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quinta-feira, 19 de julho de 2012

Plenária decide suspensão do atendimento médico aos planos de saúde em SP

Decisão ocorrerá após avaliação das respostas das empresas às reivindicações de reajustes nos valores de consultas e procedimentos

Os médicos de São Paulo realizam plenária estadual no próximo dia 9 de agosto, às na sede da Associação Paulista de Medicina (APM), podendo deliberar pela suspensão do atendimento eletivo aos planos de saúde.

A decisão ocorrerá após avaliação das respostas das empresas às reivindicações de reajustes em consultas/procedimentos, de inclusão de cláusulas de reajustes periódicos nos contratos de prestação de serviço e de fim das pressões para reduzir exames, internações e antecipar altas, que acarretam riscos aos pacientes.

Em reunião na noite de 16 de julho, lideranças da APM, Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Sindicatos dos Médicos do Estado, Academia de Medicina de São Paulo, Regionais e Sociedades de Especialidade atualizaram o balanço das negociações.

Uma comissão prepara a plenária de 9 de agosto e uma eventual interrupção do atendimento eletivos aos planos de saúde. As urgências e emergências estarão garantidas.

Para não prejudicar os pacientes, as lideranças médicas divulgarão boletins informativos sempre que houver novas deliberações do movimento. A orientação é que consultas e procedimentos sejam remarcados para datas oportunas, se de fato ocorrer uma suspensão pontual do atendimento aos planos de saúde.

Fonte isaude.net

Como prevenir a Trombose

Alterações genéticas, problemas no pós-parto, cirurgias e longas viagens podem desenvolver a doença ao comprometer a estrutura de coagulação sanguínea.

O problema é mais frequente do que se pensa: a coagulação anormal que acarreta a trombose, pode aparecer após cirurgias, no tratamento de tumores ou inclusive em retornos a longas viagens. Indícios como inchaço, dores e vermelhidão nas pernas advertem que é preciso ajuda médica imediatamente. Por isso é imprescindível saber se você possui predisposição a ele. Alterações genéticas, problemas no pós-parto, cirurgias e longas viagens podem desenvolver a doença ao comprometer a estrutura de coagulação sanguínea.

Tomar medicação que reduza o desenvolvimento dos coágulos, conservar as pernas em repouso numa altura mais alta do que o corpo e usar meias de compreensão são algumas das medidas preventivas adotadas por quem sofre de trombose. No entanto, só isso não é suficiente para afastar os riscos.

Pessoas mais suscetíveis à trombose
Pessoas obesas, em tratamento de tumores, que tiveram um derrame ou traumatismo graves e indivíduos com histórico familiar de trombose, são mais predispostas a desenvolver a doença. Mulheres que tomam anticoncepcionais orais ou realizam reposição hormonal, assim como os fumantes, igualmente estão mais suscetíveis.

Risco à saúde
O risco mais grave da doença é a chamada embolia pulmonar. A condição ocorre quando pequenos coágulos desenvolvidos nas veias se desatam e pela circulação seguem até os pulmões, entupindo os vasos pulmonares e atrapalhando o fluxo de oxigênio no organismo.

Mais frequente nas pernas
Embora possa ocorrer em outras partes do corpo, cerca de 85% dos quadros, a trombose ocorre nas veias das pernas. Isso acontece devido à pressão venosa ser maior nas veias nas pernas do que em outras veias do corpo por causa da ação da gravidade.

Sintomas mais comuns
Os indícios mais usuais da doença são inchaço, dor, vermelhidão, endurecimento de uma veia e rigidez da musculatura da perna. Os coágulos formam-se inesperadamente, em segundos. Sua proliferação pode demorar horas ou dias se o tratamento não for realizado imediatamente.

Massagem
Os pacientes sem precedentes e sem fatores de risco não se beneficiam de massagens ou costumes como dormir com as pernas elevadas. No caso de trombose venosa aguda, o descanso com as pernas elevadas é imprescindível. O tratamento mais recomendado é feito com anticoagulantes.

Tratamento
O tratamento preventivo é realizado com remédios anticoagulantes, que evitam o desenvolvimento de coágulos. Pouco tempo foi lançado em alguns países, um novo anticoagulante oral, que previne o desenvolvimento de coágulos.

Esse novo remédio sobrepõe uma importante ferramenta no tratamento, já que, com ele não há necessidade de realizar diversas análises para conter a coagulação sanguínea. No entanto, o medicamento só é indicado para pacientes com predisposição ou com fatores de risco e que vão ser submetidos a cirurgias ou realiar longas viagens.

Fonte Mundo das Tribos

Osteoporose atinge um em cada cinco brasileiros e provoca fraturas com frequência

No País, a osteoporose provoca 120 mil fraturas de quadril por ano

A doença, que atinge 20% da população brasileira, é responsável pelo enfraquecimento dos ossos.

Uma das consequências é a falta de equilíbrio, o que causa quedas constantes.

No País, a osteoporose provoca 120 mil fraturas de quadril por ano.

Saiba mais!

Fonte R7

Falta de apoio do companheiro é a principal influência na decisão pelo aborto

Políticas públicas de saúde para o cuidado das mulheres que abortam não se desenvolvem devido à marginalização do assunto

A falta de apoio do companheiro é a principal influência na decisão pelo aborto, segundo a dissertação Aborto provocado: vivência e significado. Um estudo fundamentado na fenomenologia da psicóloga Cristina Borsari, realizada na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Além disso, a pesquisadora diz que as políticas públicas de saúde para o cuidado das mulheres que abortam não se desenvolvem devido à marginalização do assunto. " No sistema público de saúde estamos muito parados em relação a esta questão" diz Cristina, reforçando que a polêmica em relação ao tema traz consequências negativas para a saúde psicológica da mulher.

Entre 2008 e 2010, Cristina submeteu a um questionário mulheres que haviam se internado em dois hospitais da rede pública da cidade de São Paulo por terem sofrido aborto, tanto espontâneo quanto provocado: o Hospital Municipal Dr. Moysés Deutsch M' Boi Mirim, no Jardim Ângela, e Hospital Estadual Sapopemba, no Jardim Sapopemba.

Das 100 mulheres que responderam ao questionário, 11 admitiram ter provocado a interrupção da gravidez. Segundo a psicóloga, mulheres que entram em hospitais com quadro de aborto muitas vezes não admitem que este tenha sido provocado com medo de julgamentos e represálias, pois o aborto é considerado crime no Brasil, com algumas exceções, no caso de fetos anencéfalos, risco de morte para a mãe ou gravidez de vítimas de estupro.

As mulheres que provocaram aborto foram estimuladas a falar livremente sobre os sentimentos vividos durante a suspeita e confirmação da gravidez, como o apoio que receberam, a sensação de culpa e o conceito pessoal sobre o que é a maternidade. Todas as mulheres entrevistadas disseram sentir culpa em relação ao que fizeram e relataram medo de serem castigadas por Deus, ter alguma doença no futuro ou não conseguirem mais engravidar quando desejarem.

Trauma
Em comparação às mulheres que sofreram aborto espontâneo, essas mulheres demonstraram, numa avaliação quantitativa do questionário, menor renda familiar, menor escolaridade e mais sentimentos negativos ao descobrirem a gestação. Essas mulheres não possuíam carreiras ou mesmo emprego, portanto, a função delas exigida pela sociedade é " ser mãe" . Essa identidade forjada as faz replicar muitas vezes o comportamento que suas mães tiveram: se foram geradas quando suas mães eram adolescentes, engravidam na adolescência. Isso reflete na decisão pelo aborto, pois, a mulher não reconhece uma estrutura familiar devido ao desamparo e a exclusão social que sofre. " A identidade parental é algo construído socialmente com afeto" diz Cristina.

As mulheres admitiram que a falta de apoio dos companheiros foi mais determinante do que dificuldades econômicas na escolha por abortar. O que mais surpreendeu a pesquisadora foi o fato de as entrevistadas estarem sempre sozinhas, sem a companhia de parentes ou amigos. Nos depoimentos, constatou-se que a participação dos companheiros é mínima ou inexistente.

Cristina diz que as mulheres são cobradas pela sociedade em demonstrar um instinto nato em ser boas mães, mas algumas são abandonadas, sem apoio financeiro e, principalmente, emocional. A solidão com que enfrentam a interrupção da gravidez pode levá-las a quadros de depressão. " O aborto é um evento traumático, e é algo que a mulher vai carregar consigo" finaliza a psicóloga.

Fonte isaude.net

Casos de pneumonia aumentam 30% no inverno e afetam principalmente crianças

Principais sintomas: tosse, febre, dor no tórax e dificuldade para respirar

Nos meses de inverno, com a temperatura mais baixa, os casos de pneumonia aumentam 30%. As principais vítimas são as crianças.

A doença é transmitida por bactérias, vírus ou fungos e tem como principais sintomas tosse, febre, dor no tórax e dificuldade para respirar.

Assista à reportagem e saiba como deixar seu filho prevenido do problema.


Fonte R7