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quinta-feira, 29 de junho de 2017

Lei que proíbe fumar em locais fechados ajudou a reduzir quase 800 mortes em SP

Penalidade para quem descumprir a lei vai desde multa de R$ 1.253,50 até o fechamento do estabelecimento por 30 dias se houver caso de reincidência

No mês em que é celebrado o oitavo aniversário da Lei Antifumo no Estado de São Paulo, os paulistas terão bons motivos para comemorar: desde que a norma foi implementada, em 2009, o número de doenças provocadas pelo tabagismo diminuíram, e a quantidade de óbitos por essas enfermidades também foi menor.

Uma análise feita em um período de 17 meses constatou que a lei que restringe o público de fumar cigarros e seus derivados em ambientes parcialmente ou totalmente fechados foi responsável por evitar quase 800 óbitos, sendo 571 mortes por infarto e 228 mortes por acidente vascular cerebral. As informações são da tese de doutorado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, finalizada em outubro do ano passado.

O Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas da FMUSP constatou que a aplicação da lei teve impacto na redução do número de internações por doença cardiovascular e acidente vascular cerebral. Os resultados apontam que, entre agosto de 2005 e julho de 2009, a queda no número de internações por essas enfermidades era de 1% ao ano. Já, de agosto de 2009 a julho de 2010, essa queda foi três vezes mais rápida, atingindo 3% ao ano.

A lei, pioneira no Brasil na época, proíbe o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou qualquer outro produto fumígeno em ambientes total ou parcialmente fechados. Criticada por muitos fumantes nos primeiros meses de implementação, hoje já é vista como algo natural para a população paulista.

Multa
Raros são os ambientes que descumprem essa norma, que prevê multa de R$ 1.253,50 para o estabelecimento que não aderirem a prática, e que dobra o valor em casos de reincidência.A terceira vez que a irregularidade for constatada, o local é interditado por 48 horas e, na quarta, é fechado por 30 dias.

A Secretaria de Estado da Saúde informou que até meados de maio deste ano, mais de 3.700 multas foram aplicadas, em mais de 1,7 milhão de inspeções realizadas. O índice de cumprimento da legislação é de 99,7% nos estabelecimentos, desde que a norma entrou em vigor. As regiões com maior número de infrações foram a capital, com 1.043 multas, seguida pela Baixada Santista, com 339 penalidades e o Grande ABC, com 301 locais irregulares.

Para a professora Laura Franco, 38 anos, e fumante há 15, no início foi difícil se acostumar, mas hoje reconhece os benefícios da lei. “Estávamos acostumados a encontrar os amigos no bar e fumar enquanto comíamos e bebíamos. Com a proibição, até deixei de frequentar certos lugares, que demoraram um pouco para se adaptarem com áreas para fumantes. Mas, depois de um tempo percebi que meu cigarro poderia estar atrapalhando algumas pessoas e dessa forma [com a Lei Antifumo] ficava mais justo para todos”, finalizou

Tabagismo
O Ministério da Saúde afirma que, conforme muitos estudos já comprovaram, o tabagismo é responsável por 25% das mortes por angina e infarto do miocárdio, 90% dos casos de câncer no pulmão, 25% das doenças vasculares e 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer. Segundo o órgão, o fumo passivo também é um problema sério que atinge pessoas que, mesmo não sendo consideradas fumantes, acabam ficando expostas à fumaça dos derivados do tabaco quando convivem com fumantes em ambientes fechados.

“Os fumantes passivos sofrem os efeitos imediatos da poluição tabagista ambiental, tais como: irritação nos olhos, tosse e dor de cabeça. A possibilidade de ocorrer problemas cardíacos se torna maior, como por exemplo, a elevação da pressão arterial. As crianças de baixa idade, em especial, são as mais prejudicadas em sua convivência com fumantes”, esclarece a pasta.

iG

Novas tecnologias no cuidado aos pacientes é tema de congresso internacional do CBA/JCI

Entre os dias 17 e 19 de setembro, acontece, no Rio de Janeiro, o IV Congresso Internacional CBA 2017. Promovido pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) em parceria com a Joint Commission International (JCI), maior agência verificadora da qualidade em saúde do mundo com mais de 960 instituições acreditadas, o evento tem como tema Saúde 2.0: tecnologias emergentes e a qualidade do cuidado

Estarão em debate durante o Congresso as inovações na gestão dos hospitais, o uso de inteligência artificial e sistemas de apoio à decisão clínica e de grandes bancos de dados com enfoque clínico, dispositivos e sistemas de monitoramento remoto de pacientes, telemedicina, diagnósticos, consultoria e educação continuada à distância, entre outros.

O evento vai contar com importantes especialistas da área nos painéis e conferências programados. O professor de Medicina de Harvard e ex-presidente da International Society for Quality in Health Care (ISQua), David Bates (EUA), vai fazer, no dia 18, um panorama geral sobre o tema do Congresso, com comentários do Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), Miguel Cendoroglo.

Ainda na segunda-feira, o CEO da United Health Group Brasil e ex-presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, Cláudio Lottemberg, ministrará Conferência Magistral sobre tecnologia aplicada ao cuidado da saúde. John Li, epidemiologista e diretor do Research and Analysis Company – Optum (Inglaterra), companhia de inovação e serviços de saúde, fará um painel sobre a análise de dados e modelagem preditiva, sistema de suporte a decisões que utiliza estatísticas e modelos matemáticos para prever resultados futuros, na estratificação do risco em instituições de saúde.

No último dia de evento, a exposição da CEO da JCI, Paula Wilson (EUA), sobre o tema geral do Congresso e suas implicações no processo de acreditação abre a programação e vai contar com comentários do coordenador de desenvolvimento e Tecnologias Emergentes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (SP), Jefferson Gomes Fernandes, e da coordenadora da Qualidade do Hospital José de Almeida (Grupo Lusíadas – Portugal), Ana Rafaela Prado.

Pré-Congresso
No dia 17 de setembro, acontecem três cursos livres, ministrados por especialistas do CBA, no chamado pré-Congresso. Os cursos vão abordar os temas Introdução aos Padrões do Manual de Cirurgia Segura do CBA e do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC); Introdução aos Padrões do Manual de Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde e Introdução à Acreditação Hospitalar (6a Ed. Manual de Padrões de Acreditação da Joint Commission International para Hospitais).

Sessão de Pôsteres
Até o dia 14 de agosto, a organização do IV Congresso Internacional CBA 2017 está selecionando trabalhos científicos, que farão parte de uma publicação científica oficial e indexada do CBA e serão apresentados como pôsteres digitais, em uma sessão específica, durante a programação do evento. Os trabalhos devem ser elaborados dentro do tema geral do Congresso, conforme as categorias: Processos clínicos/assistenciais; Processos administrativos/gerenciais e Processos de educação de pacientes e colaboradores.

Os trabalhos serão selecionados pelo Comitê de Ensino do CBA, segundo os critérios de Inovação/Relevância, Consistência, Impacto e Origem. A divulgação dos selecionados será feita até o dia 1º de setembro.

Como se inscrever?
Para mais informações sobre o pré-Congresso e o IV Congresso Internacional CBA 2017, inclusive sobre as inscrições de trabalhos científicos, acesse o site http://eventos.cbacred.org.br/congresso-internacional-2017/ ou entre em contato pelo e-mail cba@cbacred.org.br ou pelo telefone (21) 3299-8200. O evento acontece no Windsor Barra Hotel, localizado na Avenida Lúcio Costa, 2.630, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Foto: Reprodução

Nathália Vincentis
Jornalismo
sbcomunicacao.com.br

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Cuidados podem evitar propagação de doenças em casos de desastres naturais

enchentes1Além do apoio com medicamentos e insumos do governo federal para cuidar da saúde da população vítima das enchentes, é importante manter outros cuidados pessoais e no ambiente para impedir o ciclo de alguns problemas

A ocorrência de um desastre natural prejudica o funcionamento de uma comunidade ou sociedade. Recentemente, com as chuvas fortes em Pernambuco e Alagoas, 65 municípios foram atingidos deixando mais de 75 mil pessoas desabrigadas e/ou desalojadas, com perdas irreparáveis.

Os desastres de origem natural podem gerar problemas de saúde pública ou interrupção de serviços públicos. Entre eles, estão: contaminação da água, do solo e do ar, desalojamento da população de seus locais de residência e comprometimento ou interrupção dos serviços públicos essenciais, principalmente abastecimento de água.

Esses transtornos podem ocasionar óbitos, ferimentos, traumas, confusão mental, maior risco de diversas doenças infecciosas, como leptospirose, hepatite A, diarreias, dengue, tétano acidental, febre tifoide, cólera, doenças respiratórias e acidentes com animais peçonhentos.

Com o objetivo de fortalecer a assistência prestada à população dos 65 municípios afetados pelas enchentes em Pernambuco e Alagoas, o governo federal, por meio do Ministério da Saúde, enviou 51 kits de emergência aos dois estados. Os 51 kits correspondem a cerca de 13 toneladas de medicamentos e insumos. Cada kit atende até 500 pessoas por três meses.

Diante de um desastre natural, a Portaria nº 2.365, de 18 de outubro de 2012, define que os estados e municípios podem solicitar suplementação de medicamentos e insumos ao Ministério da Saúde, caso não tenham condições de atender a população local.

O kit é composto por 30 itens de medicamentos (analgésicos, antibióticos, antihipertensivos, antinflamatórios, antiparasitários, antiulcerosos, broncodilatadores, dermatológicos, diuréticos, eletrólitos e soluções, hipoglicemiante oral, reposição volêmica, antibacteriano), e 18 itens de insumos estratégicos (ataduras, cateteres, compressas, equipos, esparadrapos, luvas, máscaras e seringas). Os medicamentos e insumos enviados vão beneficiar a população que vive nos municípios atingidos.

No caso de desastres naturais, além do uso de medicamentos e insumos, fornecidos pelo por público, alguns cuidados também podem ser tomados pela população para prevenir riscos à saúde.

Confira algumas orientações do Ministério da Saúde:

Contaminação da Água
Nas situações de desastres, o sistema de abastecimento de água de um município pode ser atingido e inviabilizar o abastecimento de água por meio da rede de distribuição.

Assim, é necessário a indicação de uma outra forma de abastecimento de água para consumo humano segura para abastecer a população, até que a situação se restabeleça.

Além disso, algumas doenças podem se propagar facilmente em decorrência da contaminação da água e dos alimentos e, ainda, da proliferação de vetores. A água contaminada com patógenos pode causar doenças, tais como: cólera, diarreia, febre tifoide, hepatite tipo A, giardíase, amebíase, verminoses, leptospirose, entre outras.

Assim, a limpeza e da caixa d’água da residência ou do abrigo podem evitar a contaminação da água e, consequentemente, a propagação de doenças para população.

Veja como proceder:

Limpeza e Desinfeção de Caixa D’água Pós enchente
Este procedimento deverá ser realizado caso o sistema de abastecimento de água ou a caixa-d’água tenham sido afetados. Utilize luvas e botas de borracha.

• Feche a entrada de água para a caixa-d’água. Comece a esvaziar a caixa-d’água. Quando a caixa estiver quase vazia, restando mais ou menos um palmo de água no fundo, feche a saída com um pano e utilize a água que restou para a limpeza da caixa d’água e para que a sujeira não desça pelo cano.
• Esfregue as paredes e o fundo da caixa utilizando panos, escova ou esponja. Não usar sabão, detergente e nem esponja de aço.
• Retire a água suja que restou da limpeza com balde e panos, deixando a caixa-d’água totalmente limpa.
• Deixe entrar água na caixa até encher e acrescente 1 litro de água sanitária para cada 1.000 litros de água.
• Abra as torneiras da residência e deixe escoar um pouco de água para que a canalização seja preenchida com a solução clorada.
• Aguarde por duas horas para que ocorra a desinfecção da caixa d ́água e canalização.Esvazie totalmente a caixa, abrindo todas as torneiras. Essa água poderá ser utilizada para a limpeza do domicílio.
• Tampe a caixa-d’água para que não entrem animais, insetos ou sujeira.
• Abra a entrada de água.
• Anote a data da limpeza e desinfecção do lado de fora da caixa-d’água. A limpeza e a desinfecção deverão ser realizadas minimamente a cada seis meses ou quando necessário. 

Acidentes por Animais Peçonhentos
Assim como o homem em situações de alagamentos, os animais passam a procurar abrigo em locais secos. Alguns animais peçonhentos (como serpentes, aranhas e escorpiões) podem adentrar residências, aumentando, assim, os riscos de acidentes. Ao retornarem às suas moradias, tenham atenção à presença desses animais. Este aviso vale principalmente para a população que mora nas proximidades de áreas verdes e com matagais, cuja atenção deve ser redobrada. Alguns cuidados são essenciais no retorno para casa.

• Evite contato com a água, mas caso seja necessário, esteja atento, pois as serpentes podem estar se deslocando em busca de terra seca. Nas regiões de rios aumentam os riscos de acidentes com animais peçonhentos.
• Ao voltar para casa, entre com cuidado, inspecionando todos os lugares, verificando a presença de animais peçonhentos.
• Sacuda roupas, sapatos, toalhas, lençóis e bata os colchões antes do uso.
• NÃO coloque as mãos em buracos ou frestas. Utilize ferramentas (como enxadas, cabos de vassoura e pedaços de madeira compridos) para mexer em móveis.
• NÃO ande descalço! Limpe o interior e os arredores da casa tomando sempre o cuidado de utilizar botas ou calçados rígidos, com perneira, tendo a certeza de proteção pelo menos até o joelho.
• Durante a limpeza, tome cuidado ao tocar ou pegar qualquer objeto. Fique atento(a) para a presença de serpentes, escorpiões, aranhas e outros animais peçonhentos nas superfícies ou nos cantos.
• Caso detecte a presença de algum animal peçonhento dentro de sua residência, afaste-se lentamente (sem assustá-lo) e entre em contato com a autoridade competente.
• Não toque em animais peçonhentos, nem nos que pareçam estar mortos.

Doenças Infecciosas Respiratórias
Entre as doenças transmissíveis relacionadas a desastres estão as que são transmitidas de pessoa a pessoa, como gripe, sarampo, meningite e tuberculose.

Para evitar o problema alguns cuidados pessoais e com o ambiente também podem ajudar:

Dentro de Casa
Observar para que os quartos ou dormitórios tenham as seguintes condições ambientais:

• Caso tenha algum sistema de refrigeração de ar, deixá-lo com a máxima entrada de ar fresco, bem como manter o sistema com limpeza adequada e realizar a manutenção periódica das redes de filtros. • Estabelecer um plano de limpeza e desinfecção diária de todas as superfícies de mobílias, corrimãos, puxadores de porta e outros equipamentos. Após a limpeza e desinfecção, secar completamente todas as superfícies.

Cuidados pessoais
Lavar as mãos, com água e sabão, principalmente depois de:

• Tossir ou espirrar.
• Após usar o banheiro.
• Antes das refeições.
• Antes de tocar os olhos, boca e nariz

Sempre que tossir ou espirrar, proteja a boca e o nariz com um lenço de papel. Caso não tenha lenço de papel, use a dobra interna do cotovelo. Caso apresente febre, tosse e/ou dor de garganta, procure imediatamente o posto de saúde ou a unidade de saúde.

Blog da Saúde

Piso Nacional Farmacêutico de R$ 4.800,00

O e-Cidadania é um portal criado em 2012 pelo Senado Federal com o objetivo de estimular e possibilitar maior participação dos cidadãos, nas atividades legislativas, orçamentárias, de fiscalização e de representação do Senado

É uma ferramenta isenta de qualquer ligação com partidos políticos, que tem como objetivo a participação cidadã de forma mais direta e efetiva do processo legislativo.

Ideia Legislativa
Foi criada com o intuito de estabelecer conexão entre o povo e a casa legislativa, dando ao cidadão um meio de sugerir novas propostas de leis, altere as que já existem ou aperfeiçoe a Constituição.

As sugestões ficam disponíveis para votação popular durante quatro meses e as ideias que recebem 20 mil apoios são encaminhadas à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), onde são formalizadas como Sugestões Legislativas para serem debatidas pelos senadores e receberem parecer.

A Ideia Legislativa em questão tem como proposta a regulamentação do Piso Nacional no valor de R$ 4.800,00 para os farmacêuticos.

Para votar favorável acesse: www12.senado.leg.br

Curso gratuito aborda emergências cirúrgicas e urológicas

CIEM Pediátrico - Centro Integrado de Emergências MédicasJá estão abertas as inscrições para o terceiro módulo do curso de Emergências Médicas, oferecido pelo Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) para médicos e estudantes de Medicina. Programadas para os meses de julho e agosto, as aulas vão abordar temas ligados à cirurgia e à urologia

Nos dias 11 e 25 de julho, os temas discutidos serão Abdome Agudo e Emergências em Cirurgia Oncológica, respectivamente. Já nos dias 15 e 29 de agosto, as palestras serão sobre Hemorragia Digestiva Alta e Baixa e Emergências Urológicas.

Ministrada pelo chefe do serviço de Cirurgia Hepatobiliar do HSVP, Douglas Bastos, a primeira palestra abordará a dor abdominal aguda, ou seja, aquela que se inicia de forma rápida e inesperada. “Essa é uma das queixas mais frequentes dos pacientes nas emergências médicas e pode ser um sintoma relacionado à diversos diagnósticos, como por exemplo, apendicite aguda ou colecistite”, explica o médico, que é membro da comissão científica do Centro de Estudos do HSVP.

Segundo Bastos – que tem título de especialista em Cirurgia do Aparelho Digestivo pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva e mestrado pelo Centro de Ciências da Saúde do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein –, as aulas do curso de Emergências Médicas promovem o debate acerca dos temas que são as maiores demandas das grandes emergências. “Ao abordar esses assuntos por profissionais com grande experiência e que atuam no dia a dia do HSVP, colocamos alunos e médicos recém-formados em contato com uma prática assistencial de excelência e atualizada. Dessa forma, temos um espaço valioso para atualização e debate, além da oportunidade de expormos situações práticas e dúvidas cotidianas”, completa Bastos.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas antecipadamente pelo telefone (21) 2563-2147 ou pelo e-mail comunicacao@hsvp.org.br. As aulas acontecem, sempre às 18h, no Centro de Convenções Irmã Mathilde, na sede do HSVP, que está localizado na rua Dr. Satamini, 333, Tijuca, Rio de Janeiro. Vagas limitadas!

Foto: Reprodução

Nathália Vincentis
Jornalismo
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