Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Secretaria de Saúde de SP volta a atrasar distribuição de remédios

A administradora pública Elisa Schuler, de 29 anos, que recebe mensalmente do SUS o medicamento Betaferon (betainterferona 1b, da Bayer Schering Pharma), usando para controlar os sintomas da esclerose múltipla, voltou a ter dificuldade de encontrar o remédio. Elisa, que retira o medicamento no SUS há dois anos, quando foi diagnosticada com a doença, nunca tinha tido problemas até outubro de 2010, quando relatou ao Poder Online o atraso de 13 de dias na entrega do Betaferon. Na época, a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo alegou problemas de logística para o atraso. Nos meses de novembro e dezembro, Elisa não teve problemas para retirar o remédio. Mas, em janeiro, o SUS voltou a informá-la que o Betaferon está em falta. Segundo Elisa, que desde o dia 21 de janeiro está tentando retirar o remédio, a informação dada pelo SUS é que não há previsão para normalização da entrega. Funcionários da unidade do SUS disseram que o atraso era da Bayer, que fabrica o remédio. Mas o departamento comercial do laboratório negou o atraso e, de acordo com Elisa, afirmou que o problema é da logística no processo de distribuição entre os governos federais e estaduais. Para não correr o risco de ter o tratamento interrompido novamente, Elisa comprou uma caixa de Betaferon – suficiente para um mês de tratamento. O medicamento já foi entregue pelo laboratório na última sexta-feira. - Paguei R$ 4.312,11 no remédio. Foi o preço que eu felizmente pude pagar neste momento para manter o meu tratamento. Mas é um valor que a maioria das pessoas não dispõe. http://colunistas.ig.com.br/poderonline/feed/

Erro médico - Garoto com nódulo no lábio é operado para retirada de hérnia em SP

Caso aconteceu em Bertioga, no litoral. Família diz que não foi avisada da cirurgia e que consultas foram para avaliar nódulo AE 07/02/2011 13:58 Era para ser uma simples cirurgia na boca para a retirada de um nódulo pouco abaixo do lábio, mas J., de 10 anos, deixou o centro cirúrgico com um generoso curativo no abdome, resultado da retirada de uma hérnia na altura do umbigo. O procedimento foi realizado na quinta-feira passada, no Hospital Municipal de Bertioga, litoral de São Paulo. J. teve alta no mesmo dia. A mãe de J., a dona de casa Lucinéia Matias Castro, contou que ficou assustada quando encontrou o filho após a cirurgia. Ela havia sido informada que o procedimento havia dado certo e que o menino reagira bem. Quando chegou ao quarto, ela notou o engano: o nódulo continuava na boca e no abdome havia um curativo. De acordo com Lucinéia, a médica que operou o garoto o acompanhava desde junho do ano passado, quando foram solicitados os exames pré-operatórios. “Ele passou três vezes por consulta com a mesma médica com esse objetivo”, relata a dona de casa. A guia em suas mãos deixava claro que o garoto passaria por uma operação para a retirada de um nódulo na boca. Luiz Fernando Rosa, pai de J., está inconformado com o caso. “É preciso que alguém se responsabilize pelo o que aconteceu com o meu filho”. Ele afirma que pode ser até que J. tivesse uma hérnia. “Mas, para que a cirurgia ocorresse, a família tinha de ser avisada antes. Me surpreende o fato de ele nunca ter apresentado qualquer sintoma do problema.” A Secretaria de Saúde de Bertioga abriu sindicância para apurar o caso e informou que se pronunciará apenas após a conclusão das investigações. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/garoto+com+nodulo+no+labio+e+operado+para+retirada+de+hernia+em+sp/n1237990281123.html

Lógica do processo de acreditação hospitalar

A Acreditação Hospitalar é uma metodologia de consenso, racionalização e de ordenamento dos hospitais e, principalmente, de educação permanente do pessoal de serviço e de seus líderes. O primeiro passo para a sua viabilização é a existência do "Manual Brasileiro de Acreditação Hospitalar", que estabelece os itens que devem ser avaliados de forma explícita e objetiva. O segundo componente relaciona-se com a existência de uma "Organização Nacional de Acreditação", com representações dos diversos segmentos sociais relacionados com a saúde. Na lógica do processo de acreditação, não se avalia um serviço ou departamento isoladamente. Mesmo que um serviço do hospital esteja plenamente montado, com excepcional qualidade e que tenha alcançado um grau de complexidade compatível com o nível 3, por exemplo, a instituição será acreditada no nível 1 se os outros serviços não conseguirem alcançar níveis superiores a este. O propósito deste enfoque é reforçar o fato de que as estruturas e processos do hospital são de tal ordem interligados, que o funcionamento de um componente interfere em todo o conjunto e no resultado final. A utilização de programas de Acreditação, como enfoque inicial para implementar e garantir a qualidade nos hospitais brasileiros, contribui para que, dentro dos recursos disponíveis, ocorra uma progressiva mudança planejada de hábitos, de maneira a provocar nos profissionais de todos os níveis e serviços um novo estímulo para avaliar as debilidades e forças da instituição, com o estabelecimento de metas claras e mobilização constante do pessoal, voltados para a garantia da qualidade da atenção médica prestada aos pacientes/clientes. Antes, durante e depois da avaliação para a Acreditação, os funcionários do hospital vão naturalmente demonstrando interesses em identificar e distinguir as discrepâncias existentes entre as práticas e os padrões aceitáveis de qualidade, seja procurando encontrar meios para corrigir ou reduzir essas deficiências, seja denunciando sem medo as falhas existentes, pelo prestígio institucional que se adquire, de quem mais aponta problemas e apresenta soluções pertinentes. O perfil dos avaliadores deve situar-se sempre em profissionais de indiscutível conhecimento, com grande experiência na gestão de hospitais, para realizar as recomendações pertinentes e assessorar a melhoria de funcionamento dos mesmos, em visitas, que podem durar, às vezes, vários dias. As posteriores apresentações e discussões internas, entre avaliadores e a liderança do hospital, concorrerão para orientar a solução dos problemas encontrados. A Acreditação deve ser sempre periódica e confidencial, estabelecendo prazos para a correção das falhas encontradas. Freqüentemente, os médicos utilizam-se de critérios implícitos e subjetivos para apreciar a qualidade da atenção médico-hospitalar. Cada hospital pode desenvolver seus próprios critérios explícitos para garantir a qualidade, estabelecidos com precisão por parte das suas próprias autoridades médicas, de enfermagem ou da saúde. Os critérios explícitos facilitam a avaliação pelo pessoal não médico, simplificando os procedimentos futuros de acreditação. A introdução de tecnologia utilizada na indústria para a melhoria da qualidade pode contribuir para facilitar o processo de Acreditação. Novos canais de comunicação são criados, promovendo as mudanças necessárias e vencendo resistências para a implementação dos novos padrões de qualidade, sempre compatibilizados com os sistemas de valores do hospital e do seu contexto social. Essas ações devem ser apoiadas em sólidos mecanismos de incentivo às equipes dos distintos serviços. Neste processo, o papel de um corpo de enfermagem comprometido com o programa da qualidade é fundamental, pois este é, entre todos os que trabalham nos hospitais, o único grupo profissional com presença permanente, familiarizado, durante e depois da formação acadêmica, com temas gerenciais e de auditoria clínica e com habilidades ímpares para assessorar a implementação e a monitorização de todo o processo. Na revisão das propostas de mudança, os hospitais não devem perder a perspectiva de que estão inseridos em um contexto social, onde sempre existem outros serviços de saúde e que, por mais recursos humanos e materiais que se comprometam na melhoria da qualidade, uma grande parcela de problemas independe dos êxitos alcançados dentro da própria instituição. É válido recordar que na América Latina, 50 a 70% dos cuidados médicos nas emergências dos hospitais são para casos de atenção primária, que abarrotam estes serviços, desorganizam a assistência e que poderiam ser atendidos com tranqüilidade e qualidade em Postos, Centros de Saúde ou Policlínicas razoavelmente equipadas, geograficamente situadas em áreas de abrangência do hospital, pertencentes ao mesmo sistema local de saúde. As aplicações de recursos nesses níveis primários visam a sobrevivência funcional do hospital, como organização da atenção médica de alta reputação. Os recursos investidos no diagnóstico e tratamento de patologias passíveis de atendimento pela rede ambulatorial , representam significativo aporte econômico aos hospitais isentando-os do atendimento às patologias mais simples. O mais grave é que estes mesmos hospitais não realizam, com a devida qualidade, a atenção médicas a estas patologias. Pois quase sempre a pressão da demanda obriga os profissionais a se concentrarem apenas na queixa principal do paciente, não enfatizando importantes procedimentos de promoção da saúde e prevenção de doenças, realizados com muito mais eficiência nos Postos ou Centros de Saúde. Para implementar um programa de garantia da qualidade, o hospital deve estar permanentemente sob a análise gerencial, redistribuindo recursos segundo as prioridades contingenciais dos serviços e mantendo um equilíbrio constante entre os objetivos a curto e a longo prazo. Os novos programas desenvolvidos dão ênfase aos aspectos da qualidade e contribuem para a renovação das idéias, substituindo antigos conceitos ou hábitos. Os verdadeiros líderes que souberem aproveitar este estímulo introduzirão novos conceitos sobre a missão social da organização, qual seja, oferecer serviços de excelente qualidade, em que a responsabilidade não é individual, mas de todos os funcionários do hospital. O estabelecimento de precisos objetivos mensuráveis, a curto e a longo prazo, e a sua freqüente monitorização, orientarão os planos para a ação, a estratégia da organização e a implementação de programas. Durante a percepção futura e estratégica da missão do hospital surgirão, naturalmente, as necessidades de interpretar todos os aspectos da sociologia da atenção médica, com análise do ambiente externo ao hospital, da acessibilidade do paciente à instituição e da adequação do hospital às demandas comunitárias. Como mencionado no início deste documento, poucos êxitos serão alcançados caso não haja nítido envolvimento do corpo diretivo do hospital, refletido não somente nas recomendações escritas, mas também no exemplo de atitudes. O papel estimulante dos líderes da instituição é um aspecto fundamental da melhoria da qualidade. Finalmente, não se poderá jamais implantar qualquer programa da qualidade se o corpo clínico não for qualificado. O recrutamento, desenvolvimento, avaliação e retenção do pessoal hospitalar e em especial, os conhecimentos ou destrezas do corpo clínico, são inerentes aos programas da qualidade. Copyright© 2000-2004 Farmacêutico Virtual. Todos os direitos reservados. http://www.farmaceuticovirtual.com.br/html/acredlogica.htm

O que é Acreditação?

Define-se Acreditação como um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúde, voluntário, periódico e reservado. Nas experiências, brasileira e internacional, é uma ação coordenada por uma organização ou agência não governamental encarregada do desenvolvimento e implantação da sua metodologia. Em seus princípios tem um caráter eminentemente educativo, voltado para a melhoria contínua, sem finalidade de fiscalização ou controle oficial, não devendo ser confundido com os procedimentos de licenciamento e ações típicas de Estado. Principais Vantagens da Acreditação




•Segurança para os pacientes e profissionais; •Qualidade da assistência; •Construção de equipe e melhoria contínua; •Útil instrumento de gerenciamento; •Critérios e objetivos concretos adaptados à realidade brasileira; •O caminho para a melhoria contínua.
Principais Interessados pelo Processo de Acreditação
•Líderes e administradores •Profissionais de saúde •Organizações de saúde •Sistemas compradores •Governo •Cidadão https://www.ona.org.br/Pagina/27/O-que-e-Acreditacao

Não comece contando piada

Por Reinaldo Polito O título deste texto precisa de reparos. Combato tanto essa história de 'deve', 'não deve' em comunicação, e faço logo uma afirmação contundente como esta: não comece contando piada. Seria mais adequado dizer que é desaconselhável iniciar uma apresentação contando piadas. Vamos refletir sobre as consequências do uso da piada na introdução da fala para que você possa decidir se deve ou não lançar mão desse recurso como técnica oratória para conquistar plateias. Você vai observar que tudo depende do seu estilo e do contexto em que estiver envolvido. Se você iniciar uma apresentação contando piadas enfrentará pelo menos dois riscos: contar uma piada que não tenha graça, ou que tenha graça, mas seja muito conhecida. Em qualquer das duas circunstâncias a piada poderá se transformar em perigosa armadilha para seu sucesso diante do público. Os primeiros instantes diante da plateia são os mais difíceis para o orador. A adrenalina acabou de ser despejada no nosso organismo. Estamos tentando ocupar o lugar mais adequado na frente do grupo. Procurando ouvir o som da nossa própria voz. Fazendo esforços para conquistar os ouvintes. Quase sempre, é um momento de grande desconforto e insegurança. Suponha, então, que você, com esse desconforto, se apresente diante do público contando uma piada e perceba que a piada não teve graça. O momento que já era difícil passa a ser ainda mais constrangedor. Dependendo do momento, talvez esse contratempo prejudique o resultado da sua apresentação. Alguns perguntam: Polito, e se a piada for boa? A situação pode ser pior. Piada boa, engraçada, se espalha com muita facilidade. Você chega contando uma piada diante da plateia, com a certeza de que todos vão achar muita graça, só que, por ser engraçada, todo mundo conhece e, por isso, ninguém ri. Desespero! Há ainda outra questão importante a ser considerada. Todas as partes de uma apresentação, desde o início até a conclusão, devem ter interdependência. O que dizemos no começo precisa guardar relação com o meio e com o final. Se uma informação não se encaixar nessa composição, provavelmente, deveria ser retirada. De maneira geral, mesmo a piada sendo boa e inédita deve ser evitada porque apresenta esse defeito: não guarda interdependência. Você conta a piada, as pessoas riem, mas como não possui relação com o assunto, deve ser deixada de lado, pois não irá contribuir para a compreensão dos ouvintes e o sucesso da mensagem. Se, entretanto, a piada for boa, inédita e guardar interdependência com as outras etapas da apresentação, poderá ser usada e se tornar um excelente recurso de comunicação. Considere também que o risco é muito grande, pois são muitos aspectos que precisam ser considerados. Prefira um fato bem humorado. No lugar da piada, prefira usar a presença de espírito e fazer um comentário sobre uma informação que nasça no próprio ambiente da apresentação e a transformá-la em um fato bem humorado. Se a plateia rir, excelente, você marcou um belo tento. Se não rir, não haverá problema, pois não havia a obrigação de fazer graça. Se tiver uma boa piada, prefira contá-la no meio da apresentação, quando já estiver mais à vontade diante do público. Mesmo que a piada não tenha graça, ou seja engraçada e tenha o inconveniente de ser muito conhecida, sem o nervosismo do início, poderá contornar melhor a situação. Por fim, tenha em conta que muitas vezes a piada não guarda interdependência com o conteúdo da mensagem. Em certas circunstâncias, no meio da apresentação, poderá, entretanto, funcionar como recurso para prender a atenção ou recuperar a concentração dos ouvintes. SUPERDICAS DA SEMANA •Evite piadas no início da apresentação •Prefira o uso de fatos bem humorados •Antes de contar uma piada em público, faça o teste com amigos e familiares •Cuidado com piadas grosseiras para não cair na vulgaridade •Piadas relacionadas a raça, sexo e religião devem ser afastadas www.polito.com.br http://www.portalcmc.com.br/mkt_comuni23.htm