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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Veja dicas para não sofrer com o peso da mochila escolar

A cada ano, as mochilas escolares ficam mais pesadas. São livros, cadernos e todo o tipo de material escolar que as crianças precisam levar às aulas.

Segundo o Ministério da Saúde, o peso dessas mochilas não deve ultrapassar os 10% do peso da criança. Ou seja, um aluno de 40 kg deve levar uma mala de, no máximo, 4 kg.

Mas não é isso o que acontece. "O uso da mochila pesada pode causar dor, desvio de postura e doenças sérias na coluna", conta Eliane Alfani, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz.

Como muitas vezes os pais não sabem como minimizar o peso da mochila, a "Folhinha" separou algumas dicas. Confira:

1. Saiba o peso ideal
O peso total da mochila não deve ultrapassar os 10% do peso da criança. É importante ir à balança e conferir.

2. Leve o que realmente importa
Se o peso está maior do que o recomendado, reavalie o que está na mochila. Você pode encontrar várias coisas que poderiam ficar em casa.

3. Fichário pode ajudar
Em vez de cadernos pesados, o fichário pode ajudar. É possível levar somente as folhas das matérias do dia.

4. Esqueça os bolsos
Compre mochilas sem muitos bolsos e compartimentos. Isso força o aluno a levar o que realmente importa.

5. Não leve tudo
Para evitar o trabalho de separar o que será usado no dia, crianças têm o hábito de levar todo o material da semana. Não leve tudo.

6. Lanche é na lancheira
Nada de deixar a lancheira dentro da mala. Isso só aumenta o peso nas costas.

7. Converse com a escola
Caso seja impossível diminuir o peso da mochila, converse com a escola. Veja a possibilidade de deixar o material mais pesado no próprio colégio.

8. Se tudo der errado
Caso não dê mesmo para chegar ao peso ideal, considere comprar uma mochila de rodinha. Ela não força as costas.

Fonte Folhaonline

Saúde inteligente

Essa é mais uma daquelas pequenas grandes ideias capazes de ajudar muita gente --e sem gastar quase nada. Um projeto chamado Saútil, sem nenhuma relação com o governo, organiza os serviços públicos de saúde oferecidos pela rede pública (SUS) em centenas de cidades brasileiras.

O funcionamento é simples. Você gostaria de ir a um dermatologista da rede pública mais próximo de sua casa. Basta digitar a palavra dermatologia cruzando com a região --e pronto. Ou precisa de um remédio gratuito: digita-se apenas o nome do medicamento para saber onde encontrá-lo.

Como estamos entrando num ano eleitoral, chamo a atenção do leitor que uma das grandes fontes de inventividade é como se usam as tecnologias na informação para fazer cidades mais inteligentes e inclusivas.

Se quiser fazer uma experiência, teste aqui

O que ainda está longe de inteligente, claro, é o serviço oferecido pela rede pública da internet, hoje a principal preocupação do brasileiro.

Fonte Folhaonline

Reduzir calorias é mais importante que restringir dieta

Adotar um regime com proporções rigorosas entre gorduras, carboidratos e proteínas pode não ser tão eficiente para quem quer perder peso do que simplesmente cortar calorias, de acordo com um estudo em que são comparadas quatro dietas.

O resultado sugere que não importa de onde vêm as calorias, contanto que a dieta as reduza.

Estudiosos do Centro Pennington de Pesquisa Biomédica, na Louisiana (EUA), acompanharam centenas de pessoas com sobrepeso que seguiram uma de quatro dietas, com diferentes proporções de proteínas, gorduras e carboidratos.

Cada uma delas foi balanceada para reduzir 750 calorias do consumo anterior dos voluntários, que tiveram o peso e a proporção de gordura corporal medidos seis meses e dois anos após a adoção da dieta.

Não foi encontrada nenhuma diferença entre as dietas nesses quesitos. A pesquisa foi publicada no "American Journal of Clinical Nutrition".

Fonte Folhaonline

Dengue Mata. Mate o Mosquito!

Anvisa abre consulta pública sobre rotulagem de medicamentos

Brasília - A Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) abriu consulta públicou ontem (31) para que sejam apresentadas críticas e sugestões à proposta de resolução que estabelece regras para a rotulagem de medicamentos. A resolução está publicada no Diário Oficial da União.

A Anvisa quer rever a norma referente à rotulagem de medicamentos e propõe, entre outros pontos, mais flexibilização para os dizeres legais contidos nas embalagens dos produtos. A proposta de resolução está disponível na íntegra na página da Anvisa na internet.

As sugestões podem ainda ser encaminhadas por escrito, em formulário próprio, para um dos seguintes endereços: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Gerência Geral de Medicamentos, SIA Trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP: 71.205-050; ou para o Fax: (61) 3462-5563; ou para o e-mail: cp12.2012@anvisa.gov.br.

Terminado o prazo, a Anvisa vai negociar com os órgãos e entidades envolvidos para que indiquem representantes nas discussões posteriores a fim de consolidar o texto final.

A documentação da Consulta Pública e o formulário para envio de contribuições permanecerão à disposição dos interessados no endereço http://www.anvisa.gov.br/divulga/consulta/index.htm.

Fonte Agência Brasil