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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Brasil exporta projeto de educação alimentar

Ideia de aproveitar alimentos será enviada para América Latina, Caribe e África

O projeto Cozinha Brasil, que promove a educação alimentar e nutricional, com o aproveitamento integral dos alimentos, será 'exportado' para países da América Latina, Caribe e África. O SESI, criador da iniciativa, assinou nesta terça-feira com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura - FAO um termo de cooperação técnica de promoção da segurança e educação alimentar que facilitará a transferência da tecnologia social.

O Cozinha Brasil, que está em operação desde 2008 nos 27 Estados brasileiros, já foi adotado por Uruguai e Moçambique e, atualmente, está em fase de implementação em Honduras, Guatemala e El Salvador.

Em unidades móveis, equipadas com cozinha experimental e didática, instrutores e nutricionistas do SESI ministram cursos gratuitos, que ensinam a aproveitar todas as partes dos alimentos, inclusive o que normalmente é dispensado como caule, talos, cascas, folhas e sementes. As receitas são em geral saborosas e nutritivas e respeitam as diversidades regionais.

O diretor da FAO, José Graziano da Silva, sinalizou que a instituição poderá atuar na mobilização dos países que receberão o programa, já reconhecido pela organização internacional como um modelo a ser seguido na promoção da alimentação adequada e saudável e combate ao desperdício de alimentos. Graziano conta também com o apoio do empresariado para disseminação do programa.

Fonte R7

Doe sangue

Sem doadores, falta de sangue se agrava em SP

A queda no número de doadores de sangue na cidade de São Paulo, situação revelada pelo Jornal da Tarde no sábado, tem se agravado.

O total de doações feitas em abril ao Banco de Sangue do Hospital Beneficência Portuguesa, na região central, foi o mais baixo dos últimos 12 meses e não supriu a demanda da instituição, que tem um dos maiores bancos privados do Estado e abastece os hospitais São José, São Joaquim e Santo Antônio.

Enquanto o grupo consome cerca de 1.600 bolsas de sangue por mês, em abril houve apenas 1.084 doações, segundo o médico Roberto Buessio, coordenador do Serviço de Hemoterapia da Beneficência Portuguesa. ?As doações estão abaixo da média histórica. É preocupante, pois não abastecem as nossas necessidades. Isso pode fazer falta especialmente nos casos dos sangues mais raros, como os de Rh negativo?, diz.

No Hospital A. C. Camargo, também na região central, o estoque atual corresponde a dois terços da quantidade ideal. A instituição, referência em tratamento oncológico, consome cerca de mil bolsas de sangue por mês em transfusões para pacientes em quimioterapia e radioterapia - ou durante grandes cirurgias para retirada de tumores. Hematologista da instituição, Ricardo de Paula Battaglini afirma que, se o número de doadores não aumentar, o próximo passo será cancelar cirurgias. As informações são do Jornal da Tarde.

Fonte R7

Casa da Aids vai fechar as portas

Depois de quase 18 anos de funcionamento, a Casa da Aids vai fechar as portas. Reconhecida como uma das principais referências ao tratamento gratuito de soropositivos da capital paulista, a entidade, que funciona em um prédio na Rua Frei Caneca, região central, deixará de existir em 18 de junho.

O atendimento a seus 3,2 mil pacientes serão transferidos para o Instituto Emílio Ribas, na zona oeste. A Secretaria Estadual da Saúde, responsável pelos dois, alega que a mudança tem o objetivo de integrar e dinamizar o atendimento. Mas quem utiliza o serviço não aprova a iniciativa.

A maior preocupação é com relação à qualidade do serviço. Na Casa da Aids, dizem os pacientes, quase não há filas ou espera para consultas, exames e retirada de medicamentos. Além disso, o ambiente é acolhedor para quem se trata de uma doença que, apesar de avanços significativos, ainda suscita preconceitos. As informações são do Jornal da Tarde.

Fonte R7

Adolescente descobre câncer após ver filme de Cameron Diaz

câncer
Alex, 17 anos, percebeu que tinha os mesmos sintomas que a personagem

Alex Cooper, 17 anos, de Bredgar, Kant, na Inglaterra, descobriu que sofria de um câncer raro após assistir ao filme Uma prova de amor, protagonizado pela atriz Cameron Diaz.

Segundo o site Daily Mail, a garota começou a se preocupar ao perceber que tinha os mesmos sintomas que a personagem com a doença.

Alex sofria de fadigas, dores de cabeça, barriga inchada, além do aparecimento de hematomas pelo corpo todo.

Mas, graças às informações no filme, ela procurou por um especialista a tempo.

Em outubro de 2010, a garota foi diagnosticada com leucemia mieloide crônica e, três dias depois, ela começou imediatamente um tratamento intenso de quimioterapia.

— Se eu não tivesse assistido ao filme, provavelmente eu não teria o diagnóstico a tempo.

As chances de sobrevivência de Alex eram muito maiores, pelo fato de ter descoberto a doença a tempo. Após dois anos de tratamento, os médicos declararam que sua condição era administrável.

— Eu só espero viver uma vida normal e olhar para o futuro.

Fonte R7