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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Conheça os exames que ajudam a deixar seu coração em ordem

Fazer "check up" periodicamente garante a manutenção da saúde

Hoje os métodos diagnósticos em cardiologia evoluíram e se multiplicaram, sendo que a população e até alguns médicos desconhecem como são realizados e suas indicações. Não raro o paciente evita determinados exames por um medo do desconhecido. Ou perde noites de sono após informações truncadas de amigos, vizinhos e outros "especialistas em desinformação". Aqui vou descrever como são realizados alguns exames mais comuns, bem como os riscos e indicações. Para qualquer exame, traga sempre copia de seus exames mais recentes, da receita médica e da solicitação do exame.

Eletrocardiograma: A pessoa fica deitada em uma cama. São posicionados eletrodos (colados na pele com um tipo de adesivo ou com sucção). Geralmente um em cada membro e seis no tórax. Serve para avaliar a parte elétrica do coração, e algumas vezes isso fornece pistas sobre o formato do coração e algumas doenças. É possível ver o ritmo, frequência dos batimentos e o trajeto que o impulso elétrico faz dentro do coração.

Ecocardiograma transtorácico: A pessoa fica deitada em uma cama, e pode ser solicitado que mude um pouco de posição durante o exame (deitado de lado, respirar fundo, etc). O aparelho de ultrassom (sim, é um ultrassom do coração!) encosta na pele e com isso é possível desenhar o órgão na tela do computador. Também é possível medir a velocidade do sangue, e como ele se movimenta através das válvulas. Outra utilidade é ver como o coração contrai e relaxa. Em resumo, é uma avaliação da anatomia do coração.

Ecocardiograma transesofágico: Em princípio é igual ao Ecocardiograma trastorácico. Mas ele é feito através de um dispositivo que parece um aparelho de endoscopia. Esse "tubo" entra pela boca e vai até próximo do estômago. Serve para ver o coração mais de perto. Geralmente é usado para ver os átrios (uma parte do coração) em busca de coágulos de sangue. Costuma ser realizado sob sedação salvo situações excepcionais. Geralmente o paciente que internou para este exame recebe alta no mesmo dia após se recuperar da sedação. É necessário jejum de pelo menos 6 horas, mas depende de cada serviço. Recomenda-se levar acompanhante.

Teste ergométrico: O teste de esforço pode ser realizado em esteira ou bicicleta. Serve para provocar o esforço físico máximo em um ambiente supervisionado, onde é possível medir a pressão arterial e ler o ECG durante todo o exame. É um dos mais antigos e sensíveis métodos para investigar arritmias induzidas pelo esforço e doença de coronárias, com baixo risco e grande aplicação prática.

Cintilografia do miocárdio: Geralmente o paciente deve evitar certos alimentos (chocolate, café, chá, cafeína) e algumas medicações (checar com seu médico) pelo menos 48 horas antes do exame. É um exame onde o paciente recebe material radioativo especialmente tratado para aderir ao músculo do coração (miocárdio). Ele é injetado em repouso e durante esforço físico (O esforço pode ser com esteira, bicicleta ou com medicações), chegando ao coração através das coronárias. Assim, o material radioativo "pinta" as áreas com fluxo normal de sangue e deixa "não pintada" qualquer área onde o fluxo seja insuficiente. Assim podemos ver onde o miocárdio está em sofrimento (isquemia). Podemos ver se isso acontece só no esforço físico ou se acontece também sem fazer esforço. Costuma a durar pelo menos 6 horas, sugiro trazer acompanhante.

Holter 24 horas: É um eletrocardiograma que dura 24horas. São colados eletrodos no tórax da pessoa, que por sua vez são conectados a uma caixa semelhante a um toca-fitas. A pessoa deve carregar essa caixa por 24 horas e devolve-la ao termino do exame. Deve manter a rotina do dia-a-dia, fazer as atividades que geralmente faz e se possível, reproduzir as ocasiões que provocam os sintomas. A idéia é fazer um eletrocardiograma durante o dia todo, em busca de arritmias. Tome banho antes do exame, pois ficará 24 horas com o aparelho sem poder retirá-lo. Anote minuciosamente no diário tudo que fizer durante o dia.

MAPA: É um aparelho muito semelhante ao Holter, mas em vez de eletrocardiograma, ele mede a pressão arterial por 24 horas. Serve em especial para analisar pressão arterial que varia muito ao longo do dia. Também é importante manter a rotina o mais próximo do normal (trabalho e lazer).

Cateterismo(Cineangiocoronariografia): O paciente fica deitado em uma sala especial. Os pêlos da região da virilha são raspados e a área em torno fica coberta por material estéril para evitar infecções. Pela artéria femural sobe um cateter (tubo muito fino) até o coração, e por ali é injetado contraste com iodo. O contraste vai "desenhar" as coronárias por dentro, e mostrar qualquer anormalidade no trajeto do sangue com uso de raios-X. O risco de complicações fica em torno de 1%. Pacientes devem trazer acompanhante para o exame. Pessoas com alergia a Iodo ou frutos do mar ou em uso de anticoagulantes devem avisar ao médico. Dura em torno de 1h, e o paciente recebe alta geralmente após 4 a 6 horas do final do exame.

Estudo Eletrofisiológico: Semelhante ao cateterismo, com cateteres diferentes e geralmente sem uso de contraste. Mas o objetivo deste exame é localizar e se necessário cauterizar focos de arritmia(através de ablação). Os riscos ficam em torno de 2%. A duração é variável, em torno de 2 a 3 h. Exames mais longos podem ser realizados com anestesia, mas geralmente sedação leve ou anestesia local são suficientes. Pacientes devem trazer acompanhante para o exame. O paciente geralmente recebe alta no dia seguinte ou menos frequentemente após 6 horas do fim do exame.

Tomografia e ressonância do coração: São feitas da mesma forma que para outras partes do corpo. As máquinas são mais novas, com melhor definição. Permite avaliar coronárias , através de contraste com iodo e raios X (tomografia) ou forma do coração e função (tomografia e ressonância). A ressonância tem a vantagem de não usar iodo ou radiação, mas não permite objetos de metal próximo a ela (Marcapassos, próteses e outros), limitando seu uso a alguns pacientes. Como são métodos recentes, suas indicações são em casos bem específicos.

Fonte Minha Vida

Pessoas saudáveis são as principais vítimas da gripe A

Lista que chegou a 29 mortes na quinta-feira inclui principalmente população fora dos grupos de risco

Pessoas saudáveis, de 20 a 50 anos e que não foram vacinadas estão entre as vítimas mais frequentes do vírus H1N1 na lista divulgada na quinta-feira com os 29 gaúchos que já morreram neste ano devido à gripe A — seis a mais do que no começo da semana.

Os dados divulgados pela Secretaria Estadual da Saúde revelam ainda que o registro de óbitos vem aumentando. Enquanto se esgotam os estoques de vacina em municípios como Porto Alegre, as autoridades apostam na prevenção e no tratamento com antiviral para conter o avanço da doença.

Os números atestam que a menor cobertura vacinal este ano, em comparação com a primeira imunização realizada em 2010, tem sido um fator fundamental para determinar o perfil de quem morre devido ao vírus.

Das vítimas verificadas até quinta-feira, 82% se encontravam no perfil etário excluído da campanha nacional de vacinação — que visou apenas aos menores de dois anos e aos idosos com 60 ou mais. Ser saudável não é compensação suficiente: 62% dos mortos não apresentavam complicações crônicas de saúde.

— Está morrendo quem não foi vacinado. O perfil de idade é de quem estava na faixa etária desprotegida, o que mostra que a política ideal teria sido ampliar a vacinação — observa o chefe do serviço de Infectologia do Hospital Conceição, Breno Riegel Santos.

O impacto geográfico do vírus se concentra, até o momento, na região das Missões, onde houve seis mortes — seguida pela Grande Porto Alegre e pela Fronteira Oeste.

Embora ainda esteja distante do patamar de 2009, quando matou 297 gaúchos, a gripe segue com tendência de intensificação. O relatório demonstra que, desde o registro do primeiro caso, em 5 de junho, a cada semana a quantidade de vítimas vem aumentando.

Em 2010, foram mais de 5 milhões de doses da vacina
A chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual da Saúde, Marilina Bercini, avalia que a estratégia de vacinação foi a possível dada a quantidade de 2,9 milhões de doses conseguidas. Em 2010, foram mais de 5 milhões.

— Infelizmente, essas mortes ocorreram, mas poderíamos ter muito mais se não vacinássemos os mais vulneráveis — avalia a especialista.

Na Capital, está encerrada a campanha de vacinação. Os postos de saúde têm agora apenas a reserva de vacinas necessária para aplicar a segunda dose em crianças de seis meses a dois anos.

— Agora, não temos previsão de que sejam enviados novos lotes, porque não há mais estoques — afirma o coordenador da Vigilância em Saúde de Porto Alegre, José Carlos Sangiovanni.

Sangiovanni diz que a política agora é de concentrar esforços na prevenção e na aplicação do antiviral Tamiflu nos casos suspeitos para evitar complicações. Segundo ele, há estoque suficiente do medicamento na rede pública.


Cruz Alta foca nos pequenos

Roberto Witter
Enquanto se multiplicam casos de gripe A no Estado, os municípios investem em prevenção. Em Cruz Alta, a secretaria municipal de Saúde iniciou na quinta-feira a distribuição de 20 mil doses extras da vacina. Alunos de escolas de educação infantil do município, públicas e privadas, são prioridade até esta sexta.

Na Escola Municipal Nadir Ardenghi, a vacina foi feita em sete dos 31 alunos. Segundo a diretora Márcia Sório, a frequência caiu 50% nos últimos dias. O frio foi determinante.

— Pais que têm com quem deixar as crianças não estão trazendo para a escolinha — conta Sório.

No sábado, a campanha será aberta a crianças entre zero e três anos de idade, no Centro de Saúde da Mulher e da Criança, e para a população em geral, na sede da secretaria municipal da Saúde. O atendimento será entre 8h e 18h, podendo ser estendido até 20h.

Fonte Zero Hora

Sem diagnóstico de gripe A, empresário percorreu 400 quilômetros até morrer em razão da doença

Jorge Luís Gomes Pereira, 54 anos, passou uma semana com sintomas do H1N1, mas nenhum médico receitou Tamiflu

O mal-estar começou aí por 17 de junho, com uma coriza que não passava e dor de cabeça. O empresário Jorge Luís Gomes Pereira, 54 anos, achou que era uma gripe passageira. Acordou mal no domingo, tonto.

— Ele até queria tomar remédio, mas não deixei, porque tinha tomado vinho. Após algumas horas, pedi que fosse ao médico — recorda a mulher, Tânia Maria.

Como tossia sem parar, Pereira foi ao hospital e, no pronto-atendimento, receitaram xarope e um antibiótico. Dono de uma fábrica de móveis em Roca Sales, morador de Encantado, ele continuou tossindo, mas achou que tudo ia passar, tanto que não alterou muito a rotina. Porém, nada da tosse passar. Era a gripe A, mas nem ele, nem a mulher, desconfiaram.

Tânia também desenvolveu os mesmos sintomas. O médico recomendou medicação diferente da do seu marido. Receitou uma injeção de benzetacil, que foi aplicada. Como na segunda-feira ela continuava com febre, aplicou uma nova injeção, de novalgina. A febre cedeu. Enquanto isso, Pereira continuava febril, mas em pleno trabalho.

Na quarta-feira começou uma dor no peito de Pereira. Mau sinal, pensou Tânia, ao lembrar que o marido tinha histórico de problemas cardíacos e pressão alta. Os médicos realizaram radiografias e afastaram a hipótese de infarto.

A dor no peito era mesmo causada por tosse. Diagnosticaram pneumonia generalizada e Pereira acabou internado no Hospital Beneficente Santa Terezinha, em Encantado. Ali passou a quinta-feira com pressão baixa, suor frio, sem reagir aos medicamentos. Tânia diz que suspeitou de gripe A, mas nenhum médico recomendou tomar Tamiflu, estranha ela.

Ante a apatia de Pereira, os médicos decidiram que era hora de UTI. Onde? Após uma série de telefonemas para a Central de Regulação de Leitos da Secretaria Estadual de Saúde, ficou evidente que não havia vagas nas proximidades.

A única opção que surgiu foi Rosário do Sul, a 412 quilômetros de Encantado. E para lá foi o doente, numa UTI Móvel cedida pela prefeitura de Santa Cruz do Sul. A viagem começou às 10h de sexta, 22 de junho.

Pereira desembarcou de maca no hospital Nossa Senhora Auxiliadora, em Rosário, por volta das 14h daquele dia, muito mal. A madrugada foi de tensão. Ao amanhecer, como a dificuldade de respirar continuava, Pereira foi entubado, para receber medicação e alimentos.

Durante a intubação teve a primeira parada cardíaca. Foi ressuscitado. Ao longo do sábado, seu coração parou mais três vezes. Na última, não resistiu. Morreu na tarde de sábado, 24. Dias depois um exame confirmou que era mesmo gripe A.

Desde então Tânia é um poço de dúvidas. O que fazer dos negócios? Como ajudar as filhas? E, sobretudo, por que o marido morreu tão subitamente? Ela diz que ninguém da família foi vacinado contra a gripe A, nem Pereira, até porque não estavam na idade em que a vacinação se torna gratuita.

Segundo um estudo, Vale do Taquari precisa de 55 leitos

O secretário municipal de Saúde de Encantado, Marino Deves, admite que a UTI é necessária no município, mas desconfia que, talvez, nem ela conseguisse salvar Pereira.

A região do Vale do Taquari precisa de 55 leitos de UTI, segundo um estudo. Existem hoje 31, entre Lajeado e Estrela, sempre ocupados. A Secretaria Estadual de Saúde informa que a vaga foi conseguida de forma rápida, mesmo que longe.

A solicitação para o quadro de “insuficiência de ventilação” (falta de ar) no paciente Jorge Pereira foi recebida por volta de 2h de 22 de junho. Às 3h35min foi encontrada vaga, no Hospital Auxiliadora, de Rosário do Sul. Não havia vaga em UTI com aparelhagem necessária em cidades mais próximas, superlotadas pelas doenças respiratórias de inverno.

Principais sintomas da gripe A:
- Tosse e espirros

- Fortes dores no corpo, na cabeça e na garganta

- Febre alta,acima de 38°C

- Pode haver náuseas, vômitos e diarreia

- Falta de ar

Para prevenir a contaminação, é aconselhado:
- Higienizar as mãos com frequência, principalmente após tossir ou espirrar

- Utilizar lenço descartável para higiene nasal

- Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir

- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca

- Não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal

- Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social

- Reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possível, ambientes com aglomeração

- Ventilar os ambientes

Fonte Zero Hora

Entenda as principais causas da amnésia

Perda de memória compromete seriamente a interação social

Imagine acordar em um lugar desconhecido e não ter a menor ideia de como foi parar lá, estar cercado de pessoas completamente desconhecidas e receber a notícia de que são a sua família, não conhecer sua história, seus planos, seus erros e acertos antigos. O nome desse cenário é amnésia.

O neurologista Leandro Tele explica que a amnésia é a perda parcial ou total das memórias já adquiridas ou a incapacidade de fixar novas memórias e pode impedir qualquer forma de vida social com qualidade, dependendo da gravidade.

Há basicamente dois tipos de Amnésia, a anterógrada e a retrógrada. A primeira é o tipo mais comum, quando o paciente passa por um problema físico e a partir dele passa a não fixar mais nenhum evento. Já a segunda pode acontecer devido a algum problema de saúde, e a pessoa esquece fatos anteriores ao evento.

O tratamento se dá por métodos comportamentais, com a utilização de lembretes, agendas e alarmes para a pessoa depender menos da capacidade cerebral de recordação, ou por medicamentos, que podem auxiliar no processo de memorização.

— O efeito é parcial e geralmente usado para causas degenerativas, como a doença de Alzheimer — comenta Tele.

O médico enumera as principais causas da amnésia, veja quais são:
:: Trauma — é uma causa importante de amnésia, tanto anterógrada, como retrógada. Ocorre por lesão direta em uma região chamada de lobos temporais.

:: Alcoolismo — causa amnésia por lesão direta do álcool e por carência de vitamina B1.

:: Amnésia Global Transitória — doença de causa ainda desconhecida. O paciente de repente para de fixar novas memórias, parece confuso. O quadro passa sozinho completamente dentro de algumas horas. Os exames são todos normais. Geralmente o quadro não volta a ocorrer.

:: Doenças degenerativas — caso da doença de Alzheimer. O paciente lembra do passado, mas tem dificuldade em fixar novas memórias.

:: Psicológica — após um estresse intenso, o paciente pode esquecer de parte de suas memórias ou mesmo de todas elas. O quadro geralmente é transitório.

Fonte Zero Hora

Exames: Amilase no sangue / Amilase / Amilase ou alfa-amilase, isoenzimas

Material a ser analisado: sangue obtido por punção de veia do braço.
 
Tempo necessário para obter o material: 5 a 10 minutos.
 
Finalidade: Diagnóstico de lesão pancreática. Pancreatite. Diagnóstico diferencial entre a pancreatite e outras causas de dor abdominal aguda.
 
Preparação previa: abstenção de álcool durante 12 horas antes do exame.
 
Resultados:
 
Valores normais: 60 - 180 unidades Somogei x dl.
 
Valores elevados podem ocorrer em: Doença aguda das glândulas salivares;
pancreatite aguda; obstrução da ampola de Vater; obstrução do conduto biliar comum; câncer de pâncreas; patologia pancreática por lesão ulcerosa péptica.
 
Valores diminuídos: cirrose; hepatite; câncer pancreático; toxemia gravídica.
 
Tempo requerido para obter os resultados: alguns minutos de trabalho no laboratório, os resultados são determinados por radioimumensaio.
 
Segurança dos resultados: boa.
 
Drogas que podem alterar os resultados:
  • Asparaginase
  • Corticoesteroides
  • Azatioprina
  • Colinérgicos
  • Acido etacrínico
  • Codeína
  • Furosemida
  • Meperidina
  • Mercaptopurina
  • Morfina
  • Anticoncepcionais orais
  • Rifampicina
  • Diuréticos tiazídicos
  • Triamcinolona
  • Sulfasalazina

Outros fatores que podem alterar os resultados:
  • Ingestão de álcool
  • Contaminação do material com saliva.
 
Fonte boasaude.com.br