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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Seleção natural está eliminando Alzheimer, colesterol alto e asma, diz estudo

Mal de Alzheimer, colesterol alta e asma estão sendo constantemente eliminadas do grupo genético humano pela seleção natural, revelou o primeiro grande estudo deste tipo

A análise dos planos genéticos de 150 mil britânicos e 60 mil americanos descobriu que as variações associadas às doenças diminuíram visivelmente no espaço de apenas duas gerações. Os pesquisadores acreditam que os homens com doença de Alzheimer tendem a ter menos filhos e que tanto os homens quanto as mulheres com a condição são menos capazes de cuidar de seus netos. Isso afeta a sobrevivência e limita a proliferação desses genes defeituosos.

Ao mesmo tempo, os traços genéticos associados à boa saúde e ao aumento das chances de sobrevivência são mais propensos a serem transmitidos, tornando-se cada vez mais comuns no grupo genético humano. Isso significa que, em teoria, doenças comuns devastadoras, como o mal de Alzheimer, podem ser efetivamente eliminadas da espécie humana dentro de alguns mil anos.

A equipe de pesquisa, das Universidades de Cambridge e Columbia, disse que seu novo estudo mostrou como a atual “revolução” genômica agora lhes permite ver a teoria evolutiva darwiniana na prática. “É um sinal sutil, mas encontramos evidências genéticas de que a seleção natural está ocorrendo nas populações humanas modernas”, disse Joseph Pickrell, geneticista evolucionista da Universidade de Columbia e um dos autores do estudo.

Os pesquisadores analisaram a completa composição genética de 210 mil pessoas do UK Biobank e do Kaiser Permanente, na Califórnia, usando a idade dos pais dos participantes quando estes morreram para explicar a falta relativa de pessoas idosas no estudo. Eles perceberam que as pessoas com uma variação no gene ApoE4, ligado à doença de Alzheimer, tendiam a morrer bem antes das pessoas sem ela.

Outra tendência significativa captada pelo estudo foi uma queda, começando na meia idade, na frequência de uma mutação no gene CHRNA3, associado ao tabagismo pesado em homens, indicando uma maior taxa de mortalidade nesse grupo. O estudo descreveu como “surpreendente” que apenas duas mutações genéticas comuns poderiam desempenhar um papel tão importante para influenciar a sobrevivência, e que o fato de que não existiam mais mutações indicava que haviam sido naturalmente “selecionados”.

“Os homens podem ter filhos até na velhice, e mesmo que uma pequena fração deles o faça, ao longo do tempo, isso pode ser um efeito para a seleção agir”, disse Hakhamenesh Mostafavi, que liderou a pesquisa. “Por exemplo, se os homens com ApoE4 tiverem 0,1% menos filhos em média do que os homens sem ele, isso seria suficiente para que essas variantes sejam removidas rapidamente pela seleção natural”.

R7

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Um terço das graduações de Saúde no país é insatisfatória

Um em cada três cursos oferecidos em instituições privadas de ensino superior obteve desempenho insatisfatório no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) de 201

Eles receberam pontuações nos níveis 1 e 2, em uma escala que vai até 5. Na rede pública (municipal, estadual e federal), 14% registraram essa nota. Houve 1.033 cursos mal avaliados em instituições privadas, de um total de 3.261, e 145 instituições públicas com esse desempenho, de 1.039.

Os dados compõem os Indicadores de Qualidade de Educação Superior, que, nesta edição, analisaram 4.300 cursos de 18 áreas: Agronomia, Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Serviço Social, Zootecnia, Agronegócio, Estética e Cosmética, Gestão Ambiental, Gestão Hospitalar e Radiologia. Na edição de 2016 participaram 195,7 mil alunos.

Só 266 cursos tiveram o conceito máximo (5) na avaliação, 165 públicos (3,8%) e 101 privados (2,3%). O exame é feito com base em dois componentes: uma avaliação geral que é aplicada a todos os estudantes, com dez perguntas, e uma prova de habilidades específicas. No geral, o melhor desempenho foi dos alunos de Medicina, com a nota 60,3 (de 100). O pior foi em Tecnologia em Estética e Cosmética, com 38,2. Já na prova específica, os resultados não são comparáveis.

Raça
Os dados do Enade também mostram que somente 3% dos estudantes que concluem um curso de Medicina no Brasil são pretos (classificação utilizada pelo IBGE para analisar raça ou cor). Mesmo com a ampliação de cotas nas universidades, a cor ainda é minoritária mesmo entre outros cursos, com 8,6% dos concluintes pretos.

Mesmo com compensações no acesso ao ensino superior – 20,4% dos alunos que fizeram a prova declararam ter recebido algum tipo de ação afirmativa ou inclusão social -, especialistas apontam a falta de políticas de permanência como motivo para a desistência dos alunos mais socialmente vulneráveis.

Levantamento feito pela plataforma IDados, a pedido do Estado, apontou que Medicina também foi o que registrou menor avanço nesse quesito. Em relação a 2010, o avanço na quantidade de alunos pretos foi de 0,7 ponto porcentual, enquanto houve queda de 4,4 pontos entre os brancos. Em Serviço Social, o avanço foi de 4,2 pontos porcentuais no mesmo período.

“Infelizmente, por falta de estrutura e políticas públicas sérias, o negro está em cursos com menor infraestrutura, mais baratos e onde os ricos não disputam”, diz o Frei David Santos, da ONG Educafro. “Se o Brasil quiser ter a mesma proporção de médicos negros e brancos, precisará, por 25 anos, só acolher alunos negros em todos os cursos de Medicina, tamanha a discrepância.”

Exame

100 vezes mais potente que cigarro, narguilé vira moda entre jovens brasileiros e acende alerta no governo

Um cheiro semelhante ao de um chiclete sabor melancia preenche o ambiente decorado com luzes coloridas de neon

Grupos de amigos se divertem espremidos em bancos enquanto fazem argolas no ar ao soltar a densa fumaça aspirada dos narguilés, que passam de boca em boca. Cenas como a descrita acima são comuns nas novas tabacarias, que chegaram com força no Brasil e fazem sucesso entre jovens. Um dos segredos desse negócio, segundo especialistas entrevistados pela BBC Brasil, é que tanto o sabor das essências quanto as variedade de cores do narguilé o deixam com uma imagem de produto quase inofensivo.

Entretanto, médicos dizem que ele é cerca de cem vezes mais potente que um cigarro comum, um fato que chamou a atenção de governos estaduais e federais, preocupados com o acesso precoce ao tabagismo. Segundo a coordenadora de fiscalização da Lei Antifumo da Vigilância Sanitária no Estado de São Paulo, Elaine D’Amico, nos últimos dois anos houve um grande aumento no número de tabacarias voltadas para o uso de narguilés. “A Lei Antifumo está em vigor desde 2009, mas as tabacarias entraram no nosso cronograma de fiscalização recentemente porque percebemos um grande crescimento desse nicho”, conta.

Autoridades e especialistas ouvidos pela BBC Brasil apontaram para riscos de saúde enfrentados por usuários pelo alto teor de tabaco consumido, pela possibilidade de transmissão de doenças infectocontagiosas através do compartilhamento da piteira do narguilé e também pelo fumo passivo – caso de pessoas presentes nas tabacarias que respiram a fumaça mesmo sem dar nem sequer um trago. A BBC Brasil identificou farmácias, livrarias, bares e até casas que fecharam nos últimos anos em todas as capitais brasileiras para dar lugar a dezenas de tabacarias – a maior parte nas periferias e perto de universidades. Procurada, a Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) informou que não acompanha o crescimento desse tipo de comércio porque nenhuma empresa com foco no narguilé é associada.

‘Cachimbo de água’
De origem oriental, o narguilé é, de maneira simplificada, um cachimbo de água. O ar aquecido por carvão passa pelo fumo e resfria no líquido antes de ser aspirado – e eliminado em seguida – pelo usuário. O fumo, também conhecido como essência, é composto de tabaco e frutas ou aromatizantes. Em uma sexta-feira quente na noite paulistana, as amigas Giovanna Caberlin e Julia Novaes, de 18 anos, dividiam um narguilé a poucos metros da Universidade São Judas, na zona leste da cidade.

A sessão de fumo, que dura cerca de 40 minutos, foi o tempo necessário para preencher o horário da primeira aula que, segundo elas, fora cancelada. A rua onde as amigas estavam tem ao menos dez bares, mas Novaes explica porque ela e a amiga escolheram justamente a tabacaria. “Se a gente fosse beber, não poderia ir depois para a faculdade. Eu já até deixei de ir para bares porque não tinham narguilé e preferi ir para casa fumar com meus amigos”, conta.

Novaes, que cursa publicidade e propaganda, diz que fuma narguilé desde os 13 anos, mas que a prática hoje é “bem menos prejudicial” porque o antigo carvão de pólvora foi substituído por um de fibra de coco. Ela conta que sua essência preferida é a Love 66 – um mix de frutas com sabor mentolado. Quem comemora o êxito da Fumos Hooka Lounge, local onde as amigas estavam, é o gerente e sócio Pedro Benedito de Borja, de 21 anos. Ele disse que o sucesso é tão grande que já pensa em mudar de endereço. “Faz um ano que abrimos e já estamos procurando um lugar maior. É lotado assim todo dia, inclusive aos sábados, quando não tem aula. Além de ser algo que une socialmente, é barato porque custa R$ 30 a primeira sessão e R$ 10 cada vez que é recarregado”, conta.

Tabacaria ou bar?
As tabacarias se assemelham a bares ou lanchonetes, com mesas e bancos ou cadeiras; os narguilés são colocados em posição central sobre a mesa. Por lei, não é permitido servir comida ou bebida alcoólica nesses locais. São ambientes fechados em que o consumo de derivados de tabaco, como charutos, cigarros e narguilés, é autorizado por lei – desde que sejam respeitadas algumas determinações, com a existência de sistema de ventilação. Desde a implantação da Lei Antifumo em 2009, a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo fez 1,7 milhão de inspeções em locais como bares, restaurantes e tabacarias para coibir o tabagismo passivo – a inalação da fumaça produzida pelo tabaco – e aplicou 3.854 multas.

Segundo a coordenadora de fiscalização da Vigilância Sanitária, boa parte das irregularidades do tipo registradas no Estado ocorre por causa da comercialização de narguilés por bares sem licença para tal. Outra irregularidade comum é a de empresas com CNPJ para atuar como tabacarias que vendem bebidas no mesmo espaço usado para consumo do tabaco, o que é proibido. As tabacarias são obrigadas a ter um sistema de exaustão para a saída da fumaça e uma placa na entrada alertando para o consumo de produtos fumígenos. Em caso de irregularidade, o comércio é autuado e pode ser multado em R$ 1.253,50. Em caso de reincidência, o valor da punição dobra. Na terceira vez, o estabelecimento é interditado por 48 horas, e na quarta, fechado por 30 dias.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo passivo é a terceira maior causa de morte evitável. O Ministério da Saúde informou estar alerta para o uso de narguilés por jovens. Em 2015, o foco da pasta foi justamente sobre os riscos do uso de narguilé. Na época, o governo veiculou campanhas na televisão, fez trabalhos em escolas e até intervenções em shoppings. A intenção é desmistificar a ideia de que seu consumo é inofensivo. Segundo especialistas consultados pela reportagem, o uso de narguilé pode causar doenças respiratórias, coronarianas e alguns tipos de câncer, como o de pulmão, boca, bexiga e leucemia.

Uso social
De acordo com usuários e especialistas ouvidos pela BBC Brasil, o tempo de preparo de um narguilé desestimula seu uso solitário e frequente. Para eles, o instrumento de origem árabe faz parte de um “estilo de vida criado para ser compartilhado com amigos”. Mas médicos alertam que o uso coletivo pode transmitir doenças infectocontagiosas, como hepatite (inflamação no fígado), herpes e tuberculose.

A montagem do narguilé começa com o acendimento do carvão, que demora cerca de dez minutos. O tabaco com essência é colocado no bocal, fechado com alumínio e depois furado para possibilitar a passagem do ar. O carvão então é aceso e colocado em cima dessa estrutura. A base, geralmente feita de vidro, é preenchida com água. As mangueiras e bocais são conectados, e o equipamento está pronto para uso.

Quando o fumante puxa o ar, a fumaça é resfriada na água antes de passar pelas mangueiras e chegar à sua boca e pulmões. Especialistas dizem que alguns jovens que ainda trocam a água que resfria a fumaça por bebidas alcoólicas, como vodca, e o tabaco por maconha para tentar potencializar o efeito do narguilé. A cardiologista coordenadora do Programa de Tratamento ao Tabagismo do Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas), Jaqueline Scholz, diz que o narguilé tem um alto teor de nicotina.

“Ele é uma porta de entrada para o cigarro ou cigarro eletrônico. É uma forma antiga de fumar a que a indústria do tabaco recorreu para que não tivesse essa imagem tão danosa”, disse. Para Scholz, o governo também deveria proibir o uso de aromatizantes nas essências. “O sabor torna esse uso mais agradável e atrai mais gente. Você é atraído pelo cheiro, pela cor. Fora que existem leis e proibição de uso para menores de idade que, pelo jeito não estão sendo cumpridas. Já vi até pais dando narguilé para os filhos. Precisa é acabar com esse mito de que o narguilé é seguro”. Para ela, o produto “hoje é vendido hoje com o mesmo glamour que o cigarro no passado. Só depois descobriram o que é”.

BBC Brasil

CHN abre vagas para curso e estágio com bolsa em unidade cardiointensiva

Estão abertas as inscrições do curso preparatório para o processo seletivo de acadêmicos de medicina na Unidade Cardiointensiva do CHN (Complexo Hospitalar de Niterói)

O curso, voltado para estudantes de medicina que estejam cursando o oitavo período e com previsão de formatura até o segundo semestre de 2018, acontecerá nos dias 16, 19 e 23 de outubro, das 17h às 20h, e terá uma prova teórica no dia 26 de outubro, às 17h, no auditório do CHN.

A carga horária prevista para o curso, coordenado pela Dra. Valdênia de Souza e o Dr. Ronaldo Vegni, é de nove horas, com foco em grandes temas de interesse na área de cardiologia intensiva.

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas a partir do dia 4 de setembro pelo telefone: (21) 2729-1154, com a Srta. Amanda, em horário comercial. Para outras informações, envie e-mail para cest@chniteroi.com.br.

Para concorrer a uma das vagas de estágio, é necessário ter feito o curso teórico e ainda participar do processo seletivo, que conta com prova objetiva – aplicada no fim do curso –, análise curricular e entrevista. O estágio tem carga horária de 12 horas semanais, é remunerado com uma bolsa de estudos na forma de plantões diurnos e tem duração de 6 meses. Os alunos aprovados estagiarão na Unidade Cardiointensiva do CHN.

O Complexo Hospitalar de Niterói fica localizado à Rua La Salle, 12 – Centro de Niterói – RJ.

Serviço:
Curso Preparatório para Estágio em Unidade Cardiointensiva.
Aulas: 16, 19 e 23 de outubro de 2017.
Prova teórica: 26 de outubro de 2017.
Público-alvo: estudantes de medicina a partir do 8º período.
Local: Auditório do CHN – Rua La Salle, 12/7º andar – Centro – Niterói – RJ.

Rachel Lopes
Assessoria de Impresna
rachel@saudeempauta.com.br

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Ligação sem custo para prevenção do suicídio chega a mais oito estados

O 188, já em operação no Rio Grande do Sul, é operado pelo CVV resultado de convênio com o Ministério da Saúde

Em operação desde setembro de 2015 exclusivamente no Rio Grande do Sul, o 188, primeiro número sem custo de ligação para prevenção do suicídio, passará a funcionar a partir do dia 30 de setembro em mais oito estados: Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Piauí, Roraima, Acre, Amapá, Rondônia e Rio de Janeiro. A expansão garante uma ampla cobertura já na primeira fase do projeto, beneficiando 21% da população brasileira que reside nos nove estados atendidos.

O serviço é operado pelo CVV (cvv.org.br), entidade sem fins lucrativos que oferece esse serviço gratuitamente e de forma sigilosa há 55 anos. Em março deste ano, o CVV assinou convênio com o Ministério da Saúde expandindo o 188 para todo o território nacional de maneira gradual, o que deve ocorrer até 2020.

O CVV presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo. Os mais de um milhão de atendimentos anuais são realizados por 2.000 voluntários pelo telefone 188 ou 141 (de acordo com a região), pessoalmente (nos mais de 70 postos de atendimento) ou pelo www.cvv.org.br via chat, Skype e e-mail.

Suicídio no País
O suicídio é um problema de saúde pública e pode ser prevenido em 9 de cada 10 casos. O movimento Setembro Amarelo, mês mundial de prevenção do suicídio, iniciado em 2015, visa sensibilizar e conscientizar a população sobre a questão – www.setembroamarelo.org.br.

O Brasil está entre os 28 países, de um universo de mais de 160 analisados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que possui estratégia de prevenção ao suicídio. A taxa no Brasil está bem abaixo a de outros países da América do Sul. Em 2014, foram registrados 10.653 óbitos por suicídio no Sistema de Informação de Mortalidade, taxa média de 5,2 por 100 mil habitantes, praticamente metade da média mundial (11,4 por 100 mil). Na Argentina, a taxa é de 10,3 por 100 mil habitantes; Bolívia (12,2), Equador (9,2), Uruguai (12,1) e Chile (12,2).

A OMS define como meta global, até 2020, a redução da taxa de suicídio em 10%. No Brasil, o índice de suicídios em homens (8,8) foi quatro vezes maior que o de mulheres (2,2) em 2014. Em relação à quantidade de pessoas que cometem suicídio no país, a faixa etária com maior incidência é a de 30 a 39 anos para ambos os sexos, sendo registrados 1.768 suicídios entre os homens e 480 entre mulheres. A rede pública oferece acompanhamento psicológico e psicoterápico, incluindo terapia ocupacional, bem como assistência hospitalar.

Fonte: CVV, com informações da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315-2351 / 3580