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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Anvisa proíbe fabricação e venda de suplemento vitamínico

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada ontem (7) no Diário Oficial da União proíbe a fabricação, distribuição e comercialização de todos os lotes do produto Suplemento Vitamínico e Mineral, marca Vitaminerals Plus, que contenham glicinato de molibdênio, cromo glicinato nicotinato e selênio glicinato

De acordo com o texto, as três substâncias não têm segurança comprovada perante a Anvisa para alimentos e ingredientes para consumo humano.

A Agência Brasil não conseguiu contato com a Avert Laboratórios Ltda., fabricante do produto, nem com a Biolab Sanus Farmacêutica Ltda., distribuidora dos lotes do suplemento.

Agência Brasil

Governo quer que fraudes com próteses virem crime investigado pela Polícia Federal

Foto/Reprodução G1
Proposta será enviada ao Congresso para ser votada em regime de urgência
 
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, anunciou nesta terça-feira (7) a decisão do governo de propor ao Congresso Nacional medida que torna crime a fraude no fornecimento, compra e prescrição de órteses e próteses no País, os chamados Dispositivos Médicos Implantáveis.
 
O governo também vai propor a criação, dentro da Polícia Federal, de uma divisão especializada na investigação deste tipo de fraude por meio de uma unidade de inteligência com foco em crimes contra a saúde.
 
O objetivo final é que os fraudadores deste segmento sejam responsabilizados com base no artigo 171 do Código Penal.
 
Caso a medida seja aprovada no Parlamento, passa a ser crime o lucro ou vantagem ilícita na comercialização dos dispositivos de implante e os responsáveis podem ser processados por estelionato.
 
O ministro afirmou que não é possível saber ainda o valor desviado ou fraudado pelas más práticas do setor nem quanto as fraudes custam para o governo. Segundo Chioro, porém, a prática da cobrança de comissões pelos especialistas e as taxas cobradas indevidamente pelos hospitais estão praticamente generalizadas no Brasil.
 
Ele também citou a realização de implantes sem necessidade nos pacientes e o pagamento pelos dispositivos sem que eles sejam colocados nos pacientes.
 
Próteses são dispositivos permanentes ou temporários que substituem um membro, um órgão ou tecido, como as próteses de membros (as mais comuns são aquelas colocadas entre o fêmur e a bacia, bastante usada em pessoas idosas), as dentárias e as mamárias. Já as órteses são dispositivos usados para auxiliar as funções de um membro para evitar sua deformidade, como os marcapassos e stents.
 
Dentre os problemas no setor está a pequena validade das próteses que têm ciclo de vida tecnológico de 24 meses em média, o que as torna obsoletas em pouco tempo. Além disso, afirmou Chioro, há falta de padronização nas informações sobre os produtos nem protocolos de uso (em que caso eles devem ser usados) que estimula o oportunismo.
 
— No caso destes dispositivos eles são indicados por especialistas que excluem do usuário o direito de escolha. Na maior parte das vezes eles são usado em situação de emergência e a pessoa não tem condição de avaliar se a prótese nacional ou a importada é a melhor. Ele fica na mão dos especialistas. Tudo isso faz com que fornecedores, médicos, cirurgiões e importadores se tornem oportunistas e ganhem ilicitamente.
 
No Brasil existem mais de 3.500 empresas entre fabricantes, importadores e distribuidores. A maioria delas é de pequeno e médio porte. As multinacionais, porém, concentram o mercado. São lançados no país por ano aproximadamente 14 mil itens por ano. Nos Estados Unidos são 8 mil lançamentos anuais. Segundo o Ministério da Saúde, o mercado nacional de produtos médicos movimentou R$ 19,7 bilhões no ano passado. Destes, R$ 4 bi estão relacionados aos implantes. O setor deve crescer 15% ao ano até 2020.
 
Arthur Chioro também criticou a discrepância de preços entre regiões do país no caso da compra de marcapassos, stents coronarianos e stents metálicos. Há diferenças de preços de até R$ 50 mil entre preços mínimos e máximos. Também há diferenças nos preços praticados no Brasil e no exterior. Enquanto em Portugal um marcapasso custa 3.800 dólares, no Brasil ele custa até 20 mil dólares, segundo levantamento feito em 2012.
 
São quatro padrões de irregularidades: 1) colocação de pessoal da distribuidora dentro dos centros cirúrgicos; 2) comissão em dinheiro para o especialista apesar da proibição disso pelos conselhos médicos; 3) hospitais realizam a compra e a venda com margem de lucro entre 10% e 30%; 4) cobrança da "taxa de rolha" por parte de alguns hospitais (quando o hospital cobra se nos equipamentos usados nas salas de cirurgia ele não teve participação na venda).
 
Preços muito diferentes
O ministro da Saúde denunciou o aumento irregular dos preços de próteses. Ele usou como exemplo uma prótese de joelho. O custo do produto, de R$ 2 mil, chega a custar R$ 18 mil no mercado em seu preço final.
 
— Isso se dá depois da comissão do médico, tributos, comissão do vendedor, margem do distribuidor e a margem do hospital. O valor final do produto é 8,7 vezes maior que o custo inicial.
 
Além de tornar crime as fraudes no segmento das próteses, o Ministério da Saúde quer coibir as infrações éticas de médicos e dentistas nas indicações e uso das próteses. Segundo Chioro, uma das ações será recomendar aos conselhos médicos que padronizem as normas, a fiscalização e a penalização dos profissionais oportunistas.

R7

Baixo nível de testosterona pode levar homem à depressão, diz estudo

Problemas hormonais estão ligados à depressão, de acordo com pesquisa
 
Homens com baixo nível de testosterona são mais suscetíveis à depressão, de acordo com estudo publicado na revista Sexual Medicine. Segundo informações do site DailyMail, problemas hormonais estão ligados à doenças mentais como a depressão. O levantamento mostrou que 56% dos homens com baixo nível do hormônio tinham depressão.
 
Nos homens, os níveis de testosterona vão ao ápice aos 20 anos e começam a diminuir com o passar do tempo. A pesquisa envolveu 200 homens, de idade entre 20 e 77 anos, que possuíam baixo nível de testosterona no organismo.
 
Além de problemas psicológicos, a diminuição dos níveis de testosterona pode causar perda de apetite sexual, disfunção erétil, aumentar o suor do corpo e a irritabilidade.
 
Pode também causar mudanças de humor, perde de massa muscular, insônia e redistribuição da gordura do corpo, o que pode levar à “barriga de cerveja” nos homens.
 
R7

Regras que agilizam importação do canabidiol começam a valer

As regras e procedimentos específicos para importação de produtos à base de canabidiol (CBD) começaram a valer nesta terça-feira (7/7)
 
A norma descrita na RDC 17/2015 foi aprovada pela Diretoria Colegiada da Agência no dia 22 de abril e publicada no Diário Oficial da União do dia 8 de maio. O regulamento complementa as ações já tomadas pela Agência para que os pacientes tenham acesso ao produto.
 
Segundo a RDC, cada paciente deverá ser cadastrado junto à Anvisa, por meio da apresentação de documentos semelhantes aos exigidos atualmente. O cadastro deverá ser renovado anualmente, apenas com a apresentação de uma nova prescrição e laudo médico indicando a evolução do paciente, caso não haja alteração dos dados informados anteriormente.
 
A norma traz em anexo cinco produtos à base de Canabidiol que atendem aos requisitos definidos pela Resolução e que já são adquiridos por pacientes no Brasil. Esses cinco produtos englobam cerca de 95% das importações realizadas até o momento.
 
A resolução aprovada também permite que associações de pacientes façam a intermediação das importações, o que possibilitará aos pacientes reduzir os custos envolvidos no processo de aquisição e transporte. Além disso, a quantidade total de canabidiol prevista na prescrição poderá ser importada em etapas de acordo com a conveniência dos responsáveis pela importação.
 
Essas medidas fazem parte de um conjunto de iniciativas adotadas nos últimos 12 meses para permitir que pacientes brasileiros tenham acesso a produtos à base de CBD, mesmo não havendo registro desses produtos como medicamento no Brasil e nos países de origem.
 
 
 
ANVISA

Oito perguntas frequentes na área de medicina preventiva são abordadas em e-book da HBSIS

Imagem/Divulgação: Novo e-book gratuito aponta principais
 dúvidas sobre programas de medicina preventiva
Material gratuito pode ser acessado através do blog.hbprever.com.br e traz questões que vão desde o planejamento de um programa até a mensuração e avaliação de resultados

Muito além de companhias ligadas ao setor de saúde, ações de medicina preventiva podem fazer parte da realidade de qualquer empresa. Desde a distribuição de frutas entre os colaboradores até o acompanhamento de índices de risco através de médico e ambulatório próprio, estas iniciativas englobam uma área relativamente nova no país: a medicina preventiva. E é com o intuito de responder as principais perguntas que envolvem a aplicação destas ações que a HBSIS desenvolveu um novo e-book gratuito.

Atuando com soluções de gestão para o segmento desde 2008, a empresa disponibiliza conteúdos voltados para profissionais ligados ao setor através do blog.hbprever.com.br. É neste endereço eletrônico que o material, intitulado “8 Perguntas Frequentes sobre Programas de Medicina Preventiva”, pode ser baixado.

Gilberto Moura, gestor da vertical Saúde da HBSIS, explica que a ideia é propagar as novas ações ligadas à área e incentivar as boas práticas das empresas, oferecendo suporte para a criação de atividades de medicina preventiva. “Este tipo de ação é ainda muito recente no país e as dúvidas dos gestores e profissionais são frequentes. A mensuração dos resultados, por exemplo, levanta uma série de dúvidas, bem como a classificação do perfil epidemiológico”, diz.

Questões relacionadas à previsão do orçamento, contratação de equipe e criação de ações por empresas sem ligação direta com o setor de saúde também são abordadas. “Os programas de medicina preventiva no ambiente corporativo trazem diversos benefícios, tanto para a empresa quanto para o funcionário. No caso do empregador, prevenir doenças significa menos atestados médicos, menos faltas ao trabalho por motivos de saúde e, consequentemente, maior produtividade. Para o colaborador, o resultado é a melhoria da qualidade de vida, além da prevenção de doenças ocupacionais’, conclui Gilberto.

Sobre a HBSIS
Para a HBSIS, a tecnologia é uma ferramenta transformadora capaz de facilitar e agilizar a vida das empresas e das pessoas. Desde 1990 no mercado, a empresa blumenauense com filial na capital paulista, consolida-se no mercado desenvolvendo soluções em sistemas de venda, logística e outsourcing de TI. Atuando em todo o Brasil, seus 280 profissionais trabalham próximos do cliente em um processo colaborativo, sempre focados na resolução de problemas e na busca de resultados que irão acelerar negócios.

Sabrina Hoffmann | Melz Assessoria de Imprensa
Jornalista (0004959/SC)
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