os mais expostos à poluição apresentaram riscos maiores de desenvolver alergias.

Entre as hipóteses levantadas para essa relação, estão a de que poluição do ar reage quimicamente com os alérgenos — que induzem as reações alérgicas — para torná-los mais potentes ou que a poluição do ar altera a permeabilidade das células, tornando-as mais sensíveis aos efeitos de alérgenos. “Outra possibilidade é de que a exposição à poluição do ar altera a expressão de genes, fazendo com que o sistema imunitário se desenvolva de tal modo que é mais provável que a pessoa se torne alérgica, em comparação, por exemplo, com uma resposta não alérgica em que o sistema imunitário está focado em infecções”, complementa Brauer.

Presidente nacional da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), José Carlos Perini diz que a sujeira atmosférica causa mais riscos de alergias em crianças devido ao efeito provocado na imunidade delas. “O sistema respiratório nessa etapa da vida é imaturo. A alta exposição à poluição modifica o perfil que seria de defesa e se torna alérgico. Elas deixam de adquirir resistência para criar a enfermidade. É o mesmo caso de alimentos. Quando fornecidos em excesso, podem causar alergia”, explica.

Para Décio Medeiros, alergologista do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a suspeita da exposição à poluição como causa do aumento do risco de alergia já existia entre os médicos. O trabalho canadense veio para embasá-la. “Essa pesquisa se destaca por ter sido feita com um grande número de pessoas. São fatores que podem ser modificados nas crianças, dependendo do ambiente em que elas vivem.”

Creche protetora
O estudo rendeu outras descobertas interessantes relacionados a alergias no início da vida. Apontou, por exemplo, que crianças que frequentam creche e as que têm irmãos mais velhos são menos propensas a ser alérgicas porque elas ficam mais expostas a agentes infecciosos, fazendo com que o sistema imunológico em desenvolvimento lute mais contra os patógenos. “Nós também descobrimos que as que vivem em casas com garagem anexa são mais propensas a se tornarem alérgicas. Isso pode vir de um contato maior com a química vinda dos carros”, completa Brauer.

A próxima etapa da pesquisa será a análise de garotos e garotas com 7 e 8 anos, fase em que geralmente surgem as alergias. “Assim, poderemos avaliar a poluição do ar em relação a outros fatores de risco, como estresse, alimentação e químicos em produtos de consumo”, diz o pesquisador. Segundo ele, os resultados poderão contribuir para novos aconselhamento a grávidas sobre o que devem evitar e quando evitar para proteger os filhos das alergias.

Perini acredita que a pesquisa canadense pode ter impacto também sobre a urbanização dos espaços. “Um grande problema que temos hoje são os ambientes desordenados. Cidades planejadas são necessárias para manter as indústrias longe de onde as pessoas vivem. Isso renderia qualidade de vida”, detalha o presidente da Asbai. “É preciso pensar de forma mais rigorosa nas emissões veiculares, ter controle sobre a poluição na área urbana pois, já que não podemos acabar com ela, é possível tentar pelo menos controlar esses poluentes”, complementa.

Composto tóxico
Também chamado de dióxido de azoto, é um gás acastanhado de cheiro forte formado nas reações de combustão de motores a explosão. Nos humanos, irrita os pulmões e diminui a resistência às infecções respiratórias. Também se sabe que o composto contribui para fenômenos com elevado impacto ambiental, como as chuvas ácidas.

Correio Braziliense

Proqualis lança página sobre segurança do paciente no parto

Proqualis materia
O dia 28 de maio foi o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher. Esta data integra a agenda nacional do Dia de Redução da Mortalidade Materna e foi criada para dar visibilidade ao 5º Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM), da Organização das Nações Unidas (ONU), que trata da melhoria da saúde materna. O prazo para o alcance da meta de redução da morte materna em 75% encerra-se neste ano, mas vários países, inclusive o Brasil, estão longe de atingi-la
 
Apesar do muito que já se avançou no Brasil em relação à atenção ao parto, há ainda um longo caminho a ser percorrido. Nesse sentido, o Proqualis, vinculado ao Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), lança em seu portal a página Parto e Nascimento, com o objetivo de contribuir com a disseminação de conteúdos relevantes para a melhoria da qualidade do cuidado e para a promoção de práticas seguras nesta área.
 
No novo espaço, o profissional de saúde vai encontrar uma oferta de conteúdos que podem contribuir em diversos níveis de atenção à gestante. Todo material foi selecionado criteriosamente para proporcionar oportunidade de atualização na atenção obstétrica e perinatal. Um amplo conjunto de materiais está disponível, desde artigos recentemente publicados até protocolos, normas, vídeos, aulas, iniciativas e experiências nacionais e internacionais exitosas. “Esperamos que o conteúdo da página venha inspirar profissionais e gestores para o desenvolvimento de iniciativas efetivas voltadas para a melhoria da saúde materna”, diz a pesquisadora Lenice da Costa Reis, que colaborou para a construção da página.
 
Lenice chama a atenção para a diversidade dos produtos disponibilizados nessa primeira versão. “Os artigos selecionados e distribuídos nas sessões que compõem a Página visam trazer um panorama abrangente sobre o que tem sido objeto de estudo e os avanços na melhoria da qualidade do cuidado obstétrico”, afirma.
 
Temas relevantes em torno das principais causas de morte materna e near miss materno (situações em que mulheres apresentam complicações potencialmente letais durante a gravidez, parto ou puerpério e só sobrevivem em razão do acaso ou do cuidado de saúde prestado), como hipertensão arterial/eclâmpsia, infecção puerperal, hemorragia obstétrica e complicações do aborto inseguro, estarão sempre em foco nessa Página. Medidas de prevenção dessas situações também são objeto de interesse, pois, segundo a pesquisadora, existem muitas intervenções altamente efetivas e simples que podem e devem ser adotadas para melhorar a qualidade da atenção à saúde da mulher.
 
“No Brasil, quase todos os partos são realizados em serviços de saúde. É imprescindível que estes tenham uma estrutura adequada, equipes treinadas e que utilizem protocolos atualizados e embasados nas melhores evidências cientificas disponíveis. Oferecer atenção adequada no momento oportuno é a chave do sucesso”, finaliza Lenice.
 
 
Fonte: Isis Breves / Ascom Proqualis