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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Amendoim: alimento é uma excelente opção para pequenas refeições

amendoiminnaturaO amendoim é um alimento que se tornou bastante popular nas refeições de alguns frequentadores assíduos das academias

É um alimento que já tinha seu espaço garantido no coração e no paladar da população brasileira e é encontrado com facilidade no território nacional. Como parte de uma alimentação equilibrada, para o ganho de uma vida mais saudável, o amendoim deve ser consumido sim, como vários outros alimentos in natura e minimamente processados.

Entender o nível de processamento dos alimentos, mais do que a qualidade de um alimento isolado, pode ser mais efetivo para chegar ao objetivo maior, que é ter saúde para toda a vida.

Grau de Processamento, segundo o Guia Alimentar
Alimentos in natura são obtidos diretamente da natureza, de plantas ou de animais, e não sofrem qualquer alteração após deixarem a natureza – nesse caso, seria o amendoim ainda com a casca marrom, sem adição de sal ou açúcar, que você mesmo pode descascar. Minimamente processado seria o amendoim já limpo, sem a casa, envolto naquela camada vermelha ou sem ela, mas sem adição de qualquer substância, seja sal, açúcar, óleos, ou outras gorduras. Com casca ou descascado, você pode encontrar o alimento em feiras ou supermercados com facilidade.

Propriedades
O amendoim faz parte do grupo de alimentos que inclui vários tipos de castanhas (de caju, de baru, do-brasil ou do-pará) e nozes, além das amêndoas. Castanhas, nozes, amêndoas e amendoins têm vários usos culinários. Podem ser usados como ingredientes de saladas, de molhos e de várias preparações culinárias salgadas e doces (farofas, paçocas, pé de moleque) e também ser adicionados a saladas de frutas. Por exigirem pouco ou nenhum preparo, são excelentes opções para pequenas refeições.

Todos os alimentos que integram este grupo são ricos em minerais, vitaminas, fibras e gorduras saudáveis (gorduras insaturadas) e, como frutas e legumes e verduras, contêm compostos antioxidantes que previnem várias doenças.

Porém, é preciso cautela quando algumas das características do alimento forem modificadas. Castanhas, nozes, amêndoas e amendoins adicionados de sal ou açúcar são alimentos processados e, sendo assim, o Ministério da Saúde indica que o consumo deve ser limitado. Na base da alimentação devem estar sempre os alimentos in natura e minimamente processados, como você pode conferir nas orientações do Guia Alimentar para a População Brasileira.

Preparações caseiras
O Ministério da Saúde recomenda que a população evite o consumo de alimentos ultraprocessados para obter uma vida mais saudável. Devido a seus ingredientes, alimentos ultraprocessados – como biscoitos recheados, “salgadinhos de pacote”, refrigerantes e “macarrão instantâneo”, – são nutricionalmente desbalanceados. Por conta de sua formulação e apresentação, costumam ser consumidos em excesso e substituir alimentos in natura ou minimamente processados.

Para que tenham longa duração e não se tornem rançosos precocemente, os alimentos ultraprocessados são frequentemente fabricados com gorduras que resistem à oxidação, mas que tendem a obstruir as artérias que conduzem o sangue dentro do nosso corpo. São particularmente comuns em alimentos ultraprocessados os óleos vegetais naturalmente ricos em gorduras saturadas e gorduras hidrogenadas, que, além de ricas em gorduras saturadas, contêm também gorduras trans.

Alimentos ultraprocessados tendem a ser muito pobres em fibras, que são essenciais para a prevenção de doenças do coração, diabetes e vários tipos de câncer. A falta de fibras decorre da ausência ou da presença limitada de alimentos in natura ou minimamente processados nesses produtos. Esse mesmo motivo faz com que os alimentos ultraprocessados também sejam pobres em vitaminas, minerais e outras substâncias com atividade biológica, que estão naturalmente presentes em alimentos in natura ou minimamente processados. Por essas razões, na hora de comer o amendoim, prefira sempre as preparações caseiras ou ainda o alimento in natura. Abaixo, listamos uma receita caseira de uma paçoca tipicamente brasileira.

Receita Caseira de Paçoca

Paçoca soltinha

Ingredientes
• 1/4 xícara de farinha de mandioca torrada
• 1 1/2 xícara de amendoim torrado
• 1/2 xícara de açúcar mascavo

Para fazer a paçoca soltinha
• Coloque a farinha de mandioca para torrar em uma frigideira até ficar douradinha.
• Enquanto isso, torre o amendoim no forno médio por 15 minutos. Descasque-o.
• Leve o amendoim ao processador junto com o açúcar mascavo e bata.
• Adicione a farinha de mandioca torrada para dar crocância à mistura e processe mais.

Gabi Kopko, para o Blog da Saúde

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Sírio Libanês abre inscrições para Curso Prático de Cuidados Paliativos para não Paliativistas

Curso oferecido pelo IEP/HSL dá uma visão ampla das competências necessárias para cuidar do sofrimento de forma profissional e humanizada


Já estão abertas as inscrições do Curso Prático de Cuidados Paliativos para não Paliativistas – Competências para o Cuidado de Pacientes Graves, oferecido pelo Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa (IEP/HSL).

O interesse por conhecimentos nesta área da saúde tem crescido nos últimos anos no Brasil e no mundo graças às evidências positivas de sua aplicação.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define cuidados paliativos como uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a continuidade da vida.

Para tanto, é necessário avaliar e controlar não somente a dor, mas os sintomas de natureza física, social, emocional e espiritual.

O Prof. Dr. Daniel Neves Forte, um dos coordenadores do curso, explica que atualmente há muito mais possibilidades de tratamentos que vão ao encontro dos valores das pessoas e que são centradas no paciente e não na doença.

“A doença é importante, mas o objetivo é o paciente, foco dos cuidados paliativos.”

Dessa forma, os profissionais da saúde ao aprenderem a cuidar do sofrimento dos pacientes e de seus familiares conseguem, segundo Daniel Forte, realizar uma integração mais eficaz entre o tratamento da doença e o cuidado do paciente.

Ele cita um recente estudo publicado na Revista JAMA, da American Medical Association, que mostra que a abordagem em cuidados paliativos melhora o controle dos sintomas, a qualidade de vida e reduz custos, ou seja, agrega valor a todo o sistema de saúde.

Nesse contexto, o objetivo do Curso Prático de Cuidados Paliativos para não Paliativistas é promover as competências entre os profissionais que não desejam ser especialistas na área, mas querem aplicá-las no dia a dia de suas especialidades.

Com 20 horas de duração, o curso, que será realizado nos próximos dias 2 e 3 de junho, é voltado para intensivistas, oncologistas, cardiologistas, geriatras, pneumologistas, nefrologistas, hospitalistas, emergencistas, cirurgiões ou qualquer outra especialidade que cuide regularmente de pacientes graves.

Além das aulas teóricas, os alunos também farão exercícios práticos e simulações.

Entre os temas que serão abordados se destacam:
– Controle de sintomas (dor, dispnéia, náuseas, sede, sintomas emocionais).
– Comunicação empática (comunicação de más notícias, comunicação de prognóstico, comunicação sobre cuidados de fim de vida, comunicação para trabalho em equipe).
– Aspectos éticos e legais sobre autonomia e sobre cuidado médico no fim da vida.

O curso também conta com a coordenação do Prof. Dr. Fernando Kawai, coordenador do Programa de Cuidados Paliativos do New York Hospital Queens – Cornell University

Serviço:
Curso Prático de Cuidados Paliativos para não Paliativistas – Competências para o Cuidado de Pacientes Graves
Inscrições: Até 19/05/2017
Local: Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa Maiores
Informações: Clique aqui

Fonte: Assessoria de Imprensa do Hospital Sírio Libanês

Aprovado novo medicamento para câncer de pâncreas

O medicamento ABRAXANE® será registrado no Brasil pela empresa Celgene Brasil Produtos Farmacêuticos

O medicamento novo ABRAXANE® (paclitaxel ligado à albumina) foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda (10/4). A autorização foi para a forma farmacêutica pó liofilizado para suspensão injetável, na concentração de 100 mg.

Câncer no pâncreas
O Abraxane é indicado para tratamento em primeira linha de pacientes com adenocarcinoma de pâncreas metastático, que é uma doença rara de comportamento agressivo e alta taxa de mortalidade.

O novo medicamento será fabricado pela empresa Abrais BioScience, de Phoenix, EUA. No Brasil a detentora do registro é a empresa Celgene Brasil Produtos Farmacêuticos Ltda., localizada em Vargem Grande Paulista, São Paulo.

ANVISA

Curso Aperfeiçoamento em Farmácia Hospitalar e Clínica

Objetivos
 – Conscientizar as equipes sobre a importância da farmácia clínica na segurança do paciente;
– Promover o saber farmacêutico como parte integrante do cuidado multidisciplinar.


Objetivos Específicos:
– Estimular a prática da farmácia clínica nas instituições de saúde;
– Instrumentalizar os participantes com ferramentas práticas para o serviço de farmácia clínica;
-Encorajar os profissionais farmacêuticos sobre sua integração no cuidado multidisciplinar;
– Disseminar conceitos e práticas de segurança em detrimento dos perigos e riscos envolvendo medicamentos em instituições de saúde.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Suspensa a importação de enxerto ósseo sul-coreano

Inspeção sanitária reprovou a empresa fabricante do substituto sintético de ossos

Os produtos para saúde PolyBone Original e PolyBone Enxerto Ósseo foram suspensos em todo o território nacional. Os compostos ósseos sintéticos eram fabricados pela Gyungwon Medical CO, localizada na Coréia do Sul.

Diante da conclusão de um relatório de inspeção internacional, a Anvisa constatou ações insatisfatórias da empresa sul-coreana. As irregularidades sanitárias foram associadas aos dois produtos em questão o que motivou a suspensão de ambos os materiais.

A empresa brasileira Biomédica Equipamentos e Suprimentos Hospitalares, que detém o registro no Brasil, importava os enxertos sintéticos.

A Agência determinou, portanto, a suspensão da importação, distribuição, comercialização e uso dos produtos PolyBone Original e PolyBone Enxerto Ósseo. A resolução RE 918/17 que suspende ambos os enxertos foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Suspensão de impressoras
A Anvisa suspendeu nesta segunda-feira a divulgação e o comércio irregular de impressoras de papel de diagnóstico médico por imagem. Os equipamentos eram comercializados pela empresa CDMAX Distribuidora e Comercial Ltda.

Já que as impressoras não possuíam cadastro na Agência, determinou-se que a distribuição, divulgação, comercialização e o uso fossem suspensos.

A medida sanitária foi publicada na resolução RE 947/17 do Diário Oficial da União (DOU).

ANVISA