Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



terça-feira, 31 de maio de 2011

Remédios antigos - Pílulas de Lussen

Governo apoia projeto para banir cigarro em locais fechados em todo o país

Ministro da Saúde disse todos os projetos de restrição do fumo têm apoio do governo

O governo federal apoia a vai trabalhar na articulação no Congresso para aprovar o Projeto de Lei Suplementar (PLS 315/08), que proíbe o fumo em locais fechados em todo o país. A proibição do fumo em locais fechados já acontece em alguns locais como São Paulo, Recife e Porto Alegre, por meio de legislação municipal ou estadual.

A defesa do projeto foi feita nesta terça-feira (31) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em evento da programação do Dia Mundial sem Tabaco.

- O ministério da Saúde tem parecer positivo sobre esse projeto, e apoia todas as medidas, inclusive regulatórias, que estejam dentro da lei, que façam com que você restrinja o hábito de fumar. Um exemplo dessas mudanças é você impedir de fumar nos espaços fechados. O Ministério da Saúde já apóia esse projeto e trabalha junto com senadores e deputados para aprová-lo.

O ministro lembrou que foi positiva a proibição do fumo em ambientes de trabalho fechados e disse que o governo também apoia os projetos para restrição do fumo em ambientes de trabalho abertos.

- Há projetos apresentados no Congresso que pensam em como agir com o hábito de fumar em espaços de trabalho que são abertos. Foi positivo restringir o hábito de fumar nos ambientes de trabalho. Isso ajudou a reduzir o hábito de fumar na nossa população. Mas e quem trabalha fora de espaços fechados? Na construção civil, na limpeza pública, no comércio público, na rua?

Preocupação

De acordo com dados do Ministério da Saúde, o hábito de fumar caiu pela metade entre os homens brasileiros de 1989 até agora. Mas o fumo entre as mulheres não teve a mesma queda. Elas, portanto, são um dos focos de preocupação do governo no combate ao tabagismo.

- O hábito de fumar se reduziu pela metade entre os homens, mas ainda se mantém estável entre as mulheres, apesar de as mulheres ainda fumarem menos que os homens. Além disso, nos preocupa muito fato de que entre as pessoas que têm menos de oito anos de escolaridade, 18% tenham o hábito de fumar, acima da média nacional que é 15%. Quem tem mais de 12 anos de escolaridade cerca de 10% fumam, ou seja, abaixo da média nacional.

Com isso, as ações do Ministério da Saúde devem de concentrar nas mulheres, e nos homens e mulheres com escolaridade de menos de oito anos.

No Brasil, de cada dez homens que morrem por doença respiratória crônica, oito são fumantes

Índice é superior à média mundial, de cinco em dez

Oito em cada dez mortes de brasileiros por doenças respiratórias crônicas têm relação com o uso prolongado do cigarro.

O índice é superior à média mundial, em que cinco em dez mortes têm relação com o tabaco. A informação é do Inca (Instituto Nacional de Câncer), que lançou nesta terça-feira (31), Dia Mundial sem Tabaco, um estudo especial com dados da Pesquisa de Tabagismo (suplemento da saúde dentro da PNAD 2008).

O estudo também revelou que um milhão de brasileiros, de ambos os sexos, jovens e idosos, têm alguma doença respiratória crônica relacionada ao ato de fumar. Entre as mulheres, seis em cada dez mortes por doenças respiratórias crônicas têm relação com o tabaco.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os dados apresentados pelo Inca mostram que o tamanho do impacto do tabaco no Brasil.

- Esse dado mostra que por mais que a gente tenha conseguido reduzir pela metade número de fumantes no Brasil, o impacto do tabaco ainda é enorme.

Entre os adultos com mais de 30 anos, os fumantes sofrem 40% mais com doenças respiratórias crônicas quando comparados aos não fumantes.

As doenças respiratórias crônicas representam hoje a terceira maior causa morte no Brasil, ficando atrás apenas dos problemas cardiovasculares e dos diversos tipos de câncer. No ano de 2008, quatro brasileiros morreram por hora em decorrência de complicações respiratórias crônicas.

Para o presidente do Inca, Luiz Antonio Santini, o estudo mostra que o tabagismo não está relacionado apenas ao câncer, mas a diversas outras doenças, que deixam os pacientes incapacitados.

- O grande prejuízo é a perda de vidas e também a incapacitação. O cigarro também é incapacitante. As doenças pulmonares crônicas, por exemplo, levam a pessoa a uma incapacidade geral, com dificuldade de locomoção, insuficiência respiratória e é uma doença intimamente associada ao tabagismo.

Indiano de 10 anos é o mais jovem a fazer cirurgia de redução de estômago

Ksithijj Jindger pesava 127 kg e depois de um ano chegou aos 69 kg

Richard Grange/ Barcroft India

O garoto indiano Ksithijj Jindger pode ser a pessoa mais jovem a ter feito a cirurgia de redução de estômago. Ele estava tão acima do peso – pesava 127 kg até 2009 - que seus pais resolveram tomar uma medida drástica e pagar pela cirurgia.

Aos três anos, o morador de Chennai, na Índia, Ksithijj já pesava 50kg, resultado de uma dieta rica em gorduras.

Segundo os médicos que o operaram, a cirurgia nunca havia sido realizada em alguém tão jovem antes. Apesar do possível perigo, eles se surpreenderam com o sucesso. Um ano depois da cirurgia Ksithijj, pesa 69 kg, aos 11 anos de idade.

- Estamos muito satisfeitos; Ele costumava ser tão acima do peso, ficamos preocupados que ele pudesse morrer antes de ver seu 11 º aniversário, disse a mãe ao Daily Mail.

Anvisa aumenta controle sobre bancos de embriões

Clínicas de reprodução assistida devem informar à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) o número de óvulos captados e de embriões transferidos para as pacientes. Atualmente, o estabelecimentos só têm que indicar quantos embriões estão guardados.

A medida está prevista em atualização de uma resolução de 2006 da agência sobre o funcionamento dessas clínicas. Desde então, a resolução deve ser revista a cada dois anos.

A Anvisa também determinou que o termo de consentimento da paciente que receberá óvulos doados contenha mais um item, sobre o risco de contrair doenças infecciosas durante o procedimento.