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sábado, 26 de maio de 2012

Adaptação à dentadura leva tempo

Feridas e irritações são comuns nos primeiros meses

Para pessoas que perderam os dentes em decorrência de doenças ou lesões, as dentaduras podem restaurar o sorriso e auxiliar nas atividades do dia a dia, como comer e falar. No entanto, acostumar-se ao uso das dentaduras pode exigir um período de adaptação.

Dentaduras novas podem provocar uma sensação estranha por algumas semanas até você se acostumar com elas. As dentaduras podem parecer frouxas até que os músculos das bochechas e da língua aprendam a mantê-las em posição. Não é incomum surgirem irritações ou feridas. Você pode sentir que o fluxo salivar aumenta temporariamente. Conforme sua boca se acostuma às dentaduras, esses problemas devem diminuir. Uma ou mais consultas de acompanhamento com o dentista geralmente são necessárias após a instalação de uma dentadura. Se qualquer problema persistir, particularmente irritação ou ferimentos, não deixe de consultar seu dentista.

Alimentar-se exigirá um pouco de prática. Comece com alimentos moles cortados em pedaços pequenos. Mastigue lentamente usando os dois lados da boca ao mesmo tempo para evitar que as dentaduras se desloquem. Conforme se acostumar a mastigar, acrescente outros alimentos até retomar a dieta normal. Continue a mastigar os alimentos usando os dois lados da boca ao mesmo tempo. Tome cuidado com alimentos quentes ou duros e ossos ou cascas com pontas afiadas.

Pronunciar certas palavras pode exigir prática. Ler em voz alta e repetir palavras complicadas pode ajudar. Se suas dentaduras fizerem barulho enquanto você fala, fale mais devagar. Você pode sentir as dentaduras ocasionalmente escorregarem ao rir, tossir ou sorrir. Reposicione as dentaduras mordendo delicadamente e engolindo. Se algum problema de fala persistir, consulte seu dentista.

Fonte Minha Vida

Menina de dois anos sobrevive fazendo fototerapia doze horas por dia

ultravioletaTratamento de raios UV ajuda a combater síndrome de Crigler-Najjar

Areesha Shehzad, uma menina de dois anos de idade sofre de uma rara doença hepática mortal que a condiciona ficar em uma cama de luz ultravioleta para manter-se viva. A garota faz 12 horas por dia de fototerapia, o que ajuda a prevenir danos letais ao cérebro.

A criança, de West Yorks, na Inglaterra, sofre da síndrome de Crigler-Najjar, uma condição rara que afeta menos de 200 pessoas no mundo.

Areesha Shehzad tem deficiência na produção de uma enzima vital que impede a ação de uma substância química tóxica, encontrada nas células vermelhas do sangue, que pode matá-la. Para continuar vivendo mesmo nesta condição, ela gasta no mínimo metade do dia (todos os dias) em uma cama de luz UV.

A garota possui níveis perigosamente altos de bilirrubina, que é um produto residual natural do sangue. O tratamento com raios UV afeta diretamente a produção de bilirrubina quando estas moléculas entram em contato com o sangue e na pele.

A condição Areesha significa que ela tem níveis perigosamente elevados de bilirrubina, um produto residual que ocorrem naturalmente a partir do sangue geralmente repartidas por uma enzima no fígado. Ao controlar os níveis de bilirrubina do corpo e mantê-los em um nível aceitável, Areesha fica protegida de danos a longo prazo.

Contudo, o tratamento que toma metade de seus dias impede que ela tenha uma vida social saudável com crianças de sua idade.

Fonte R7

Pacientes com câncer de comunidade virtual promovem encontro

O Radioativos131, grupo de pacientes com câncer de tireoide que se comunica apenas pela internet, realizará o seu primeiro encontro no domingo (27), no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, às 9h30.

O evento ocorre durante a Semana Internacional de Conscientização da Tireoide, que vai de 21 a 27 de maio neste ano, e tem como objetivo alertar a população sobre as disfunções na glândula que regula o metabolismo.

Segundo comunicado, o grupo se reúne desde 2009 no site www.radioativos131.com.br, onde troca experiências sobre o câncer de tireoide, o tratamento e a vida após a doença. O grupo, composto, em sua maioria, por mulheres de 20 a 40 anos, já teve mais de 125 mil acessos.

Fonte R7

Garota de 400 kg precisa da ajuda de 30 pessoas para sair de casa

Reprodução/Daily MailA jovem de 19 anos Georgia Davis mobilizou trinta pessoas para retirá-la de sua casa, no País de Gales, no Reino Unido. A moça pesa 400kg e já foi considerada a adolescente mais gorda do Reino Unido em 2008. Ela teve uma emergência médica e precisou de socorro. O problema, no entanto, não foi divulgado pela família da garota.

Trinta pessoas ajudaram a retirá-la de sua residência. Na equipe estavam pedreiros, montadores de andaimes, bombeiros, policiais e paramédicos. O trabalho levou cerca de oito horas.

Algumas paredes de sua casa foram demolidas para conseguirem transportá-la até a ambulância, e iveram que construir uma ponte para a operação.

O motivo para a emergência médica não foi divulgado, mas acredita-se que ela sofra de diabetes, falhas respiratórias e problemas nos rins e na coluna.

Seu vizinho Jonathan Price declarou à imprensa que sua filha é amiga de Georgia no Facebook. "A última coisa que Georgia disse a Sophie era que ela tinha uma infecção no peito e nas costas, mas que estava otimista".

A mãe de Georgia disse que a garota sempre foi uma criança grande.Ela tentou perder peso em acampamentos de férias, mas não obteve sucesso.

Fonte R7

Brasil registra remédio que pode prevenir HIV

Truvada, que recebeu aval da agência sanitária dos EUA, foi registrado pela Anvisa

O remédio Truvada, que recebeu o aval da comissão consultora da agência sanitária dos EUA para ser usado na prevenção de infecção pelo HIV, foi registrado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O antirretroviral é produzido pela Gilead.

Isso não significa, porém, que a droga passará automaticamente a ser usada no Brasil para tratamento de pacientes com HIV ou indicada antes de relações sexuais desprotegidas com parceiros soropositivos ou com situação sorológica desconhecida.

?O governo precisa discutir qual estratégia será adotada para o medicamento e chamar a sociedade para esse debate?, diz Jorge Beloqui, do Grupo Incentivo à Vida de São Paulo.

No início do mês, uma comissão ligada ao FDA recomendou a indicação do uso da droga, uma combinação de tenofovir com emtricitabina na prevenção da aids. Isso permitiria que pessoas não contaminadas pudessem manter relações com soropositivos sem usar preservativo.

O remédio já é usado em vários países no tratamento de pacientes com aids. Se a autorização for concedida pelo FDA, a fabricante poderá também indicar o remédio para prevenir a infecção. O Departamento de DST Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde afirmou que o registro da Anvisa não vai modificar, no momento, a estratégia brasileira de combate à doença. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

Fonte R7