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terça-feira, 3 de maio de 2016

5 passos essenciais para uma logística hospitalar de qualidade

Uma boa gestão de insumos médicos e medicamentos é condição sine qua non dentro das unidades de saúde desde os centros de distribuição/almoxarifados até o consumo pelo paciente


Apesar de ser ainda uma atividade recente, a logística hospitalar já configura grandes e importantes mudanças no cenário da saúde, imprimindo novos pensamentos para a melhoria da qualidade desse setor para todos, com mais segurança e transparência.

Na ponta do lápis, a logística hospitalar de qualidade gera mais produtividade, economicidade, melhorias em processos de compra, controle real de estoque, redução de erros de administração de medicamentos, maior segurança para gestores, profissionais de saúde e pacientes e maior receita para os hospitais.

Apesar de bastante amplo e complexo, compilo aqui 5 passos fundamentais de uma gestão de insumos médicos e medicamentos eficiente:

1. Armazenamento e controle de processos via automação – garante que o produto certo, na quantidade certa, tenha armazenagem controlada e destino correto, com total rastreabilidade de processos, prazos e validades.

2. Individualização dos medicamentos com serialização – customização de embalagens que permite que os produtos possam ser administrados de acordo com a dose prescrita para cada paciente, sem sobras e desperdícios e assegurando que o paciente certo receba o medicamento correto.

3. Rastreabilidade dos medicamentos e insumos – acompanhamento através de código de barras de toda a rota do medicamento, desde a entrada no centro de distribuição, armazenamento, distribuição às unidades de saúde e administração no leito. Processo que garante controle de estoque, segurança de administração e maior facilidade de gestão em ações de recall.

4. Logística reversa – Processo que retorna os produtos não utilizados ao centro de distribuição, almoxarifados ou farmácias, garantindo maior aproveitamento e economicidade aos gestores da saúde.

5. Relatórios real time com projeções e indicadores – mapeamento de toda o fluxo para gestão de medicamentos, controle de estoque e demandas de cada unidade, reportados com a antecedência necessária para a realização de novos processos de compras.

Mayuli Fonseca, Diretora de Novos Negócios da UniHealth Logística Hospitalar

Saúde Business

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Sindicância é aberta para apurar troca de vacinas da gripe H1N1 por insulina

Por erro, cinquenta pessoas receberam o hormônio em Maringá. Funcionária de hospital que aplicou injeções diz que confundiu ampolas

A Secretaria de Saúde de Maringá, no norte do Paraná, abriu sindicância nesta sexta-feira (29) para apurar o que levou uma funcionária do Hospital Municipal a aplicar doses de insulina em vez de vacinas contra a gripe H1N1 em 50 pessoas, na quinta-feira (28).

Todas as pessoas que receberam a dose ficaram internadas, sob observação, durante a quinta-feira, e foram liberadas no fim da noite. Nenhuma delas teve complicações em decorrência do erro, segundo a prefeitura.

Ainda de acordo com a administração municipal, a falha foi identificada pela própria servidora logo após a aplicação. Ela está grávida e também aplicou insulina em si mesma. Conforme a prefeitura, a mulher alegou ter confundido as embalagens, que, para ela, são parecidas.

A insulina é um hormônio usado no tratamento de diabetes. A Secretaria Municipal de Saúde informou que, aplicada indevidamente, pode causar sonolência, fraqueza, taquicardia e tremores.

Foto: Reprodução

G1

ISMP Brasil lança alerta de segurança sobre risco de troca de frascos de vacina da gripe

O ISMP Brasil emitiu um alerta de segurança com o objetivo de prevenir erros de medicação envolvendo vacinas


Nesta quinta-feira (dia 28/04/2016), foi detectada a ocorrência de um erro de medicação envolvendo a troca da vacina contra a gripe (influenza) por insulina no Paraná. Em outra situação, em 2015, a vacina de sarampo foi reconstituída com atracúrio em vez do diluente próprio levando à morte 15 crianças na Síria.

O instituto já havia alertado profissionais de saúde sobre os riscos de erros envolvendo vacinas no seu boletim sobre Insulinas e sobre Bloqueadores Neuromusculares, mas aproveita a ocorrência da notificação nacional para ressaltar a necessidade do aprendizado frente aos erros identificados internamente e em outras instituições de saúde. Faz-se urgente o estabelecimento de barreiras no sistema de medicação para prevenir e minimizar os danos associados aos erros de medicação.

No Alerta de Segurança, o ISMP Brasil apresenta algumas recomendações para prevenir erros de medicação envolvendo vacinas.

Para se informar ainda mais sobre segurança de embalagens e rotulagem leia o documento IMSN “Position Statement on Safer Design of Vaccines Packaging and Labelling” elaborado com a participação do ISMP Brasil.

ISMP Brasil

Senado faz consulta online sobre jornada de 30 horas para os farmacêuticos

O Portal e-Cidadania do Senado Federal publicou consulta pública para ouvir a opinião da sociedade sobre o projeto de lei 513/2015, de autoria da Senadora Vanessa Grazziotin, sobre a redução da jornada de trabalho dos farmacêuticos para 30 horas semanais, sem redução de salário

Para participar clique aqui

A Fenafar convoca a todos e todas farmacêuticos e cidadãos a participaram da consulta, instrumento importante para aferir o apoio da sociedade as propostas legislativas que tramitam no Senado.

A campanha pela redução da jornada de trabalho é desenvolvida pela Fenafar já há alguns anos. A Federação tem abordado o tema a partir do direito que a sociedade à assistência farmacêutica de qualidade e, também, a luta pela valorização profissional da categoria farmacêutica.


Da redação
Publicado em 27/04/2016

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Funcionária de hospital erra e aplica insulina em vez de vacina contra gripe

Vacinação h1n1 vacina  (Foto: Osnei Restio/Prefeitura Nova Odessa/Divulgação)

Insulina foi aplicada por engano em servidores de
hospital
Caso ocorreu nesta quinta (28), no hospital municipal de Maringá, no PR. Cerca de 50 servidores receberam injeção por engano, diz prefeitura

Cerca de 50 servidores do Hospital Municipal de Maringá, no norte do Paraná, foram vacinados com insulina após a enfermeira confudir as ampolas, nesta quinta-feira (28), segundo a prefeitura. A vacina correta era contra o vírus H1N1.

Várias pessoas vacinadas foram internadas com reações, ainda segundo a administração municipal. A insulina é um hormônio usado para o tratamento de diabetes. A Secretaria Municipal de Saúde informou que aplicado irregularmente, o hormônio pode provocar sonolência, fraqueza, taquicardia e tremores.

Ainda de acordo com a prefeitura, a falha foi identificada pela própria servidora logo após a aplicação.A enfermeira está grávida e também aplicou insulina nela própria por engano.

Os 50 funcionários estão sendo atendidos por médicos do próprio hospital e devem permanecer em observação até as 21h. Esse é o prazo para a manifestação das reações adversas. A prefeitura classificou o fato como um acidente de trabalho e, por isso, a Diretoria de Saúde Ocupacional está acompanhando o caso.

A administração municipal diz que a servidora afirmou que se confundiu com as embalagens, que são parecidas. Um processo administrativo será aberto para investigar as responsabilidades.

Foto: Osnei Restio/Prefeitura Nova Odessa/Divulgação)

G1