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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Conheça alimentos que ajudam a ter uma boa noite de sono

Comidas gordurosas e ricas em cafeína devem ser evitadas

Ao longo do dia, nem sempre temos tempo de escolher cautelosamente o que ingerimos. A correria cotidiana às vezes exige que nos alimentemos com o que temos ao alcance, e não com que o nosso corpo precisa. Mas, à medida que o dia chega ao fim, vale a pena investir em cuidados para que o que comemos e bebemos não somente não prejudique a qualidade do sono, como contribua para que tenhamos uma noite de descanso.

Segundo a nutricionista do Hospital de Clínicas da Unicamp Salete Campos, existe nos alimentos uma substância que favorece o trabalho do nosso corpo em restabelecer o equilíbrio durante a noite: o triptofano. "Uma vez no cérebro, ele aumenta a produção da serotonina, substância conhecida como o hormônio do bom humor, que tem poder sedativo e ajuda a induzir e melhorar o sono".

Essa substância pode ser encontrada em carnes magras, peixes, leites e iogurtes desnatados, queijos brancos e magros, nozes, banana e leguminosas. A serotonina ainda regula o nosso relógio biológico.

A insulina também tem papel importante no padrão do sono. Hipoglicemia, ou baixa quantidade de açúcar no sangue, costuma ocorrer à noite porque é quando não nos alimentamos. Quando o nível de glicose cai, a adrenalina é liberada como uma fonte secundária. Como o hormônio é estimulante, pode causar distúrbios do sono.

Por isso, é necessária a ingestão de carboidratos. "Eles favorecem o aumento nos níveis de insulina, que auxiliam na 'limpeza' dos aminoácidos circulantes no sangue", explica Salete.

Algumas fontes de carboidratos são pães, cereais, biscoitos, massas, arroz, frutas, legumes, granola e polenta. A nutricionista aproveita para advertir: "Uma alimentação pobre em carboidratos, por vários dias, pode levar a alterações de humor e depressão".

Vitamina B6 e magnésio são outros nutrientes essenciais para que o organismo esteja em paz na hora de ir para a cama. Segundo Salete, os dois também estão envolvidos na produção da serotonina. A vitamina B6 está presente em frango, atum, banana, cereais integrais, levedo de cerveja, arroz integral, cará e semente de gergelim. O magnésio em alimentos como tofu, soja, caju, tomate, salmão, espinafre, aveia e arroz integral.

Além de saber o que fazer, é bom ter consciência do que é preciso evitar. Se o objetivo é deitar e relaxar, não exagere na quantidade de alimentos e na ingestão de comidas gordurosas. Mas, de nada adianta refeições equilibradas e ricas nos itens acima se antes dormir não houver cautela com as bebidas consumidas.

Para não correr o risco de ter uma noite de sono agitado ou com pesadelos, a orientação da especialista é não beber líquidos que são fontes de xantina e cafeína, que estimulam o sistema nervoso central. Entre eles: chocolate, café, chá preto ou mate, guaraná, refrigerantes à base de coca e, claro, bebidas alcoólicas. No caso de serem consumidos, é aconselhável que seja quatro horas antes do sono.

Se, mesmo observando as orientações acima, você acaba passando mais tempo tentando dormir do que dormindo de fato, a nutricionista diz que o chá de camomila é uma boa alternativa. "Uma florzinha de longa data, conhecida de nossas tataravós que sempre foi usada para acalmar crises de nervosismo. Ela tem efeitos relaxantes, ameniza a ansiedade e reduz a depressão".

Fonte Minha Vida

Conheça oito maneiras de parar de roncar

Entenda por que emagrecer ou evitar álcool antes de dormir melhora o problema

Se você ronca, certamente não foi o primeiro a saber. Mas, ao contrário do que se imagina, o som decorrente da vibração dos tecidos da região da faringe não torna vítimas apenas aqueles obrigados a acostumar com o barulho. "O problema pode ser sintoma de diversos problemas de saúde e ainda causa constrangimento, principalmente, quando se dorme fora de casa", aponta o otorrinolaringologista Fábio Lorenzetti, diretor da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORLCCF).

Conheça hábitos e condições que favorecem o ronco:

Homem se pesando na balança - Foto Getty Images1. Perca peso
Embora a parte do corpo que mais evidencie o excesso de peso seja o abdômen, a deposição de gordura também ocorre na região do pescoço. "Isso prejudica a passagem de ar, devido ao estreitamento da faringe", afirma a otorrinolaringologista Fernanda Martinho, da Unifesp e da diretoria da Associação Brasileira do Sono. Por isso, qualquer tratamento do ronco é mais eficiente se for acompanhado de perda de peso. Isso não quer dizer, é claro, que pessoas no peso ideal não ronquem, mas a probabilidade é bem menor.

Homem roncando - Foto Getty Images2. Descubra se tem apneia do sono
O ronco é o principal sintoma da apneia do sono. "Essa doença se caracteriza pela redução da oxigenação do sangue, isso acontece devido a interrupções da respiração causadas pelo estreitamento das vias aéreas", afirma o otorrinolaringologista Fábio. Neste caso, o ronco precisa de tratamento, uma vez que essas oscilações de oxigênio aumentam o risco de complicações cardiovasculares e podem levar a um infarto. Para identificar se você sofre do problema, recomenda-se fazer um exame de polissonografia em que o sono é monitorado e as atividades fisiológicas avaliadas por um especialista.

Mulher tomando cerveja - Foto Getty Images3. Modere no consumo de álcool
"O álcool, assim como alguns tranquilizantes e medicamentos para dormir, relaxa a musculatura do corpo", afirma a especialista Fernanda. De dia, isso não costuma ser problema. De noite, entretanto, o resultado é um afrouxamento exagerado dos músculos, uma vez que eles já ficam naturalmente mais relaxados quando dormimos. Por isso, mesmo quem não ronca habitualmente, pode ter o problema nos dias em que consome bebidas alcoólicas.

Mulher assoando o nariz - Foto Getty Images4. Trate as alergias respiratórias
Pessoas que sofrem de alergias respiratórias, como a rinite alérgica, estão frequentemente com o nariz entupido, o que pode contribuir com o ronco. "O barulho pode ser decorrente do esforço feito para respirar ou da alternativa encontrada para a congestão nasal: respirar pela boca", diz o especialista Fábio. Neste caso, a solução é tratar a alergia.

Homem dormindo de barriga para cima - Foto Getty Images5. Evite dormir de barriga para cima
"A pior posição para quem ronca é dormir de barriga para cima", afirma a otorrinolaringologista Fernanda. Segundo ela, pela ação da gravidade e pela retração da língua para trás, há um estreitamento da passagem de ar, o que aumenta a vibração dos tecidos da faringe. Ela recomenda dormir de lado ou de bruços para evitar a obstrução.

Criança com aparelho - Foto Getty Images6. Alinhe os dentes
"Problemas na arcada dentária ou no alinhamento dos dentes podem favorecer o ronco", afirma o cirurgião-dentista Rodrigo Guerreiro Bueno de Moraes, consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia (ABO). Segundo ele, os dentes em posição incorreta também podem ser decorrentes da própria respiração bucal. A solução, neste caso depende não só do dentista, mas também do otorrinolaringologista, que irá tratar a raiz do problema.

Homem segurando o nariz - Foto Getty Images7. Identifique problemas anatômicos
A obstrução da respiração pode ser decorrente de um problema anatômico, como o desvio de septo nasal. "Neste caso, apenas a intervenção cirúrgica é capaz de acabar com o ronco", afirma o otorrinolaringologista Fábio. Outros problemas estruturais comuns que causam o ronco são amígdalas e adenoide aumentadas.

Homem com dilatador nasal - Foto Getty Images8. Use dilatador nasal
Os especialistas não recomendam o uso do dilatador nasal para evitar o ronco. Segundo eles, o método funciona para um público muito restrito e apenas como paliativo, e não tratamento. "Pessoas com a válvula nasal flácida, por exemplo, podem obter algum benefício, mas a maior parte dos casos de ronco não são decorrentes desse problema", afirma o otorrinolaringologista Fábio.

Fonte Minha Saúde

Garoto que tinha queixo colado no peito passa por cirurgia inédita em Rondônia

Luiz Felipe Pereira, que foi submetido a implante de "pele artificial" e a múltiplas cirurgias, teve alta após cinco meses

O garoto Luiz Felipe Pereira, de 13 anos, da cidade de Costa Marques (RO), a 700 km de Porto Velho, recebeu alta do Hospital de Base da capital após ficar internado por cinco meses. Ele viveu oito anos com o queixo praticamente colado ao tórax devido a um acidente doméstico com fogo, e foi submetido a procedimento inédito no estado.

O garoto passou por cirurgias de implante dérmico (matriz dérmica de colágeno, material que substitui a pele humana, espécie de "pele artificial"), no pescoço e no peito, e mais três cirurgias reparadoras. Ele ainda terá que retornar para fazer pequenos procedimentos, mas agora já vislumbra uma vida normal.

"Me sinto bem, quero ir pra casa, brinquei de peteca com uns amiguinhos aqui no hospital. Quero fazer faculdade e estudar muito para ser piloto de avião", disse o menino.

De acordo com a médica cirurgiã plástica, Flávia Lenzi, responsável pela cirurgia, os oito anos em que esteve com restrição de movimento comprometeram parte do corpo, rosto, pescoço e desalinhou a coluna. "O garoto vai usar colete no pescoço por algum tempo, mas a recuperação foi surpreendente", afirma.

A mãe do garoto, Leonice Pereira Estevaneli, agradeceu. "À equipe a médica, os enfermeiros e técnicos, enfim todos que contribuíram para a recuperação de meu filho, minimizando nosso sofrimento", comemorou.

Segundo o diretor executivo do HB, Juan Carlos, foi uma cirurgia de alta complexidade e de alto custo, cerca de R$ 300 mil entre materiais e os cinco meses de internação, porém o benefício foi muito maior que qualquer custo financeiro.

Fonte isaude.net

Atividade policial não reduz tempo de amamentação de mães militares

Estudo apresentado na UFMG mostra que mães militares fornecem aleitamento exclusivo por, em média, sete meses

Enquanto em outros países mães militares costumam desmamar seus filhos de quatro a seis meses mais cedo que as demais mulheres, no Brasil não há essa diferença. A conclusão é de um estudo apresentado na Faculdade de Medicina da UFMG, que ressalta a importância do aleitamento materno em todos os casos.

A pesquisa mostra que mesmo a chamada atividade operacional, que consiste no patrulhamento nas ruas, não é determinante para o desmame precoce entre as militares. Para a autora da dissertação, Tatiana Bossert Freitas, tenente farmacêutica da Polícia Militar de MG, duas hipóteses podem explicar o fato. "Muitas vezes a mãe é direcionada para atividades mais administrativas ao voltar da licença-maternidade. Mas também pode ser que, apesar de suas características peculiares e questões militares, a atividade operacional não tenha mesmo nenhuma interferência no que se refere ao aleitamento materno", explica.

Cem mães militares foram entrevistadas, entre maio de 2009 e setembro de 2011. O objetivo era descobrir como e por quanto tempo elas amamentavam, além de coletar dados sobre a carreira militar. Desse total, 94 fizeram o aleitamento materno, com duração média de sete meses. O aleitamento exclusivo, no entanto, foi praticado por somente 23% dessas mães, por um período de apenas quatro meses. "Esses resultados ainda estão aquém do recomendado pela OMS, que é de aleitamento exclusivo nos primeiros seis meses e complementado até os dois anos", afirma a autora.

O estudo também ressaltou a importância de informar as mães corretamente sobre o valor do aleitamento materno adequado. Ao contrário do que seria esperado, mães que receberam informações sobre o assunto no pré-natal amamentaram seus filhos por um tempo menor. A autora da pesquisa aponta a falta de preparo dos pediatras como possível explicação. "Estudos mostram que pediatras com treinamento específico sobre o assunto têm efeito positivo nos índices de aleitamento materno", conta.

A solução apontada são as consultas de lactação, voltadas especificamente para oferecer informações sobre o aleitamento materno, com especialistas no assunto. O serviço poderia ser prestado no Hospital Militar, no caso das mães militares, e pelos profissionais do Programa Saúde da Família, no caso das civis.

Fonte isaude.net

Caminhoneiros passam por exames cardiológicos gratuitos na Via Anhanguera

Campanha terá como destaque a prevenção de doenças cardiológicas com eletrocardiograma, além de avalição física e vacinação

Nos dias 7, 8 e 9 de agosto será realizada mais uma edição do Programa Viva Saúde, campanha dedicada aos caminhoneiros. Nesta 37ª edição, a campanha terá como destaque a prevenção de doenças cardiológicas com eletrocardiograma, além de exames para a avalição física e vacinação na Via Anhanguera. A ação acontece das 9h às 17h, no Posto Siquelero (antigo Posto Borsato) km 164, Pista Sul, sentido interior-capital, em Araras (SP).

Os caminhoneiros também terão a disposição um checkup completo com exames de triglicérides, glicemia, colesterol, controle de pressão, altura, peso e o cálculo do IMC (Índice de Massa Corpórea), além de vacinação contra Febre Amarela, Caxumba, Rubéola, Tétano, Difteria, Sarampo e Hepatite B.

A campanha Viva Saúde foi criada pela Intervias em 2001 e desde então já beneficiou cerca de 50 mil caminhoneiros e cadastrou quase 30 mil pessoas.

Fonte isaude.net