O controle das doenças sexualmente transmissíveis (DST) não se dá somente com o tratamento de quem busca ajuda nos serviços de saúde. Para interromper a transmissão dessas doenças e evitar a reinfecção, é fundamental que os parceiros sejam testados e tratados com orientações de um profissional de saúde. Os parceiros devem ser alertados sempre que uma DST é diagnosticada. É importante repassar a eles informações sobre as formas de contágio, o risco de infecção, a necessidade de atendimento em uma unidade de saúde e a importância de evitar contato sexual até que o parceiro seja tratado e orientado http://www.aids.gov.br/pagina/por-que-alertar-o-parceiro
quinta-feira, 24 de março de 2011
Quais são as DST - Doenças sexualmente transmissíveis
Cancro mole Clamídia e Gonorreia Condiloma acuminado (HPV) Doença Inflamatória Pélvica (DIP) Donovanose Hepatites virais Herpes Infecção pelo Vírus T-linfotrópico humano (HTLV) Linfogranuloma venéreo Sífilis Tricomoníase http://www.aids.gov.br/pagina/quais-sao-dst
Sintomas das DST Symptoms of STDs
As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são muitas e podem ser causadas por diferentes agentes. Apesar disso, elas podem ter sintomas parecidos. Veja, abaixo, os principais sintomas das doenças mais comuns.
Sintomas: Corrimento pelo colo do útero e/ou vagina (branco, cinza ou amarelado), pode causar coceira, dor ao urinar e/ou dor durante a relação sexual, cheiro ruim na região.
DST prováveis: Tricomoníase, gonorreia, clamídia.
Sintomas: Corrimento pelo canal de onde sai a urina, que pode ser amarelo purulento ou mais claro - às vezes, com cheiro ruim, além de poder apresentar coceira e sintomas urinários, como dor ao urinar e vontade de urinar constante.
DST prováveis: Gonorreia, clamídia, tricomoníase, micoplasma, ureoplasma.
Sintomas: Presença de feridas na região genital (pode ser uma ou várias), dolorosas ou não, antecedidas ou não por bolhas pequenas, acompanhadas ou não de “íngua” na virilha.
DST prováveis: Sífilis, cancro mole, herpes genital, donovanose, linfogranuloma venéreo.
Sintomas: Dor na parte baixa da barriga (conhecido como baixo ventre ou "pé da barriga") e durante a relação sexual.
DST prováveis: Gonorreia, clamídia, infecção por outras bactérias.
Sintomas: Verrugas genitais ou “crista de galo” (uma ou várias), que são pequenas no início e podem crescer rapidamente e se parecer como uma couve-flor.
DST prováveis: Infecção pelo papilomavírus humano (HPV).
Não sinta vergonha de conversar com o profissional de saúde e tirar todas as dúvidas sobre sexo ou qualquer coisa diferente que esteja percebendo ou sentindo.
É direito de todo brasileiro buscar esclarecimento e informações durante o atendimento de saúde.
Sexually transmitted diseases (STDs) are many and can be caused by different agents. Nevertheless, they may have similar symptoms. Below is the main symptoms of common diseases.
Symptoms: Discharge from the cervix and / or vagina (white, gray or yellowish), can cause itching, pain when urinating and / or pain during intercourse, foul odor in the region.
STD probable: trichomoniasis, gonorrhea, chlamydia.
Symptoms: Discharge from the channel where the urine comes out, which may be purulent yellow or lighter - sometimes with bad smell, and can be itchy and urinary symptoms such as pain on urination and constant urge to urinate.
Probable STD: gonorrhea, chlamydia, trichomoniasis, mycoplasma, ureoplasma.
Symptoms: Presence of sores in the genital area (may be one or several), painful or not, or not preceded by small bubbles, with or without "bubo" in the groin.
Probable STD: syphilis, chancroid, genital herpes, donovanosis, lymphogranuloma venereum.
Symptoms: Pain in the lower belly (known as the lower abdomen or "belly foot") and during intercourse.
Probable STD: gonorrhea, chlamydia, infection by other bacteria.
Symptoms: Genital warts or "cock's comb" (one or several), which are small at the beginning and can grow quickly and look like a cauliflower.
Probable STD: human papillomavirus infection (HPV)
Do not feel embarrassed to talk with the health professional and take any questions about sex or anything that is different from perceiving or feeling.
It is the right of all Brazilians seek clarification and information during health care.
http://www.aids.gov.br/pagina/sintomas-das-dst
Sintomas: Corrimento pelo colo do útero e/ou vagina (branco, cinza ou amarelado), pode causar coceira, dor ao urinar e/ou dor durante a relação sexual, cheiro ruim na região.
DST prováveis: Tricomoníase, gonorreia, clamídia.
Sintomas: Corrimento pelo canal de onde sai a urina, que pode ser amarelo purulento ou mais claro - às vezes, com cheiro ruim, além de poder apresentar coceira e sintomas urinários, como dor ao urinar e vontade de urinar constante.
DST prováveis: Gonorreia, clamídia, tricomoníase, micoplasma, ureoplasma.
Sintomas: Presença de feridas na região genital (pode ser uma ou várias), dolorosas ou não, antecedidas ou não por bolhas pequenas, acompanhadas ou não de “íngua” na virilha.
DST prováveis: Sífilis, cancro mole, herpes genital, donovanose, linfogranuloma venéreo.
Sintomas: Dor na parte baixa da barriga (conhecido como baixo ventre ou "pé da barriga") e durante a relação sexual.
DST prováveis: Gonorreia, clamídia, infecção por outras bactérias.
Sintomas: Verrugas genitais ou “crista de galo” (uma ou várias), que são pequenas no início e podem crescer rapidamente e se parecer como uma couve-flor.
DST prováveis: Infecção pelo papilomavírus humano (HPV).
Não sinta vergonha de conversar com o profissional de saúde e tirar todas as dúvidas sobre sexo ou qualquer coisa diferente que esteja percebendo ou sentindo.
É direito de todo brasileiro buscar esclarecimento e informações durante o atendimento de saúde.
Sexually transmitted diseases (STDs) are many and can be caused by different agents. Nevertheless, they may have similar symptoms. Below is the main symptoms of common diseases.
Symptoms: Discharge from the cervix and / or vagina (white, gray or yellowish), can cause itching, pain when urinating and / or pain during intercourse, foul odor in the region.
STD probable: trichomoniasis, gonorrhea, chlamydia.
Symptoms: Discharge from the channel where the urine comes out, which may be purulent yellow or lighter - sometimes with bad smell, and can be itchy and urinary symptoms such as pain on urination and constant urge to urinate.
Probable STD: gonorrhea, chlamydia, trichomoniasis, mycoplasma, ureoplasma.
Symptoms: Presence of sores in the genital area (may be one or several), painful or not, or not preceded by small bubbles, with or without "bubo" in the groin.
Probable STD: syphilis, chancroid, genital herpes, donovanosis, lymphogranuloma venereum.
Symptoms: Pain in the lower belly (known as the lower abdomen or "belly foot") and during intercourse.
Probable STD: gonorrhea, chlamydia, infection by other bacteria.
Symptoms: Genital warts or "cock's comb" (one or several), which are small at the beginning and can grow quickly and look like a cauliflower.
Probable STD: human papillomavirus infection (HPV)
Do not feel embarrassed to talk with the health professional and take any questions about sex or anything that is different from perceiving or feeling.
It is the right of all Brazilians seek clarification and information during health care.
http://www.aids.gov.br/pagina/sintomas-das-dst
O que são DST What are STDs
As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de camisinha com uma pessoa que esteja infectada, e geralmente se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.
As mais conhecidas são gonorreia e sífilis.
Algumas DST podem não apresentar sintomas, tanto no homem quanto na mulher.
E isso requer que, se fizerem sexo sem camisinha, procurem o serviço de saúde para consultas com um profissional de saúde periodicamente. Essas doenças quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves, como infertilidades, câncer e até a morte.
Usar preservativos em todas as relações sexuais (oral, anal e vaginal) é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão das DST, em especial do vírus da aids, o HIV.
Outra forma de infecção pode ocorrer pela transfusão de sangue contaminado ou pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis.
A aids e a sífilis também podem ser transmitidas da mãe infectada, sem tratamento, para o bebê durante a gravidez, o parto. E, no caso da aids, também na amamentação.
O tratamento das DST melhora a qualidade de vida do paciente e interrompe a cadeia de transmissão dessas doenças. O atendimento e ao tratamento são gratuitos nos serviços de saúde do SUS.
Sexually transmitted diseases (STDs) are transmitted mainly through sexual contact without using a condom with someone who is infected, and usually manifest themselves through wounds, discharges, blisters or warts.
The best known are gonorrhea and syphilis.
Some STDs may not show symptoms in both men and women.
And that requires that if they do sex without condoms, seek out the health service to consult with a healthcare professional regularly. These diseases if not diagnosed and treated early enough, can develop serious complications such as infertility, cancer and even death.
Use condoms in all sexual intercourse (oral, anal and vaginal) is the most effective method for reducing the risk of transmission of STDs, particularly the AIDS virus, HIV.
Another form of infection can occur by transfusion of contaminated blood or by sharing syringes and needles, especially in injecting drug use.
AIDS and syphilis can also be transmitted from an infected mother, without treatment to the baby during pregnancy, childbirth. And in the case of AIDS, also in breastfeeding.
The STD treatment improves quality of life of patients and interrupts the chain of transmission of these diseases. The care and treatment are free in the health services of the SUS.
Transformação na cadeia de saúde começa pelo consumidor
por Maria Carolina Buriti 23/03/2011 Consultor aponta oportunidades " O consumidor vai transformar a cadeia de saúde, ele transformou a cadeia varejista no mundo", afirmou o consultor da e- Health- Summit, Guilherme Hummel, sobre a forte atuação do consumidor no crescimento do e-commerce e a consequente mudança no varejo E essa transformação já está presente no setor de saúde, com uma participação maior do paciente, que impulsiona novos players na cadeia e o surgimento de novos papéis para o paciente e para o médico. Hummel falou sobre a reivenção da cadeia de saúde e a importância da área de Tecnologias da Informação e Comunicação (Tics) em saúde, durante o SAP Forum 2011, que ocorre de 22 a 24 de março, em São Paulo, capital. O executivo acredita que a saúde global está no epicentro de uma revolução e a tecnologia tem papel fundamental nisso. Hummel cita informações do Fórum Econômico Mundial de 2010, que comprovam a importância do setor: a preocupação com as doenças crônicas está à frente dos temas poluição e crime organizado, na opinião dos líderes presentes. De acordo com Hummel, o paciente é peça-chave na revolução. O consumidor de saúde era omisso e sem informações, dependente do médico e de suas orientações está com os dias contados. Hoje, o mundo é dos e-patients, o paciente bem informado sobre o setor e sobre as doenças. E, o médico, antes com uma visão missionária dá lugar ao e-doctor, mais consultor do que curador. Outra mudança é que o antigo paciente, que apesar de muito difundido como eixo central da cadeia, nunca esteve no centro dá lugar as informações clínicas do e-patient. "As informações clínicas do paciente ficarão armazenadas e permitirão salvar a vida de outros pacientes", disse. A transformação, pelo menos do prontuário eletrônico, virá em três décadas, mais lenta em alguns países mais rápida em outros, este é um caminho sem volta. E trilhando esse caminho estão empresas que já estão transformando a cadeia de saúde. A conhecida relação entre os players do setor envolvendo hospitais, operadoras, indústria e laboratórios ganha novos pares: empresas que enxergam a saúde como um nicho de crescimento e oportunidades. São novos tipos de atuação, empresas de day hospital, home care, medical call center, segundo diagnóstico (voltadas para aqueles pacientes que desejam confirmar um diagnóstico antes de uma cirurgia, por exemplo, mas querem uma segunda opinião de uma companhia que não está diretamente envolvida no caso) e companhias que cruzam o universo de saúde- como a área de Telecom, por exemplo. "Não tem sentido o médico não falar com o paciente por e-mail e SMS, se ele não fizer, alguma empresa fará", analisa o consultor. Segundo ele esta é a era da conveniência e portanto novos serviços serão incorporados para suportar a conveniência, ou seja, a relação ficará cada vez mais "virtual", sem a necessidade da presença no consultório. Para Hummel, as empresas devem se atentar as possibilidades. " Existe uma grande oportunidade para os players do se´culo 21. Se você não fizer, alguém fará por você". Mundo Apesar de informações escassas sobre os futuros gastos que o Brasil realizará em e- health, Hummel estima que na pior hipótese, se o Brasil só atender a demanda, serão de US$ 5 a 10 US$ bilhões investidos em uma década. Caso, o País tenha um papel significativo nessa revolução de saúde, o valor salta para US$ 30 bilhões. Em 2009, foram gastos em e- health, US$ 86 bilhões no mundo, em 2010 o número alcançou US$ 89 bilhões. A China investiu US$ 62, 7 bilhões em 2007 e a Austrália está aplicando 5, 2% do orçamento total do País, em TICs. Investimentos Há um campo bastante fértil no setor de saúde. Seja com o aumento da expectativa de vida da população mundial ou no aumento do número de doentes crônicos e a TICs tem participação fundamental nesse processo. "Para ter acesso à informação é necessário tecnologia, não há outra saída" pontua o diretor executivo da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Daniel Coudry. E o terreno no Brasil é oportuno, segundo o executivo, o País ganhou em uma década, 15 milhões de usuários de saúde privada, o mercado brasileiro já é o segundo mercado de saúde privada no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, e o setor já representa 8% do PIB nacional. Outro fator, é que o setor de saúde brasileiro está em um momento em que a integração e a gestão das informações passam a ser parte de outra discussão: a relação entre operadoras e prestadores de serviço. O modelo de pagamento praticado em 95% de negociações no Brasil é o fee for service , e há a discussão sobre alternativas ao formato, como o pagamento de desempenho possivelmente medido por indicadores, mas o desafio é conseguir padronizar e integrar os dados. http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76856
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