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sexta-feira, 29 de junho de 2012

UFPI abre processo seletivo

A Universidade Federal do Piauí (UFPI) publicou edital N° 09/2012 para realização de processo seletivo destinado a contratação de 01 Professor Temporário por um período de até 06 meses, podendo renovar por mais 06 meses em Regime de Tempo Parcial TP-20 (20 horas semanais).
Os vencimentos variam de R$ 1.536,46 para Professor Auxiliar e de R$ 1.993,04 para Assistente.
As inscrições, nos valores de R$ 38,41 e R$ 49,82, poderão ser realizadas pessoalmente, por procuração ou pelos correios no horário das 08h00min às 11h30min e das 14h00min às 17h30min no Departamento de Bioquímica e Farmacologia, no SG-08, no Campus Universitário, no período de 02 e 03 de julho de 2012.
O certame será constituído de prova didática, títulos e avaliação do Curriculum vitae.
O resultado da Prova da Didática, Resultado Final e a Relação dos Candidatos Aprovados e Classificados serão publicados no Sítio Eletrônico da UFPI.

Concurso Hospital Regional Sul (SP)

O Hospital Regional Sul, no Estado de São Paulo, oferece várias vagas para médicos. A remuneração varia de R$ 1.117,58 e R$ 1.862,64.

O Hospital Regional Sul, no Estado de São Paulo, publicou os editais N°s 061 e 062/2012 de concurso público para o preenchimento de 08 vagas de Médicos nas especialidades de Clínica Médica e Cirurgião Geral. A remuneração varia de R$ 1.117,58 e R$ 1862,64.
Para concorrer o candidato deverá ter formação em curso Superior de Medicina, registro no conselho profissional, residência médica na área ou título de especialista e experiência profissional.
Os interessados deverão preencher a ficha de inscrição disponível no site www.saude.sp.gov.br e entregá-la entre os dias 5 e 19 de julho de 2012, no Serviço de Recursos Humanos, Seção de Recrutamento e Seleção, na Ria General Roberto Alves de Carvalho Filho, nº. 277, Santo Amaro, São Paulo, das 10h às 16h.
O candidato poderá preencher a ficha de inscrição pelo site www.saude.sp.gov.br ou retirá-la na unidade.
A seleção dos candidatos constará de prova de conhecimentos específicos, prevista para serem aplicada no dia 29 de julho de 2012, em locais e horários a serem definidos e divulgados com antecedência.

Tratamento com residentes é tão seguro e eficaz quanto com médicos experientes

Pesquisa revela que atendimento é de igual qualidade, especialmente entre aqueles que trabalham com uma equipe mais qualificada

A assistência de médicos residentes aos pacientes é tão eficaz quanto a de profissionais de saúde altamente qualificados. É o que revela pesquisa publicada na revista BioMed Central Medicine.

A pesquisa sugere que o atendimento por residentes é seguro e de igual qualidade, especialmente entre aqueles cuja inexperiência foi equilibrada com o ensino por uma equipe mais qualificada.

Os médicos residentes são uma parte essencial da força de trabalho hospitalar. Embora ainda em formação, eles cuidam de grande parte do cuidado aos pacientes. Segundo os pesquisadores, a residência médica é uma parte essencial da educação de médicos depois que eles saem da universidade.

Para o trabalho, os pesquisadores das universidades de Amsterdã e da Califórnia recolheram quase 100 artigos publicados entre 2004 e 2011, todos relacionados com treinamento de residência, formação pós-graduada e tratamento do paciente.

A maioria dos estudos incluídos na revisão sistemática mostrou que a assistência ao paciente é segura e de igual qualidade à de médicos altamente qualificados, quando entregue por residentes, especialmente aqueles cuja inexperiência foi equilibrada com o ensino por pessoal mais experiente.

Uma minoria dos dados mostrou resultados negativos para os pacientes, no entanto, vários estudos descobriram que a saúde dos pacientes melhorou ao longo do período de residência.

"Para todos os residentes, uma adequada supervisão e avaliação mais o tempo extra para executar operações, é essencial para manter a assistência ao paciente", afirma a líder da pesquisa Renée van der Leeuw.


Fonte isaude.net

Substância tóxica encontrada em planta do Mediterrâneo mata células do câncer

Droga experimental à base de tapsigargina eliminou tumores em camundongos sem causar efeitos colaterais

Uma substância química tóxica encontrada em uma planta do Mediterrâneo pode ser a base de uma nova droga capaz de tratar o câncer.

A pesquisa, descrita na revista Science Translational Medicine, mostra que a planta Thapsia garganicacontém tapsigargina, um produto químico extremamente tóxico que mata as células cancerosas.

A substância trabalha bloqueando uma proteína chamada SERCA, que ajuda as células a controlar seus níveis internos de cálcio. Isso torna a tapsigargina tóxica para ambas as células em divisão e aquelas em período de repouso, ao contrário das drogas atuais contra o câncer que têm como alvo apenas as células que estão se dividindo rapidamente.

Em teoria, isso significa que medicamentos à base de tapsigargina poderiam atacar cânceres de crescimento lento assim como as células-tronco cancerosas que são resistentes aos tratamentos e que ativam a progressão da doença.

Para o trabalho, pesquisadores da Johns Hopkins University School of Medicine demonstraram que uma droga experimental baseada em tapsigargina é capaz de tratar tumores em camundongos e parece ser relativamente não tóxica.

Para criar a droga experimental, Samuel R. Denmeade e seus colegas modificaram tapsigargina por meio de uma ligação com uma molécula à base de proteínas chamada peptídeo, eliminando sua toxicidade.

O peptídeo é concebido para ser removido por uma segunda proteína, conhecida como PSMA, encontrada em concentrações elevadas na superfície de muitos tipos diferentes de câncer.

Isto significa que, quando o peptídeo ligado a thiapsigargin entra em contato com as células cancerosas com PSMA, ele é removido e thiapsigargin mata as células de forma imediata.

A abordagem pode ser útil para o uso conjunto com outros tratamentos, no entanto, os pesquisadores ressaltam que ela ainda precisa ser testada em ensaios clínicos de grande porte.

A técnica está atualmente sendo testada em 28 pacientes nos Estados Unidos que têm câncer avançado, para saber mais sobre sua toxicidade. Estudos mais amplos vão ser planejados, caso este seja bem sucedido.

Fonte isaude.net

Passar muito tempo em pé durante a gravidez retarda crescimento do feto

Pesquisa mostra que mulheres que ficam a maioria do tempo de pé no trabalho têm bebês com cabeças menores do que a média

Passar muito tempo em pé durante a gravidez pode retardar crescimento do feto. É o que mostra estudo de pesquisadores do Erasmus Medical Center, na Holanda.

Os resultados, publicados no jornal Occupational and Environmental Medicine, sugerem que mulheres que ficaram a maioria do tempo de pé no trabalho tiveram bebês cujas cabeças foram em torno de 1 centímetro menor do que a média. Isto não afetou a saúde dos bebês no nascimento.

Para o trabalho, a equipe seguiu 4.680 mães durante a gravidez entre 2002 e 2006 na Holanda. Cerca de quatro em cada dez dessas mulheres tinham emprego onde passavam cerca de oito horas em pé.

Segundo os pesquisadores, o estudo mostra que o trabalho físico pesado pode ter um pequeno efeito sobre o crescimento fetal, mas não sobre a saúde dos bebês a curto prazo.

No entanto, eles ressaltam que para saber se isso tem algum impacto sobre o desenvolvimento infantil é preciso um acompanhamento.

Os pesquisadores acreditam que o trabalho físico pesado reduz o fluxo sanguíneo para o útero e a placenta, limitando assim a disponibilidade de oxigênio e nutrientes para o feto.

O líder da pesquisa, Alex Burdorf, espera que a pesquisa possa ajudar as mulheres que trabalham. "Se as mulheres trabalham por longas horas, elas talvez devam pensar em reduzir este período no último trimestre da gravidez", afirma o pesquisador.

Fonte isaude.net