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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Quebra cabeças, palavras cruzadas, artesanato – idosos que praticam atividades ou jogos que estimulam o raciocínio diminuem os riscos de desenvolver demência senil. Na realidade, aponta estudo, realizar este tipo de atividade não apenas previne como melhora o desempenho cognitivo como um todo.

O estudo envolveu idosos de 65 a 75 anos de idade que tinham boa audição e visão para conseguir completar todas as partes do treinamento. Os pesquisadores Chunbo Li e Wu Wenyuan, que lideraram a pesquisa, dividiram os voluntários em dois grupos. Um grupo participou do treinamento, que ocorreu duas vezes por semana, durante 12 semanas, mais uma “lição de casa”. O treinamento incluiu um sistema amplo de abordagem que envolveu exercícios para a memória e raciocínio como resolução de problemas, leitura de mapas, artesanato, educação para saúde e exercícios. O grupo controle teve as capacidades cognitivas medidas, mas não participou do treinamento. Após seis meses, todos foram avaliados novamente.

Segundo os resultados, divulgado no periódico BioMed Central, em comparação ao grupo controle, os idosos do grupo de treinamento apresentaram melhora no raciocínio, memória, linguagem e coordenação, mesmo quando avaliados novamente um ano após o término do treino.

“Este estudo mostra que a terapia de treinamento cognitivo pode prevenir o declínio mental entre os idosos saudáveis e ajudá-los a viver de forma independente”, concluem os autores.

Fonte O que eu tenho

Benefícios de bebidas diet são mínimos sem uma alimentação adequada

Refrigerantes dietéticos ainda são um assunto que rende muitas discussões. Pesquisas já apontaram, por exemplo, que este tipo de bebida impacta a saúde cardiovascular. Outras apontam que os refrigerantes dietéticos podem ser uma forma efetiva de controlar o ganho de peso.

Uma pesquisa recente traz novas informações sobre esse tipo de bebida, focando tanto os padrões de consumo dos refrigerantes, quanto os hábitos alimentares diários, ou seja, que outros fatores estão associados ao consumo constante destas bebidas industrializadas.

Os resultados do estudo, feito por Kiyah Duffey, da Universidade da Carolina do Norte, EUA, e publicados no periódico American Journal of Clinical Nutrition, chegou à conclusão de que pessoas que preferem ingerir refrigerantes dietéticos, no geral, têm uma maior tendência a uma alimentação balanceada e saudável do que aqueles que tomam refrigerantes normais ou optam por outros tipos de bebidas.


“É importante que as pessoas considerem uma dieta saudável como algo amplo e não apenas pontual, como modificar o tipo de refrigerante ingerido durante as refeições. Modificar apenas um hábito não vai gerar os benefícios de controle do peso, por exemplo, com muitas pessoas parecem ainda acreditar”, diz a pesquisadora que usou dados coletados por uma pesquisa ampla (intitulada “Cardia”, na sigla em inglês) de mais de quatro mil pessoas adultas durante duas décadas.

De acordo com os pesquisadores, pessoas que tinham hábitos alimentares equilibrados e saudáveis (consumindo frutas, preferindo grãos integrais e trocando a carne vermelha pelo peixe) tinham menores riscos de ganho de peso inesperado, menores índices de triglicéris e riscos atenuados de desenvolver a síndrome metabólica. Essas pessoas também tinham uma probabilidade muito maior de consumir bebidas nas suas versões tradicionais, por exemplo. E mesmo quando adeptas dos refrigerantes dietéticos, os riscos eram menores do que pessoas que apenas faziam uma mudança nas suas bebidas favoritas e continuavam a ter uma alimentação ruim no restante do dia.

“Nossos resultados confirmam as recomendações de diversas associações internacionais de nutrição e saúde. Optar por refrigerantes dietéticos de nada adianta se não há uma adaptação do consumo alimentar como um todo. Essa forma de cortar calorias é inóqua se não há reeducação alimentar como um todo”, finalliza Duffey.

Fonte O que eu tenho

Ingerir a própria placenta: hábito é modismo e ciência não comprovou benefícios

Depois que a atriz January Jones, estrela da série Mad Men, contou à revista People que é adepta da prática, todos se perguntaram se esta não é apenas mais uma nova moda de Hollywoody. Especialista acredita que ingerir a placenta, ou placentofagia, pode sim trazer benefícios à saúde – tanto das mulheres como dos homens -, mas a questão merece estudos mais aprofundados.

“A falta de estudos sérios sobre a placentofagia (que falem sobre quantidade ou dose mínima ou máxima, método de preparação ou tempo) sugere que hoje, quem ingere a própria placenta, sente na realidade mais um efeito placebo do que realmente medicinal”, pontua Mark Kristal. Pesquisador da Universidade de Buffalo, nos EUA, Kristal tem estudado a placentofagia – especialmente em mamíferos não-humanos – por mais de 40 anos.

Estudos com animais
Kristal é autor de um artigo sobre o assunto, divulgado no periódico Ecology of Food and Nutrition. Nele o pesquisador sugere que, em hipótese, a prática até mesmo poderia ser benéfica em algum nível aos seres humanos, pois efeitos positivos já foram constatados em estudos realizados com mamíferos não-humanos que tem por hábito ingerir a placenta (bem como o líquido amniótico).

Estes estudos mostram que, em animais selvagens, comer a própria placenta aumenta a interação entre a fêmea e seu filhote e diminui as dores pós-parto, isto porque a placentofagia potencializa os receptores opióides do cérebro, responsáveis pelo controle da sensação de dor. Ela também estimula o instinto materno, diminui os riscos de gravidez psicológica, aumentando assim as possibilidades para a fertilização.

“O parto humano é repleto de problemas adicionais não existentes entre os mamíferos não-humanos, como a depressão pós-parto e a hostilidade materna para o bebê”, diz. Kristal acredita que a placenta humana talvez possa conter componentes que melhoram estes problemas. Para ele, mais estudos deveriam ser feitos para identificar estes componentes que, então, seriam usados na produção de fármacos. “A mera possibilidade não deve ser uma exortação às mulheres comer placenta”, diz.

Durante a evolução, humanos nunca precisaram fazer tal coisa
Esta “moda”, explica Kristal, se espelha em relatos não confirmados de comunidades que, em meados dos anos de 1960 e 1970, manteriam esta prática. No entanto, até hoje não foi encontrada nenhuma evidência da prática de placentofagia em outras culturas. “Não encontrei nada em meus próprios estudos, resultado suportado em uma pesquisa extensa realizada por pesquisadores da Universidade de Nevada, em Las Vegas”.

Para ele, se os seres humanos não comem a própria, esta é uma questão que também merece atenção. “Talvez os seres humanos tenham uma maior vantagem adaptativa para não comerem placenta. No artigo discuto algumas possibilidades a este respeito”.

Mas como todo pesquisador, Kristal defende que os benefícios medicinais da placenta devem ser alvo de pesquisas pelas mesmas razões que hoje se pesquisa o uso medicinal de determinadas plantas. “Os efeitos no controle da dor, por exemplo, foi determinado em estudos anteriores que não é específico à um gênero. Isto significa que, embora os homens não produzam as moléculas, eles poderiam se beneficiar também de seu uso”, finaliza.

Fonte O que eu tenho

Trabalho em equipe melhora desempenho profissional individual

O sucesso de uma empresa depende menos da autorealização individual de cada participantes e de seu conhecimento e experiência, mas está diretamente relacionada a como eles podem trabalhar as informações individuais em grupo.

A conclusão é de um estudo realizado por uma equipe da Universidade de Utah, nos EUA,  e divulgado no periódico Journal of Personality and Social Psychology. O estudo envolveu 540 alunos da pós graduação da universidade. À metade, os pesquisadores pediram que trabalhassem em trios. O restante trabalhou individualmente. A tarefa era responder questões de conhecimento geral.

De acordo com os resultados, aqueles que trabalharam em grupo se saíram melhor do que os que trabalharam individualmente. Para Bryan Bonner, um dos autores, os grupos foram mais bem sucedidos porque souberam explorar o conhecimento dos seus indivíduos de forma eficaz.

“Não é preciso muito. Tudo que você precisa fazer é colocar as pessoas sentadas por um tempo e pensar: o que é que eu já sei sobre isto e como posso ajudar a encontrar a solução?”, diz Bonner. “As pessoas acabam descobrindo que, muitas vezes, sabem mais do que acreditavam, e percebem que podem não saber a resposta completa para o problema, mas há algumas coisas que eles sabem que podem ajudar o grupo a chegar a uma solução.”

Parece algo óbvio, mas Bonner, explica que durante anos pesquisadores tem tentando, sem muito sucesso, descobrir como podemos melhorar nosso desempenho, principalmente no ambiente de trabalho. “Apesar de resolvermos muitos problemas ao longo da vida, nós não somos tão bns em usar a nossa experiência, o conhecimento antigo, para resolver novos problemas – não tão bem como se pensa”, diz.

Para o autor, o novo estudo mostra que é mais fácil transferir conhecimento antigo para um novo de forma consistente em grupo.

Fonte O que eu tenho

Unimed-Rio abre vagas para 1200 profissionais atuarem em Hospital

São oportunidades para médicos (clínicos gerais, pediatras, neurologistas, cardiologistas, oncologistas, intensivistas, entre outros), enfermeiros e para profissionais como farmacêuticos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos e fonoaudiólogos

A Unimed-Rio iniciou em março o processo de recrutamento e seleção de mais de 1200 profissionais para o seu primeiro Hospital próprio, com inauguração prevista para o final do segundo semestre.De acordo com a empresa, a unidade será voltada para procedimentos de média e alta complexidade.

Há vagas para profissionais de saúde de diferentes formações e para a equipe administrativa da unidade. São oportunidades para médicos (clínicos gerais, pediatras, neurologistas, cardiologistas, oncologistas, intensivistas, entre outros), enfermeiros, técnicos de enfermagem, equipe administrativa e para profissionais como farmacêuticos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos e fonoaudiólogos.

Além das vagas do Hospital Unimed-Rio, o processo seletivo também será válido para as demais unidades assistenciais próprias da Unimed-Rio (Pronto Atendimento Barra, Pronto Atendimento Copacabana e Espaço Para Viver Melhor).

Inscrições apenas pela internet
Todos os interessados devem cadastrar seus currículos na página da Unimed Rio, na aba Trabalhe Conosco. Esse será o único meio dos interessados formalizarem sua candidatura. A comunicação com os candidatos será feita por e-mail. Por isso, é importante prestar atenção ao e-mail indicado nos formulários e manter acesso constante a essa caixa de mensagens. A estimativa é que os primeiros colaboradores iniciem seus treinamentos no início do segundo semestre.

O Hospital Unimed-Rio, que contará com uma área de 30 mil metros quadrados na barra da Tijuca, terá 229 leitos, sendo 69 de tratamento intensivo e semi-intensivo, além de 11 centros cirúrgicos, centro de transplante de medula óssea e ainda um instituto de pesquisa. Sua atuação será voltada para procedimentos de média e alta complexidade em especialidades como neurologia, cardiologia, oncologia, entre outras. Com corpo clínico de excelência, tem o objetivo de se tornar um hospital de referência na cidade e no país. O empreendimento está sendo construído de acordo com critérios internacionais de sustentabilidade.

Fonte SaudeWeb