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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Queda da fertilidade masculina impulsiona reprodução assistida

Recentemente, Joelle Le Moal, pesquisadora francesa e epidemiologista do Instituto Francês de Saúde Publica ( INVS ), co- autora do trabalho com maior número de espermogramas analisados ao longo do tempo em uma determinada região, no caso a França, debateu arduamente no congresso Europeu de Reprodução Assistida os impactos dos resultados de seu trabalho, publicado na revista Human Reproduction, revista de forte impacto da área da reprodução assistida
 
O trabalho de Moal despeja um balde de água fria na fertilidade masculina francesa e possivelmente na fertilidade do homem pelo mundo. Moal, a todo momento, demonstrou enorme preocupação com a queda vertiginosa de inúmeros parâmetros utilizados atualmente no exame do espermograma do homem.
 
No trabalho de Joelle, a análise de mais de 26.000 homens, entre 1989 e 2005, revelou uma queda média de 32% na concentração de espermatozóides destes homens, provindos de inúmeros centros franceses. Isto mesmo, a queda é de quase 2% ao ano. Em 1989, a concentração seminal média era de 73,6 milhões/ml e em 2005 caiu para 49,9 milhões por ml. Além disso, o trabalho também revelou piora de 36% na morfologia dos espermatozóides, dado extremamente preocupante. As principais hipóteses para justificar tal queda são: aumento da obesidade, do sedentarismo, do estresse e da exposição a fatores ambientais nocivos, conhecidos como disruptores endócrinos.
 
Os críticos do trabalho de Joelle el Moal e de seu trabalho alegam que os métodos de análise seminal mudaram com o tempo e que a fertilidade masculina pode variar sazonalmente ao longo da historia da espécie humana. Mas que os números e argumentos de Moal são de assustar, isso são. E qual é a repercussão ou a ligação entre o trabalho de Moal e o crescimento também exponencial do mercado da reprodução assistida no Brasil e no mundo? A ligação é direta, ou seja, parece ser causa e efeito: a fertilidade vem caindo e a busca por ajuda subindo em paralelo.
 
Em levantamento recente feito a partir de dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, mostra que entre 2011 e 2014, o número de FIVs (fertilizações in vitro) realizadas no Brasil, incluindo mães heterossexuais e homossexuais, aumentou 106% em quatro anos. O total de procedimentos saltou de 13.527, em 2011, para 27.871, em 2014. Segundo a Anvisa, os estabelecimentos atuais não comportam o volume de embriões existente hoje. As clínicas têm relatado uma dificuldade de armazenamento devido à grande quantidade.
 
O mais interessante destes dados todos é que recentemente foi publicada no Diário Oficial da União a Lei nº 13.097/15, a qual determina, em seu artigo 142, a alteração da norma que disciplina os serviços privados de assistência à saúde (Lei nº 8.080/1990), permitindo a “participação direta ou indireta, inclusive controle, de empresas ou de capital estrangeiro na assistência à saúde”, e sem dúvida alguma este mercado já vem sendo almejado com olhares muito cuidadosos por investidores brasileiros e estrangeiros. Os próximos anos nos mostrarão o impacto desta mudança de lei neste mercado completamente em ebulição.
 
Saúde Business

Salta o número de ações movidas por pacientes contra governos para obter tratamentos

Em 2014, Ministério da Saúde gastou R$ 838,4 milhões devido a ações judiciais, sendo boa parte referente a remédios
 
Rio - O pequeno Davi Miguel Gama, de 18 meses, nasceu com inclusão das microvilosidades intestinais, uma doença rara, que não permite a seu organismo absorver os alimentos. Ele precisa tomar soro na veia. Logo após o nascimento, o bebê passou cinco dias na casa da família, mas voltou às pressas ao hospital porque perdia peso e não mamava. Chorava muito. Quando chegou o diagnóstico, a família entrou com uma ação para que ele fosse submetido a um transplante de intestino nos EUA, já que no Brasil o procedimento não é oferecido. Quase um ano depois, a Justiça Federal de Franca, em São Paulo, favoreceu o menino, obrigando a União a arcar com gastos de viagem, cirurgia e tratamento, totalizando R$ 6 milhões. A criança e seus pais viajaram a Miami no final de julho, a bordo de uma UTI aérea disponibilizada pelo Ministério da Saúde.
 
— Não tive saída. Fiz isso para salvar a vida do meu filho — diz o sapateiro Jesimar Gama, que, antes da decisão judicial, reuniu em campanha via internet R$ 1,6 milhão, quantia que será abatida do valor do tratamento. — Ele poderia ter morrido em várias ocasiões, vivia com infecções. Sabemos que o tratamento é caro, o dinheiro é público, de todos nós, mas é o meu filho.
 
A família Gama não está sozinha. Ano após ano, vem crescendo a quantidade de ações movidas contra municípios, estados ou a União para obrigar os governos a arcar com gastos de cirurgias e medicamentos não oferecidos pelo Sistema Único de Saúde, ou mesmo para apressar internações de emergência em hospitais públicos, transferências e a obtenção de remédios em falta no estoque.
 
Em 2014, o Ministério da Saúde gastou R$ 838,4 milhões devido a ações judiciais, principalmente referentes à compra de remédios. Um salto de 130% em relação a 2012, quando essas despesas foram de R$ 350,5 milhões.
 
Hoje, só no Tribunal de Justiça de São Paulo, há 43 mil processos em andamento na área da saúde, sendo que 93% contra o estado. No estado do Rio, segundo levantamento da Defensoria Pública e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), há 42.297 ações de saúde tramitando no Tribunal de Justiça. Deste total, 30.346, cerca de 70%, têm atuação da defensoria.
 
Falta orientação médica
Em meio a tantas ações, há casos extremos como o de Davi. Ou o do bebê que nasceu, em julho, em Pedreiras, no Maranhão, com um problema cardíaco chamado tetralogia de Fallot (T4F). A Justiça obrigou o governo estadual a pagar por cirurgia e tratamento no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Mas há também muitas questões bem mais simples. Pedidos de medicamentos envolvem 18.384 dos litígios no TJ do Rio com atuação da Defensoria. Segundo a coordenadora de Saúde da Defensoria Pública do Rio, Thaísa Guerreiro, alguns médicos encaminham pacientes ao órgão sem sequer saber se os remédios receitados estão disponíveis em farmácias populares.

— Está banalizado. A Defensoria virou a porta de entrada na saúde, quando deveria ser ferramenta para casos graves. Não dá para entrar na Justiça para pedir AAS (comprimido contra dores). Esse remédio tem de ter em estoque. Está na hora de os governos municipais se programarem para essas compras — critica Thaísa. — A saúde é direito fundamental de todos os cidadãos. Daí a possibilidade de o Judiciário cobrar de todos os entes federativos.
 
De acordo com a juíza Deborah Ciocci, do Comitê Nacional do Fórum da Saúde, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça, a chamada judicialização da saúde cria a necessidade de orientação técnica para os magistrados. Em alguns tribunais, há núcleos com especialistas para auxiliar o juiz.
 
— Ações para obtenção de remédios de marca, quando há similar no SUS, por exemplo, não deveriam passar — pondera Deborah, segundo quem o magistrado deve ter consciência do impacto global de sua decisão, principalmente quando o caso envolver cifras altas. — A população está mais consciente de seus direitos. Já não é um privilégio de classes mais instruídas. E a judicialização pode reduzir as violações de direito cometidas pelo Estado. As demandas da saúde sensibilizam o Judiciário.
 
Para impedir que parte das demandas seja resolvida sem que virem ações judiciais, evitando, assim, toda a burocracia e os custos de um processo, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio criou, há dois anos, a Câmara de Resolução de Litígios de Saúde, reunindo também a Procuradoria Geral do Estado, a Procuradoria Geral do Município, o Tribunal de Justiça, a Defensoria Pública do Estado, a Defensoria Pública da União e a Secretaria Municipal de Saúde. O objetivo do órgão é resolver questões simples de maneira administrativa. Segundo o Núcleo da Fazenda Pública da Capital do Rio, em 2014, o órgão impediu 50% das demandas na área da saúde de se tornarem ações.
 
Judiciário para conseguir leito na UTI
Mesmo assim, a Secretaria do Estado de Saúde do Rio gastou, em 2014, R$ 71 milhões, ou 1,5% do orçamento da pasta, com ações relacionadas à saúde, atendendo cerca de 39 mil pacientes. É um valor 423% superior a 2007. Em 2015, o órgão estima que vai destinar 2% do orçamento.
 
— A judicialização é uma maneira de incluir pessoas no SUS. Uma proteção às minorias — comenta o subsecretário jurídico da pasta, Alex Linhares.
 
Muitas das ações que começam na Defensoria dizem respeito a leitos de UTI. Segundo Thaísa Guerreiro, há um déficit de 200 leitos no SUS. Ela conta que muitos funcionários em unidades de saúde orientam a procurar o plantão judiciário para garantir uma hospitalização ou uma transferência.
 
São cerca de 150 processos por mês nesse caminho.

— É furar fila — diz ela.
 
A maior demanda do plantão, que no Rio só existe na capital (mas atende às demandas de todo o Estado), é para leito em UTI e para idosos. Carlos Augusto Maciel, de 44 anos, precisou de muita paciência para ajudar o pai, Augusto Peixoto, de 74 anos. Com sérios problemas cardíacos devido a um infarto, ele corria risco de morrer se não fosse internado em uma UTI. Ficou quatro dias aguardando um leito numa Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
 
— Nunca imaginei que precisaria entrar na Justiça para arrumar uma vaga na UTI. Quando uma pessoa corre risco grave, deveria ter prioridade — lamenta Maciel, que conseguiu tutela antecipada com a juíza de plantão. — Meu pai ficou uma semana na UTI. Saiu porque não corria mais risco de morrer. Mas agora precisa de uma angioplastia e vou entrar na Justiça de novo.
 
O Globo

Sete em cada dez portadores de esclerose múltipla são mulheres

Estima-se que, atualmente, 35 mil brasileiros são portadores da doença

Levantamento inédito feito pela empresa Orizon traçou um mapa da esclerose múltipla no Brasil e constatou que as populações do Nordeste e do Sul do Brasil são mais suscetíveis à doença e as mulheres as principais vítimas.
 
Segundo o estudo, que analisou 533 casos de pessoas com esclerose múltipla no ano de 2014, 73% das vítimas são mulheres e 27% homens. A Orizon identificou ainda que, a cada 10.000 pessoas, 1,3 desenvolve esclerose múltipla no Brasil. Na região Nordeste este índice sobe para 1,8, seguido pela região Sul (1,5), Sudeste e Centro-Oeste (1,2 cada) e a região Norte apresenta um valor bem inferior, 0,2.

A esclerose múltipla é uma doença crônica do sistema nervoso central que afeta o cérebro e a medula espinhal interferindo na capacidade de controlar funções, como caminhar, enxergar, falar, urinar e outras. A Associação Brasileira de Esclerose Múltipla estima que, atualmente, 35 mil brasileiros são portadores de esclerose múltipla, com incidência maior entre 20 e 50 anos de idade.

SEGS.com.br

Mais da metade dos pacientes precisa sair de suas cidades para fazer exames no Brasil

Mais da metade dos municípios brasileiros (2.902 de 5.570, ou 52%) encaminha pacientes da atenção básica para realizar exames em outra cidade por falta de infraestrutura em suas unidades de saúde, revela o Perfil dos Estados e dos Municípios Brasileiros, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
 
O levantamento mostrou que em 60% dos municípios os pacientes têm de se internar fora. A prática é mais comum em localidades de até 50 mil habitantes, onde os estabelecimentos costumam ser precários, e nas Regiões Sudeste e Nordeste.
 
Outra deficiência apontada pela pesquisa é a falta de atendimento de emergência 24 horas. São 12,9% os municípios que não dispõem desse tipo de serviço – a carência maior está no Nordeste; o Centro-Oeste é a região mais bem provida. É baixíssima a oferta de leitos de UTI neonatal: 93,4% das cidades não têm essas acomodações tanto em estabelecimento público como em convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS).
 
“Infelizmente o SUS não foi efetivado como deveria. O acesso à emergência tem de ser fácil, mesmo que em outro município. Quanto à internação, não faz sentido morar no Maranhão e se internar no Piauí. E, no caso de exames, a coleta e a entrega dos resultados deveriam ser no próprio município, ainda que a análise seja em outro. Não é possível que o cidadão não possa fazer um exame de sangue ou um raio X perto de casa”, criticou a professora Ligia Bahia, do Instituto de Estudos da Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
 
A falta de equipamento para hemodiálise para pacientes com problemas renais também foi medida. Apenas 484 municípios têm o aparelho no País. No Acre existe uma única máquina, assim como em Roraima. “No Hospital das Clínicas de Rio Branco são 270 pacientes renais fazendo diálise, que vêm de todo o Estado e ainda do Amazonas e da Bolívia”, disse Berenice Sales, presidente da Associação dos Pacientes Renais Transplantados do Acre. “Tenho de chegar às 4h30 para ser atendida. Há óbitos o tempo todo.”
 
Em metade do País não há estabelecimento que realize parto hospitalar. A pesquisa foi feita entre julho de 2014 e março de 2015 nas 27 unidades da federação e em todos os municípios. Os questionários foram respondidos por funcionários dos governos estaduais e municipais. Além da saúde, a publicação traz dados sobre funcionalismo, comunicação e informática, educação, direitos humanos, segurança pública, segurança alimentar, inclusão produtiva e vigilância sanitária.
 
A alimentação da população vem merecendo políticas específicas dos governos de todas as Unidades da Federação e de 39,6% das prefeituras; no Nordeste, a publicação destacou as ações de implementação de cisternas para prover os habitantes de água, verificadas em 54,2% dos municípios.
 
Servidores. Em relação a programas de inclusão produtiva, como o oferecimento de cursos de capacitação, 98,7% das cidades declararam oferecê-los. Naquelas com mais de 500 mil habitantes, o porcentual chegou a 100%, sendo o Sul a região com maior oferta.
 
O IBGE também pesquisou o montante de servidores públicos municipais e estaduais: o número manteve-se estável em 2014: 6,5 milhões e 3,2 milhões, respectivamente, na comparação com 2012. Os empregados na área da saúde somam 1,6 milhão. De todos os profissionais do setor vinculados aos municípios, 11% são médicos.
 
Estadão

Índice de mamografias no Brasil está abaixo da média mundial

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 40% das mulheres brasileiras, de 50 a 69 anos de idade, não fazem mamografia
 
Essa faixa etária é definida como prioritária para a realização do exame preventivo pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que recomenda que pelo menos 70% das mulheres sejam avaliadas periodicamente.
 
O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. Dados do Instituto do Câncer (Inca) apontam que, no Brasil, as taxas de mortalidade continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados. Na população mundial, 61% das pacientes sobrevivem após cinco anos de diagnóstico.
 
Para Ruffo de Freitas Junior, presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, o número de mulheres que não fazem o exame é preocupante. “Melhorou muito em relação ao passado, mas ainda não atingimos a meta da OMS, que é de 70%. Hoje, temos mamógrafos suficientes no país mas, infelizmente, eles estão mal distribuídos. A maioria está nas grandes cidades e capitais, ficando boa parte da população do interior e de pequenas cidades descoberta, com impossibilidade de fazer o exame de maneira rápida”, afirma.
 
De acordo com o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), existem 2.507 mamógrafos em uso no SUS. O parâmetro é de um mamógrafo para cada 240 mil habitantes, portanto a necessidade corresponderia a 833 equipamentos.
 
Segundo o Ministério da Saúde, o total de exames realizados entre mulheres de 50 e 69 anos aumentou 61,9% entre 2010 (1.547.411) e 2014 (2.506.339). Já em números totais de exames (em todas as faixas etárias), o aumento somou 41,8% entre 2010 (3.035.421) e 2014 (4.304.619). Até junho deste ano, foram realizados 1.820.195, dos quais 1.071.531 na faixa etária prioritária, 50 a 69 anos.
 
A Pesquisa Nacional de Saúde mostrou que o maior número de mamografias foi realizado por mulheres brancas (66,2%) e com superior completo (80,9%). As menores proporções foram observadas em mulheres negras (54,2%), pardas (52,9%) e com fundamental incompleto (50,9%). A região Norte registrou a menor proporção de mulheres que haviam feito o exame (38,7%), seguida das regiões Nordeste (47,9%), Centro-Oeste (55,6%), Sul (64,5%) e Sudeste (67,9%).
 
Para Ruffo de Freitas Junior, outro ponto importante é o medo que as mulheres têm de fazer a mamografia. “Há o medo da dor, do desconforto e o medo de encontrar um câncer. São aspectos que mostram que a mulher por si só, sem ser estimulada, não fará o exame”, comenta.
 
O presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia lembra que a mamografia é o único exame que pode reduzir a mortalidade por câncer de mama. A partir dos 40 anos, ele recomenda que o procedimento seja feito anualmente.
 
"Temos alguns dados que mostram que a mortalidade por câncer de mama está aumentando no interior de vários estados, diferentemente das capitais. Em Porto Alegre, no Rio de Janeiro [capital], em Belo Horizonte e no Recife, a mortalidade começa a cair. Entretanto, no interior, há falta de mamógrafos e de estrutura. Temos uma mortalidade por câncer de mama crescente e esse é um dos números mais drásticos que mostram a diferença entre as grandes cidades e os pequenos centros”, declara.
 
O Ministério da Saúde informou que, em outubro de 2012, foi lançado o Programa de Mamografia Móvel no SUS, que tem como objetivo aumentar a cobertura mamográfica em todo território nacional. Atualmente, há 12 unidades habilitadas, sendo cinco na Bahia, quatro no Distrito Federal e três no Tocantins.
 
De acordo com o ministério, de 2010 a 2014, o gasto para fortalecer a rede de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer no país aumentou 45%. Em 2010, foram repassados R$ 2,3 bilhões para tratamentos como quimioterapia, radioterapia e cirurgia oncológica, e para diagnósticos como o exame citopatológico e as mamografias. No ano passado, a despesa subiu para R$ 3,3 bilhões.
 
Agência Brasil