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sábado, 10 de setembro de 2011

Entenda como o HPV age dentro do organismo

HPV causa 90% dos casos de câncer de colo de útero

O vírus do papiloma humano (HPV, na sigla em inglês) é a doença sexualmente mais comum que existe. Atinge tanto homens quanto mulheres, e pode causar verrugas ou feridas genitais.

Nas mulheres, porém, o vírus gera uma preocupação a mais. Em 90% dos casos de câncer do colo de útero, o HPV é o responsável. Para prevenir essa doença, o segundo tipo de tumor mais comum entre mulheres, é preciso fazer o exame papanicolau com a frequência recomendada (veja no quadro abaixo).
No Bem Estar, o ginecologista José Bento e o oncologista Glauco Baiocchi Neto explicaram a melhor maneira de se proteger desse vírus e a importância de fazer o diagnóstico rapidamente.








Existem dois tipos de vacina contra o HPV, mas nenhum deles protege contra todas as variações. Por isso, o exame preventivo também deve ser feito mesmo em mulheres vacinadas.

As três doses necessárias ainda não estão disponíveis na rede pública de saúde. Nas clínicas particulares, custam em média R$ 1.000, e a aplicação é recomendada principalmente em meninas e adolescentes. Antes do início da vida sexual, a eficácia é de quase 100%.
Apesar de o vírus ser mais perigoso para as mulheres, a imunização de homens também é importante. Afinal, além do risco de ter verrugas genitais, eles podem transmitir o vírus, o que pode não ocorrer se estiverem vacinados.

A transmissão do HPV acontece por contato direto com a pele infectada. Os tipos genitais são passados na relação sexual. Também há estudos que demonstram a presença rara dos vírus na pele, na laringe (cordas vocais) e no esôfago. O desenvolvimento de qualquer tipo de lesão clínica em outras regiões do corpo é bastante raro.


Compartilhar toalhas ou roupas íntimas também pode transmitir o vírus. O micro-organismo é capaz de sobreviver até uma semana em peças de roupa, por exemplo. Contudo, se essa peça for lavada com água e sabão, ele desaparece. No caso de copos, não há nenhuma evidência científica de que o compartilhamento transmita o HPV.

Tratamento
O tratamento do HPV pode ser feito através de diversos métodos, cada um com suas limitações e com variados graus de eficácia e aceitabilidade por parte do paciente. Estes métodos podem ser divididos em químicos, quimioterápicos, imunoterápicos e cirúrgicos.



Químicos: mais utilizados são ácido tricloroacético a 80% - 90%, podofilina;
Quimioterápicos: 5 fluorouracil, interleucina 2;
Imunoterápicos: Interferon alfa e beta, imiquimod e retinóides.
Cirúrgicos: temos a curetagem, excisão com tesoura, excisão com bisturi e os mais atuais que são excisão com alça de cirurgia de alta freqüência (CAF) e o LASER.
A associação entre métodos, como por exemplo LASER e interferon, tem se mostrado um tratamento com bons resultados.
Seu médico deverá orientá-lo sobre o melhor tratamento para seu caso, entretanto o uso de preservativos é mandatário e apoio psicológico pode ser necessário para orientar o diálogo com parceiros e a compreensão correta do problema.
Como não existe tratamento definitivo para os vírus em geral, o combate a esse tipo de microorganismo depende muito do sistema imunológico de cada um. Em relação ao HPV são inúmeras as modalidades de tratamento, cada qual com suas características de ação e efeitos colaterais. Sendo assim fica claro que nenhuma delas pode ser considerada como terapêutica única e ideal.
Felizmente a maioria dos pacientes que entram em contato com o HPV tem a capacidade de eliminá-lo espontaneamente, desse modo apenas uma porcentagem das pessoas infectadas irão ser submetidas aos tratamentos propostos. Alguns pacientes irão permanecer com o vírus na forma latente, e outros imunologicamente mais comprometidos irão permanecer com a infecção clínica recorrente.

Cabe aos médicos avaliar quem irá se beneficiar com algum tipo de tratamento. O tratamento vai depender de alguns fatores:

a. Da confirmação da presença do vírus;

b. Se ele é ou não oncogênico;

c. Da quantidade de vírus no material examinado;

d. Local das lesões;

e. Se as lesões são localizadas ou disseminadas;

f. Tamanho das lesões;

g. Tipo de infecção (clínica, subclínica ou latente).

PORQUE TRATAR?
Essa é uma questão muito importante e merece algumas considerações:

1. Ao eliminar as lesões HPV induzidas com algum tipo de cauterização, estamos estimulando o sistema imunológico na eliminação do vírus.




2. A eliminação das lesões pode prevenir a sua transmissão.


3. A infecção pelo HPV é uma DST e como tal deve ser diagnosticada e tratada, além de aproveitarmos a oportunidade para pesquisar outras DST, avaliar e tratar os parceiros contaminados.

Fonte Bem Estar

Saúde faz campanha em SP para estimular prevenção ao HPV

A Secretaria Municipal de Saúde faz campanha nesta semana, em São Paulo, para estimular a prevenção ao HPV (papilomavírus humano).

O vírus sexualmente transmissível está relacionado ao câncer de colo de útero, vulva, vagina, ânus, da cavidade bucal e laringe, entre outros.

Segundo dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer), o câncer de colo do útero é o segundo tipo da doença mais frequente entre as mulheres, com aproximadamente 500 mil casos novos por ano no mundo, sendo responsável pela morte de cerca de 230 mil pessoas do sexo feminino anualmente.

Os homens também são infectados pelo HPV. Em pacientes com câncer de pênis, um estudo do Inca feito em parceria com o Instituto de Virologia da Fiocruz constatou que 75% dos diagnósticos desse tipo de tumor estão associados à presença do vírus.

Segundo o médico ginecologista Celso Galhardo Monteiro, coordenador do Programa Municipal de DST/Aids, entre os principais sintomas de contaminação pelo vírus estão o aparecimento de verrugas na pele e na mucosa das áreas infectadas, com grande incidência nas regiões genitais.

Monteiro destacou que as ações em postos de atendimento especializados em DST/aids e em toda a rede municipal durante esta semana visam principalmente a estimular o auto-exame. "Ao verificar a presença dessas verrugas, a pessoa deve procurar imediatamente um médico, que o encaminhará para fazer exames, como o papanicolau."

O médico ressalta que, quanto antes o vírus for detectado, mais chances existem de evitar o câncer. "O período entre o momento de contaminação pelo vírus e o aparecimento de tumores é em média dez anos e o tratamento antecipado evita a evolução da doença."

Monteiro informou que o HPV tem mais de cem variações, porém, quatro delas, os tipos 16, 18, 31 e 45, são responsáveis por 80% dos casos de câncer de colo do útero e 90% das verrugas genitais.

"Já existe uma vacina para essas variações, porém, ainda não faz parte do calendário de vacinação determinado pelo Ministério da Saúde. Em nossa campanha, vamos vacinar meninas portadoras do vírus HIV, na faixa etária entre 9 e 13 anos, e que já são acompanhadas em nossa rede de atendimento. Nessas pessoas, os sintomas do HPV são mais resistentes e agressivos, por isso priorizamos esses pacientes", explicou.

De acordo com ele, homens e mulheres, de qualquer faixa etária, que queiram se vacinar devem procurar atendimento na rede particular.

Segundo a Secretaria de Saúde, como os casos de HPV não são de notificação compulsória, ou seja, o médico não é obrigado a informar os diagnósticos, não existem estatísticas seguras sobre a prevalência do vírus.

Fonte Folhaonline

Bisfosfonatos: Droga para osteoporose só funciona por cinco anos

Mulheres que tomam bisfosfonatos para tratar osteoporose podem interromper o tratamento após cinco anos, segundo um relatório do FDA (agência que regula remédios e alimentos nos EUA) divulgado na quarta-feira.

Os remédios evitam a perda óssea e são os mais usados contra a doença.

Segundo o relatório, estudos mostram que as drogas só têm benefícios comprovados na prevenção de fraturas de osteoporose durante os primeiros três anos.

Depois do quinto ano de uso do remédio, não há mais melhoria na densidade óssea, afirma a agência americana.

Para Rosa Maria Rodrigues Pereira, reumatologista do Hospital das Clínicas, "se a pessoa tem osteoporose leve e não teve fratura, pode mesmo interromper o uso". Mas, segundo a médica, pessoas mais idosas, fumantes ou que sofrem de quedas frequentes podem se beneficiar do tratamento após os cinco anos.

EFEITOS COLATERAIS
Os bisfosfonatos são suspeitos de causar fraturas atípicas no fêmur e câncer de esôfago. Mas segundo o relatório da FDA, os estudos a respeito disso ainda têm resultados conflitantes.

"Os casos de fratura são muito raros. Estima-se que ocorra uma a cada 10 mil pacientes", explica a endocrinologista Marise Castro, chefe do Setor de Doenças Osteometabólicas da Unifesp.

Ela ainda afirma que o principal efeito colateral é o gastrointestinal. "O paciente tem de tomar o comprimido e permanecer em pé ou sentado, senão ele pode sofrer danos no esôfago."

As drogas sob revisão nos EUA incluem o Fosamax, da Merck, o Bonviva, da Roche, e versões genéricas.

Fonte Folhaonline

Concurso CISNORJE MG Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Nordeste/Jequitinhonha - 2011

Resumo do Concurso
  • Instituição
    Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Nordeste/Jequitinhonha
  • Banca Examinadora
    MSM Consultoria
  • Situação
    Concursos com Inscrições Abertas
  • Total de Vagas
    374 vagas imediatas
  • Remuneração
    de R$ 920,00 a R$ 4.250,00
  • Taxa de Inscrição
    de R$ 46,00 a R$ 150,00
  • Datas de Inscrição
    de 15/08/2011 a 14/09/2011
  • Data da Prova
    16/10/2011
  • Região
    Sudeste
  • Escolaridade
    Fundamental, Médio, Superior
  • Área
    Saúde
  • Edital
Detalhes do Concurso: Publicado edital para concurso público do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Nordeste/Jequitinhonha (CISNORJE). São 374 vagas de nível fundamental, médio, técnico e superior para diversos cargos na área da saúde. Os aprovados serão lotados em municípios do Estado de Minas Gerais. Inscrições de 15 de agosto a 14 de setembro. Provas objetivas previstas para 16 de outubro. A empresa MSM Consultoria e Projetos é a responsável pela seleção.

Concurso SMS GO Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia - 2011

Resumo do Concurso
  • Instituição
    Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS - GO)
  • Banca Examinadora
     
  • Situação
    Concursos Previstos
  • Total de Vagas
    1000 vagas imediatas
  • Remuneração
    Indisponível
  • Taxa de Inscrição
    Indisponível
  • Datas de Inscrição
    Indisponível
  • Data da Prova
    Indisponível
  • Região
    Centro-Oeste
  • Escolaridade
    Médio, Superior
  • Área
  • Outras
     
  • Detalhes do Concurso: A Secretaria Municipal de Saúde do Estado de Goiânia deve lançar concurso público até o mês de setembro. Há previsão de 1.000 oportunidades. Os cantidatos aprovados serão distribuidos em 54 Unidades de Terapia (UTIs), em hospitais particulares, e 14 novas unidades básicas que estão sendo contratadas para reforçar o serviço público de saúde da capital goiana.