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sábado, 15 de abril de 2017

Pessoas divorciadas, viúvas e solteiras apresentam maior risco de morte após ter um AVC

O derrame pode ser fatal nesse grupo, com um risco muito maior do que em pessoas que têm um casamento estável. Segundo pesquisadores americanos, o cuidado mútuo pode explicar o fenômeno

Segundo a Federação Mundial do Coração (WHF), cerca de 15 milhões de pessoas sofrem acidente vascular cerebral (AVC), conhecido também como derrame, a cada ano. Dessas, 5 milhões acabam com sequelas permanentes e 6 milhões morrem. Alguns dos fatores de risco podem ser eliminados ou monitorados, como o tabagismoe a pressão alta. Outros, contudo, não são controláveis, como a idade avançada e o histórico familiar. Agora,um estudo norte-americano aponta mais um possível influenciador: o casamento.

A pesquisa - publicada no Journal of the American Heart Association e liderada pelo professor de medicina Matthew Dupre, da Duke University, na Carolina do Norte - sugere que o risco de morte após um derrame pode ser até 71% maior para adultos que nunca se casaram, em comparação àqueles em casamentos estáveis. Para pacientes que passaram por um divórcio ou que ficaram viúvos, o risco de morrer devido a um derrame é 23% e 25% maior, respectivamente. O número de interrupções no estado civil também é fator importante, aumentando a vulnerabilidade. Aqueles que se divorciaram ou ficaram viúvos mais de uma vez têm 39% e 40% mais chances de morte após um derrame em relação aos adultos continuamente casados.

O estudo envolveu 2.351 pacientes que tiveram AVC entre 1992 e 2010. O histórico das relações foi medido a partir de perguntas detalhadas sobre as datas de início e fim do casamento presentes em questionários respondidos a cada dois anos. Os pesquisadores definiram o estado civil dos participantes como nunca casado, continuamente casado, casado novamente, divorciado ou viúvo. O grupo de controle foi os adultos em matrimônio estável.

Mais da metade dos participantes - 1.382 pessoas, 58% do total - morreu durante o período do estudo. Todas as causas de morte foram consideradas relacionadas ou não à doença. Além do estado civil, os pacientes que morreram eram, em geral, mais velhos, menos educados e com renda menor do que os sobreviventes. Eles também apresentaram maior probabilidade de não ter filhos, apresentar sintomas depressivos, fazer menos exercícios físicos e tomar remédios para hipertensão.

Os pesquisadores descobriram também que, em caso de divórcio ou morte, um novo casamento não diminuiu o risco de óbito. “Pode ser que o estresse agudo e crônico causado pela perda de um parceiro tenha um papel importante na mortalidade”, diz Matthew Dupre ao Estado de Minas. “Suspeitamos também que a instabilidade matrimonial pode ter consequências negativas na regularidade ao tomar medicamentos, procurar serviços de saúde e outros comportamentos essenciais à recuperação.”

Silencioso
O derrame acontece quando há uma interrupção no fluxo de sangue no cérebro. Apesar do nome, a doença é mais comumente causada por um coágulo, que obstrui um vaso sanguíneo no órgão. Nesse caso, ocorre o chamado AVC isquêmico. Porém, em 20% dos casos, há rompimento de um vaso, causando uma hemorragia que destrói os tecidos ao redor do local. As duas variedades da doença são perigosas e podem causar perda de funções cerebrais e até levar à morte. “O derrame mata cerca de 100 mil pessoas por ano no Brasil e fica em primeiro ou segundo lugar entre as causas de morte no país, dependendo do sexo”, ressalta Fausto Stauffer, diretor de pesquisas da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Segundo o médico, a prevenção da doença - que ocorre subitamente e sem aviso - é feita com o controle dos fatores de risco. “O principal é a hipertensão. O risco de um hipertenso sofrer um AVC é cinco vezes maior do que uma pessoa com pressão controlada”, afirma. “Também são fatores diabetes, sedentarismo, tabagismo e colesterol alto, que aumentam a chance de formação de placas de gordura no sangue.” Todas essas condições podem ser controladas, diferentemente de questões como o histórico da doença na família, a idade avançada e até o sexo— mulheres sofrem mais derrames do que os homens.

Segundo Matthew Dupre, o casamento entra na categoria de fatores não modificáveis. “Não é como dietas ou exercícios, mas é importante que as pessoas entendam como ele pode influenciar a recuperação após uma doença séria como o derrame”, reforça. “Em particular, os pacientes divorciados ou viúvos mais de uma vez devem considerar uma conversa com seu médico sobre maneiras de reduzir os riscos e tomar medidas para aumentar as chances de sobrevivência a longo prazo.”

Fausto Stauffer observa que não há resultados conclusivos sobre o efeito protetivo do casamento. “A pessoa casada acaba tendo uma preocupação maior com a saúde. Além disso, ela tende a ser mais feliz, o que comprovadamente traz benefícios cardiovasculares. Nós não temos ainda resultados especificamente sobre o casamento, mas há estudos bem fortes que mostram que pessoas felizes, sem depressão e menos isoladas são mais saudáveis e se recuperam mais rápido após uma doença.”

O estudo foi realizado com base em observações, e, de acordo com os investigadores, são necessárias pesquisas direcionadas para confirmar os resultados. “Precisamos de mais estudos para saber todas as implicações clínicas das descobertas atuais”, diz Matthew Dupre. “Até lá, esperamos que nossa pesquisa traga maior consciência sobre essas associações e ajude médicos a reconhecer e tratar melhor pacientes que podem estar sob maior risco de morrer após um derrame.”

Coração e cérebro
A solidão também pode aumentar o risco de derrames, segundo um estudo do Departamento de Ciências da Saúde da Universidade de Iorque, no Reino Unido, divulgado em abril passado, no Heart Journal. A pesquisa usou dados de 181 mil adultos, observados entre três e 21 anos. No período, foram registradas 4.628 ocorrências de complicações coronarianas (ataques cardíacos, angina e morte) e 3.002 de acidente vascular cerebral (AVC). A análise aprofundada mostrou que o isolamento social foi associado a um aumento de 29% no risco de problemas cardíacos e de 32% no de AVC.

Publicado guia para transporte de produtos biológicos

Guia harmoniza melhores práticas de procedimentos, rotinas e métodos considerados adequados ao cumprimento de requisitos técnicos ou administrativos exigidos pela legislação

O documento expressa o entendimento da Agência sobre as atividades de qualificação de transporte dos insumos biológicos ativos, produtos biológicos a granel, produtos biológicos em embalagem primária e produtos biológicos terminados, estabelecendo requisitos mínimos necessários a serem observados para esta finalidade.

O Guia é uma orientação para as indústrias de medicamentos e para o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) e contém as principais informações relacionadas às atividades necessárias para a qualificação dos sistemas de transporte utilizados para distribuição internacional e nacional de produtos biológicos.

A validação da cadeia de transporte é um requisito para a aplicação das Resoluções de Diretoria Colegiada (RDCs) 55/2010 e 49/2011, que tratam do registro e alterações pós-registro de produtos biológicos, respectivamente.

Clique aqui e acesse o Guia na íntegra.

ANVISA

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Doenças renais podem ser prevenidas com hábitos saudáveis

rinsO corpo humano é uma “máquina” perfeita, resultado de uma sintonia fina entre sistemas, células, nervos, órgãos e inúmeros outros componentes que mantêm o pleno funcionamento de toda essa engrenagem

E assim como as máquinas reais, o corpo depende de cuidados para ampliar sua vida útil, algo conseguido apenas com cuidados preventivos. Foi o que aprendeu Jorge Carlos Barroso, 46, paciente do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), da rede pública do Governo do Ceará.

O metalúrgico tinha apenas 26 anos quando descobriu um grave problema renal, consequência de um outro mal até então desconhecido, a pressão alta.

Ainda jovem, Jorge descobriu que seria necessário um transplante para voltar a ter uma vida normal. “Eu era muito novo quando descobri a doença. Meus pais ficaram muito tristes, pois foi tudo muito rápido e, naquela época, o acesso aos tratamentos ainda era difícil. Em 2001, graças a Deus, consegui um transplante”, relembra.

No entanto, a felicidade de ter um novo órgão foi passageira. Contente com a recuperação, Jorge antecipou o retorno à rotina normal, voltando a trabalhar prematuramente. A atitude fez com que ele tivesse um regresso e culminou na necessidade de um novo órgão, no qual segue aguardando enquanto realiza hemodiálise.

Segundo o clínico generalista da emergência do HGF, Tiago Xerez, casos como a do metalúrgico Jorge Barroso, que desenvolveu hipertensão arterial prematura e, por consequência, doença renal crônica, são comuns para a maioria dos pacientes que dão entrada na Emergência do HGF. Essa realidade evidencia a importância dos cuidados preventivos. “Geralmente são pessoas que nunca procuraram um atendimento na rede básica de saúde, que quando chegam aqui, já se encontram com a patologia muito complexa e precisamos da equipe multiprofissional para realizar todo o acompanhamento durante a internação”, avalia Xerez.

Tratamento
Referência em assistência hospitalar de alta complexidade, realizando transplantes, neurocirurgias, e prestando assistência em Acidente Vascular Cerebral (AVC) e outras patologias. Com emergência 24 horas, o HGF é o maior hospital da rede pública do Governo do Ceará e garante o atendimento e o acompanhamento às pessoas que necessitam de cuidados relacionados a doenças renais crônicas.

A nefrologista chefe do HGF, Daniele Pinto, destaca que aproximadamente 140 pacientes internados com problemas renais são avaliados diariamente no hospital. As internações, em sua maioria, têm relação com três fatores: hipertensão, diabetes e uropatia obstrutiva (quando o fluxo de urina sofre uma inversão de direção; em vez de ir do rim para a bexiga, a urina volta à bexiga).

Estudos recentes também apontam que um outro fator tem contribuído para a insuficiência renal crônica: a obesidade. Uma vez que a doença renal crônica se desenvolve, ela passa a evoluir, cabendo aos especialistas a missão de retardar essa função. Para isso é fundamental que os pacientes mantenham uma vida saudável e façam exames regularmente de sumário de urina e de dosagem de creatinina no sangue.

O tratamento principal consiste em dieta e medicação apropriadas para ajudar a controlar o balanço crítico do corpo, que os rins normalmente controlam. Entretanto, quando há falha renal, metabólitos e fluidos acumulam e pode ser necessário tratamento de hemodiálise ou até mesmo transplante renal associado à medicação para restaurar a função renal.

Nem todos os pacientes que estão internados na unidade fazem hemodiálise, mas o HGF dispõe de dois tipos de máquina para a realização do procedimento, a hemodiálise convencional e a máquina Gênius, que é utilizada para tratamentos mais graves para pacientes que não podem sair do leito.

A hemodiálise é o procedimento em que uma máquina limpa e filtra o sangue, realizando parte do trabalho que o rim doente não pode fazer, liberando do corpo os resíduos prejudiciais à saúde e ajuda a manter o equilíbrio de substâncias como sódio, potássio, ureia e creatinina. A hemodiálise é indicada para pacientes com insuficiência renal aguda ou crônica graves. No HGF, somente em 2016 foram realizadas 14.290 diálises e em janeiro e fevereiro de 2017, 2.411. O hospital também garante exames laboratoriais, de imagens e biópsias. O paciente com suspeitas ou diagnóstico de doença renal grave, após consulta no posto de saúde mais próximo da sua casa, é encaminhado pela Central de Regulação para atendimento no Hospital Geral de Fortaleza.

Fonte: Secretaria da Saúde do Ceará

Amendoim: alimento é uma excelente opção para pequenas refeições

amendoiminnaturaO amendoim é um alimento que se tornou bastante popular nas refeições de alguns frequentadores assíduos das academias

É um alimento que já tinha seu espaço garantido no coração e no paladar da população brasileira e é encontrado com facilidade no território nacional. Como parte de uma alimentação equilibrada, para o ganho de uma vida mais saudável, o amendoim deve ser consumido sim, como vários outros alimentos in natura e minimamente processados.

Entender o nível de processamento dos alimentos, mais do que a qualidade de um alimento isolado, pode ser mais efetivo para chegar ao objetivo maior, que é ter saúde para toda a vida.

Grau de Processamento, segundo o Guia Alimentar
Alimentos in natura são obtidos diretamente da natureza, de plantas ou de animais, e não sofrem qualquer alteração após deixarem a natureza – nesse caso, seria o amendoim ainda com a casca marrom, sem adição de sal ou açúcar, que você mesmo pode descascar. Minimamente processado seria o amendoim já limpo, sem a casa, envolto naquela camada vermelha ou sem ela, mas sem adição de qualquer substância, seja sal, açúcar, óleos, ou outras gorduras. Com casca ou descascado, você pode encontrar o alimento em feiras ou supermercados com facilidade.

Propriedades
O amendoim faz parte do grupo de alimentos que inclui vários tipos de castanhas (de caju, de baru, do-brasil ou do-pará) e nozes, além das amêndoas. Castanhas, nozes, amêndoas e amendoins têm vários usos culinários. Podem ser usados como ingredientes de saladas, de molhos e de várias preparações culinárias salgadas e doces (farofas, paçocas, pé de moleque) e também ser adicionados a saladas de frutas. Por exigirem pouco ou nenhum preparo, são excelentes opções para pequenas refeições.

Todos os alimentos que integram este grupo são ricos em minerais, vitaminas, fibras e gorduras saudáveis (gorduras insaturadas) e, como frutas e legumes e verduras, contêm compostos antioxidantes que previnem várias doenças.

Porém, é preciso cautela quando algumas das características do alimento forem modificadas. Castanhas, nozes, amêndoas e amendoins adicionados de sal ou açúcar são alimentos processados e, sendo assim, o Ministério da Saúde indica que o consumo deve ser limitado. Na base da alimentação devem estar sempre os alimentos in natura e minimamente processados, como você pode conferir nas orientações do Guia Alimentar para a População Brasileira.

Preparações caseiras
O Ministério da Saúde recomenda que a população evite o consumo de alimentos ultraprocessados para obter uma vida mais saudável. Devido a seus ingredientes, alimentos ultraprocessados – como biscoitos recheados, “salgadinhos de pacote”, refrigerantes e “macarrão instantâneo”, – são nutricionalmente desbalanceados. Por conta de sua formulação e apresentação, costumam ser consumidos em excesso e substituir alimentos in natura ou minimamente processados.

Para que tenham longa duração e não se tornem rançosos precocemente, os alimentos ultraprocessados são frequentemente fabricados com gorduras que resistem à oxidação, mas que tendem a obstruir as artérias que conduzem o sangue dentro do nosso corpo. São particularmente comuns em alimentos ultraprocessados os óleos vegetais naturalmente ricos em gorduras saturadas e gorduras hidrogenadas, que, além de ricas em gorduras saturadas, contêm também gorduras trans.

Alimentos ultraprocessados tendem a ser muito pobres em fibras, que são essenciais para a prevenção de doenças do coração, diabetes e vários tipos de câncer. A falta de fibras decorre da ausência ou da presença limitada de alimentos in natura ou minimamente processados nesses produtos. Esse mesmo motivo faz com que os alimentos ultraprocessados também sejam pobres em vitaminas, minerais e outras substâncias com atividade biológica, que estão naturalmente presentes em alimentos in natura ou minimamente processados. Por essas razões, na hora de comer o amendoim, prefira sempre as preparações caseiras ou ainda o alimento in natura. Abaixo, listamos uma receita caseira de uma paçoca tipicamente brasileira.

Receita Caseira de Paçoca

Paçoca soltinha

Ingredientes
• 1/4 xícara de farinha de mandioca torrada
• 1 1/2 xícara de amendoim torrado
• 1/2 xícara de açúcar mascavo

Para fazer a paçoca soltinha
• Coloque a farinha de mandioca para torrar em uma frigideira até ficar douradinha.
• Enquanto isso, torre o amendoim no forno médio por 15 minutos. Descasque-o.
• Leve o amendoim ao processador junto com o açúcar mascavo e bata.
• Adicione a farinha de mandioca torrada para dar crocância à mistura e processe mais.

Gabi Kopko, para o Blog da Saúde

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Sírio Libanês abre inscrições para Curso Prático de Cuidados Paliativos para não Paliativistas

Curso oferecido pelo IEP/HSL dá uma visão ampla das competências necessárias para cuidar do sofrimento de forma profissional e humanizada


Já estão abertas as inscrições do Curso Prático de Cuidados Paliativos para não Paliativistas – Competências para o Cuidado de Pacientes Graves, oferecido pelo Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa (IEP/HSL).

O interesse por conhecimentos nesta área da saúde tem crescido nos últimos anos no Brasil e no mundo graças às evidências positivas de sua aplicação.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define cuidados paliativos como uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a continuidade da vida.

Para tanto, é necessário avaliar e controlar não somente a dor, mas os sintomas de natureza física, social, emocional e espiritual.

O Prof. Dr. Daniel Neves Forte, um dos coordenadores do curso, explica que atualmente há muito mais possibilidades de tratamentos que vão ao encontro dos valores das pessoas e que são centradas no paciente e não na doença.

“A doença é importante, mas o objetivo é o paciente, foco dos cuidados paliativos.”

Dessa forma, os profissionais da saúde ao aprenderem a cuidar do sofrimento dos pacientes e de seus familiares conseguem, segundo Daniel Forte, realizar uma integração mais eficaz entre o tratamento da doença e o cuidado do paciente.

Ele cita um recente estudo publicado na Revista JAMA, da American Medical Association, que mostra que a abordagem em cuidados paliativos melhora o controle dos sintomas, a qualidade de vida e reduz custos, ou seja, agrega valor a todo o sistema de saúde.

Nesse contexto, o objetivo do Curso Prático de Cuidados Paliativos para não Paliativistas é promover as competências entre os profissionais que não desejam ser especialistas na área, mas querem aplicá-las no dia a dia de suas especialidades.

Com 20 horas de duração, o curso, que será realizado nos próximos dias 2 e 3 de junho, é voltado para intensivistas, oncologistas, cardiologistas, geriatras, pneumologistas, nefrologistas, hospitalistas, emergencistas, cirurgiões ou qualquer outra especialidade que cuide regularmente de pacientes graves.

Além das aulas teóricas, os alunos também farão exercícios práticos e simulações.

Entre os temas que serão abordados se destacam:
– Controle de sintomas (dor, dispnéia, náuseas, sede, sintomas emocionais).
– Comunicação empática (comunicação de más notícias, comunicação de prognóstico, comunicação sobre cuidados de fim de vida, comunicação para trabalho em equipe).
– Aspectos éticos e legais sobre autonomia e sobre cuidado médico no fim da vida.

O curso também conta com a coordenação do Prof. Dr. Fernando Kawai, coordenador do Programa de Cuidados Paliativos do New York Hospital Queens – Cornell University

Serviço:
Curso Prático de Cuidados Paliativos para não Paliativistas – Competências para o Cuidado de Pacientes Graves
Inscrições: Até 19/05/2017
Local: Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa Maiores
Informações: Clique aqui

Fonte: Assessoria de Imprensa do Hospital Sírio Libanês