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domingo, 10 de junho de 2012

Sete exames para fazer no seu bebê antes de deixar a maternidade

Teste do pezinho e outros exames fazem diagnóstico precoce e otimizam tratamentos

Cuidados relacionados à prevenção não só livram você de muitas doenças como aumentam as chances de sucesso de um eventual tratamento nos casos em que, pela genética ou fatores ambientais, os cuidados não foram suficientes para afastar um problema de saúde. No caso de um recém-nascido, as precauções começam antes mesmo de deixar a maternidade - quanto mais cedo melhor, porque um diagnóstico preocupante tem mais chances de ser revertido. O teste do pezinho e a tipagem sanguínea são exemplos de exames que ajudam bastante os especialistas a identificarem doenças que exigem reação urgente.

No Dia Nacional do Teste do Pezinho, ocorrido em 6 de maio, veja sete exames importantes, ainda que nem sempre obrigatórios ou oferecidos pela rede pública de saúde, que são recomendados para o recém-nascido. A pediatra Rejane Silva Cavalcante, do departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBD), e o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, neonatologista do Hospital Albert Einstein explicam quais são eles e como funcionam.

Teste do pezinho - Foto Getty Images1. Teste do pezinho básico

O que diagnostica: fenilcetonúria (deficiência no metabolismo de determinada proteína que pode levar ao retardo mental), hipotireoidismo congênito (deficiência na produção de hormônios da tireoide que pode afetar o desenvolvimento da criança ou levar ao retardo mental), fibrose cística (doença hereditária que pode gerar acúmulo de muco nos pulmões e no pâncreas, podendo levar à morte), hemoglobinopatias (doenças de sangue, como a anemia falciforme)

Quando deve ser feito: 48 horas após o nascimento

Como é feito: por meio da coleta de sangue do calcanhar (pela praticidade) ou da veia do bebê. Ele precisa ter sido amamentado antes do exame, pois o leite materno deixa problemas metabólicos do organismo mais evidentes.

Disponibilidade: obrigatório e realizado gratuitamente pela rede pública de saúde

Teste do pezinho ampliado - Foto Getty Images2. Teste do pezinho ampliado

O que diagnostica: mais de 30 doenças, desde problemas genéticos e metabólicos até doenças infecciosas como a toxoplasmose

Quando deve ser feito: 48 horas após o nascimento

Como é feito: por meio da coleta de sangue do calcanhar ou da veia do bebê. Ele precisa ter sido amamentado antes do exame, pois o leite materno deixa problemas metabólicos do organismo mais evidentes

Disponibilidade: não obrigatório e não oferecido pela rede pública de saúde, mas pode ser solicitado na maternidade

Tipagem sanguínea - Foto Getty Images3. Tipagem sanguínea

O que diagnostica: tipo sanguíneo para o caso de emergências médicas

Quando deve ser feito: 48 horas após o nascimento

Como é feito: a coleta pode ser feita do bebê ou, em alguns casos, até da placenta

Disponibilidade: obrigatório e realizado gratuitamente pela rede pública de saúde

Teste da orelhinha - Foto Getty Images4. Teste da orelhinha

O que diagnostica: surdez

Quando deve ser feito: ainda na maternidade

Como é feito: o pediatra coloca um aparelho similar a um fone de ouvido na criança ligado a um equipamento que produz estímulos inaudíveis que identificam traços de surdez.

Disponibilidade: obrigatório e realizado gratuitamente pela rede pública de saúde

Teste do olhinho - Foto Getty Images5. Teste do olhinho

O que diagnostica: alterações oculares, como a catarata, que podem levar à cegueira

Quando deve ser feito: na primeira semana de vida

Como é feito: um feixe de luz é direcionado nos olhos da criança. Se eles forem saudáveis, emitirão uma cor avermelhada e contínua

Disponibilidade: não é obrigatório, mas deve ser solicitado. Oferecido pela rede pública, mas realizado obrigatoriamente apenas em algumas cidades

Teste do coraçãozinho - Foto Getty Images6. Teste do coraçãozinho

O que diagnostica: doenças cardíacas, como defeitos nas válvulas do coração

Quando deve ser feito: ainda na maternidade

Como é feito: um aparelho de pressão chamado oxímetro é colocado em dois membros do bebê para avaliar a oxigenação do sangue. Se o equipamento apontar diferença entre um e outro, a criança pode ter algum problema cardíaco e, assim, outros exames são solicitados

Disponibilidade: não é obrigatório, mas deve ser solicitado. Algumas redes públicas realizam o exame gratuitamente

Teste do quadril - Foto Getty Images7. Teste do quadril

O que diagnostica: problemas no quadril, como encurtamento do membro e osteartrose precoce, que destrói a cartilagem que reveste o osso

Quando deve ser feito: ainda na maternidade

Como é feito: o pediatra movimenta as pernas e o quadril do bebê com técnicas da chamada Manobra Ortolani. Se perceber algum problema, solicita outros exames

Disponibilidade: não é obrigatório, mas deve ser solicitado. Oferecido pela rede pública, mas realizado obrigatoriamente apenas em algumas cidades

Fonte Minha Vida

Antes de viajar, apronte a caixa de primeiros socorros

Veja o que levar para se prevenir contra os apuros longe da farmácia

Calça, blusa, biquíni, sapatos, colares, meias: a lista indica que, desta vez, você não esqueceu nada e vai conseguir curtir a viagem de férias sem muitas complicações. Mas existe um item que precisa estar incluso na sua mala de viagem e que, quase sempre, é deixado para trás. A caixinha de primeiros socorros pode garantir muito mais do que férias tranquilas e alegres, é ela uma das responsáveis por deixar sua saúde em ordem.

E se você já enfrentou um dor de cabeça enorme pela falta de um simples remédio durante uma viagem de final de ano, precisa conferir os itens que não podem ficar de fora do sei kit de emergências.

Comece pelos remédios diários
Antes de partir para os curativos e pomadas, lembre-se dos remédios que fazem parte do seu dia-a-dia. Eles devem ser os primeiros a ganharem um espaço na sua caixinha. Nesse grupo entram os anticoncepcionais, remédios para hipertensão, diabetes e outros comprimidos já receitados pelo especialista. E não se esqueça de conferir quantos comprimidos você vai precisar durante a viagem, evitado imprevistos caso eles acabem antes da hora.

Analgésicos
Já pensou em passar parte da sua viagem com um daquelas dores chatas que tiram qualquer um do sério? É por isso que os analgésicos precisam estar presentes na sua caixinha de primeiros socorros. Mas é preciso cuidado na hora de escolher qual colocar na maleta. A opção certa é aquela recomendada pelo seu médico e qualquer idéia de automedicação deve ser excluída do seu repertório. O seu remédio habitual contra enjôo também deve constar na maleta. O exagero nos brindes pode ter consequências desagradáveis e é melhor estar preparado para elas.

Os curativos
Tombos, arranhões e pequenos cortes são comuns durante as viagens. Um curativo feito logo após o machucado evita complicações, como a formação de inchaços e de pus. Para isso, leve com você gaze, esparadrapo, água oxigenada, anti-séptico e band-aid.

Cuidados com a pele
Se você está no grupo que não consegue passar uma viagem sem aquelas marcas horríveis de picada de inseto, aposte nos repelentes e nas pomadas que acabam com a coceira (desde que elas tenha sido indicadas pelo seu médico em outra situação parecida). Os protetores solares também não podem faltar na sua bagagem, além de um bom hidratante para acalmar a pele após um dia de curtição no sol.

Crianças
Quem sai com elas precisa estar prevenido. A primeira medida é levar com você os medicamentos que o pediatra costuma recomendar. Mas, notando qualquer reação estranha, não deixe de buscar ajuda médica, como recomenda o pediatra e diretor da FACIS, Carlos Brunini. "Não é recomendável a automedicação em crianças, pois a família não sabe interpretar os sintomas e pode até dar algum remédio indevido. Um antitérmico pode aliviar uma febre, por exemplo. Mas o remédio não resolve uma infecção, só mascara". Acidentes simples, no entanto, pedem solução rápida. Contra eles, aposte nas dicas do pediatra do Hospital Copa D Or, Grant Carvalho:


- Gazes hidrófilas esterilizadas
- Vendas e compressas de diferentes tamanhos
- Esparadrapo antialérgico
- Solução anti-séptica (água oxigenada)
- Álcool ou outro desinfetante
- Luvas de látex ou vinil (vários pares)
- Creme para queimaduras ou gazes esterilizadas
- Creme para picadas de insetos
- Pinças de sobrancelha (para retirar fiapos de madeira, por exemplo)
- Tesoura - Lanterna (com pilhas ou bateria extra)
- Caixa metálica ou plástica

Grant Carvalho também ressalta que para crianças maiores outros cuidados podem ser adicionados a lista. "Os bebês, geralmente, precisam de remédio para cólica e as crianças necessitam de remédio para enjôo no carro", diz o médico.

Fonte Minha Vida

Garota com tumor gigante no cérebro é salva por passeio na montanha-russa

tumorBrinquedo ajudou a redistribuir líquido retido no cérebro diminuindo pressão no crânio

Emma Basset, de 20 anos, de Twickenham, de Londres, se recuperou milagrosamente de um tumor gigante no cérebro, após um passeio em uma montanha-russa, no Parque Thorpe.

Os médicos disseram que ela tinha sobrevivido à doença, porque durante o passeio no brinquedo, o líquido que ficou retido no cérebro, por causa do tumor, foi redistribuído diminuindo a pressão sobre o crânio e dando-lhe mais algumas horas de vida.

Aos doze anos, foi diagnosticada a doença na garota devido aos sintomas que ela vinha sentindo, como fortes dores de cabeça e tonturas. Isso causou uma retenção do líquido no cérebro.

Após o passeio na montanha-russa, Emma ganhou mais tempo de vida e, assim, os médicos do Hospital St. George puderam realizar uma operação para a retirada do tumor e outra para a retirada do líquido.

A garota teve que aprender a falar, andar e até comer de novo, mas depois de sete anos, com o apoio de sua família, nota-se que sua recuperação foi um sucesso.

Fonte R7

Antidepressivo pode reduzir avanço de tumores

Pesquisadores taiwaneses fizeram cobaias viverem mais com Mirtazipine

Uma equipe de pesquisadores taiwaneses descobriu que o antidepressivo Mirtazipine pode reduzir o avanço de tumores de câncer colorretal, afirmou nesta quinta-feira o diretor do projeto, Fang Chun-kai, do Hospital Mackay de Taipé.

— No estudo, as cobaias que foram tratadas com Mirtazipine viveram 67 dias em média, enquanto as que não receberam medicamentos só viveram 43 dias.

Segundo o pesquisador, este remédio não cura o câncer, mas desacelera seu crescimento. O médico iniciou essa pesquisa após constatar que os pacientes com câncer colorretal que eram submetidos ao tratamento contra depressão com Mirtazipine apresentavam um atraso no crescimento tumoral.

O professor de radiologia da Universidade Yang Ming John J.J. Hwang explicou que agora vão realizar o estudo em outros tipos de câncer. Os resultados da pesquisa serão publicados neste mês na revista científica "Public Library of Science One":

— Este medicamento melhora o sistema imunológico, eleva os níveis de serotonina e reduz o fator de necrose nos tumores.

Fonte R7

Digestão faz arroz engordar mais do que o macarrão

Massa tem baixo nível glicêmico e leva mais tempo para ser digerido

Não há mais dúvidas: o macarrão engorda menos do que o arroz branco. Além disso, os benefícios do alimento superam os do grão e do pão.

Isso porque o macarrão tem baixo nível glicêmico. Dessa forma, leva mais tempo para ser digerido pelo organismo, aumentando a sensação de saciedade.

Apesar de ser um prato tradicional na culinária italiana, o macarrão foi inventado pelos árabes.

O alimento chegou à Itália graças a eles que circularam pela Sicília e península Ibérica durante a Idade Média.

Na fórmula do macarrão também existe uma baixa concentração de sódio, gordura e colesterol. Ele também é rica fonte de carboidrato, elemento essencial para produzir energia para o dia a dia.

O consumo da massa também beneficia o cérebro ao reabastecer as suas reservas de energia.

O macarrão facilita a captação do triptofano, um precursor da serotonina que está ligado às sensações de calma e bem-estar.

Consumido com molho de tomate, ele é menos calórico do que o arroz. Em 110 g, um prato de macarrão chega a ter 122 calorias, contra 138 do arroz na mesma proporção.

Fonte R7