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terça-feira, 8 de maio de 2012

Concurso Fundação Hospital Centenário de São Leopoldo - RS

Estão abertas as inscrições para o concurso público  da Fundação Hospital Centenário de São Leopoldo, Estado do Rio Grande do Sul. O certame terá a coordenação técnico-administrativa da Fundação Universidade Empresa de Tecnologia e Ciências – Fundatec. 
Serão ofertadas 28 vagas mais cadastro de reserva em cargos de nível superior com salários de até R$  4.153,24 , para carga horária de 20 e 24h semanais.

Cargos:
Anestesiologista, Emergencista, Intensivista, PediatraSocorrista, Socorrista, Traumatologista, Cardiologista, Cirurgião Assistente, Cirurgião Traumatologista, Clínico Geral Assistente, Intensivista Assistente, Médico do Trabalho, Pediatra Assistente.
Inscrições:

Os interessados poderão preencher o formulário de inscrição entre os dias 07 a 21 de maio de 2012 no site http://www.fundatec.org.br/. A taxa de inscrição será de R$ 78,00 .

Provas:
A prova teórico-objetiva para todos os cargos será realizada no município de São Leopoldo/RS, na data prevista de 03 de junho de 2012. 
A divulgação de data, hora e local de realização das provas, será feita em jornal de circulação local de São Leopoldo, no mural da Fundatec e do Hospital Centenário, e no endereço http://www.fundatec.org.br/, no prazo de 8 dias de antecedência da data de aplicação da mesma.
Gabaritos:
O gabarito será divulgado na data prevista de 04 de junho de 2012, no site http://www.fundatec.org.br/.

Validade:
O concurso público terá validade de 2 anos a contar da data de publicação do Edital de Homologação do resultado, podendo vir a ser prorrogado uma única vez por igual período, a critério da Fundação Hospital Centenário.

Tuberculose tem remédio

Doença de Peyronie

A doença de Peyronie se caracteriza pelo desenvolvimento
de uma placa de fibrose, em qualquer lugar do pênis
A doença de Peyronie, mundialmente assim conhecida, foi descrita pela primeira vez, em 1743, por François Gigot de La Peyronie (1678 - 1747), médico do Rei Luiz XV, da França. Peyronie era ministro da saúde e portador do mal.

A doença de Peyronie se caracteriza pelo desenvolvimento de uma placa de fibrose, em qualquer lugar do pênis. Os pacientes se referem a ela como um caroço que aparece na túnica albugínea que reveste o corpo cavernoso. O problema pode estar associado à curvatura peniana ou à dor durante a ereção. Geralmente, essa curvatura faz com que o pênis se posicione para cima, mas ele pode curvar-se também para o lado ou para baixo.

A túnica albugínea é constituída por um tecido elástico que envolve os corpos cavernosos, estruturas parecidas com esponjas que se enchem de sangue para produzir a ereção. Se existir algum tipo de fibrose nessa região, a túnica albugínea não consegue se distender e como ela costuma atingir um dos cilindros, o outro, sem esta limitação arqueia o pênis durante a fase de ereção. Não podemos confundir esta situação clínica com o pênis torto congênito, onde uma assimetria


destes cilindros existe desde o nascimento. Antes de falarmos mais sobre a doença de Peyronie é preciso esclarecer que quando ereto, o pênis não tem de formar um ângulo de 90º com o corpo. O pênis não é reto como uma régua, ele precisa ter curvaturas leves e eixo adequado para facilitar a penetração.

Entenda o problema
Inicialmente, a doença foi descrita em homens idosos (sua incidência é de 3% a 4% nos homens acima de 50 anos), mas, hoje, se sabe que pode acometer também os jovens. Além da doença de Peyronie, a curvatura do pênis pode surgir por outras razões: tumores (tumor de reto e de próstata) podem provocar metástases no pênis e doenças congênitas. Há meninos que nascem com uma anomalia, o pênis curvo congênito, provocada pela desproporção entre o tamanho maior dos corpos cavernosos e o tamanho menor da uretra.

As causas para o aparecimento da doença ainda não são muito conhecidas. Sabe-se, porém, que podem estar relacionadas com um traumatismo repetitivo ocorrido durante a relação sexual ou por um processo infeccioso inflamatório que acomete esta túnica. Em casos de traumas mais graves, nos quais ocorre um estalo e o pênis incha imediatamente devido ao rompimento da túnica albugínea, popularmente chamado de fratura peniana, o paciente deve procurar um pronto-socorro imediatamente. Em casos de trauma sem inchaço e hematoma imediato, porém com dor durante as ereções após o trauma, o acompanhamento urológico é importante, pois é nesta fase da inflamação que se conseguem os melhores resultados, utilizando-se apenas de tratamento clínico.

No entanto, muitos pacientes desenvolvem o problema sem ter sofrido nenhum trauma que o justifique. Não há registro de predisposição hereditária da doença, apesar de alguns trabalhos levantarem essa hipótese. Na verdade, a doença de Peyronie é classificada como uma doença auto-imune, ou seja, aquela em que o organismo produz substâncias contra seus próprios tecidos. A única evidência científica que temos, no momento, é que são mais vulneráveis os portadores de doenças reumatológicas, da doença de Paget, os diabéticos e os indivíduos que fazem uso de betabloqueadores para controlar a hipertensão.

Tratando o mal
A doença de Peyronie não acarreta em nenhum problema para a saúde do paciente. Ela traz consigo problemas para a sexualidade masculina. Portanto, se o paciente conseguir manter a atividade sexual normal, não há necessidade de tratamento. Muitas vezes, ao examinar um indivíduo que procurou atendimento por outro motivo qualquer, o urologista percebe o nódulo endurecido no pênis. Se o paciente disser que ela está ali há mais de vinte anos e que nunca o incomodou, não é preciso tomar nenhuma providência.

O diagnóstico da doença é basicamente clínico. Na maioria das vezes, o nódulo é palpável e o paciente refere-se à curvatura do pênis e à dor durante a ereção. O exame de ultrassom ou a ressonância magnética permitem a visualização perfeita da placa endurecida. Após o diagnóstico, a primeira etapa do tratamento é explicar ao paciente que aquele nódulo no pênis não é nem vai virar um tumor maligno câncer e que raramente o levará à um quadro de impotência sexual. Aliás, se a disfunção erétil não se manifestou no início da doença, dificilmente irá se manifestar mais tarde.

20% dos nódulos desaparecem sozinhos, sem nenhum tipo de tratamento em um ano e meio ou dois anos. Embora não exista nenhuma droga que funcione adequadamente no tratamento do nódulo, existem algumas evidências de que associar vitamina E à colchicina, faz com que esse medicamento atue sobre o metabolismo das células que produzem a fibrose. Entretanto, o paciente precisa ser avisado de que a fibrose pode não regredir com o uso de medicamentos. E mesmo que a curvatura continue aumentando é necessário esperar dois anos para acompanhar a evolução do quadro clínico, antes que o urologista proponha a realização de uma cirurgia para resolver o problema. É preciso ter certeza que este nódulo não desaparecerá espontaneamente, antes de realizar uma intervenção cirúrgica desnecessária.

A experiência clínica mostra que, muitas vezes, o nódulo não desaparece, mas o paciente se adapta à situação, porque a curvatura não é muito grande e não atrapalha a atividade sexual. Hoje, a cirurgia é realizada em menos da metade dos casos diagnosticados. Durante este período de observação da progressão da doença, é muito importante informar o paciente que ele não deve usar extensores ou aparelhos a vácuo, aqueles mesmo que se propõem a aumentar o tamanho do pênis e a curar a doença de Peyronie. Infelizmente, existem muitos aparelhos desse tipo no mercado. Não faz sentido usá-los porque eles agravam o trauma sobre a placa, agravando o problema.


Quando a cirurgia é necessária
Por vezes, uma tentativa de cura antes da realização da cirurgia é a aplicação de ondas de choque extracorpóreas iguais as que são utilizadas para a fragmentação de cálculos renais. Se o procedimento não resolver o problema, existem, ainda, dois tipos de cirurgia para corrigir a curvatura do pênis.


O procedimento mais simples, utilizado também nos casos de pênis curvo congênito, tenta compensar o desvio provocado pela placa e retificar o pênis, fazendo do outro lado uma plicatura, ou seja, uma prega no corpo cavernoso. O inconveniente dessa técnica cirúrgica é a diminuição do tamanho do pênis. Por isso, não é aconselhada para indivíduos com pênis um pouco menor ou muito preocupados com as dimensões do pênis.

O outro procedimento cirúrgico consiste em fazer uma incisão, retirar a placa, colocar um enxerto de outro tecido para cobrir o defeito e retificá-la. A veia safena e as aponeuroses musculares são muito utilizadas como enxerto.

Esterilidade e potência sexual
A doença de Peyronie não provoca a esterilidade masculina. Em alguns casos, a doença está associada à impotência sexual. Numa minoria de casos, uma forma muito agressiva da doença, sem causa conhecida, faz com que a placa estrangule de tal forma o corpo cavernoso, que é constituído por um tecido nobre, parecido com uma esponja, que o indivíduo não consegue mais ter ereções. Para os indivíduos com curvatura peniana muito complexa, em forma de S, por exemplo, que impede a relação sexual, o tratamento extremo é a colocação de uma prótese que retifica o pênis e facilita a penetração.


Fonte Minha Vida

Garoto vira mulher após disfunção hormonal

Reprodução/The Sun
Ryan McKenna, de 19 anos, nasceu menino, mas durante a adolescência, foi aparecendo traços femininos em sua aparência por conta de uma disfunção hormonal

Ryan também contou que também desenvolveu os seios e o quadril assim como suas amigas.

— Estou vivendo um conto de fadas. Está dando tudo certo.

Devido a essa disfunção, não houve crescimentos dos pelos em seu rosto e nem o pomo de Adão. Ryan não fez a troca de sexo, mas está na expectativa. Ele também quer colocar silicone.

— Eu era uma pessoa frustrada por não ter nascido menina. Mas, eu não esperava me tornar uma.

Eu sempre fui feminina, mas algumas pessoas achavam que eu era gay. E não era isso. Eu era uma garota presa no corpo de um menino.

Fonte R7

Má postura gera dor nas costas e problemas à saúde

a postura na mesa é muito importante. Por ficar, na mesma posição
por várias horas, isso pode ter grandes repercussões em sua saúde.
Cuidados ao dormir ou sentar melhoram a qualidade de vida

A maioria das pessoas com má postura ou dor querem descobrir um exercício milagroso que irá curar os seus problemas. Claro, os exercícios ajudam e fazem parte do tratamento para cuidar da dor e da postura.

Mas na grande maioria das vezes, são as pequenas coisas em nossas vidas diárias que deveriam passar por alguns ajustes. Com isso, aqui está uma pequena lista de atividades para ficarem atentos.

No carro: perceba se você fica desleixado, pendendo mais para um lado do que para o outro, e talvez com uma mão mais alta sobre o volante que a outra, causando-lhe um ombro mais alto do que o outro.

Tente mudar de posição frequentemente, principalmente se você passa muito tempo no carro. A melhor posição será sempre as mãos no dez e dois (posiçao do relógio).

Mantendo suas costas retas e alinhadas contra o assento. Este deve estar reto permitindo que não seja necessário levar a cabeça à frente para conseguir enxergar.

No escritório: a postura na mesa é muito importante. Por ficar, na mesma posição por várias horas, isso pode ter grandes repercussões em sua saúde.

Levante-se muitas vezes e fique atento para qualquer posição que você se sinta confortável por muito tempo, essa não é a posição mais correta para você se manter.

Tente organizar sua mesa para ser mais amiga da sua coluna, colocando as pastas e materiais mais usados ao alcance das suas mãos. 

Dormindo: nossa postura na hora do sono é um dos aspectos mais negligenciados da nossa vida. Passa-se em média oito horas (ideal) por noite em uma ou várias posições que podem ter um grande impacto sobre a sua postura durante o dia.

Dormir com vários travesseiros empilhados ou um travesseiro muito alto, leva ao excesso de alongamento dos extensores do pescoço, possivelmente contribuindo para uma anteriorização da cabeça e uma possível lordose cervical e cifose torácica ("corcunda").

Apertar os lençóis da cama sobre os seus pés, deixando-os em uma planti-flexão, pode levar a limitação da mobilidade do tornozelo, afetando a mecânica do corpo inteiro, desde andar até sentar.

Dormir de barriga para baixo contribui para uma curva lordótica excessiva, que podem levar a forças de compressão exageradas para a sua coluna lombar.

A melhor posição para dormir é de lado, com os dois joelhos dobrados, travesseiro entre os joelhos e a cabeça repousando sobre um travesseiro único.

Ou se preferir de decúbito dorsal (de costas) com um travesseiro sob os joelhos, lençois não apertados, e, novamente, um único travesseiro para a cabeça. 

Fazer exercícios, fortalecer seu abdômen, relaxar e procurar a ajuda de um profissional é sempre muito importante. Mas, precisamos prestar mais atenção aos nossos corpos quando eles não estão em movimento.

São pequenas coisas como estas que se somam e contribuem para uma vida de dores constantes e irritantes. De vez em quando volte sua antenção para o seu interior e pergunte a si mesmo, se esteve naquela posição por muito tempo e se poderia fazer algo para tornar sua postura mais correta e preservar sua coluna.

Antes que você perceba, a dor que uma vez o impediu de fazer tarefas diárias normais terá desaparecido e se tornado uma coisa do passado. 

Fonte Minha Vida