Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Vacinar na idade certa prolonga proteção contra hepatite A

Seguir o calendário aumenta eficiência da imunização em crianças

Desde o nascimento, uma das maiores preocupações dos pais é garantir que os filhos cresçam fortes e saudáveis. Seguir o calendário de vacinação é um grande passo para isso, ainda mais quando os especialistas descobrem que existe relação entre a idade em que a criança recebe a imunização e a duração do efeito da dose. É o caso da hepatite A: uma pesquisa recente do Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos revela que a vacinação contra a doença mostra-se eficiente por até uma década quando aplicada em crianças antes dos dois anos de idade.

Um grupo de 197 bebês que tinham entre seis meses e dois anos foi acompanhado durante dez anos pelos estudiosos. Vacinados com o anticorpo da doença em dois intervalos de tempo, todos se mostraram imunes um mês depois da aplicação do remédio. Ao fim do estudo, no entanto, as crianças que foram vacinadas entre os 6 e 12 meses apresentaram uma taxa de resistência menor à doença (7% havia perdido o efeito da vacina) enquanto as mais velhas permaneceram protegidas (apenas 4% já não possuíam mais os anticorpos).

A hepatite A é uma doença vista principalmente em áreas com pouco saneamento básico, já que sua principal forma de transmissão é através de água ou comida contaminada. A diminuição da doença nos EUA é atribuída principalmente à aplicação da vacina em crianças de 12 a 18 meses. No Brasil, apenas em 2011 foram registrados sete mil casos da doença, segundo dados do Ministério da Saúde.

Atitudes simples evitam a transmissão da hepatite A

Cuidado com os objetos do dia a dia
Qualquer objeto contaminado, se levado à boca, pode ajudar a transmitir o vírus. "Na verdade, até mesmo o manuseio pode causar a contaminação", afirma a hepatologista Débora Dourado, do Hospital e Maternidade São Luiz. Então, na hora de beber um refrigerante em lata, por exemplo, não deixe de lavar a borda da latinha ou usar um canudo embalado.

Talheres também podem representar perigo, porque alguém contaminado pode nem saber que carrega a doença. "Uma semana antes de aparecerem os primeiros sintomas, o paciente já consegue transmitir a hepatite A". A recomendação é, mais uma vez, investir na higiene: lavar bem os objetos com água e sabão é o suficiente.

Frutas e legumes merecem atenção
Não basta apenas colocar frutas e legumes por alguns minutos em água corrente, já que vírus resistentes ainda podem continuar no alimento. "O ideal é deixa-los imersos em composto com hipoclorito de sódio por trinta minutos", afirma a infectologista Graziella Hanna Pereira, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.

Caso não consiga encontrar o produto, tirar a casca ou preparar o alimento em fervura também pode ser uma solução, já que o vírus não resiste à alta temperatura. Este último método, aliás, é sempre o mais indicado quando for visitar um lugar exótico.

Modo de preparo é muito importante
"Qualquer alimento que passou pelas mãos de uma pessoa contaminada está sujeito a conter o vírus da hepatite A", afirma o hepatologista Raymundo Paraná. Por isso é tão importante garantir que eles estejam bem preparados, não importa se fritos, cozidos ou assados.

No caso de alimentos consumidos crus, como peixes e alguns moluscos, o risco é ainda maior, pois há também a chance de contaminação pelo esgoto jogado diretamente no mar.

Fonte Minha Vida

Um pedaço de chocolate por dia pode melhorar mente de idosos, aponta estudo

Uma pesquisa publicada na segunda semana de agosto, na revista da Associação Americana do Coração, apontou que a ingestão diária de um pedaço de chocolate pode auxiliar idosos maiores de 70 anos a evitar doenças mentais, a exemplo da demência e o Alzheimer.

O estudo foi realizado com 90 voluntários saudáveis e indicou que a cognição, a memória e a agilidade mental dos participantes melhorou. Além de melhorar a taxa de pressão arterial e a de açúcar no sangue.

Durante as análises foi possível perceber que os flavonoides presentes nos chocolates, sobretudo nos amargos, fortalecem os neurônios e protegem a memória. Segundo os cientistas, é provável que a substância pode facilitar o fluxo de sangue no cérebro. Os pesquisadores alertaram para o uso excessivo do chocolate ao leite, que possui menos quantidade do composto e ainda tem mais gordura.

O composto também traz vantagens para o coração e tem ação anti-inflamatória. Os flavonoides são encontrados ainda em outros alimentos, a exemplo da uva e do vinho tinto. Outros estudos estão sendo desenvolvidos com o objetivo de analisar os benefícios da substância na prevenção do câncer.

Fonte ecodesenvolvimento.org

Sincronia entre moléculas pode melhorar tratamento da depressão

Serotonina e fator neurotrófico derivado do cérebro diminuem durante a depressão e aumentam com o uso de antidepressivos

A sincronia entre duas moléculas que diminuem durante a depressão e aumentam com o uso de antidepressivos pode levar a novos tratamentos para essa condição em seres humanos.

A serotonina é um neurotransmissor que permite que as células do cérebro se comuniquem e o fator neurotrófico derivado do cérebro, ou BDNF, é uma molécula cerebral nutritiva que também ajuda na conectividade.

Antidepressivos mais populares, como o Prozac, desenvolvidos para aumentar os níveis de serotonina, foram mostrados recentemente para também aumentar os níveis de BDNF.

Segundo o líder do estudo Anilkumar Pillai, da Georgia Health Sciences University, nos EUA, os pesquisadores ainda não sabem como a molécula, a serotonina, que é bem estudada na depressão, regula a sinalização de BDNF.

Eles suspeitam que uma parte crítica é a proteína transglutaminase 2, ou TG2, expressa pelas células cerebrais e outros tipos de células. TG2 desempenha um papel na reciclagem da serotonina natural e é um fator potencial na deficiência de serotonina associada com a depressão.

"Acreditamos que essa proteína também pode ajudar a explicar por que os níveis de serotonina e BDNF parecem subir e descer em sincronia", afirma Pillai.

TG2 converte serotonina em Rac1, uma proteína que ajuda a rejuvenescer receptores de BDNF, que normalmente fica na superfície das células cerebrais, mas deve periodicamente entrar na célula para revigorar. A depressão parece perturbar o equilíbrio desse funcionamento interno crítico.

Pillai acredita que os altos níveis que ele encontrou em pessoas com depressão, resulta da conversão em excesso de serotonina deixando muito pouco do neurotransmissor para suportar adequadamente a comunicação das células cerebrais. Em vez disso, mais Rac1 é produzido mas, inexplicavelmente, sua degradação também aumenta, reduzindo assim a sinalização de BDNF.

"Se pudermos corrigir problemas com TG2, podemos reverter os sintomas depressivos em camundongos e, no futuro, em humanos", afirma Pillai.

Pillai e seus colegas querem determinar agora se os antidepressivos existentes têm impacto sobre TG2. "Precisamos saber mais sobre como todas as peças do quebra cabeça se encaixam e, em última análise, criar novas terapias para depressão e distúrbios psiquiátricos relacionados", conclui o pesquisador.

Fonte isaude.net

Chinês sem dinheiro para próteses passa oito anos construindo braços de metal

Próteses ficaram boas e funcionam normalmente, diz ele

Um chinês de 51 anos, que perdeu os dois braços na explosão de uma bomba caseira, passou oito anos criando próteses de baixo custo.

Sun Jifa, de Guanmashan, na província de Jilin, não podia pagar as próteses comuns de hospital, mas precisava desesperadamente trabalhar para sustentar a família.

Ele trabalhava como pescador, e foi justamente uma bomba usada para pescar que explodiu em sua mão, fora da água. Ele explicou, segundo o tabloide britânico Daily Mail:

— Eu sobrevivi, mas eu não tinha mais as mãos e não podia pagar as próteses que o hospital queria que eu comprasse. Então eu decidi fazer as minhas.

As mãos de metal podem agarrar e segurar, graças a um mecanismo que ele construiu do lado de dentro da prótese.

— Eu as controlo com movimentos dos meus cotovelos e posso trabalhar, amar e me alimentar normalmente, como qualquer pessoa.

Sun Jifa disse que há dois problemas, no entanto: o peso do metal e a mudança de temperatura — quando faz calor, esquenta muito, e quando esfria, a prótese também fica gelada.

Fonte R7

Unesp inscreve voluntários para participação em 20 pesquisas científicas

Entre os temas estão problemas de alimentação, transtornos mentais, crises crônicas e condições relacionadas à idade

A Universidade Federal de São Paulo (Unesp) está com inscrições abertas para voluntários que queiram participar de 20 pesquisas científicas em diferentes campos de estudo da saúde. Entre os tópicos a serem estudados estão problemas relacionados à alimentação e ao condicionamento, como comer chocolate após praticar exercícios, suplementos entre hipertensos, suplementação de carboidrato e glutamina para praticantes de atividade física e efeitos da cafeína sobre a memória e a atenção.

Condições associadas à idade como meninas com puberdade precoce, idosos com distúrbios de sono e problemas ósseos e incontinência urinária em adolescentes obesas também estão em pauta.

Outras avaliações de cunho estatístico e que buscam estudar a qualidade de vida da população também precisam de voluntários como a que mede a composição corporal de homens (taxa de gordura, massa óssea) e a que trata do impacto da prática de exercícios físicos para idosos em centros urbanos.

Problemas crônicos em pacientes como crises asmáticas, enxaqueca e afta recorrente vão passar por análise. Além disso, transtornos mentais como síndrome das pernas inquietas (SPI), hiperatividade em crianças e dependência química de drogas vão ter espaço em meio às pesquisas da Unesp.

Os detalhes, requisitos e forma de inscrição podem ser acessados no site da instituição. (Acesse aqui)

Fonte isaude.net