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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Confira a importância do ioga na corrida



O ioga não é uma atividade cardíaca. Não deixará seu coração acelerado, você ofegante e nem encharcado de suor. No entanto, o alongamento e a força trarão benefícios para aperfeiçoar o corpo de um corredor inflexível.

Por que combinar ioga e corrida? 
Ioga e corrida requerem força, flexibilidade, respiração profunda e meditação como foco. A especialista em ioga Kristin McGee acredita que o mais importante que o ioga traz para o corredor é a respiração e a capacidade de relaxar. “O ioga é uma questão de equilíbrio.

O exercício de meditação é excelente para restaurar a mente e o corpo de um corredor. Correr implica em alto impacto e repetição que podem prejudicar as articulações. É importante lembrar que para esticar a musculatura é preciso um bom alinhamento e foco”, diz ela.

A corrida afeta a musculatura da suas pernas e quadris e provoca tensão na parte traseira, nos ombros, na cabeça e no pescoço. Ioga ajuda no fortalecimento dos pontos desequilíbrio do corpo e permite um melhor alinhamento reduzindo o risco de lesões.

“O ioga é um exercício poderoso para o corpo inteiro que envolve a parte superior do corpo e fortalece o quadricípedes, os tendões, o abdômen, e a parte inferior das costas e nádegas. Todos os músculos dos quais um corredor depende”, diz Kristin.

Além disso, ajuda na circulação, já que uma respiração mais profunda melhora o sistema cardiovascular levando mais oxigênio para a musculatura.

Flexibilidade
Corredores muitas vezes usam excessivamente os seus quadris e as panturrilhas. O ioga aumenta a flexibilidade, permitindo maior facilidade de movimentos durante o treino e diminuindo a tensão em todo o corpo.

Normalmente, as lesões incluem os joelhos do corredor, fraturas por estresse, dores nas canelas e estiramento muscular. O ioga não fará tudo ir embora, mas aprender a se alongar corretamente ajudará a prevenir estas lesões ou estabilizá-las , além de trabalhar sua coluna evitando estiramento dos ligamentos, dos tendões e dos músculos.

Muitos corredores se queixam de limitações. Algo simples como tocar os dedos dos pés parece impossível. “Pense no seu corpo como uma folha de papel de origami.

Se você tem um bom alinhamento, o restante seguirá bem. Aprenda a usar as articulações como dobradiças e o quadril como núcleo para alongar a sua coluna”, indica Kristin.

Respiração
Usando o método ioga, um corredor pode se alongar mais e melhorar sua respiração. Isto abastecerá o corpo com mais energia, e reduzirá as chances de ocorrência de câimbras ou fadiga. “Quando nós respiramos. Profundamente captamos mais oxigênio para o nosso sistema, o que afeta nosso sistema cardiovascular e ajuda a ampliar a corrida”, explica a especialista.

O foco pesado na conscientização ajuda os corredores a se manterem concentrados e aumentarem suas distâncias. A respiração do ioga também ajuda a acalmar o sistema parassimpático, para que possamos relaxar mais profundamente.

Alongamento
Fazer o alongamento prévio é um mito? “Não completamente. Uma boa ideia para se aquecer de forma dinâmica é dar chutes altos ou fazer polichinelos para fazer o sangue fluir.

O ideal é fazer uma série de alongamentos profundos depois da corrida para ajudar o corpo a esfriar um pouco. “Gaste de 10 a 15 minutos esticando os músculos usados para a corrida como panturrilhas coxas e nádegas", acrescenta Kristin.

Fonte Band

Testador de camisinhas: já pensou em ser um?

Dê olho no marketing, empresa oferece 'test-drive' para atrair consumidores

Se o lema é trabalhar com prazer não há título que se encaixe melhor neste quesito. Logo de início a "profissão não remunerada" pode chocar os mais conservadores, mas não demora muito para começarem a surgir as perguntas curiosas, afinal, o que é ser uma testadora de camisinhas?

A radialista T. M. H., de 25 anos, entrou para este ramo onde muita gente gostaria de estar depois de participar de uma promoção. "Além de responder um quiz sobre camisinha e sexo, os interessados tinham que mandar motivos para serem considerados Testadores Oficiais de Camisinhas. Fui escolhida no final de 2009, depois de elaborar uma frase com 140 caracteres. A frase era: "porque receber camisinha de graça significa não ter que ir até a farmácia toda descabelada", lembra.

Não demorou muito para que a moça começasse a receber em casa, via Correio, caixas com dezenas camisinhas, dos mais diferentes tipos, cores e sabores.  "Me sinto uma privilegiada, porque posso experimentar camisinhas antes de todo mundo. Fora o glamour, né?", brinca ela que depois de um ano passou para a ser uma espécie de conselheira. "Como o cargo de testador dura só um ano, agora sou conselheira, mas continuo recebendo tudo e opinando", revela.

A jovem tem tanto orgulho que não esconde o título de ninguém. O único receio é no campo profissional, por isso pediu para que a reportagem não revelasse seu nome. "Muita gente fica chocada".

Mesmo assim, T. abriu sua intimidade ao band.com.br e detalhou o simples prazer de experimentar.

Como foi a primeira vez que você recebeu os preservativos em casa?
Foi em 2010. Logo de primeira ganhei 100 camisinhas. No fim do ano sempre tem um relatório perguntando qual foi a que mais gostei, a textura, qualidade, cor, sabor, o que acho que deve melhorar, essas coisas.

Caixa de camisinhas
T.M.H. mostra uma das caixas que recebeu em casa com dezenas de preservativos. Arquivo pessoal

Em quanto tempo você usou todas elas?
Ainda tenho algumas dessa leva porque às vezes o cara tem o pênis muito grande e prefere usar a dele, a que acha mais confortável. Como não tenho namorado, a periodicidade do sexo não existe, mas digamos que geralmente uso 3 camisinhas por noite.

Você já conseguiu levar algum homem para cama com a desculpa de que precisava "trabalhar"?
Claro. Já cheguei na balada e falei: oi, testo camisinhas, quer testar comigo? E me dei bem.

Você se considera uma expert no assunto?
Não, falta muito...  Sei a diferença de uma e de outra e como sempre tem alguém comentando uma nova camisinha no mercado ou me dando, acabo conhecendo.

Qual a principal diferença entre elas?
Espessura, textura. Mas o que mais importa mesmo é o conforto do cara, porque se ele não ficar confortável, uma hora ou outra vai ter a brilhante ideia de tirar a camisinha.

Mas você acha que tem camisinha que não se adequa a determinados tamanhos?
Cara, tem uns pênis que são imensos, mas o problema mesmo é ele ser grosso. Tem uns que têm o diâmetro de uma lata de refrigerante e a camisinha normal aperta na base.

Você já saiu com um desses, tamanho GG?
Já sim, um cara que tinha 2,06 m de altura e o maior pênis e mais grosso pênis do mundo… Na hora que vi pensei em desistir. Combinamos que só seria em uma posição, de lado, com ele segurando minha perna para cima, mesmo porque acho que de nenhuma outra entraria. Foi um teste de flexibilidade.

Na hora do sexo anal e oral você também usa preservativo?
Eu não faço sexo oral com camisinha, não gosto. Pênis tem que ter gosto de pênis. Já sexo anal tem que ser sempre com camisinha, porque além de doenças, fissuras etc precisa de uma lubrificação maior.

E camisinha feminina, já experimentou?
Não, ainda não... Dizem que a aparência não é das melhores, mas que você pelo menos não tem que ficar pedindo para o cara colocar.

Para finalizar, quais são as suas preferidas e aquela que você menos gosta?
Cola: sou viciada nesse refrigerante e sexo com sabor de refrigerante é o máximo;
Ultra Sensível: ela é mais fina e mais macia, legal para ter mais sensibilidade e segurança;
Ultra Resistence: para quem como eu gosta de mais intensidade;
Sabores: são com gosto mesmo, sem serem só aromatizada. A de melancia parece um chiclete infinito;
Maracujá: é a que menos gosto porque ninguém merece um cheiro daqueles no quarto.

Fonte Band

Por que é tão difícil guardar um segredo?

Guardar um segredo pode ser uma tarefa um tanto quanto difícil / Stock.xchngPesquisa revela que as mulheres só conseguem manter a boca fechada por 32 minutos

Por quanto tempo uma mulher consegue guardar um segredo: minutos, horas, dias ou por uma vida inteira?

Se sua resposta foi minutos saiba que você não é a única. Uma pesquisa realizada recentemente nos Estados Unidos revelou que elas não conseguem manter o sigilo por mais de 32 minutos e costumam compartilhar as informações com os parceiros, parentes próximos ou amigos.

A designer paulista A.M, de 26 anos, concorda com o estudo. Com medo de que ninguém mais lhe contasse segredos, ela pediu para não ser identificada na reportagem, mas admitiu: "Acabo sempre contando para alguém de confiança para saber o que fazer em determinadas situações".

Porém, essa "pessoa de confiança" sempre tem um outro amigo de confiança e assim a notícia vai se espalhando. Isso quando não cai nas redes sociais da vida. "Geralmente conto para desabafar e pedir opinião e, às vezes, bate o arrependimento depois, é claro, mas acho que nem é uma coisa só das mulheres. Quase ninguém consegue guardar segredo", defende-se.

Embora possa parecer assustador ela tem sua parcela de razão. Guardar um segredo é quase como mentir, já que as duas coisas dependem de o córtex pré-frontal, uma parte da frente do cérebro que é estimulada a optar pelo caminho mais fácil: falar a verdade.

Faça um teste. Suponhamos que um cara 'mala' pergunte sua idade e, para despistá-lo, você resolve dizer que é bem mais velha. A primeira resposta que vem à sua cabeça é a idade real. Para mentir, o cérebro precisa descartar a verdade e aí, sim, buscar outra alternativa.

De acordo com o tablóide "Mirror", o estudo analisou 3 mil mulheres e uma em cada dez admitiu ser incapaz de guardar um segredo. Além disso, 85% das estrevistadas afirmaram que adoram ouvir uma fofoca, o que impulsiona ainda mais esse telefone sem fio.

A gerente comercial Daiane Lucio garante que foge à regra. Segundo a jovem, sua boca é um verdadeiro túmulo para a sorte de quem já fez confissões escabrosas a ela. "Eu sei guardar segredo", garante sem pestanejar. Apesar de sua postura, ela não condena quem acaba espalhando as informações. "No geral não depende da pessoa. Acho que algumas são espontâneas por natureza e soltam segredos até sem querer. Outras, é claro, o fazem por pura maldade", afirma.

Na dúvida é bom saber que se quiser que alguém guarde um segredo seu comece por si mesma...

Fonte Band

SUS: atenção primária ou prioritária?

Lenir Santos [1]
Luiz Odorico Monteiro de Andrade [2]

A Constituição reconheceu a saúde como direito do cidadão e criou o SUS como o sistema público de saúde responsável por garantir, de modo universal e igualitário, o acesso às ações e serviços para a promoção, proteção e recuperação da saúde.

As diretrizes constitucionais do SUS são três: descentralização, participação da comunidade e integralidade da assistência, com prioridade para as ações preventivas. Esta última diretriz nem sempre tem sido corretamente interpretada ou cumprida, uma vez que os serviços de saúde preventivos (e quase sempre de cunho coletivo) nem sempre são prioritários.

A atenção primária situa-se, fundamentalmente, no campo da prevenção, devendo ser priorizada no âmbito do SUS, conforme determinação constitucional.

Na realidade, a expressão “atenção primária” pode muitas vezes conduzir o interprete mais desatento à compreensão de que se está tratando de uma assistência menor, elementar, uma vez que a palavra primária tanto pode ser interpretada como principal, fundamental como limitada, rudimentar, superficial (Novo Dicionário Aurélio).

Contudo, a atenção primária, sendo o primeiro cuidado com a saúde da pessoa, no sentido de sua promoção e proteção, a interpretação que melhor expressa a sua importância dentro da saúde pública é a de principal, fundamental, devendo, por isso, ser considerada como atenção prioritária, a qual orienta todo o sistema de saúde.

Nenhuma saúde pública que garante a todos a integralidade da assistência à saúde pode negar à atenção primária o sentido de prioridade. A atenção primeira deve ser aquela que, atuando como filtro, como agente regulador do sistema público de saúde, consegue evitar que pequenos problemas de saúde se agravem, resolvendo de imediato 85% dos problemas que surgem, sem a necessidade de encaminhamento para a atenção especializada, com preservação da saúde individual.

Daí a grande importância da atenção primária por ela atuar de maneira preventiva visando à garantia de boa saúde, a sua integralidade, postergando ou evitando as doenças e permitindo melhores condições de vida (na saúde o principal deve ser a sua preservação); e isso também tem a ver com os gastos com saúde, a amplitude da cobertura desses serviços à população e a educação social ou a consciência e responsabilidade de cada um para com a sua saúde.

E tudo o que possa evitar ou resolver os riscos ou prevenir agravos à saúde redundarão em melhores condições de vida. É tão grande a importância da atenção primária nos países de atenção universal que a Espanha investe em atenção primaria por volta de 240 euros per capita/ano (2002) e seus serviços, que cobrem 95% da população, têm a aprovação de quase toda a população (90%). Na Inglaterra tem sido crescente a importância dada à prevenção que até já se cogita de alguma responsabilização das famílias de crianças obesas por descuido com a alimentação.

Será cada vez mais difícil (para qualquer país) cobrir as crescentes despesas com saúde, em razão do avanço tecnológico que na saúde não diminui gastos, mas sim os ampliam, e do aumento da longevidade da população. Por isso é premente que a população também se conscientize de suas responsabilidades para com a sua própria saúde a partir de medidas educativas que devem fazer parte do rol de atividades e serviços da atenção primária, principal, prioritária.

Se a atenção primária passar a ser considerada como atenção prioritária, certamente estaremos no caminho de que o bem a ser protegido é a saúde e não a doença e com isso estaremos cumprindo a diretriz constitucional de priorizar as ações preventivas (de cunho coletivo) evitando que o sujeito adoeça porque a saúde pública chegou antes do agravo, prevenindo os riscos.

Referência:

Jose R. Pepullo e Antonio Iñesta – Organizadores. Sistemas Y Servicios Sanitários – Editora Diaz de Santos – Espanha, 2006.


[1]Coordenadora do Instituto de Direito Sanitário Aplicado – IDISA; Coordenadora do Curso de Especialização em Direito Sanitário da UNICAMP-IDISA; ex-procuradora da UNICAMP.

[2]Médico, professor universitário – Universidade Federal do Ceará; doutor em saúde pública pela UNICAMP.

Fonte blogs.bvsalud.org

Laxantes tornam o intestino ainda mais preguiçoso

Eles só disfarçam a prisão de ventre, veja o que realmente resolve

Toda semana, a história se repete. Cansado de lutar contra o intestino preso, você acaba apelando aos laxantes como uma solução prática contra o problema. Tem gente, inclusive, que recorre aos medicamentos antes mesmo que a prisão de ventre se instale, a fim de regular o reloginho intestinal.

Esse comportamento, no entanto, esconde alguns perigos. Isso porque os remédios usados para regular o intestino podem ter efeito contrário com o tempo, prejudicando as etapas finais da sua digestão. Mas o primeiro passo para colocar tudo nos eixos é limpar sua cabeça de raciocínios prontos. "Ir banheiro diariamente é uma regra que não se aplica a todo mundo, já que cada organismo apresenta um andamento diferente", tranquiliza o gastroenterologista da Unifesp, Roberto de Carvalho Filho.

O intervalo para eliminação das fezes pode variar de três vezes por dia a três vezes na semana e todos são considerados normais. "Mas fugir disso não indica algum tipo de doença intestinal" , garante Roberto. Isso porque, além da freqüência, o diagnóstico de um problema intestinal é feito a partir de outros sintomas, como dor e distensão abdominal, esforço excessivo durante a eliminação das fezes, sangramento e sensação de insatisfação.

Muito comum também é pensar nos laxantes como medida preventiva. Eles não servem para educar seu intestino, e sim para os casos em que a prisão de ventre já está incomodando. "A gente não proíbe os laxantes. Mas o paciente precisa entender que eles servem como um tipo de tratamento inicial" , alerta o gastro. Ao colocar mais fibras e líquidos na alimentação, é possível regular o intestino naturalmente, uma mudança que vem aos poucos, e não da noite para o dia.

Um erro frequente, notado pelo especialista, é o abandono da dieta balanceada assim que o intestino volta a funcionar. Isso só piora o problema, aumentando a dependência quanto aos purgantes. Ele exemplifica a importância da água e das fibras na alimentação, comparando o bolo fecal a um bolo comum. A fibra representa a farinha usada em qualquer tipo de bolo. E a água, o leite . A proporção adequada para que esse bolo não desande é de 25 gramas de fibras e de 2 a 3 litros de água, ou quaisquer outros líquidos, por dia.

Para te ajudar a atingir a recomendação do nutriente, conte com as frutas que levam a fama de combatentes da prisão de ventre, como mamão, ameixa e figo. Porém, muita calma na hora de cortar a maçã do cardápio. Apesar da imagem denegrida, nenhum estudo comprova que a fruta é uma das causadoras do intestino preso. Muito pelo contrário. Sua casca é rica em fibras e pode ser usada como aliada na dieta contra o intestino preso.

Mude os maus hábitos
O especialista da Unifesp afirma que 90% dos casos de prisão de ventre são considerados constipações funcionais. Isso significa que eles não estão relacionados a nenhum tipo de distúrbio orgânico, mas a maus hábitos. Algumas vezes, a alimentação é equilibrada, mas a distância do banheiro de casa impede o intestino de funcionar, um reflexo psicológico muito comum entre as mulheres e perfeitamente contornável desde que, aparecendo a vontade, não haja resistência. "Se o reflexo do intestino não é respeitado, as fezes se acumulam. Enquanto isso, o intestino vai absorvendo a água contida nelas, dificultando a eliminação posterior", completa.

Fique de olho nos tipos de laxantes
A ação dos medicamentos é a mesma, no entanto, existem dois tipos de laxantes: os osmóticos e os irritantes. Roberto explica que os primeiros puxam a água contida nas paredes do intestino para o meio do órgão, fazendo o bolo fecal ficar mais pastoso e mais fácil de ser eliminado. Já os irritantes, como o nome sugere, irritam a mucosa intestinal, estimulando o órgão a agir. "Apesar de usar técnicas diferentes, a ação é a mesma, pois ambos forçam o funcionamento do intestino com uma evacuação não fisiológica e promovem um resultado imediato", diz o gastroenterologista da Unifesp.

Segundo o especialista, o uso dos dois tipos de laxante deve ser controlado. Mas a atenção deve ser ainda maior com os irritantes. Eles são mais prejudiciais a longo prazo . Roberto ressalta que a ideia de que os laxantes viciam o intestino não é correta. Mas, quando usados constantemente, os danos começam a aparecer com o tempo. Os prejuízos vão desde lesão nos nervos da parede intestinal até constipação irreversível, em que a pessoa não consegue mais ir ao banheiro sem utilizar algum método, num processo de dependência psicológica e não física.

Fonte Minha Vida