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segunda-feira, 27 de março de 2017

Juntos podemos acabar com a Tuberculose

WhatsApp Image 2017-03-24 at 18.23.00“Todos juntos contra a tuberculose” é o slogan da campanha de 2017 do Ministério da Saúde para a redução do número de casos da doença, e conscientizar a população da importância do tratamento, e do apoio aos pacientes

Em 2015, foram estimados 10,4 milhões de casos no mundo. Um dos fatores que podem levar ao alto índice da doença é o desconhecimento da população sobre o assunto, ou a crença de que a tuberculose ficou no passado, explica a Coordenadora-Geral do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT), Denise Arakaki. “A tuberculose é uma doença do presente e está nos grandes centros urbanos, principalmente nas cidades e comunidades onde o crescimento foi desordenado. Ambientes aglomerados, mal ventilados, com pouca radiação solar, são bastante propícios. Isso também está associado ao baixo reconhecimento da tosse como um alerta para a doença.

Com a virada do século 20 para o século 21, os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM) incentivaram os países a reduzir o número de casos na população, e o Brasil chegou a alcançar a meta estabelecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) antes do prazo estabelecido, diminuindo em mais da metade a incidência e mortalidade em relação à 1990.. Acontece que, mesmo com a redução, o Brasil se comprometeu com uma meta ainda mais ambiciosa: acabar com a doença como um problema de saúde pública.

A Coordenadora-Geral do PNCT defende que o envolvimento de todos é essencial para que o objetivo seja alcançado. “A gente precisa de todos os atores, tanto da saúde quanto da comunidade para acabar com a Tuberculose no país. Que os profissionais de saúde acolham quem tem a suspeita da doença, os pacientes, que ajudem a levar o tratamento até o fim, e que os familiares entendam que é uma doença que tem cura, o tratamento é longo e que a pessoa com a doença precisa de todo apoio possível”.

Os sintomas podem variar, mas o principal alerta é tosse por mais de duas a três semanas. Denise explica que pessoas com HIV e prejuízo do sistema imunológico podem apresentar febre no final do dia, emagrecimento, cansaço e suor noturno, por exemplo. No entanto, se a tuberculose afetar outro órgão que não o pulmão, como por exemplo, tuberculose renal, o sintoma poderá ser urina com sangue. “Quanto mais o sistema imune está preservado, mais relacionado à tosse. Quanto menos preservado, os sintomas são inespecíficos e dependem do órgão acometido”.

A principal maneira de prevenir a tuberculose em crianças é com a vacina BCG. Em adultos a vacina é eficaz.. Outra maneira de prevenir é identificar a “Infecção Latente de Tuberculose”,. A pessoa que foi recém-infectada recebe um tratamento para prevenir o adoecimento. “Uma pessoa que foi diagnostica com tuberculose, que estava convivendo com outras pessoas em casa, por exemplo, deve levar seus familiares para o serviço de saúde com o objetivo de avaliar se foram infectados pelo bacilo da tuberculose. Se os familiares estiverem infectados pelo bacilo iniciamos o medicamento preventivo”, explica Denise Arakaki.

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece ao paciente desde o diagnóstico até a medicação para todo o tratamento. Se o indivíduo está com tosse há mais de três semanas e desconfia que possa ser tuberculose, deve procurar uma Unidade de Saúde e realizar os exames que vão esclarecer se a pessoa tem ou não a doença. Entretanto, para Denise, a conscientização de todos profissionais de saúde, comunidade, pacientes e familiares ainda é a melhor opção para evitar o aumento da doença: Todos juntos podemos vencer este desafio!

Aline Czezacki, para o Blog da Saúde

Suplementos com Alegações Falsas: Produtos sem registro são interditados

As empresas NewLife e Life Plus World, que não possuem registro na Agência, devem retirar do mercado produtos e medicamentos irregulares

A Anvisa proibiu a comercialização dos produtos Phospho (2-AEP) da empresa NewLife e Resveratrol + EA da empresa Life Plus World, ambos sem registros ou cadastros sanitários.

As duas empresas não têm cadastro CNPJ ou Autorização de Funcionamento (AFE). Além disso, as propagandas encontradas nos sites eletrônicos atribuíam propriedades terapêuticas aos produtos, o que os caracteriza como passíveis de registro como medicamentos.

As resoluções RE 779/17 e RE 781/17 determinam a proibição da fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso de ambos os produtos em todo o território nacional.

A Anvisa determinou, ainda, pela apreensão das unidades dos produtos no mercado brasileiro.

ANVISA

sexta-feira, 24 de março de 2017

Brasileiros vivem crise sexual sem precedentes

56% dos casais brasileiros estão insatisfeitos com a vida sexual e 7 em cada 10 afirmam que o sexo não é o mesmo depois do casamento. Programar o sexo pode ser uma solução para a falta de desejo


Nunca houve tanta liberdade para se falar sobre sexo, assim como para praticá-lo. Entretanto, observa-se por pesquisas na área de sexualidade e pelo dia a dia dos consultórios médicos e de psicologia, uma falência sexual como nunca se teve notícia na história.

Não é apenas a crise política e econômica que abala os brasileiros. No sexo as coisas vão de mal a pior. Segundo as psicólogas e especialistas em terapia de casal, Denise Miranda de Figueiredo e Marina Simas de Lima, fundadoras do Instituto do Casal, a crise sexual não tem gênero, pois atinge casais hetero e homossexuais.

“Nós realizamos uma pesquisa no final do ano passado sobre satisfação conjugal e descobrimos que mais da metade dos casais está insatisfeita com a vida sexual. Esse dado corroborou nossa percepção de que há uma crise sexual em andamento. A lição de casa é entender o que está afetando a libido para oferecer estratégias de resolução”, afirma Denise.

“As razões para a perda do desejo no sexo são diversas e complexas. Entretanto, dois fatores têm sido mais frequentes: a hiperconectividade e a crise econômica que o Brasil passa. A hiperconectividade, ou seja, estar conectado em excesso com o mundo exterior, principalmente por meio das tecnologias, como celulares e computadores, afeta diretamente o modo como nos relacionamos, tanto no casamento, como fora dele. É um paradoxo: ficamos desconectados de quem está perto, para nos conectarmos com quem está longe”, explica Denise.

Soma-se a essa hiperconectividade o cansaço, o estresse, as preocupações com o trabalho e com as finanças. A crise econômica que afeta o país também é responsável pela crise sexual. Afinal, quem consegue pensar em sexo quando não tem emprego ou não consegue pagar as contas no final do mês?

“Quando a vida funcional está instável, naturalmente ela atrapalha a vida sexual. A falta de dinheiro para pagar contas e o corte de atividades importantes para o casal, como viagens, por exemplo, pode alterar o funcionamento da vida a dois. Claro que se há cumplicidade e intimidade, há chance de superação dos momentos difíceis”, explica Marina.

Programar o sexo pode ser uma solução?
As pessoas têm a ideia de que o sexo tem que acontecer, tem que ser natural, quando na verdade ele pode e deve ser programado. Esquisito? Nem um pouco. Quando você namora, por exemplo, você se organiza para sair e planeja o sexo, seja na hora de escolher a lingerie, comprar preservativos, se arrumar, tomar banho, etc. Por que não fazer isso no casamento também?, indagam as especialistas.

Para as terapeutas, o sexo espontâneo, aquele dos filmes, é um mito! “Sexo no casamento requer investimento e precisa, acima de tudo, de conexão. E se estamos conectados com o mundo exterior, ou seja, com as contas, o trabalho e o celular, como vamos nos conectar com o (a) parceiro (a)?”.

A solução para a falta de desejo, segundo as psicólogas, é muito simples: programar o sexo. Pode até soar estranho, mas é um conselho que pode ajudar muito a despertar a libido. É uma maneira de se preparar emocionalmente para o sexo, um momento de conexão entre o casal.

“Claro que é preciso descartar causas orgânicas e outros diagnósticos. “Se a pessoa não tem nenhum problema físico, nenhum transtorno psiquiátrico, como depressão e ansiedade, por exemplo, programar o sexo pode ser um bom remédio para a falta de desejo”, concluem as psicólogas.

Foto: Freeimage

Estado de Minas

Curso sobre Atenção à Mulher em Situação de Violência

violenciacontramulherEstão abertas até o dia 6 de abril próximo as inscrições para o curso de extensão “Atenção à Mulher em Situação de Violência” - modalidade Ensino à Distância (EAD)

O treinamento é promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), por meio do projeto Para Elas, desenvolvido em parceria com a Coordenação Geral de Saúde das Mulheres (Dapes/SAS), do Ministério da Saúde (MS). O objetivo é capacitar profissionais para a abordagem da mulher em situação de violência.

A formação tem a carga horária de 15, 30 ou 45 horas a depender de quantos módulos o participante cumprir. A próxima turma será na modalidade à distância com tutoria e os alunos receberão certificados pela participação.

As aulas terão início em 24 de abril. Os candidatos poderão fazer suas inscrições pelo link: https://goo.gl/forms/aZuMVve1264RxP4i2

Depois de feita a inscrição, cada candidato receberá uma senha, com a qual terá acesso à Plataforma e às atividades previstas para o período que precede o curso (período preparatório). Podem se inscrever profissionais de qualquer área de conhecimento, com preferência para os que atuam nas redes de enfrentamento da violência contra mulher, inseridos em diferentes setores. O único pré-requisito é que o candidato tenha terminado curso de nível superior.

Outras informações sobre o curso ou esclarecimentos de dúvidas podem ser obtidas pelo telefone para contato é (031) 3409-9945.

Por dentro do conteúdo

O curso é composto por três unidades:
  1. Bases Teórico-Metodológicas da Abordagem da Violência: Abordará de maneira introdutória, importantes teorias – clássicas e atuais – para explicar a disseminação da violência nas sociedades atuais e suas respectivas formulações de enfrentamento. Em seguida, apresenta os principais movimentos sociais que marcaram a história da humanidade e o papel da mulher nesses movimentos;
  2. Políticas Públicas, Leis e Programas voltados para a mulher em situação de violência: apresentará as políticas, as leis, as portarias, as estratégias, os decretos e os programas, alicerces do arcabouço político-institucional voltado para o enfrentamento da violência contra a mulher;
  3. O cuidado à mulher em situação de violência sexual: abordará, por meio da apresentação e discussão de casos, o cuidado prestado, integral, multidisciplinar, imediato e longitudinal, segundo o protocolo do MS, em vigor.
Fonte: Coordenação Geral de Saúde das Mulheres (Dapes/SAS), do Ministério da Saúde (MS)

Abertas inscrições para seleção de gerentes da Anvisa

Seleção para gerentes de tecnovigilância, biovigilância e pós-registro de medicamentos recebe inscrições de profissionais com ou sem vínculo com a Administração


Anvisa abre as inscrições de processos seletivos para gerentes das áreas:

Gerência de Avaliação de Tecnologia de Pós-Registro de Medicamentos Sintéticos – Gepre, ligada à Gerência-Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED).

Gerente de Hemo e Biovigilância e outros Produtos sujeitos à Vigilância Sanitária - GHBIO, ligada à Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos sujeitos à Vigilância Sanitária - GGMON.

Gerente de Tecnovigilância - Getec, ligada à Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos sujeitos à Vigilância Sanitária - GGMON.

Os editais com detalhes sobre as inscrições, requisitos mínimos e desejáveis etapas da seleção bem como atribuições dos cargos estão disponíveis para consulta:

Edital GGMED e

Edital GGMON

Podem participar dos processos seletivos, profissionais com ou sem vínculos com a Administração Pública e os cargos são de livre nomeação e exoneração.

Inscrições
Só serão aceitas as inscrições via internet, com o preenchimento dos formulários eletrônicos:

Para o Cargo Gerente da Gerência de Avaliação de Tecnologia de Pós-Registro de Medicamentos Sintéticos – Gepre, http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=30558

Para o Cargo Gerente de Tecnovigilância - Getec, http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=30712

Para o Cargo Gerente de Hemo e Bio Vigilância e outros Produtos sujeitos a Vigilância Sanitária - GHBIO, http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=30713

ANVISA