Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Concurso da Prefeitura de Afonso Cláudio - ES

A Prefeitura de Afonso Cláudio, no Espírito Santo, lançou edital 001/2016 de concurso público para preenchimento de 100 vagas em diversos cargos vagos do quadro geral de pessoal, dispondo de oportunidades para profissionais de todos os níveis de formação escolar. Ficam reservados 5% das vagas oferecidas para os candidatos portadores de necessidades especiais, desde que não os incompatibilize para o exercício da função ao cargo pretendido.

O concurso será realizado, sob a responsabilidade da empresa a G-Strategic Gestão, Assessoria, Serviços e Logística e os ganhos chegam a R$ 3.637,20. A jornada de trabalho será de até 40 horas por semana.

Cargos

Nível fundamental: gari, merendeira, serviçal, trabalhador braçal, vigia, auxiliar de serviços gerais, coveiro, calceteiro, auxiliar de mecânico, pedreiro, soldador, operador de máquina, operador de trator agrícola, auxiliar de creche, técnico em prótese dentária, técnico em raio-x, técnico para laboratório, agente fiscal, auxiliar de escriturário, telefonista, eletricista, mecânico, motorista e atendente para consultório odontológico;

Nível médio: auxiliar de biblioteca, auxiliar de secretaria escolar, agente de defesa civil, escriturário, almoxarife, desenhista, fiscal de renda, técnico agrícola, técnico em meio ambiente, assistente administrativo, tesoureiro, topógrafo, supervisor de endemias, técnico em enfermagem, técnico em segurança do trabalho e atendente de farmácia;

Nível superior: advogado, auditor público interno, engenheiro agrônomo, biólogo, procurador municipal, contador, engenheiro civil, assistente social, enfermeiro, farmacêutico/bioquímico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médicos (várias especialidades), nutricionista, odontólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional e professor de várias disciplinas. Inscrições.

Os interessados poderão efetuar suas inscrições, via internet, no endereço eletrônico da organizadora Gualimp - www.gualimp.com.br, até 26 de janeiro de 2016. Será cobrada taxa de inscrição com valores de R$ 40,00 e R$ 80,00.

Provas e Gabaritos
A aplicação das provas objetivas de múltipla escolha ocorrerá na data prevista de 13 de março de 2016 em locais e horários que serão comunicados a partir das 16h de 07 de março de 2016.

Os gabaritos provisórios serão informados a partir das 17h do dia 14 de março e os gabaritos definitivos serão publicados no dia 04 de abril do ano de 2016.

Validade
O prazo de validade deste concurso público é de dois anos, contados a partir da data de sua homologação, podendo a critério do Poder Público, ser prorrogado por igual período, de conformidade com Art. 37, III, da Constituição da República Federativa do Brasil

Verão sem dor: cuide do ouvido na piscina e no mar e evite problemas

Casos de otite aumentam no verãoCasos de otite externa aumentam 80,5% no verão; veja dicas para evitar dores e infecções

Verão é sinônimo de sol e banhos de mar e piscina. E é muito comum nem se lembrar de proteger os ouvidos na hora de entrar na água. A consequência pode ser dores, coceiras e até inflamações ou infecções.

"A água do mar ou da piscina acumulada nos ouvidos, juntamente com a exposição ao sol, é um ambiente propício para que os fungos e as bactérias presentes na água se proliferem, podendo causar uma infecção no canal externo dos ouvidos, a conhecida otite externa”, explica Cristiane Passos Dias Levy, otorrinolaringologista do Hospital Paulista.

Sintomas da otite externa e outras doenças
A doença, de acordo com Eduardo Landini Lutaif Dolci, otorrinolaringologista da Clínica Dolci, apresenta um maior número de casos durante o verão, com 80,5% comparado a 19,5% no restante do ano. E entre os sintomas estão dor intensa no ouvido, coceira e sensação de entupimento. O tratamento é feito com remédios e paciente deve ficar 10 dias longe do mar e da piscina.

O médico ainda cita a otomicose ou otite externa fúngica, uma infecção causada por fungos da pele do conduto auditivo externo, como comum nesta época do ano. Nesse caso, o sintoma é a coceira intensa no ouvido.

"Como forma de tratamento, o indicado é a limpeza do conduto auditivo em um consultório otorrinolaringológico para remoção completa dos fungos e secreções do ouvido, associado à proteção contra o contato com água por pelo menos 10 dias e uso de gotas otológicas contendo antifúngicos", diz Dolci.

Previna-se de doenças
Para a médica do Hospital Paulista, a prevenção é o melhor remédio. “Como medidas preventivas, nunca introduza cotonetes no canal auditivo externo, nunca pingue nada além dos remédios indicados pelo médico”, indica Cristiane.

6 dicas para evitar as dores de ouvido
A fonoaudióloga Andréa Abrahão, da rede de Direito de Ouvir, lista alguns cuidados simples para evitar problemas e dores de ouvido:

1. Após nadar, seque os ouvidos com a ponta de uma toalha.

2. Se sentir a presença de água dentro do conduto, deite a cabeça para o lado e encoste a orelha em uma toalha para que o líquido saia.

3. Se a água não sair e ao menor sinal de secreção no ouvido, que pode ser escura ou amarelada, procure ajuda de um otorrinolaringologista.

4. Evite o uso de hastes flexíveis dentro do ouvido: elas servem apenas para limpar a parte externa, e não devem ser introduzidas no canal auditivo.

5. O ouvido úmido pode causas coceira, mas é extremamente importante não introduzir nenhum tipo de objeto dentro do ouvido para aliar a sensação. É preciso prestar atenção principalmente nas crianças, para que não se machuquem.

6. Em caso de dores, não se deve pingar remédios caseiros. Apenas o médico poderá dar a orientação adequada.

iG

Brasil tem mais de 3.500 casos suspeitos de microcefalia associada ao vírus Zika

Em novo balanço divulgado ontem (12), o Ministério da Saúde informou que 3.530 casos suspeitos de microcefalia relacionada ao vírus Zika em recém-nascidos foram notificados no país entre 22 de outubro de 2015 e 9 de janeiro

O boletim também traz a confirmação de que a morte de dois recém-nascidos e dois abortos de bebês com a malformação no Rio Grande do Norte foram em decorrência do vírus Zika.

O ministério ainda investiga se a morte de outros 46 bebês com microcefalia na região Nordeste também tem relação com o Zika.

As notificações da malformação estão distribuídas em 724 municípios de 21 unidades da federação. O estado de Pernambuco, primeiro a identificar aumento de microcefalia, continua com o maior número de casos suspeitos (1.236), o que representa 35% do total registrado em todo o país.

Em seguida, estão os estados da Paraíba (569), Bahia (450), do Ceará (192), Rio Grande do Norte (181), de Sergipe (155), Alagoas (149), do Mato Grosso (129) e Rio de Janeiro (122).

Transmitido pelo Aedes aegypti, o vírus Zika começou a circular no Brasil em 2014, mas só teve os primeiros registros feitos pelo Ministério da Saúde em maio de 2015. O que se sabia sobre a doença, até o segundo semestre de 2015, era que sua evolução é benigna e que os sintomas são mais leves do que os da dengue e da febre chikungunya, transmitidas pelo mesmo mosquito.

Porém, no dia 28 de novembro, o ministério confirmou que, quando gestantes são infectadas por esse vírus, podem gerar crianças com microcefalia, uma malformação irreversível do cérebro, que pode ser associada a danos mentais, visuais e auditivos.

A microcefalia não é uma malformação nova, é sintoma de algum problema no organismo da gestante e do bebê, e pode ter diversas origens, como infecção por toxoplasmose, pelo citomegalovírus e agora ficou confirmado que também pelo vírus Zika. O uso de álcool e drogas durante a gravidez também pode levar a essa condição.

Foto: Reprodução

Agência Brasil

Ação hormonal da soja gera debate sobre consumo entre crianças

O tema aparece com frequência em blogs e fóruns de maternidade, com pais mostrando-se temerosos acerca do consumo de sucos de caixinha por parte das crianças

A preocupação não é totalmente infundada.

A soja é rica em isoflavonas, substâncias que têm estrutura química similar aos hormônios femininos, os estrógenos.

A ideia é que as isoflavonas seriam então reconhecidas pelo organismo como se fossem o estrógeno e desencadeariam a ação hormonal.

Segundo os profissionais ouvidos pela Folha, porém, não existe uma resposta definitiva sobre a relação entre o consumo de soja e puberdade precoce devido à escassez de grandes estudos sobre o tema.

"Em meninas,essa relação é mais pesquisada. Já os efeitos nos meninos são menos estudados, e as pesquisas foram feitas em animais, com resultados extrapolados para os humanos. São inconclusivas" , diz Jane Oba, pediatra e médica gastroenterologista do Hospital Albert Einstein.

Continue sua leitura no site: Folha de São Paulo

Pesquisa avalia suplementos “naturais” contra disfunção erétil

Assim como no Brasil, nos Estados Unidos há diversos suplementos disponíveis no mercado que prometem melhorar a vida sexual de homens e mulheres

Se você pensa ou já pensou em experimentar um deles vale a pena dar uma olhada em uma revisão científica que acaba de ser publicada no Journal of Sexual Medicine.

Os pesquisadores, liderados pelo professor de urologia Ryan Terlecki, do Wake Forest Baptist Medical Center, na Carolina do Norte, avaliaram testes feitos com diversas substâncias e concluíram que faltam evidências de eficácia para boa parte delas.

O dado mais preocupante da revisão é o fato de que muitos produtos comercializados como “naturais” possuem traços de inibidores de fosfodiesterases, mesma classe de medicamento da qual faz parte o Viagra.

Um dos estudos levantados pela equipe revela a presença da droga em 81% das amostras de suplementos vendidos sem receita nos Estados Unidos e na Ásia. Vale lembrar que homens com doença cardíaca, que tomam nitratos, podem ter efeitos colaterais graves com o uso de Viagra, bem como aqueles que usam remédios para tratar o aumento da próstata.

De 40 a 70% dos homens apresentam algum grau de disfunção sexual durante a vida. Como o tema envolve certa vergonha, é comum recorrer a produtos de venda livre. Os autores comentam que muitos norte-americanos gastam mais de cinco dólares por dia com suplementos que não têm eficácia comprovada.

Além de alertar contra a falta de evidências, a equipe também chama a atenção para o fato de os suplementos não serem classificados como remédios (no Brasil também é assim), por isso não há como garantir a qualidade e pureza dos produtos “naturais”, ou seja, sua segurança.

Veja o resumo do que os pesquisadores concluíram sobre alguns suplementos bastante vendidos para melhorar o desempenho sexual:

O suplemento de DHEA foi considerado relativamente seguro, já que os dados não demonstraram efeito significativo nos níveis hormonais. Mas as informações que sugerem benefício são fracas.

O feno grego, encontrado em um terço dos suplementos mais vendidos para homens nos EUA, também não apresentou efeitos adversos nos estudos. Em um deles foi registrada melhora na excitação e no orgasmo, bem como na força muscular e no bem-estar.

O Ginkgo biloba, também vendido para várias outras doenças, não tem resultados convincentes no que se refere à disfunção erétil. Além disso, pode provocar dores de cabeça, tontura e sangramentos graves, especialmente em pacientes que tomam anticoagulantes.

O ginseng, o ingrediente mais comum nos suplementos para homens, pode causar dores de cabeça, queimação, prisão de ventre, insônia, feridas na pele e reduzir a glicose (o que pode ser perigoso para diabéticos).

O Epimedium, conhecido nos EUA como Horny Goat Weed, foi considerado seguro, no geral, apesar de alguns relatos de euforia e taquicardia. Mas também não há evidência em humanos de que a erva medicinal melhore o sexo.

A L-arginina, um aminoácido comum em suplementos, foi associada a queda na pressão arterial, apesar de considerada segura. Ela teria o potencial (em teoria) de melhorar a função erétil.

A maca, que também está em diversos produtos, teve resultados positivos em estudos com animais no que se refere à melhora no interesse sexual, com relatos raros de efeitos tóxicos, como aumento de enzimas hepáticas e da pressão sanguínea.

Não foram encontradas evidências de benefícios em humanos para a Tribulus, outra erva comum nos suplementos. Houve dois relatos de efeito tóxico para o fígado e os rins em altas doses.

A ioimbina, uma substância vasodilatadora utilizada há bastante tempo, apresentou resultados positivos em alguns estudos, mas também pode causar efeitos colaterais como hipertensão, dor de cabeça, agitação, sudorese e insônia.

Por fim, o zinco também foi considerado seguro, mas não há evidência de que indivíduos saudáveis, ou seja, que não tenham deficiência comprovada, possam ter algum benefício ao consumir o suplemento.

Assim, o poder atribuído às ostras, assim como a muitos suplementos, talvez não passe de efeito placebo.

Uol