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terça-feira, 5 de junho de 2012

Estudo Britânico revela: Apetite sexual feminino é maior ao Sábado às 23h00

O pico do apetite sexual feminino ocorre aos sábados pelas 23h00, revela um estudo publicado na revista britânica, "Women's Health".

O estudo recolheu a opinião de mil mulheres do Reino Unido.

A explicação da hora e do dia escolhidos resulta de ser o momento em que a maior parte das mulheres não está a trabalhar.

Um trabalho anterior, publicado pela Escola de Economia e Ciência Política de Londres, na Inglaterra, indica que o melhor dia para a prática sexual é quinta-feira pela manhã. A explicação avançada é que os níveis de taxas de testosterona nos homens e de estrogénio nas mulheres ficam até cinco vezes mais elevadas ao início do dia.

Fonte Correio da Manhã

Portugal: Cortes vão gerar caos na saúde

O corte de serviços em 25 hospitais provocará o caos nos centros de saúde. Esta é a previsão do presidente de Associação de Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Santos, que critica, nomeadamente, o encerramento dos serviços de Medicina Interna, previsto para quatro hospitais. "Não consigo conceber hospitais a funcionar sem os médicos capazes de observar o doente como um todo", diz. Com o fecho de vários serviços hospitalares, aumentam as consultas nos centros de saúde.

O estudo da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) prevê o fecho de dezenas de serviços. O ministro da Saúde, Paulo Macedo, quer iniciar o processo de reorganização já em Julho. A reforma visa cortar parte dos 200 milhões de euros da despesa dos hospitais. "O estudo não indica uma previsão de impacto. A concentração de serviços representa uma agravamento dos custos de deslocação de doentes. A haver uma poupança nos hospitais, há um acréscimo de despesa nos centros de saúde", critica Mário Jorge Santos.

É no Centro e Norte que os cortes mais se vão fazer sentir. Em Ovar, fecham Medicina Interna e Cirurgia Geral com internamento. "Houve um investimento de 3 milhões de euros e seria um desperdício, até do ponto de vista financeiro, não rentabilizar os recursos. Qualquer dia encerramos o País e exportamos o povo", lamentou o presidente da Câmara Municipal, Manuel Oliveira.

Médio Tejo contesta decisão
Os presidentes das Câmaras de Torres Novas, António Rodrigues, e de Tomar, Carlos Carrão, contestam os cortes previstos para os três hospitais do Médio Tejo (Tomar, Torres Novas e Abrantes). "Esta proposta ignorou o reajustamento feito há dois meses em que a medicina interna passou de Tomar para Torres Novas. Agora pretende-se concentrá-la em Abrantes", disse António Rodrigues, acrescentando que "os doentes estão fartos de decisões que parecem brincadeira". Por sua vez, Carlos Carrão referiu que "há dois meses, a cirurgia programada do Médio Tejo foi toda concentrada em Tomar. Se agora querem acabar com esta valência, isso seria gravíssimo, é como esvaziar todo este hospital", lamentou.

Fonte Correio da Manhã

Portugal: Paulo Macedo: Estudo da ERS "está longe daquilo que é uma carta hospitalar"

O ministro da Saúde garantiu esta manhã, em Sintra, que o estudo desenvolvido pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS) é apenas “um contributo”, já que “está longe daquilo que é uma carta hospitalar”.

"O estudo da ERS é um contributo e, portanto, abrange seis especialidades que nestes meses foi aquilo que foi possível obter através de uma análise trabalhosa, com um grupo de especialistas alargado e de renome. Nesse sentido, é um contributo positivo. Agora, está longe daquilo que é uma carta hospitalar. É um contributo positivo, que vai ser tido em conta, agora não é a carta hospitalar sobre a qual depois podia haver uma decisão política. É apenas um passo intermédio nesse percurso", declarou Paulo Macedo, à margem do 53ª Encontro Anual do GIRP (Grupo Internacional da Distribuição Farmacêutica, em português), que decorre hoje e amanhã, numa unidade de hotelaria, em Sintra.

Realçando que é intenção do Governo levar o documento a discussão pública, e só numa fase posterior, entregá-lo às Administrações Regionais de Saúde (ARS), o responsável pela pasta da Saúde em Portugal garantiu que ainda não há nenhuma decisão política.

"Já vi pessoas a dizer que estão contra e a favor, títulos a dizer que vai fechar e vai abrir, quando não há qualquer decisão. O que foi entregue foi um contributo para um estudo conforme estava anunciado", frisou.

Relativamente às críticas relativas à concentração de serviços, Paulo Macedo considera que "esse é um movimento que é inequívoco".

"Agora será de certeza um movimento mais célere nas áreas de maior concentração hospitalar, designadamente Coimbra, Lisboa, do que noutras áreas. Portanto, temos que ver paulatinamente e serenamente no âmbito das ARS qual é a oferta global, e não apenas destas seis especialidades. Temos também que olhar para a referenciação, que é outro aspecto que é preciso contemplar. Não basta apenas esta parte da especialidade ‘per si', e é preciso ver qual é a viabilidade económica do que será esta proposta. Depois de todos estes aspectos estarem discutidos serão tomadas decisões políticas", declarou.

Sem se comprometer com prazos, o ministro da Saúde afiançou que "há coisas que são de tal maneira claras, já com o suporte das decisões que têm vindo a ser tomadas, como é o caso do Médio Tejo, da concentração das urgências de Coimbra ou o caso de Lisboa, que achamos que claramente há uma unanimidade onde é que há excesso de capacidade e onde há necessidades pontuais. Portanto aí iremos avançar".

"Em regiões muito específicas, em áreas onde não há esta concentração em termos de oferta, seremos muito mais cautelosos e ponderados. Iremos desenvolver esta carta hospitalar como um todo mas ao mesmo tempo iremos agir onde tenhamos uma base clara para essa acção. Não ficaremos imobilizados", garantiu.

Confrontado com o fecho das urgências do Hospital Particular de Lisboa, Paulo Macedo disse estar atento à situação mas que o caso em concreto só vem reforçar uma convicção do Governo.

"Tenho acompanhado em termos do que é a oferta privada e da sua evolução. As pessoas estão muito preocupadas com a transferência de doentes do público para o privado. Mas eu sempre disse que o que haverá naturalmente é uma parte de transferência de pessoas do privado para o público e não o contrário. Esse é mais um sinal de que o que nós dissemos se vai verificar e é para isso que o Serviço Nacional de Saúde tem que se preparar, para dar resposta a mais pessoas", concluiu.

Fonte Correio da Manhã

India: Aranhas gigantes atacam população

Os habitantes da vila indiana de Sadiya dizem ser vítimas de uma estranha invasão de aranhas gigantes, cuja espécie fora do normal é desconhecida dos especialistas locais

"Parece ser uma aranha agressiva, dotada de presas mais fortes do que a variedade normal de aranhas", explicou L.R. Saikia, cientista que foi ao local deste estranho acontecimento. Uma dezena de pessoas já foram hospitalizadas.

Fonte Correio da Manhã

Portugal: Vinho reduz risco de infecção por alimentos contaminados

A Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da Católica Porto tem vindo a realizar vários estudos que demonstram que o vinho constitui um factor de redução do risco associado a toxinfecções provocadas pela ingestão de alimentos contaminados.

A investigação em curso comprova que a viabilidade dos organismos infecciosos é fortemente afectada quando estes são directamente expostos à acção do vinho, devido às propriedades antimicrobianas presentes. Pressupõe-se, assim, que a ingestão moderada de vinho durante uma refeição pode contribuir para a diminuição – a níveis abaixo da dose mínima de infecção – do número de bactérias patogénicas presentes em alimentos contaminados.

No seguimento destas observações, a ESB tem vindo a avaliar este efeito em alimentos contaminados e em condições representativas do sistema gastrointestinal. Experiências realizadas in vitro com Listeria, Campylobacter jejuni e Bacillus cereus mostraram que a presença de vinho, a par da acção do suco gástrico, exerce um efeito de inactivação celular significativo e contribui para a diminuição do número de células viáveis destas bactérias patogénicas.

A taxa e a extensão da inactivação depende, no entanto, da matriz alimentar, devido ao conhecido papel de protecção microbiana conferido por certos componentes dos alimentos. Além disso, os mecanismos responsáveis pelo efeito antimicrobiano do vinho não estão completamente esclarecidos. Outros trabalhos mostram que este efeito resulta de uma combinação complexa de vários factores/componentes do vinho que actuam de forma sinérgica.

Fonte Destak