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domingo, 14 de junho de 2015

Como saber se você é pré-diabético

A diabetes é uma síndrome metabólica caracterizada pela falta de insulina e/ou incapacidade do organismo em produzi-la
 
Hoje em dia, o tratamento para diabéticos é basicamente verificar regularmente o nível de açúcar no sangue e injetar-se com insulina para mantê-lo sob controle.
 
A doença não tem cura, mas pode ser evitada – pelo menos no que se trata do tipo 2. Antes da diabetes tipo 2 se desenvolver, há quase sempre um período de pré-diabetes onde níveis de açúcar no sangue estão em uma zona de perigo acima do normal, mas abaixo do nível considerado diabético.
 
De acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, cerca de um em cada três adultos americanos são pré-diabéticos, mas apenas 11% das pessoas estão cientes de sua condição.
 
A pré-diabetes é séria porque muitas das consequências da doença – incluindo danos nos nervos, problemas oculares e doenças cardíacas – já começam no corpo antes mesmo do diagnóstico ser fechado.
 
Sem intervenção médica, existe uma alta probabilidade de que a pré-diabetes evolua para a diabetes dentro de três a 10 anos.
 
Fatores de risco
A pré-diabetes muitas vezes não tem sintomas óbvios e pode ocorrer independentemente da idade, por isso é muito importante que você saiba monitorar seus números de glicose.
 
Isto é especialmente verdadeiro se você tiver qualquer um dos seguintes fatores de risco para diabetes:
 
– Sobrepeso ou obesidade;

– Distribuição central de gordura em torno do abdômen (às vezes chamado de forma de “maçã”);

– Histórico de diabetes gestacional;

– Histórico de diabetes na família;

– Histórico de níveis de açúcar no sangue elevados.
 
Sintomas da diabetes
Os sintomas da diabetes incluem aumento da sede, micção frequente, cansaço e visão turva. Portanto, se você está sentindo alguma dessas coisas, é melhor procurar um médico.
 
O que posso fazer para evitar que pré-diabetes evolua?
Se você é pré-diabético, você pode fazer mudanças de estilo de vida para prevenir a progressão da doença reduzir o risco de outros problemas de saúde, como doenças cardíacas, derrame, colesterol alto e pressão arterial elevada.
 
Uma pesquisa norte-americana mostrou que a perda de peso, a alimentação saudável e o aumento de atividade física muitas vezes pode retornar os níveis de açúcar no sangue a um nível ideal. Tente fazer algumas mudanças que você consiga sustentar, e consulte um clínico geral para acompanhar e manter os cuidados de saúde.
 
Perda de peso
Mesmo se você não chegar ao seu peso “ideal”, perder apenas 5 a 9 kg pode reduzir a probabilidade de a doença progredir.
 
Dieta saudável
Escolha alimentos que são baixos em gordura saturada e calorias e ricos em fibras, como vegetais, frutas e grãos integrais.
 
Exercício físico
Incorpore em sua rotina algo entre 30 a 60 minutos de atividade física moderada na maioria dos dias da semana. Você também pode quebrar o seu exercício em segmentos mais curtos ao longo do dia.
 
Durma bem
A mesma pesquisa sugere que pelo menos seis horas de sono a cada noite pode ajudar a reduzir a resistência à insulina. Se o seu sono é perturbado pelo ronco alto ou você acorda com falta de ar, pode estar passando por apneias do sono, uma condição de saúde grave que pode piorar a pré-diabetes.
 
Tome os medicamentos corretos
Alguns medicamentos para diabetes são prescritos para pacientes com pré-diabetes para evitar a condição de progredir.
 
Procure um médico
Se você desconfia que está com pré-diabetes, procure um médico para sanar essa dúvida.
 
medicalxpress / Hypescience

Por que algumas pessoas espirram fedido?

Espirrar fedido pode parecer uma coisa estranha, mas realmente acontece com algumas pessoas. E o que vez ou outra é motivo de piada e constrangimento na verdade pode ser um sintoma de algumas condições médicas bastante comuns

Por que algumas pessoas espirram fedido?
Muitas pessoas em todo o mundo sofrem com o problema do mau cheiro ao espirrar. De acordo com médicos, existem muitas razões para isso. Entre as inúmeras possibilidades, existem duas que são mais comuns.

Infecção do sinus
Infecção nasal ou sinusite é uma das maiores razões pelas quais pessoas podem dar espirros que fedem. Isso porque geralmente essas as infecções são acompanhadas de seios nasais entupidos. Daí, quando a pessoa espirra, as secreções fedorentas no nariz são liberadas com força, e é isso que faz com que o espirro tenha um cheiro muito ruim.

Mau hálito ou halitose
Quando uma pessoa espirra, a saliva é forçada a sair do nosso nariz e da nossa boca, certo? Agora, se a saliva expelida estiver com um cheiro ruim, o espirro acaba sendo premiado com o aroma também.

Se você é uma pessoa que constantemente sofre de mau hálito, importante que você comece a praticar uma boa higiene dental com regularidade.

Escove os dentes e língua duas vezes por dia e visite regularmente o seu dentista.

Nada adianta?
Visite um médico otorrinolaringologista.

O especialista irá examiná-lo cuidadosamente e aconselhá-lo sobre as melhores providências

webmd, hosbeg / Hypescience

sábado, 13 de junho de 2015

Cientistas constatam danos nos joelhos provocados por sapato alto

Não é a toa que, entre os acessórios femininos, os sapatos de salto alto figurem na lista dos mais populares. Travam uma batalha apertada com a maquiagem, tendo sobre ela uma vantagem: a sensação de poder
 
Em Marilyn Monroe ou em uma senhora mais discreta, conseguem acentuar relevantes marcadores biológicos da atração. Deixam os contornos mais visíveis, especialmente das pernas, aumentam o gingado dos quadris e reforçam posturas mais altivas.
 
Mas especialistas advertem que, às vezes, é melhor manter os pés no chão. Estudos recentes alertam que esse tipo de sapato não oferece apenas benefícios. Há o risco de lesões graves e potencialmente permanentes.

Um dos alertas está na edição deste mês do The International Journal of Clinical Practice e vem de pesquisadores sul-coreanos. Eles sugerem que o uso do salto alto pode contribuir para o desenvolvimento e a progressão da dor e da osteoartite (degeneração das cartilagens) no joelho, da dor lombar provocada pela curvatura da coluna e ainda provocar alterações na caminhada.
 
O estudo, encabeçado pelo pesquisador Yong-Seok Jee, indicou os quatro músculos do tornozelo mais comprometidos: os responsáveis pela flexão plantar e pela dorsiflexão — são, por exemplo, os movimentos realizados por um motorista que pisa no acelerador e desacelera, respectivamente — e os encarregados da inversão e da eversão dos pés, que é o movimento pendular.

Os danos foram observados em 40 estudantes saudáveis. Jee pediu a elas que optassem pelos sapatos com salto de 10 centímetros pelo menos três vezes por semana.
 
Antes de as lesões aparecerem, os pesquisadores notaram algo interessante: em particular, a força do tornozelo para realizar a inversão e a eversão aumentou no primeiro ano de uso do calçado. Mas, depois de quatro anos, as voluntárias começaram a apresentar desequilíbrio muscular e lesões, especialmente torções e fraturas.

Julian Machado, coordenador da Ortopedia e Traumatologia do Grupo Santa (DF), explica que, além do tornozelo, os sapatos de salto alto afetam a biodinâmica do quadril e da colunar lombar. Há ainda o encurtamento da musculatura posterior.
 
 
“Algumas mulheres, inclusive, não conseguem calçar sandálias rasteiras porque as estruturas foram todas encurtadas e o corpo já está em função do salto”, explica o também delegado titular da regional do Distrito Federal da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot).
 
Correio Braziliense / G1

OMS convoca reunião de emergência sobre síndrome respiratória

O vírus Mers provoca infeção pulmonar, febre, tosse e dificuldades respiratórias, não havendo, por enquanto, vacina ou tratamento para o vírus
 
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta sexta-feira (12/06) que vai convocar, na próxima semana, a comissão de emergências sobre a Síndrome Respiratória do Médio Oriente (Mers), depois de ter subido o número de mortes na Coreia do Sul.

Ao todo, 126 pessoas foram infectadas no país pelo coronavírus Mers (sigla em inglês) desde o primeiro diagnóstico, em 20 de maio, de um homem que tinha estado na Arábia Saudita e em outros países do Golfo Pérsico. "O número de novos casos diminuiu, mas devemos vigiar a situação", declarou um porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, em entrevista em Genebra. "A comissão de emergências vai se reunir na próxima semana, mas a data ainda não foi marcada, disse.

"Trata-se de analisar a situação" e determinar se "constitui uma emergência de saúde pública de alcance internacional", acrescentou Jasarevic, ao destacar que a última reunião da comissão ocorreu em 5 de fevereiro.

A Coreia do Sul anunciou ontem que o número de mortes causadas pelo coronavírus Mers aumentou para 11, mas as autoridades pediram calma à população, destacando a diminuição do número de novos contágios.

Pelo menos 3.680 pessoas estão atualmente de quarentena, em casa ou no hospital, contra 3.805 nessa quinta-feira. A quarentena foi suspensa para 1.249 pessoas desde o início do surto, o maior fora da Arábia Saudita.

O Mers é um vírus mais mortal, mas menos contagioso, do que o responsável pela Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars, a sigla em inglês) que, em 2008, fez cerca de 800 mortos em todo o mundo.

O vírus da Mers provoca infeção pulmonar, febre, tosse e dificuldades respiratórias, não havendo, por enquanto, vacina ou tratamento para o vírus. A doença registra taxa de mortalidade de cerca de 35%, de acordo com a OMS.

Na Arábia Saudita, mais de 950 pessoas foram contaminadas desde 2012 e 412 morreram.
 
AFP / Saúde Plena

Crise de rinite ou resfriado? Saiba diferenciar as doenças do frio

Especialista explica as características desses transtornos, que têm em comum sintomas como irritação do nariz, espirros e coriza constantes
 
Durante a época mais fria do ano, é comum a irritação do nariz, espirros e coriza constantes. Muitos podem confundir esses sintomas de gripe ou resfriado com aqueles causados por crise de rinite alérgica. Você sabe a diferença entre elas?
 
O diagnóstico preciso exige observação detalhada dos sintomas, de acordo com a alergologista Yara Mello, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos. Mas antes disso, diz a médica, é preciso entender cada um desses problemas.
 
— Assim como a gripe e o resfriado, a rinite começa impactando o nariz, o primeiro local por onde passa o ar, que pode conter impurezas, até alcançar os pulmões. Mas, no caso da rinite alérgica, são antígenos e alérgenos que entram pelas vias nasais, ao contrário das outras duas, causadas por vírus e bactérias — explica.
 
A confusão acontece porque, em ambos os casos, as reações do organismo para garantir a imunidade e expulsar as “substâncias invasoras” é semelhante: irritação do nariz, espirros e coriza constantes.
 
— A diferença é que a gripe e o resfriado possuem agravantes como febre, dor no corpo, mal estar e indisposição — detalha Yara.
 
No entanto, as dicas para prevenção de todas elas é semelhante:
* evitar lugares aglomerados, úmidos e embolorados.

* deixar sempre a janela aberta para circulação do ar em ambientes fechados.

* lavar as mãos constantemente

* não levar as mãos sujas aos olhos e, principalmente, ao nariz.
 
— No caso da contaminação por gripe ou resfriado e em casos de crise de rinite alérgica, remédios contendo anti-histamínicos, que servem de base para os antialérgicos, estão entre as recomendações dos médicos — finaliza a médica.
 
Zero Hora