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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Concurso Prefeitura de Mojuí dos Campos - PA

A Prefeitura de Mojuí dos Campos, no Estado do Pará, abriu edital n° 001/2015 de concurso público com a finalidade de ocupar 191 vagas no quadro geral de pessoal da autarquia, envolvendo carreiras de todos os níveis de escolaridade. Segundo a organizadora do concurso, a Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa – FADESPO, os salários iniciais variam entre R$ 788,00 e R$ 6.000,00, com reserva de 5% das vagas para os candidatos portadores de deficiência.

Cargos
São 50 para o nível Fundamental Completo para os cargos de auxiliar operacional de equipamentos leves, de equipamentos pesados, de conservação, de máquinas, de segurança patrimonial, servente e serviços gerais. Há, ainda, 53 vagas para ensino Médio, como os cargos de auxiliar administrativo; médio especializado, entre eles técnico de enfermagem, saúde bucal e laboratório. E também para agente de fiscalização, agente fazendário, agente de meio ambiente, agente agropecuário, agente de obras, agente de vigilância sanitária, guarda municipal e para professores do magistério.

Para nível superior são 88 vagas em cargos como os de professor, contador, advogado, assistente social, engenheiro florestal, engenheiro civil, médico, psicólogo, enfermeiro, farmacêutico, odontólogo, nutricionista e auditor fiscal.

Inscrições
A inscrição será admitida via internet, no endereço eletrônico da FADESP - www.fadesp.org.br até às 23h59 do dia 28 de dezembro de 2015.

Taxas
A taxa de inscrição é de R$ 45,00 para cargos de nível Fundamental Completo; R$ 50,00 para os de nível médio e R$ 70,00 para os de nível superior. O boleto bancário poderá ser pago até o dia 29 de dezembro em qualquer agência bancária ou casa lotérica.

Provas
A previsão é que as provas objetivas do concurso sejam aplicadas no dia 17 de janeiro de 2016 em dois horários. Pela manhã, das 8h às 12h, será para os candidatos dos níveis fundamental e superior. À tarde, das 14h30 às 18h30, para os que se inscreveram em cargos de nível médio. O local de realização das provas objetivas constará no cartão de inscrição do candidato.

Validade
O prazo de validade do concurso público é de dois anos, contados a partir da data de publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período.

Prefeitura de São José do Peixe - PI anuncia concurso público

Com mais de 30 vagas para cargos de todos os graus escolares, a Prefeitura de São José do Peixe, no Estado do Piauí, promove concurso público, por salários variados entre R$ 788,00 e R$ 6.000,00.

Conforme o edital n° 001/2015 lançado pelo Instituto Machado de Assis, as 38 vagas são para os cargos de médico plantonista, médico, nutricionista, fisioterapeuta, bioquímico, técnico de enfermagem, educador físico, técnico em higiene dental, psicólogo, agente administrativo, motorista, auxiliar de serviços gerais, agente comunitário de saúde e professor.

As inscrições serão feitas via internet no endereço eletrônico do Instituto Machado de Assis - www.instmachadodeassis.com.br entre os dias 01 de dezembro de 2015 e 08 de janeiro de 2016. O valor da inscrição varia de R$ 50,00 a R$ 100,00. Serão aplicadas provas objetivas para todos os inscritos, mais prova de títulos para Professor.

A prova objetiva terá a duração de 3 horas e está prevista para o dia 31 de janeiro de 2016. A partir de 18 de janeiro de 2016 o candidato poderá conferir, no endereço eletrônico do Instituto Machado de Assis, os locais e horários para realização das provas.

O gabarito preliminar da prova objetiva será divulgado no endereço eletrônico www.instmachadodeassis.com.br no dia 02 de fevereiro de 2016.

Este concurso terá validade de dois anos a contar da data de publicação de sua homologação, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da Prefeitura Municipal de São José do Peixe.

Um mês sem álcool faz muita diferença para o organismo. Confira os efeitos

Mulher e álcoolEstudo mostrou que quatro semanas de abstinência de bebidas alcoólicas traz benefícios para o sono, concentração, fígado - além de, claro, ajudar a perder peso

Deixar de ingerir bebidas alcoólicas durante quatro semana traz benefícios mensuráveis para a saúde. É o que diz um estudo que deve ser apresentado durante a reunião anual da Associação Americana para o Estudo de Doenças do Fígado, realizada entre 13 e 17 de novembro, em São Francisco, nos Estados Unidos.

O estudo mediu o impacto da abstinência temporária de álcool em 102 pessoas. De acordo com informações do jornal britânico The Guardian, os resultados mostraram que, após um mês sem álcool, os voluntários tiveram uma redução da fibrose do fígado (condição que pode levar à cirrose), da pressão arterial e da resistência à insulina, o que reduz a probabilidade de desenvolvimento do diabetes.

Embora o estudo ainda não tenha sido publicado na íntegra, os resultados divulgados são coerentes a de outra pesquisa já realizada por pesquisadores do mesmo instituto - Instituto do Fígado e da Saúde Digestiva da Escola de Medicina da University College London (UCLMS, na sigla em inglês). Em 2013, dez membros da equipe da revista britânica New Scientist que ficaram um mês sem consumir bebidas alcoólicas tiveram uma redução de 15% na gordura do fígado. Além de relatarem melhor qualidade no sono e maior concentração, os participantes perderam, em média, 1,5 quilo.

Foto: Thinkstock

Veja

Manejo da microbiota intestinal pode personalizar medicina

Manejo da microbiota intestinal pode personalizar medicinaNovas pesquisas sugerem diversas formas de manejo da microbiota, desde o uso de pré e probióticos, até a manipulação da dieta e o transplante de bactérias presentes nas fezes humanas

A manipulação da microbiota intestinal é um tema relativamente novo na academia, mas sua interface com a alimentação e a saúde leva a crer que esse campo de estudo pode ser uma ferramenta valiosa para a viabilização de tendências como, por exemplo, a personalização da medicina. Novas pesquisas sugerem diversas formas de manejo da microbiota, desde o uso de pré e probióticos, até a manipulação da dieta e o transplante de bactérias presentes nas fezes humanas.

“Um dos interesses da comunidade científica é essa interface entre dieta e microbiota, porque a modulação da dieta seria um ponto de acesso bem fácil e com menos efeitos colaterais do que a administração de medicamentos ou afins”, afirma Chris Hoffmann, pesquisador do Food Research Center (FoRC) e professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP.

Segundo ele, é sabido que existe um padrão de relação entre dieta e microbioma, a longo prazo. “Esse efeito dos hábitos alimentares da pessoa a longo prazo é muito mais forte do que o efeito daquilo que ela comeu ‘ontem’. O que ela ingeriu ontem tem um impacto momentâneo. Mas como tudo no corpo humano tende a buscar a homeostase, a tendência é uma volta ao equilíbrio”, diz ele.

Hoffmann explica que ao menos dois padrões de alimentação estão claramente conectados com microbiomas intestinais distintos: a dieta rica em carboidratos e a dieta rica em proteínas de origem animal. “Nós sabemos, por exemplo, que uma dieta com muita carne vermelha rica em gordura dá propensão a arteriosclerose, risco cardiovascular, aumenta o colesterol. Entretanto ainda existiam algumas lacunas em como tais dietas causavam estas doenças. Agora, algumas dessas lacunas estão sendo preenchidas por esse link do microbioma intestinal”, resume.

A ascensão do tema coincidiu com o surgimento de novas tecnologias de sequenciamento de DNA, mais baratas e rápidas. “O desenvolvimento de novas tecnologias de sequenciamento permitiu estudos com centenas de pessoas ao mesmo tempo, sequenciando milhares de bactérias dessas pessoas. E com esses grandes estudos alguns padrões emergiram”, esclarece Hoffmann.

Mudanças na microbiota
Segundo ele, uma pessoa normal tem uma composição definida de microorganismos. “A gente sabe, de maneira geral, quais os microorganismos que devem povoar o intestino grosso.Estudos indicam que a dieta mais industrializada está modificando a microbiota. Nos EUA e Europa, onde as dietas são muito manipuladas, percebemos que o padrão da microbiota não é o mesmo, se comparado a locais na América do Sul e África, onde a dieta não é tão processada.”

De acordo com Hoffmann, a manipulação da microbiota pode se dar por diversos acessos. Um deles é o uso de probióticos, algo que já se faz há algum tempo. “O que há de novo é que a próxima geração de probióticos que chegará ao mercado é completamente distinta do que já existe. O que temos hoje são produtos que, muitas vezes, levam em consideração grupos bacterianos que a gente não tem como adulto no nosso intestino. Fazem efeito? Em algumas pessoas sim, em outras não. Um bom exemplo são as bifidobactérias, presentes nos probióticos mais famosos que conhecemos. As crianças as têm, mas os adultos geralmente têm poucas.”

Segundo ele, hoje em dia os cientistas estão re-isolando bactérias e tentando encontrar aquelas que são realmente interessantes para um adulto. A outra ideia é utilizar os prebióticos.”Em vez de alimentar as pessoas com as bactérias, a ideia aqui é alimentar as bactérias que estão precisando ser incentivadas, com compostos criados exclusivamente para isso. É outra via de manipulação de microbiota”, aponta Hoffmann.

O transplante fecal é mais uma ferramenta utilizada para repovoar o intestino com as bactérias que deveriam estar lá e que, por algum motivo, perderam espaço para um patógeno qualquer. “Isso está sendo muito usado para tratar pessoas que pegam infecção hospitalar. São bactérias super resistentes, agressivas, imunes à última linha de antibióticos. A pessoa vai morrer de sepsis, o que é medieval. Elas destroem a mucosa intestinal, a impermeabilidade, podem passar para a corrente sanguínea… Reintroduzir as bactérias que não estavam mais ali pode fazer com que o organismo pare de reconhecer simplesmente o patógeno”.

Hoffmann explica que, geralmente, o procedimento só é usado quando nada mais funcionou. “Porque há um risco, a gente não sabe exatamente o que está lá dentro, pode haver, por exemplo, um vírus que não se conseguiu detectar…”. Segundo ele, já existem empresas trabalhando para criar uma comunidade padronizada de bactérias, isoladas e sequenciadas, e que teriam os mesmos efeitos do transplante.

“Uma grande tendência hoje é a chamada personalização da medicina. Com o acesso ao genoma humano, a gente sabe qual é a fisiologia básica. Mas existem condições e características que são bem específicas de cada pessoa, ou grupo. A personalização da medicina tem de levar em conta toda a fisiologia do organismo e o estudo da microbiota intestinal certamente poderá contribuir para isso.”

UnitedHealth (Amil) tem interesse em comprar Samaritano

Hospital Samaritano São Paulo garante que não tem nada efetivo, mas o jornal Valor Econômico estampou nesta sexta-feira (27/11) que a UnitedHealth – dona da Amil – vai comprar o Hospital Samaritano, de São Paulo, por cerca de 1,3 bilhão de reais

A reportagem informa que a entidade beneficente do Samaritano vai se desvincular e investir em outras ações de filantropia. As instituições ainda não estão comentando os rumores.

Considerado referência em assistência, o Hospital Samaritano registrou no ano passado um superávit de 91,5 milhões, alta de 23% em relação a 2013, e uma receita de 438 milhões.

Além de sua relevância no mercado de planos de saúde, com 5,5 milhões de beneficiários, a Amil tem uma rede própria formada por 31 hospitais, constituindo-se a maior rede verticalizada do Brasil.

Além da UnitedHealth, o Valor informa que também participaram do processo de aquisição a Rede D´Or e três fundos de private equity, além do Albert Einstein também ter analisado a instituição no ano passado.

Em setembro deste ano, os hospitais Leforte e Bandeirantes (SP), controlados pela família Medeiros, também mudaram sua natureza filantrópica para fins lucrativos.

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