sexta-feira, 15 de outubro de 2010
“Eu tenho orgulho de ser professor”
Homenagem à todos os Professores que assim como eu tem a difícil missão de transmitir conhecimentos e educar para a vida.
Guia Básico de Farmácia Hospitalar do Ministério da Saúde
Este guia lançado em 1994 pelo Ministério da Saúde embora esteja um pouco desatualizado para os padrões atuais exigidos para o bom desempenho da farmácia hospitalar, serve como base para que o farmacêutico que está iniciando a sua jornada dentro do universo hospitalar tenha a ciência dos padrões mínimos exigidos para o correto funcionamento da farmácia de qualquer hospital.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Código de Ética Profissional do Administrador Hospitalar Code of Professional Ethics of the Hospital Administrator
Aprovado pela Assembléia Geral de Federação Brasileira de Administradores Hospitalares - FBAH e Publicado no Informativo Hospitalar Brasileiro, N.º 4, do mês de Julho de 1995. Art. 1- O Administrador Hospitalar adote o seu código de ética como uma carta magma que norteia a sua vida e seu comportamento profissional é fundamenta a tomada de suas decisões. Art. 2- O Administrador Hospitalar tem plena consciência de está dentro de uma instituição complexa e coordenando atividades pluriprofissionais, em função da pessoa humana que procura manter ou restabelecer sua saúde. Art. 3- O Administrador Hospitalar será consciente de que o bom desempenho na sua profissão requer formação especifica e muito aprimorada. Art. 4- O Administrador Hospitalar tem também formação cultural e humanista que lhe permita acompanhar o progresso da Administração Hospitalar, além da ciência, técnica e arte, devendo tomar parte ativa em estudos, organizações e promoções especificas, que visam aprimorá-las constantemente. Art. 5- O Administrador Hospitalar tem personalidade capaz de administrar a instituição hospitalar com segurança e serenidade, mesmo nas circunstâncias mais delicadas. Art. 6- O Administrador Hospitalar compenetra-se da necessidade de sua profissão e tem sempre como lema a grande missão que lhe é confiada, de servir. Art. 7- O Administrador Hospitalar tem fé na sua missão, autoridade para coordenar os que trabalham na instituição, espírito de decisão e iniciativa, disciplina e energia realizadora para levar o hospital a uma constante renovação, aprimorando sempre mais o seu desempenho. Art. 8- O Administrador Hospitalar não se deixa guiar por sentimentos ou vantagens pessoais e , sim, tem calma e domínio de se ao tomar decisão. Art. 9- O Administrador Hospitalar tem sempre presente que uma boa administração pode salvar vidas e prolongar existências, além de levar as instituições a otimizarem todas as suas possibilidades. Art. 10- O Administrador Hospitalar dedica-se a uma vida de trabalho desinteressante para fazer de sua carreira de administrador hospitalar um sucesso, pois é um privilegio sagrado lidar com o mais precioso bem do homem, a saúde. Art. 11- O Administrador Hospitalar considera o cargo que ocupa, primordialmente como um compromisso de serviço ao paciente, aos profissionais e servidores da instituição e à comunidade. Art. 12- O Administrador Hospitalar provê o hospital dos meios humanos e materiais necessários, para que o mesmo possa atingir seus objetivos de prevenir a doença, promover a saúde e desenvolver o ensino e a pesquisa. Art. 13- O Administrador Hospitalar, testemunha respeito a todas as formas de manifestação da vida e empenha-se em preservá-la, mantê-la e desenvolvê-la, até o limite das suas possibilidades, repudiando tudo quanto possa agredi-la ou diminuir sua plena expressão. Art. 14- O Administrador Hospitalar implanta uma documentação completa e coordenada de todos as atividades desenvolvidas no hospital, favorecendo o estudo e a defesa do hospital, dos pacientes e de quantos nele trabalham. Art. 15- O Administrador Hospitalar zela com absoluto rigor pela preservação do sigilo profissional em todas as circunstâncias. Art. 16- O Administrador Hospitalar pauta a sua administração pelo principio de que a pessoa humana é o fundamento, o sujeito e o fim de todas a instituição assistencial e, quando enferma, o centro e a razão de ser de toda atividade de saúde e hospitalar. Art. 17- O Administrador Hospitalar possibilita aos pacientes, usufruir todos os direitos fundamentais da pessoa humana, tanto materiais quanto sociais e espirituais. Art. 18- O Administrador Hospitalar não permite a transgressão dos princípios legais, éticos e morais, exigido de cada profissional o cumprimento rigoroso do Código de Ética da sua profissão. Art. 19- O Administrador Hospitalar tem consciência de que os recursos humanos são o principal e verdadeiro patrimônio do hospital e aplica uma política de recursos humanos que possibilite, de forma integrada, o desenvolvimento de todas as potencialidades de seus servidores. Art. 20- O Administrador Hospitalar promove o bom relacionamento entre os servidores de todas as unidades do hospital e de todos as categorias profissionais, destacando a importância das respectivas atividades. Art. 21- O Administrador Hospitalar estimula os aprimoramentos humano, cultural e técnico dos que trabalham no hospital. Art. 22- O Administrador Hospitalar promove o ensino e as pesquisas em todas as áreas da atividades hospitalar, através da educação continuada, palestras, cursos, participação e simpósios, congressos e demais formas de aprendizagem. Art. 23- O Administrador Hospitalar implanta todos os instrumentos de administração e mantém uma organização correta em todos as unidades do hospital para favorecer a admissão e o aprendizado de estagiários das profissões da saúde. Art. 24- O Administrador Hospitalar institui no hospital um centro de Estudos para estimular o ensino, a pesquisa, as publicações e demais possibilidades de desenvolvimento profissional dos que trabalham no mesmo. Art. 25- O Administrador Hospitalar zela para que o corpo clínico do hospital seja organizado e aberto, concedendo-lhe os meios necessários ao desempenho eficiente de suas funções. Art. 26- O Administrador Hospitalar empenha esforços para tomar o hospital um verdadeiro centro de saúde da comunidade, integrado-o aos demais serviços de saúde. Art. 27- O Administrador Hospitalar participa expressivamente das atividades da comunidade e dos programas dos órgãos de classe da sua profissão e do hospital. Art. 28- O Administrador Hospitalar mantém a comunidade informada sobre os recursos e as limitações do hospital, a fim de promover o bom nome perante o público. Art. 29- O Administrador Hospitalar adota uma administração participativa, para que os profissionais e servidores possam dar sua contribuição nos programas que são implantados e apreciar o desempenho do hospital como um todo e de cada unidade administrativa. Art. 30- O Administrador Hospitalar aplica instrumentos adequados para mensurar o padrão de atendimento do hospital, com vistas ao seu constante aprimoramento. Art. 31- O Administrador Hospitalar levanta em períodos muito curtos, a maior quantidade possível de informações das atividades do hospital, para que possa tomar corretamente decisões, projetar resultados e prevenir dificuldades. Art. 32- O Administrador Hospitalar é sempre leal e sincero com seus superiores hierárquicos, mantendo-os informados do que ocorre no hospital e relevando com absoluta transparência os comportamentos sobre os quais está assentada toda a dinâmica hospitalar na área social, assistencial, humana e econômica. Art. 33- O Administrador Hospitalar desempenha sempre suas tarefas com acerto, rapidez e eficácia.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
A História da Logística The History of Logistics
Desde os tempos bíblicos os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas e geralmente distantes, eram necessários grandes e constantes deslocamentos de recursos.
Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários um planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota, nem sempre o mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos.
Até o fim da Segunda Guerra Mundial a Logística esteve associada às atividades militares. Nesse período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra a logística passou a ser adotada pelas empresas. Na antiga Grécia, Roma e no Império Bizantino, os militares com o título de ‘Logistikas’ eram os responsáveis por garantir recursos e suprimentos para a guerra.
No Brasil e no mundo as novas exigências para a atividade logística no Brasil e no mundo passam pelo maior controle e identificação de oportunidades de redução de custos, redução nos prazos de entrega e aumento da qualidade no cumprimento do prazo, disponibilidade constante dos produtos, programação das entregas, facilidade na gestão dos pedidos e flexibilização da fabricação, análises de longo prazo com incrementos em inovação tecnológica, novas metodologias de custeio, novas ferramentas para redefinição de processos e adequação dos negócios (Exemplo: Resposta Eficiente ao Consumidor - Efficient Consumer Response), entre outros. Apesar dessa evolução até a década de 40, havia poucos estudos e publicações sobre o tema.
A partir dos anos 50 e 60, as empresas começaram a se preocupar com a satisfação do cliente, foi então que surgiu o conceito de logística empresarial, motivado por uma nova atitude do consumidor.
Os anos 70 assistem à consolidação dos conceitos como o MRP (Material Requirements Planning), Kanban e Just-in-time.
Após os anos 80, a logística passa a ter realmente um desenvolvimento revolucionário, empurrado pelas demandas ocasionadas pela globalização, pela alteração da economia mundial e pelo grande uso de computadores na administração.
Nesse novo contexto da economia globalizada, as empresas passam a competir em nível mundial, mesmo dentro de seu território local, sendo obrigadas a passar de moldes multinacionais de operações para moldes mundiais de operação.
Since biblical times, military leaders have made use of logistics. Wars were long and often distant, it took great and constant shifts of resources.
To transport troops, weapons and chariots to the sites of heavy fighting were necessary planning, organization and execution of logistical tasks, which involved the definition of a route, not always the shortest, it was necessary to have a source of drinking water Next, transport, storage and distribution of equipment and supplies.
By the end of World War II Logistics was associated with military activities. During this period, with technological advances and the need to supply the local logistics destroyed by war has been adopted by companies. In ancient Greece, Rome and the Byzantine Empire, the military under the title 'Logistikas' were responsible for securing funds and supplies for the war.
In Brazil and the world the new requirements for logistics activities in Brazil and the world pass through greater control and identifying opportunities for cost reduction, reduction in delivery times and increased quality in meeting the deadline, constant availability of products, programming of supplies, facility management applications and flexible manufacturing, analysis of long-term increases in technological innovation, new costing methodologies, new tools for redefining processes and suitability of business (Example: Efficient Consumer Response - Efficient Consumer Response) among others. Despite this evolution until the 40s, there were few studies and publications on the subject.
From the 50's and 60's, companies began to worry about customer satisfaction, it was then that's the concept of business logistics, motivated by a new consumer attitude.
The 70 attending the consolidation of concepts such as MRP (Material Requirements Planning), Kanban and Just-in-time.
After 80 years, logistics is replaced by a truly revolutionary development, driven by the demands brought about by globalization, the changing global economy and the high use of computers in administration.
In this new globalized economy, the companies now compete on the world, even within your local area, being forced into a mold to mold multinational operations worldwide operation.
http://www.webartigos.com/articles/2034/1/Logistica/pagina1.html # ixzz129D6g8zg
Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários um planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota, nem sempre o mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos.
Até o fim da Segunda Guerra Mundial a Logística esteve associada às atividades militares. Nesse período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra a logística passou a ser adotada pelas empresas. Na antiga Grécia, Roma e no Império Bizantino, os militares com o título de ‘Logistikas’ eram os responsáveis por garantir recursos e suprimentos para a guerra.
No Brasil e no mundo as novas exigências para a atividade logística no Brasil e no mundo passam pelo maior controle e identificação de oportunidades de redução de custos, redução nos prazos de entrega e aumento da qualidade no cumprimento do prazo, disponibilidade constante dos produtos, programação das entregas, facilidade na gestão dos pedidos e flexibilização da fabricação, análises de longo prazo com incrementos em inovação tecnológica, novas metodologias de custeio, novas ferramentas para redefinição de processos e adequação dos negócios (Exemplo: Resposta Eficiente ao Consumidor - Efficient Consumer Response), entre outros. Apesar dessa evolução até a década de 40, havia poucos estudos e publicações sobre o tema.
A partir dos anos 50 e 60, as empresas começaram a se preocupar com a satisfação do cliente, foi então que surgiu o conceito de logística empresarial, motivado por uma nova atitude do consumidor.
Os anos 70 assistem à consolidação dos conceitos como o MRP (Material Requirements Planning), Kanban e Just-in-time.
Após os anos 80, a logística passa a ter realmente um desenvolvimento revolucionário, empurrado pelas demandas ocasionadas pela globalização, pela alteração da economia mundial e pelo grande uso de computadores na administração.
Nesse novo contexto da economia globalizada, as empresas passam a competir em nível mundial, mesmo dentro de seu território local, sendo obrigadas a passar de moldes multinacionais de operações para moldes mundiais de operação.
Since biblical times, military leaders have made use of logistics. Wars were long and often distant, it took great and constant shifts of resources.
To transport troops, weapons and chariots to the sites of heavy fighting were necessary planning, organization and execution of logistical tasks, which involved the definition of a route, not always the shortest, it was necessary to have a source of drinking water Next, transport, storage and distribution of equipment and supplies.
By the end of World War II Logistics was associated with military activities. During this period, with technological advances and the need to supply the local logistics destroyed by war has been adopted by companies. In ancient Greece, Rome and the Byzantine Empire, the military under the title 'Logistikas' were responsible for securing funds and supplies for the war.
In Brazil and the world the new requirements for logistics activities in Brazil and the world pass through greater control and identifying opportunities for cost reduction, reduction in delivery times and increased quality in meeting the deadline, constant availability of products, programming of supplies, facility management applications and flexible manufacturing, analysis of long-term increases in technological innovation, new costing methodologies, new tools for redefining processes and suitability of business (Example: Efficient Consumer Response - Efficient Consumer Response) among others. Despite this evolution until the 40s, there were few studies and publications on the subject.
From the 50's and 60's, companies began to worry about customer satisfaction, it was then that's the concept of business logistics, motivated by a new consumer attitude.
The 70 attending the consolidation of concepts such as MRP (Material Requirements Planning), Kanban and Just-in-time.
After 80 years, logistics is replaced by a truly revolutionary development, driven by the demands brought about by globalization, the changing global economy and the high use of computers in administration.
In this new globalized economy, the companies now compete on the world, even within your local area, being forced into a mold to mold multinational operations worldwide operation.
http://www.webartigos.com/articles/2034/1/Logistica/pagina1.html # ixzz129D6g8zg
Os 10 Mandamentos da Logística The 10 Commandments of Logistics
1. Logística e DISCIPLINA caminham conjuntamente. Não é a toa que a sua origem está intimamente ligada às guerras e ao desenvolvimento das forças armadas. Estabeleça rotinas e padronize os processos.
2. Aquilo que não é medido não pode ser melhorado. Desenvolva alguns POUCOS indicadores de desempenho principalmente aqueles relacionados à gestão do pedido do Cliente, performance na entrega, stockouts, avarias e custos operacionais.
3. Tecnologia é essencial para se alcançar desempenho de classe mundial. Não se renda facilmente ao luxo, ao supérfluo ou aos modismos. Foque naquilo que realmente traga resultados financeiros e benefícios aos seus Clientes, internos e externos.
4. As pessoas se constituem no principal diferencial das empresas na execução de suas atividades logísticas. É essencial que nas empresas a gestão do capital humano concentre grande parte de seu foco na atração, identificação, retenção e no desenvolvimento de talentos na área de logística.
5. Seja transparente. Permita que seus Clientes e parceiros tenham VISIBILIDADE total de seu processo logístico. Esteja aberto a críticas e seja pró-ativo e rápido nas mudanças necessárias.
6. Foque no seu Cliente e nos Clientes do seu Cliente. Ao transpor essa barreira você efetivamente se antecipará às suas necessidades e expectativas e seguramente estará à frente de seus concorrentes.
7. Atue nas EXPECTATIVAS de seus Clientes e não apenas no atendimento das suas necessidades. Essa é a condição básica para a fidelização do Cliente.
8. Observe atentamente os seus concorrentes e não hesite em copiá-los. Faça também um constante benchmarking com empresas de outros setores e com empresas de outros países.
9. Seja ENXUTO. Tenha a redução de custos como uma obsessão. Apenas tenha cuidado para não comprometer o nível de serviço e o atendimento aos seus Clientes.
10. Por fim, NÃO complique. Logística é sinônimo de bom senso. Seja simples, objetivo e tenha sempre os pés no chão. Texto de Marco Antonio Oliveira Neves (Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda.)
2. Aquilo que não é medido não pode ser melhorado. Desenvolva alguns POUCOS indicadores de desempenho principalmente aqueles relacionados à gestão do pedido do Cliente, performance na entrega, stockouts, avarias e custos operacionais.
3. Tecnologia é essencial para se alcançar desempenho de classe mundial. Não se renda facilmente ao luxo, ao supérfluo ou aos modismos. Foque naquilo que realmente traga resultados financeiros e benefícios aos seus Clientes, internos e externos.
4. As pessoas se constituem no principal diferencial das empresas na execução de suas atividades logísticas. É essencial que nas empresas a gestão do capital humano concentre grande parte de seu foco na atração, identificação, retenção e no desenvolvimento de talentos na área de logística.
5. Seja transparente. Permita que seus Clientes e parceiros tenham VISIBILIDADE total de seu processo logístico. Esteja aberto a críticas e seja pró-ativo e rápido nas mudanças necessárias.
6. Foque no seu Cliente e nos Clientes do seu Cliente. Ao transpor essa barreira você efetivamente se antecipará às suas necessidades e expectativas e seguramente estará à frente de seus concorrentes.
7. Atue nas EXPECTATIVAS de seus Clientes e não apenas no atendimento das suas necessidades. Essa é a condição básica para a fidelização do Cliente.
8. Observe atentamente os seus concorrentes e não hesite em copiá-los. Faça também um constante benchmarking com empresas de outros setores e com empresas de outros países.
9. Seja ENXUTO. Tenha a redução de custos como uma obsessão. Apenas tenha cuidado para não comprometer o nível de serviço e o atendimento aos seus Clientes.
10. Por fim, NÃO complique. Logística é sinônimo de bom senso. Seja simples, objetivo e tenha sempre os pés no chão. Texto de Marco Antonio Oliveira Neves (Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda.)
1. DISCIPLINE Logistics and walk together. No wonder that its origin is closely linked to wars and the development of the armed forces. Establish routines and standardize processes.
2. What is not measured can not be improved. Develop a few performance indicators especially those related to the management of Customer's order, delivery performance, stockouts, damages and costs.
3. Technology is essential to achieving world class performance. Do not give in easily to luxury, superfluous or fads. Focus on what really brings results and financial benefits to its customers, internal and external.
4. People are a major gap in business performance of its logistics activities. It is essential that companies in the management of human capital focuses much of its focus on attracting, identifying, retaining and developing talent in the area of logistics.
5. Be transparent. Allow your customers and partners have full visibility of your logistics process. Be open to criticism and be proactive and quick in the necessary changes.
6. Focus on your client and the client's customers. When you cross this barrier effectively to anticipate their needs and expectations and will surely be ahead of its competitors.
7. Act on its customers' expectations and not just in meeting your needs. This is the basic precondition for customer loyalty.
8. Look closely at your competitors and feel free to copy them. Make also a constant benchmarking with companies in other sectors and with companies in other countries.
9. Be LEAN. Has reduced costs as an obsession. Just be careful not to compromise the level of service and care to clients.
10. Finally, NOT complicate. Logistics is synonymous with good sense. Be simple, objective and always have your feet on the ground. Text by Marco Antonio Oliveira Neves (Tigerlog Consulting and Training in Logistics Ltda.)
2. What is not measured can not be improved. Develop a few performance indicators especially those related to the management of Customer's order, delivery performance, stockouts, damages and costs.
3. Technology is essential to achieving world class performance. Do not give in easily to luxury, superfluous or fads. Focus on what really brings results and financial benefits to its customers, internal and external.
4. People are a major gap in business performance of its logistics activities. It is essential that companies in the management of human capital focuses much of its focus on attracting, identifying, retaining and developing talent in the area of logistics.
5. Be transparent. Allow your customers and partners have full visibility of your logistics process. Be open to criticism and be proactive and quick in the necessary changes.
6. Focus on your client and the client's customers. When you cross this barrier effectively to anticipate their needs and expectations and will surely be ahead of its competitors.
7. Act on its customers' expectations and not just in meeting your needs. This is the basic precondition for customer loyalty.
8. Look closely at your competitors and feel free to copy them. Make also a constant benchmarking with companies in other sectors and with companies in other countries.
9. Be LEAN. Has reduced costs as an obsession. Just be careful not to compromise the level of service and care to clients.
10. Finally, NOT complicate. Logistics is synonymous with good sense. Be simple, objective and always have your feet on the ground. Text by Marco Antonio Oliveira Neves (Tigerlog Consulting and Training in Logistics Ltda.)
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