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sábado, 9 de julho de 2011

Doenças autoimunes

Definição
Uma doença autoimune é uma condição que ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por engano. Existem mais de 80 tipos diferentes de doenças autoimunes.
Causas, incidência e fatores de risco
Normalmente, o exército de leucócitos do sistema imunológico ajuda a proteger o corpo contra substâncias nocivas, chamadas de antígenos. Alguns exemplos de antígenos incluem bactérias, vírus, toxinas, células cancerígenas e sangue ou tecidos de outras pessoas ou espécies. O sistema imunológico produz anticorpos que destroem essas substâncias nocivas.
Mas nos pacientes com doença autoimune, o sistema imunológico não consegue distinguir entre os tecidos saudáveis do corpo e os antígenos. O resultado é uma resposta imunológica que destrói os tecidos normais do corpo. Essa resposta é uma reação de hipersensibilidade similar à resposta no caso de alergias.
Nas alergias, o sistema imunológico reage a substâncias externas que ele normalmente iria ignorar. Nas doenças autoimunes, o sistema imunológico reage aos tecidos normais do corpo.
A causa dessa incapacidade de distinguir entre os tecidos saudáveis do corpo e os antígenos é desconhecida. Uma das teorias afirma que alguns micro-organismos (como as bactérias) e medicamentos podem desencadear essas mudanças, principalmente nas pessoas que têm genes que aumentam as suas chances de ter doenças autoimunes.
Uma doença autoimune pode causar:
  • Destruição de um ou mais tipos de tecidos do corpo
  • Crescimento anormal de um órgão
  • Alterações na função de um órgão
Uma doença autoimune pode afetar um ou mais órgãos ou tipos de tecido.
Os órgãos ou tecidos normalmente afetados pelas doenças autoimunes são:
  • Glóbulos vermelhos
  • Vasos sanguíneos
  • Tecidos conjuntivos
  • Glândulas endócrinas, como a tireoide e o pâncreas
  • Músculos
  • Articulações
  • Pele
Uma pessoa pode apresentar mais de uma doença autoimune ao mesmo tempo.
Foto: ADAM
Artrite reumatoide
Exemplos de doenças autoimunes (ou relacionadas):
  • Tireoidite de Hashimoto
  • Anemia perniciosa
  • Doença de Addison
  • Diabetes tipo 1
  • Lúpus eritematoso sistêmico
  • Dermatomiosite
  • Síndrome de Sjögren
  • Lúpus eritematoso
  • Miastenia grave
  • Artrite reativa
  • Doença de Graves
  • Doença celíaca (enteropatia sensível ao glúten)

Sintomas

Os sintomas de uma doença autoimune variam muito, dependendo da doença específica.
Entre o grupo de sintomas que ocorre com as doenças autoimunes estão:
  • Tontura
  • Fadiga
  • Sensação de mal-estar geral
  • Febre baixa

Exames e testes

O médico realizará um exame físico. Os sinais específicos variam muito, dependendo da doença.
Possíveis testes para o diagnóstico de uma doença autoimune:
  • Taxa de sedimentação de eritrócitos (TSE)
  • Proteína C-reativa (PCR)

Tratamento

O objetivo do tratamento é reduzir os sintomas, controlar o processo autoimune e manter a capacidade do corpo de combater a doença. A escolha do tratamento usado depende da doença específica e seus sintomas.
Alguns pacientes podem necessitar de suplementos para repor um hormônio ou vitamina ausente no corpo. Exemplos disso são os suplementos para a tireoide, as vitaminase as injeções de insulina.
Se a doença autoimune afetar o sangue, pode ser necessário receber transfusões de sangue.
As pessoas com doenças autoimunes que afetam ossos, articulações ou músculos podem necessitar de ajuda para se movimentar ou realizar outras funções.
Frequentemente, são receitados medicamentos para controlar ou reduzir a resposta do sistema imunológico. Eles são chamados de medicamentos imunossupressores. Esses medicamentos podem incluir substâncias corticosteroides (como a prednisona) e não esteroides, como ciclofosfamida, azatioprina ou tacrolimo.

Evolução (prognóstico)

O resultado depende da doença específica. Em sua maioria, as doenças são crônicas, mas muitas podem ser controladas com tratamento. Os sintomas das doenças autoimunes podem aparecer e desaparecer. O aparecimento súbito e grave de sintomas é chamado de crise.

Complicações

As complicações dependem da doença específica. Os efeitos colaterais aos medicamentos usados para inibir o sistema imunológico podem ser graves.

Ligando para o médico

Ligue para seu médico se desenvolver sintomas de uma doença autoimune.

Prevenção

Não existe prevenção conhecida para a maioria das doenças autoimunes.

Fonte IG

Anvisa defende redução do teor de iodo no sal

Brasileiro passou a usar mais o tempero, o que aumenta os riscos para a saúde. Autoridades estão preocupadas e propõem medidas

Calcula-se que o consumo médio de sal pelo brasileiro, incluindo alimentos processados e preparados fora de casa, é de 12 gramas
Uma proposta para reduzir a quantidade de iodo no sal brasileiro foi colocada ontem em consulta pública pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida, feita a pedido do Ministério da Saúde, é uma reação à mudança do hábito alimentar do brasileiro, que passou a usar mais o tempero em sua dieta.
Com o maior consumo do sal, a quantia de iodo adicionada ao produto deve ser ajustada, defende o ministério.
"A medida pretende reduzir o risco de uma ingestão excessiva de iodo, que, de acordo com estudos, pode levar à tireoidite de Hashimoto", afirmou a especialista em vigilância da Anvisa, Paula Ferreira.
A doença ocorre por um erro no sistema imunológico. O organismo passa a atacar a tireoide, levando ao hipotireoidismo. Pacientes com o problema apresentam cansaço, ganho de peso e fadiga crônica.
O ministério calcula que o consumo médio de sal pelo brasileiro, incluindo alimentos processados e preparados fora de casa, é de 12 gramas - mais que o dobro do limite definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Sal e sódio causam dúvida a hipertensos, diz pesquisa
Para populações com esse perfil de consumo, a OMS recomenda que a quantidade de iodo adicionada ao sal varie de 20 e 40 mg por quilo. Atualmente, a Anvisa determina índice entre 20 e 60 mg. A proposta, que ficará em consulta pública por 60 dias, reduz para 15 a 45 mg.
Apesar de ter sido feita de acordo com critérios da OMS, a proposta não está livre de polêmica. Para Laura Ward, professora da Unicamp e diretora do Departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, a mudança tem um princípio falho. "O ideal seria trabalhar para uma redução da ingestão de sal, não ajustar o teor de iodo", diz. "O consumo de sal no País é extremamente elevado, algo que precisa ser corrigido. Mas não há garantias de que em todas as regiões se faça uso excessivo."
Ela avalia que, para quem usa o tempero de forma moderada e mora distante do litoral, há o risco do ressurgimento de outro problema grave: o cretinismo. A doença, provocada pela deficiência do iodo durante a gestação, pode fazer com que o sistema nervoso central do feto não se desenvolva de forma adequada.
A estimativa é de que um terço das crianças que não recebem a quantia adequada do iodo durante a gestação desenvolve o problema e outro terço, deficiência cognitiva. O bócio, por sua vez, é uma doença provocada pela falta do iodo em adolescentes e adultos.

Açúcar, sal e cocaína formam "trio assassino" do coração
"Foi por causa das duas doenças que a adição do iodo ao sal começou a ser feita. Atualmente, não há casos registrados desses problemas no País", conta Laura. Ela teme, no entanto, que a redução dos teores de iodo no sal aumentem o risco do ressurgimento das doenças. "Será tirar de um santo para colocar em outro", compara.
Laura reconhece que a incidência da tireoidite de Hashimoto tem aumentado no Brasil e em outras partes do mundo, como países da Europa e da África, mas afirma que o consumo excessivo de iodo não é a única hipótese para o aparecimento da tireoidite. "Estresse, exposição à radiação ionizante e uso de produtos com bisfenol também estão ligados à doença", diz. Na Sociedade Brasileira de Endocrinologia, ela vai defender o envio de um documento com críticas à redução.

Fonte IG

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Do tempo da ´pharmacia´

 
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A despeito dos atrativos das grandes redes, farmácias como a Osvaldo Cruz mantêm a tradição dos antigos estabelecimentos do início do século XX
FOTO: MARÍLIA CAMELO


Pesquisadora aborda práticas de cura no início do século XX, em que o farmacêutico buscava inserção no mercado
Fortaleza. Eles são essenciais na produção, controle e orientação para o uso de medicamentos. No Ceará, são 3.174 farmacêuticos em atividade, sendo 2.049 só na Capital. Mas no tempo em que farmácia se escrevia com "ph", os primeiros farmacêuticos encontravam dificuldades para se inserir no mercado. Por volta de 1920, das 20 farmácias existentes em Fortaleza, 12 eram de farmacêuticos e oito pertenciam a práticos de farmácia, profissionais sem formação regular.

No início do século XX, a cidade testemunha uma miscelânea de práticas que transitam entre a ciência e o saber popular para promover a cura do corpo. Uma transição calcada em imprimir em Fortaleza uma imagem de cidade civilizada, em que uma das efígies do moderno era adotar uma maneira científica de orientar a vida, salvaguardada pelo farmacêutico.

"Naquela época, quando uma pessoa ficava doente, o médico era o último recurso. O primeiro contato era com as ervas de uso doméstico, e quando não resolviam o doente ia consultar o farmacêutico. Nas farmácias as pessoas encontravam expedientes das mais diversas matrizes, desde a científica até as de um cariz mais sobrenatural ou ligada aos astros", explica a pesquisadora Aline da Silva Medeiros, que desenvolve pesquisa sobre o tema no doutorado em História da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Legitimação
Até 1916, quando foi fundada a Faculdade de Farmácia e Odontologia do Ceará, os que queriam se tornar farmacêuticos tinham que se deslocar para instituições do Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e Pará.

Aos poucos a prática ia sendo restringida. A legislação sanitária de 1919 estabeleceu a concessão de novas farmácias apenas para aqueles com formação regular em ciências farmacêuticas. Mas isso não impedia que a concorrência entre farmacêuticos e práticos fosse acirrada.

"As farmácias daquele período eram estabelecimentos científicos, mas também casas comerciais. E às vezes os farmacêuticos não tinham o tino comercial que os práticos, pela experiência acumulada, dominavam. Muitos farmacêuticos migravam para o interior em busca de novos mercados", aponta a historiadora.

Comércio e laboratório
As farmácias de então também contavam com oficinas, onde os remédios eram fabricados de forma artesanal. Plantas e extratos dividiam espaço com químicos elaborados e importados.

"Algumas fórmulas eram difundidas, a pessoa chegava no balcão e pedia água sedativa, por exemplo. Também havia fórmulas criadas por médicos para aquele doente, sob encomenda. E você tinha as especialidades farmacêuticas, remédios importados e que se parecem muito com o gênero de medicamento que se consome hoje".

A historiadora localiza o declínio dessa produção no fim da Segunda Guerra. "Com o desenvolvimento da indústria farmacêutica e os antibióticos, essa produção local não tinha mais como competir com os medicamentos padronizados. E é daí que surgem as farmácias apenas como casa comercial".

FARMACÊUTICO RESPONSÁVEL
Lei é descumprida pelo poder público
A Lei Federal 5.991 obriga a presença do farmacêutico responsável em toda farmácia ou dispensário de medicamentos, seja privado ou do Estado. Mas segundo a presidente do Conselho Regional de Farmácia (CRF-CE), Lúcia Sales, o poder público é responsável por boa parte dos descumprimentos à lei.

Dos 184 municípios cearenses, apenas 42 contam com este profissional nas Células de Assistência Farmacêutica, responsáveis pela aquisição e distribuição de medicamentos para as unidades de saúde. "Isso sem falar de casos de ausência de farmacêuticos em hospitais, postos de saúde, Centros de Atenção Psicossocial (Caps), que não temos como precisar. No caso dos Caps, isto é mais grave por se tratar de remédios controlados", alerta a presidente.

Por ser uma atividade diferenciada, a presença do farmacêutico é essencial para controlar a distribuição e orientar o consumidor sobre a forma mais segura e eficaz de usar um medicamento. "Apesar de não poder prescrever, o farmacêutico pode indicar interações medicamentosas ou o melhor horário para tomar um remédio".

Em Fortaleza, existe uma demanda de 60 farmacêuticos para que a lei seja cumprida. "Mas temos farmacêutico em todas as farmácias-polo e nos Caps, por conta do tipo de medicamento que ali é distribuído", retruca o gerente da Célula de Assistência Farmacêutica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), José Antônio Peres. Ele acrescenta que encaminhou no início do ano a demanda para realização de concurso para estes profissionais, mas ainda não há previsão de quando será realizado.

Já o coordenador de Promoção e Proteção à Saúde da Sesa, Manoel Fonseca, garantiu que o Estado cumpre a lei. "Todas as unidades de saúde estaduais em que há farmácia, dispensação ou exames laboratoriais contam com farmacêutico, de acordo com a lei. No caso dos hospitais de grande porte, até com mais de um profissional", afirma.

Fique por dentro 

Tradição e atenção
Aberta em 1932 e ainda em atividade, a Farmácia Osvaldo Cruz se destaca não apenas por manter a arquitetura original. Segundo José Aderson Tavares, o funcionário mais antigo, a farmácia já recebe a terceira geração de clientes fiéis, em busca de medicamentos e das fórmulas fabricadas na parte de manipulação. "Mesmo que o cliente não compre, ele sai daqui bem orientado", afirma. Nos fundos da loja, é possível ver diversos frascos de remédios e antigos equipamentos farmacêuticos.
 
Fonte Diário do Nordeste

Dermatite de contato

Sinônimos:
Eczema de contato, dermatite alérgica

O que é?
É a inflamação da pele resultante do contato direto com substâncias que causam reação alérgica ou inflamatória. Ocorre mais comumente nas mãos, braços e face. Pode ser estabelecida através de quatro mecanismos: irritante primário, sensibilização, fototóxico e fotoalérgico.

Como se desenvolve ou se adquire?
O tipo mais comum é causado pelo contato com substâncias que podem ser irritantes. Exemplo: ácidos, materiais alcalinos como sabonetes, detergentes, solventes e outras substâncias químicas.

A dermatite de contato também pode ser provocada pela exposição a um determinado material ao qual a pessoa seja hipersensível ou alérgica. Exemplo: fragrância, adesivos, cosméticos, etc.

Pode envolver uma reação a uma substância a que a pessoa seja exposta ou utilize repetitivamente.

Neste caso, o indivíduo não precisa necessariamente apresentar uma reação inicial. O uso repetitivo pode causar uma eventual sensibilização e a reação ao produto (removedores de esmalte para unhas, preservantes usados nas soluções para lentes de contato, metais dos pinos de brincos ou a parte posterior dos relógios).

Há o caso em que produtos causam reações somente quando em contato com a pele e expostos à luz solar (fotossensibilidade). Estes produtos incluem as loções para barbear, os filtros solares, as pomadas com sulfas, alguns perfumes, produtos com alcatrão, óleo que sai da pele dos cítricos. Alguns poucos alérgenos transportados pelo ar, como a ambrosia e os inseticidas em spray, podem causar uma dermatite de contato.

O que se sente?
Coceira na pele e formação de bolhas que podem estourar formando crostas e descamações. Se a pele não for tratada, poderá escurecer ficando grossa e rachada.

Como o médico faz o diagnóstico?
É necessária uma avaliação detalhada. O relato do paciente juntamente com testes alérgicos cutâneos podem elucidar o caso. O diagnóstico está baseado principalmente no aspecto da pele e nos antecedentes de exposição a um agente irritante ou alérgeno.

Os exames de alergia com patches cutâneos podem isolar o alérgeno entre os suspeitos. Também podem ser utilizados outros exames para descartar outras causas possíveis, como uma biópsia de lesão cutânea ou cultura da lesão cutânea.

Como se trata?
O tratamento envolve, principalmente, evitar o contato com a substância que desencadeou a reação, além de medicamentos que aliviam os sintomas. O quadro inflamatório deve ser tratado com o uso de corticóides tópicos ou sistêmicos dependendo da gravidade.

A aplicação de cremes hidratantes nas peles secas aumenta sua resistência. Em caso de infecção secundária, faz-se a administração de antibióticos e para aliviar a pruridermia, anti-histamínicos.
Geralmente a dermatite de contato desaparece depois de duas ou três semanas, mas podem recorrer se o antígeno não puder ser identificado ou evitado.

Como se previne?
A prevenção é dada, evitando o contato com a substância que desencadeou a reação. É importante o uso de luvas de proteção ou outras formas de isolamento. Lavar as mãos após a exposição também é apropriado.
Fonte ABC da Saúde

Lipodistrofia Ginóide ou “Celulite”


Dicas de alimentação
Como o aumento de peso piora a celulite, é importante evitar engordar para ajudar a combatê-la. A gordura é a forma que nosso organismo tem para acumular reservas de energia. Se você come mais calorias do que seu corpo precisa para usar no dia a dia, elas se acumulam sob a forma de gordura. Estas reservas serão utilizadas quando seu organismo necessitar de energia, diminuindo os depósitos e, consequentemente, as gorduras armazenadas.

Está aí a fórmula para manter-se no seu peso ideal: ingerir a mesma quantidade de calorias que é necessária para seu consumo energético diário. O difícil é resistir aos apelos dos doces, tortas, chocolates, pizzas e tudo mais. Mas, com bom senso, equilíbrio e alguma força de vontade, você pode conseguir.

Veja, a seguir, algumas dicas para ajudar você a se alimentar melhor. No entanto, recomendamos consultar um nutricionista para fazer uma dieta calculada de acordo com o suas necessidades diárias e seu peso ideal.

Entenda os alimentos
Os alimentos pertencem a grupos que terão função diversa no nosso organismo:
  • Proteínas: importantes para a formação dos tecidos. Presentes nas carnes, leite e derivados, ovos e leguminosas. Alguns destes alimentos são também ricos em gordura, devendo-se dar preferências às carnes magras (peito de frango sem pele e peixes), leite desnatado, queijos brancos e iogurte desnatado e sem açúcar. Evite as carnes gordurosas e alimentos embutidos do tipo salsicha, linguiça, salame, etc.
  • Carbohidratos: fornecem a energia necessária para as funções do organismo. As principais fontes são os pães, cereais, massas, doces e açúcar. Deve-se tomar cuidado com a ingestão destes alimentos pois, se ingeridos em excesso, a energia excedente será armazenada sob a forma de gordura.
  • Vitaminas e minerais: necessários ao correto funcionamento orgânico. As principais fontes são os vegetais. Estes alimentos, além de estimular o funcionamento intestinal por serem ricos em fibras, causam sensação de saciedade e tem baixo teor de calorias. No entanto, algumas frutas como abacate, uva e manga são ricas em calorias e devem ser ingeridas com moderação.
Uma dieta saudável deve conter alimentos dos vários grupos. Uma boa dica, fácil de aprender, é fazer um prato bem colorido.

O que você deve evitar
  • Sal em excesso. Salgadinhos, batatas fritas, castanhas, amendoim e frios (salame, mortadela, presunto, etc.) também são ricos em sal, que aumenta a retenção de líquidos no organismo.
  • Comer dois alimentos do mesmo grupo. Exemplo: arroz e batata ou frango e carne. As folhas verdes são a exceção, você pode comê-las à vontade.
  • Queijos amarelos,chocolates, creme de leite, chantilly, manteiga e frituras. São ricos em gordura.
  • Bebidas alcoólicas, doces e açúcar. São ricos em calorias que serão transformadas em gordura.
  • Longos períodos sem se alimentar. Fazer dieta não é passar fome nem fazer jejum.
  • Comer muito no jantar. À noite, seu organismo gasta menos energia, armazenando as calorias sob a forma de gordura.
O que você deve preferir:
  • Refeições ricas em verduras e legumes crus.
  • Fazer um maior número de refeições de pequena quantidade.
  • Comer mais no café da manhã e no almoço e menos no jantar. Durante o dia seu organismo vai consumir mais energia, gastando mais calorias.
  • Beber bastante água, 2 a 3 litros por dia, melhorando sua diurese.
  • Pães, massas e cereais integrais: são ricos em fibra e ajudam seu intestino a funcionar melhor.
Fonte: Dermatologia.net