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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Pesquisa vai avaliar eficácia de medicamentos contra osteoporose no Brasil

Da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Com o intuito de ampliar os conhecimentos sobre a osteoporose no país, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), busca voluntários no estado para uma pesquisa que definirá as políticas públicas a serem adotadas com relação à doença no Brasil.

O estudo tem recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e conta com o apoio dos ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia. De acordo com a reumatologista do Into Ana Maria Braga, o trabalho visa a avaliar como os medicamentos de combate à osteoporose podem atuar na população brasileira.

“O objetivo é observar essas medicações que hoje são usadas contra a osteoporose na população brasileira”, diz a reumatologista. Segundo ela, os estudos disponíveis atualmente foram feitos nos Estados Unidos e em países europeus e asiáticos, principalmente.

“Esses pacientes têm características genéticas e populacionais diferentes da nossa. Então é preciso que haja um estudo na população brasileira. Porque é importante a gente observar se esses remédios que já estão no mercado atuam na osteoporose do brasileiro, na doença do nosso povo e com as características que ele tem.”

Os interessados em colaborar com a pesquisa podem se cadastrar, por meio do preenchimento do formulário eletrônico disponível no site http://www.into.saude.gov.br/, ou pelos telefones (21) 3512-4987 ou (21) 3512-4988. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h. É preciso ter mais de 60 anos, além do diagnóstico da doença comprovada por um médico.

Campanha de vacinação contra gripe é prorrogada em quase todo o país

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Sem alcançar a meta prevista, o Ministério da Saúde recomenda que estados e municípios mantenham campanha de vacinação contra a gripe. Cabe a cada gestor local decidir o prazo e os locais onde o público-alvo (crianças com menos de 2 anos de idade, idosos, gestantes, profissionais de saúde e índios) pode se vacinar. O Distrito Federal e 19 estados já anunciaram a prorrogação da campanha.

Até as 18 horas desta sexta-feira (13), oficialmente o último dia da campanha nacional, mais de 18 milhões de pessoas haviam se vacinado, o equivalente a 60,24% do público-alvo, de acordo com balanço do ministério. O governo esperava imunizar 80% (cerca de 24 milhões de pessoas).

Os maiores percentuais de cobertura, acima de 60%, foram registrados entre idosos, crianças e trabalhadores do setor de saúde. Já entre as gestante e os indíos, o percentual ficou abaixo de 40%.

Apesar de não ter alcançado a meta, o ministério argumentou que o resultado é o segundo melhor dos últimos cinco anos, perdendo somente para 2008, que atingiu 65,35% de cobertura nacional. Nos anos anteriores, foram vacinados apenas idosos e indígenas. A partir deste ano, gestantes, crianças e os profissionais de saúde entraram na lista dos grupos prioritários.

Em 12 estados, a vacinação permanece por mais uma semana, até o dia 20 de maio: Pernambuco, Piauí, Alagoas, Rio Grande do Norte, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Sergipe e Espírito Santo.

No Amazonas, a campanha também foi prorrogada até o dia 20 nas cidades, mas nas áreas rurais e aldeias, a vacinação vai até o dia 31. Em Minas Gerais, a Secretaria Estadual de Saúde informou que a decisão de prorrogar ou não a campanha depende das prefeituras. Belo Horizonte decidiu estender a vacinação até o dia 20.

Mato Grosso, Tocantins e Distrito Federal vão manter acampanha até 27 de maio. Em Roraima, a vacinação vai até o dia 26 e, no Acre, até o dia 30 de maio. Na Paraíba, as pessoas podem procurar os postos de saúde até 10 de junho e no Ceará, até 13 de junho.

Em Mato Grosso do Sul, a vacinação segue nas cidades onde a meta não foi atingida e cada município definirá a data de encerramento da ação. Na Bahia, a Secretaria Estadual de Saúde informou que não haverá prorrogação, mas recomendou aos municípios que mantenham o esforço de vacinação.

A Agência Brasil não conseguiu contato com as secretarias de Saúde do Maranhão, Amapá, Pará e de Rondônia.

A vacina protege contra os vírus que mais circularam no Hemisfério Sul em 2010, entre eles o Influenza H1N1, responsável pela influenza A (H1N1) - gripe suína. A vacina é contraindicada para quem tem alergia a ovo ou apresentou reações a doses anteriores da vacina contra gripe.

Hospital da Universidade do Estado do Rio de Janeiro promove evento de luta contra a aids

Da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Com a finalidade de manter acesa a luta contra a aids, o grupo Com Vida, do Hospital Universitário Pedro Ernesto, que pertence a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) promove hoje (15), o 28º Memorial das Velas Acesas no Rio de Janeiro.

O evento, que acontecerá também em 115 países, tem por objetivo acender uma vela em memória das vítimas da doença e também simbolizar apoio àqueles que convivem com o vírus HIV.

O encontro será no Largo do Machado, zona sul da cidade, a partir das 13h, e contará com a presença de estudantes, membros do Com Vida, profissionais de saúde e voluntários.

O evento terá apresentações de capoeira, teatro, exposição de fotos, entre outras atividades artísticas, além de oficinas de debate de temas relacionados à sexualidade, as doenças sexualmente transmissíveis (DST) e a própria aids.

De acordo com a coordenadora do memorial, Denise Herdyr, o evento que ocorre há sete anos, ganhou não apenas a importância de lembrar da aids, mas também adquiriu um caráter educativo.

"Ele tem como objetivo lembrar da aids e das vítimas dela. Mas ao longo dos anos, em função do tratamento e das alternativas de cuidados que trazem uma qualidade de vida para essas pessoas, ele também se transformou em um evento de teor educativo de saúde para a comunidade".

A coordenadora lembra ainda que esta é uma oportunidade para o público em geral conhecer melhor o assunto.

"É uma oportunidade gratuita e lúdica porque a gente trabalha com um grupo de capoeira, com peças de teatro e com informações sobre educação de forma agradável. Então é uma oportunidade no domingo das pessoas terem acesso a uma informação de qualidade".

Como controlar colesterol e triglicérides sem remédios

Em muitos casos, uma dieta saudável basta para manter os dois em níveis seguros

Apesar de serem vistos como vilões, o colesterol e os triglicérides são dois tipos de gorduras essenciais para o organismo. O primeiro é necessário para a produção de novas células, sais biliares, vitamina D e de hormônios esteróides – como testosterona e progesterona. Já o segundo tem como principal função regular a reserva de energia. O problema é que em excesso ambos trazem prejuízos à saúde.

De acordo com a nutricionista Joana Lucyk, da Clínica Saúde Ativa, de Brasília (DF), a primeira medida para barrar a evolução dessa dupla é modificar a dieta. “Essa é a forma preferencial de tratamento”, afirma.

A psicopedagoga Márcia Cristina da Silva Neves Luciano, 42 anos, de São Paulo, SP, é uma das que conseguiu reduzir as taxas de colesterol e triglicérides, que estavam no limite, só com a mudança de hábitos. “Optei por não tomar remédios. Por isso, passei a controlar a dieta fazer exercícios, como caminhada e Pilates”, diz.

Um dos principais desafios enfrentados por Márcia foi diminuir o consumo de massas – ela é fã confessa de pãezinhos e bolos. Para tornar o pecado mais saudável, ela trocou o pão francês tradicional por um feito com farinha integral e aveia. Nos pratos preparados em casa, também substituiu a farinha de trigo por sua versão integral. Com a ajuda de uma nutricionista ensinou a substituir o óleo de soja pelo azeite nas preparações, assim como a aumentar o consumo de frutas e legumes.

O café-da-manhã, que antes era feito às pressas, hoje é um momento sagrado para Márcia. “Aprendi que preciso fazer essa refeição em casa, tranquilamente. Assim não ataco a cesta de pães e as guloseimas servidas no trabalho pela manhã”, observa. Com esses pequenos ajustes, a psicopedagoga conseguiu, em aproximadamente 90 dias, fazer os índices de colesterol e triglicérides voltarem ao normal. Para seguir seu exemplo, aprenda mais sobre as duas substâncias e descubra quais alimentos são aliados na empreitada.

Colesterol

Enquanto uma parte dessa gordura é produzida pelo fígado, a outra chega por meio da alimentação. No sangue, ela circula ligada a proteínas, formando partículas – as que mais se destacam são a LDL e HDL. “A principal diferença entre elas é que a LDL carrega o colesterol para os tecidos do organismo, enquanto a HDL o despacha para o fígado, onde acontece sua eliminação sobre a forma de sais biliares”, conta a nutricionista Fernanda Serpa, membro da diretoria do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional (CBNF).

É daí que vem a má fama da LDL: quando aparece em grandes quantidades, ele contribui para a formação de placas de gordura (ateromas). Essas, por sua vez, podem obstruir a circulação de um órgão importante, como o coração, levando a eventos como o infarto. Segundo Joana, há casos em que a genética do paciente leva a desequilíbrios nos níveis de colesterol. Nos outros, a alimentação costuma ser o grande gatilho para o surgimento do problema.

Portanto, para não ter surpresas desagradáveis ao se submeter ao exame de sangue (que deve ser realizado anualmente), é bom ficar de olho naquilo que coloca no prato. Alimentos de origem animal, por exemplo, são campeões em colesterol. Por outro lado, há aqueles que são verdadeiros aliados, pois ajudam a reduzir as taxas dessa substância no sangue.

Veja as orientações:

Não exagere


Carne, especialmente as gordurosas, vísceras (fígado, miolo, miúdos), embutidos, peles de aves e asa de frango
Laticínios (leite integral, queijos amarelos, creme de leite, molhos gordurosos)
Frutos do mar (camarão, lula, etc.)
Manteiga (bolos prontos, tortas, massa folheada, biscoitos amanteigados)
Banha de porco
Sorvete, biscoitos recheados, leite condensado, chocolate (o branco é o pior) fast food e salgados (principalmente os folheados)

Inclua na dieta

Aveia: ela contém uma fibra que auxilia na redução do colesterol LDL. Segundo a diretora da Nutconsult, estudos demonstraram que pacientes que consumiam 3 gramas dessa fibra conseguiram uma redução de 8 a 23% no colesterol total. Para consumir esse valor, é preciso comer cerca de duas colheres de sopa cheias de farelo de aveia. “É no farelo que encontramos a maior concentração dessa fibra”, explica Fernanda.

Soja: a agência reguladora de alimentos e medicamentos FDA (Food and Drug Administration) sugere o consumo de 25 gramas de proteína de soja ao dia para evitar o aparecimento de doenças do coração, já que auxilia na redução dos níveis de LDL e colesterol total.

Fitoesteróis: essas substâncias são encontradas nos vegetais (como semente de girassol) e também barram a absorção de gordura da dieta, o que favorece a redução do colesterol. “É preciso consumir 1,6 gramas de fitoesteróis diariamente para observar uma diminuição de 8 a 15% nas taxas de colesterol”, informa Fernanda. Como eles não são tão abundantes assim nos vegetais, a indústria alimentícia decidiu isolá-los. Sendo assim, podem ser encontrados em produtos como margarinas e iogurtes.

Antioxidantes: elas (e aqui se destacam os flavonóides) podem inibir a oxidação das partículas LDL, diminuindo seu poder de obstrução de vasos sanguíneos. Os flavonóides são encontrados principalmente em vegetais verde-escuros, frutas (como cereja, amora, uva, morango, jabuticaba e maçã), grãos (linhaça, soja, etc), sementes, castanhas, condimentos e ervas (cúrcuma, orégano, cravo e alecrim) e também em bebidas, como vinho, suco de uva e chás.


Triglicérides

A nutricionista de Brasília comenta que o consumo elevado de carboidratos simples e refinados e bebidas alcoólicas pode fazer as taxas de triglicérides irem às alturas. Quando isso acontece, além de complicações cardiovasculares e diabetes, a pessoa fica mais sujeita a desenvolver pancreatite e sofrer redução dos níveis de HDL, aquela partícula considerada benéfica por facilitar a eliminação do colesterol pelo organismo.

A boa notícia é que ao adotar uma dieta uma dieta equilibrada, os efeitos positivos sobre os níveis de triglicérides não demoram a aparecer. “A resposta à modificação alimentar é muito mais rápida e fácil nesses casos do que naqueles de colesterol elevado”, compara Fernanda Serpa.

Aprenda como montar o cardápio:

• Não exagere no açúcar: dependendo do caso, vale substituí-lo por adoçantes

• Limite a quantidade de carboidratos: não consuma em uma mesma refeição arroz, macarrão, batata e farofa. “Opte por apenas uma fonte de carboidrato e, se possível, em sua versão integral”, sugere a diretora da Nutconsult, do Rio de Janeiro.

• Controle a ingestão de doces em geral, como refrigerantes, sucos em caixa já adoçados, sobremesas, balas, etc.

Inclua na dieta

Alimentos ricos em ômega 3. Fernanda conta que essa substância auxilia no controle e redução dos triglicérides e, por isso, deve fazer parte da alimentação. Para obtê-la, basta apostar em peixes, como cavala, sardinha, salmão, atum, bacalhau e arenque.

A recomendação, segundo a nutricionista, é de 180 gramas do alimento durante a semana. “Pode-se optar também por cápsulas contendo óleo de peixe. Mas, nesse caso, é importante procurar por um nutricionista ou médico para prescrição do suplemento”, observa.

Mão na massa


Muitas pessoas têm dúvidas de como incluir os alimentos citados no dia-a-dia. Por isso, Fernanda Serpa, diretora da Nutconsult Consultoria Nutricional, preparou algumas dicas práticas.

Prefira o farelo de aveia, pois é nele que está concentrada a maior parte da fibra solúvel responsável pelos efeitos redutores da absorção da gordura da dieta. A dose? Duas colheres de sopa ao dia podem ser usadas em cima de frutas (como a banana picada), da salada de frutas ou com feijão (substituindo a farinha). Outra alternativa é misturar o farelo a vitaminas.

A soja pode ser utilizada como proteína texturizada de soja (PTS). Assim, é possível usá-la no lugar da carne moída, depois de hidratada e refogada, ou em conjunto com a carne bovina para fazer a carne moída.

A quantidade de peixe recomendada é de 180 gramas por semana, o que corresponde a três porções pequenas ou duas porções grandes de peixe (sardinha, anchova, arenque, salmão, atum, etc).

Os fitosteróis são encontrados em margarinas e iogurtes enriquecidos. Nesses casos, a recomendação é de 20 gramas de margarina (1 colher de sopa) ou um pote de iogurte.

Os antioxidantes devem ser adquiridos por meio do consumo de quatro frutas ao dia e de vegetais e legumes no almoço e jantar (várias cores para adquirir diferentes fitoquímicos). Além disso, vale apostar em chá verde, suco de uva integral e farelo de linhaça.

A picanha dos vegetarianos?

Consumo diário do amaranto, um tipo de grão, supre as necessidades nutricionais obtidas na carne, leite e ovos. Conheça


Ele é a evolução nutricional do feijão com arroz. Produzido nos Andes, o amaranto, um grão integral rico em fibras, aminoácidos essenciais e cálcio, tem valores nutricionais equivalentes a popular combinação brasileira, ao leite, ovos e à carne.

O simples pó (ou flocos) é considerado uma opção aos vegetarianos, pois contém alto valor biológico, revela Giovana Longo-Silva, nutricionista da Universidade Federal da São Paulo (Unifesp).

Na tradução, a farinha incolor e sem gosto, ao ser consumida diariamente, pode suprir necessidades essenciais que uma dieta restritiva impõe. “É por isso que ele é comparado ao feijão com arroz”, acrescenta a especialista.

A comparação com a carne, porém, requer cuidados. Ambos são ótimos provedores de proteína. O amaranto, porém, não contém o ferro presente nas carnes. Em relação ao leite, o grão oferece cálcio biodisponível, ou seja, aquele que corpo consegue absorver em maior quantidade - uma característica rara nos vegetais, mas presente no leite e nos ovos, explica a nutricionista da Unifesp.

Versátil e quase imperceptível, o amaranto é facilmente combinado com qualquer outro alimento. Na relação simbiótica, ele pode ser consumido juntamente com frutas, vitaminas, e até como um falso tempero.

“Por ser quase sem gosto, esse grão convive bem com os outros alimentos. Prepará-lo com o arroz, carnes, ou misturas também é uma boa opção. Não mudará o sabor, apenas acrescentará valores nutricionais.”

O recomendado, segundo estudos realizados pela Universiade Estadual de Campinas (Unicamp), são duas colheres de sopa bem cheias - ou 30 gramas de amaranto por dia. Essa dosagem é a ideal para os múltiplos benefícios sejam absorvidos pelo organismo.

O grão atua também como coadjuvante das dietas e regimes. A fibra provoca a sensação de saciedade, o que reduz a fome e ajusta a ansiedade por comer, pontua Giovana. “Nesses casos, o único efeito colateral é a formação de gases. Para minimizar o incômodo, porém, basta ingerir bastante água.”

A fibra não é aliada apenas dos aspirantes a magros ou arma contra o intestino preguiçoso. Capaz de melhorar a resistência à insulina, tal propriedade faz do amaranto um alimento auxiliar dos diabéticos. “A fibra reduz a absorção do açúcar, ideal para quem sofre de diabetes.”

Fernanda Granja, nutricionista clínica, revela que o amaranto também é um regulador natural da tireóide e do colesterol. "Por ser rico em nutrientes e fibras solúveis, colabora na diminuição do colesterol. Composto por diversos minerais, como o selênio, ajuda a estabilizar a tireóide quando ela está em baixa."

Anonimato

O amaranto é um grão recente no Brasil, por isso pouco conhecido. Segundo Fernanda, há menos de 10 anos esse produto passou a ser comercializado nas principais capitais. Hoje, porém, já é fabricado no País, e encontrado em lojas de produtos naturais.

Apesar o acesso facilitado, ainda não ganhou a popularidade da soja. Apesar de ser considerado um super alimento, por ser um grão novo, algumas pessoas podem desenvolver pequenos reações alérgicas, alerta a especialista.

“Embora seja multiuso, está sendo incorporado ao cardápio dos brasileiros aos poucos. É preciso cuidado. Ele não provoca nenhuma reação exagerada, mas como não temos repertório desse tipo de alimento, pode provocar alergias ou intolerância.”